Caso de criança ‘amigada’ com adolescente violento choca codoenses

O caso foi levado ao conhecimento da população codoense  por meio do repórter Sombra, da TV Codó. Uma mãe, moradora do bairro Nova Jerusalém, foi à delegacia regional denunciar que seu ex-genro, um adolescente de apenas 17 anos, inconformado com a separação, estava batendo na sua filha.

Menina de 12 anos viveu conjugalmente com um de 17 anos

Menina de 12 anos viveu conjugalmente com um de 17 anos

O inusitado na cena, já que a violência contra mulher tornou-se quase corriqueira apesar de aberrante e ilegal, é que a filha da denunciante, que estava ao seu lado na entrevista, tinha apenas 12 anos de idade, ou seja, ainda uma criança, e já havia morado , como se marido e mulher fossem, com o adolescente denunciado.

“Eu dou conselho pra ela, ela não quer me ouvir (…)Ele ameaça é ela e bate nela depois de largado agora, separado. Tão separado, ele quer até me bater também”, revelou

MENINA CONFESSA

Tanto a mãe, quanto a filha afirmou que o jovem agressivo é usuário de maconha. As duas foram pedir a ajuda da polícia para verem-se livres da violência que está incomodando-as.

Na entrevista a criança confessou as agressões e disse que não queria mais morar com seu ex-companheiro violento.

“Eu tenho 12 (anos)…JÁ É CASADA? Não sou casada não…ENROLADA? sim, enrolada… E ESSE RAPAZ JÁ TE BATEU QUANTAS VEZES? Um bocado de vezes…ESSE RAPAZ, ELE USA DROGA? usa…QUAL TIPO DE DROGA? Maconha..QUE MAIS? Maconha, só maconha”, respondeu a menina.

 

EDUCAÇÃO – Faltam livros na Codó onde mais de 38% da população não sabem ler, nem escrever

A cidade tem a biblioteca Central Fernando de Carvalho e a Farol do Saber, ambas públicas, mas quem já precisou delas reclama da desatualização do acervo.

 “Sempre quando chega é os mesmos livros, não renovam de jeito nenhum, a gente pede que renovem alguns, outros livros, novidade, a maioria dos jovens quer é novidade, quer ler, quer ver novidades”, reclamou o estudante Mailson Reis

 “VOCÊ ACHA QUE TINHA QUE RENOVAR TODO ANO? “Acho que todo ano, todo mês também tinha que colocar computador”, responde Eliene Castro

 CIDADE SEM LIVROS

 Acesso à compra de livros em Codó é coisa difícil. Historicamente, e já são 118 anos de emancipação política, somos uma cidade sem livraria, nem banca de revistas existe na atualidade. Só muito recentemente  um supermercado, que nunca mais renovou o estoque, e uma loja passaram a expor alguns livros, só isso.

Esta realidade dificulta a vida de quem precisa ler para aprender e a de quem deseja apenas se divertir, entretendo-se com uma boa história.

Por isso quando a venda de livros usados chega à cidade, o que não ocorre com tanta frequência, sempre tem alguém procurando alguma coisa e são os estudantes os mais interessados.

 Encontramos Valdirene da Conceição, uma estudante de enfermagem, que  enfrentou, dias antes da entrevista,   o drama que é  viver longe do acesso aos livros.

 “Quando quer um livro não tem onde comprar, a pessoa tem que viajar pra fora pra comprar livros…ATÉ PARA ESTUDANTE É COMPLICADO? É complicado, pra fazer uma prova agora de enfermagem eu tive que ir em São Luís comprar os livros”, revelou com ar de indignação

 DESATUALIZADOS, MAS FAZER O QUÊ?

Sabendo da carência os vendedores de usados trazem um pouco de tudo Direito, Enfermagem, História, literatura de outros gêneros.Nem são tão atualizados assim, mas a chance de poder ter o que ajuda disponível em casa sempre leva Gilberto Sousa, estudante de Pedagogia, à banca montada no centro da cidade.

 “A gente se planeja através do conhecimento que a gente já tem, mas precisamos de livros para podermos continuar…COMO É QUE É VIVER NUMA CIDADE SEM LIVRARIAS? É muito difícil, muito difícil”, respondeu

 OS ANALFABETOS

A CODÓ sem livros tem números relacionados bem preocupantes. Acima de 15 anos de idade, segundo o IBGE,  são mais de 38% de habitantes analfabetos.

Para esta camada da população o interesse por livros é zero, mas  o restante que, pelo menos vai ou foi à escola, tem sido  desestimulado a desenvolver o hábito da leitura por um obstáculo que até mesmo a vendedora, que vem de Teresina, Piauí,  reconhece – já deveria ter deixado de existir.

  “Era  uma boa coisa que tá necessitando em Codó, O povo de CODÓ precisa estudar mais e precisa ter o livro, ninguém estuda sem o livro, ninguém viaja sem bagagem e  a bagagem é o livro para quem quer estudar”, argumentou filosofando

Depois de 11 anos sábado começa a EXPOCODÓ

Empresários garantem local para grandes negócios

Empresários garantem local para grandes negócios

A última exposição agropecuária realizada no parque Walter Zaidan ocorreu em 2003. Clélio Guerra presidia a Associação dos Criadores, a organizadora, na época. Esteve a frente de 7 exposições e tem boas lembranças daquele tempo.

 “Realizamos evento de rodeiro, julgamento de Nelore no ranking nacional, ranqueamos ela no nacional de Nelore, concurso leiteiro, grandes festas que foram realizadas aqui na época”, destacou o ex-presidente da ACRIVI.

 Depois disso o evento parou e o parque ficou abandonado. Este ano a Associação dos Criadores do Vale do Itapecuru – ACRIVI – resolveu trazer de volta a chamada EXPOCODÓ, começando tudo do zero. Só na recuperação do parque já foram investidos algo em torno de R$ 170.000,00.

Homens continuam trabalhando o dia inteiro na área limpando e recuperando tudo. Barracas estão  construídas, um parque de diversão já está instalado aguardando a abertura e  o local onde ficarão os animais  também já está pronto.

O presidente, Iêdo Barros,  afirma que muitos criadores já confirmaram presença.

 “Estamos confirmados com criadores de Pernambuco (…) temos um pessoal de Coroatá confirmado, pessoal de Bacabal fora os criadores aqui da nossa região, então a nossa previsão é uma previsão muito boa sobre este evento”, disse

FILANTROPIA

Entidades filantrópicas como a Pestalozzi e  e trabalhadores da agricultura familiar  de São Benedito dos Colocados e Projeto de Assentamento CIT Novo Horizonte terão espaço gratuito no evento que será realizado entre 2 e 10 de agosto.

Outra grande atração ficará por conta da música. Um bom número de shows  também já está definido.

 “São 17 bandas, são 11 bandas locais e mais 6 bandas a nível nacional, então, assim, é muita festa, muito show não vai deixar a desejar. De forró a sertanejo universitário, de pop rock a pagode nós vamos ter todos os estilos aqui dentro”, garantiu Totonho Araújo

O retorno da Expocodó já conta com o interesse dos investidores. Várias empresas têm visitado o ambiente para garantir um lugar de exposição. Encontramos por exemplo com a direção da Mercedes Bens, de São Luís. Ao blog falou o ferente Vicente Férrer, sobre sua expectativa.

 “A nossa expectativa é boa, a gente já tem informações de que outros eventos que já fizeram em Codó dessa magnitude sempre deu bons movimentos, surgiram bons negócios e a nossa expectativa é essa de tá junto com os clientes e os amigos”, disse

Dia 4 de agosto começam as inscrições para regional de Beach Soccer em Codó

Está chegando o dia de início das inscrições  para a a etapa regional do Campeonato Maranhense de Beach Soccer que será realizada aqui em Codó entre os dias  18 e 22 de agosto.  De acordo com o presidente da Federação no Estado, Eurico Pacífico, até 21 equipes poderão participar.

Eurico e Argemiro visitam arena de Beach Soccer

Eurico e Argemiro visitam arena de Beach Soccer

A partir do dia 4 de agosto as equipes já poderão se inscrever no prédio da Secretaria de ESPORTES de Codó – no Ginásio Deolindo Rodrigues – e não haverá cobrança em dinheiro.

“As equipes para que elas possam se inscrever, elas terão que fazer a doação de 15 quilos de alimentos não-perecíveis.  A totalidade dos alimentos arrecadados serão doados para entidades filantrópicas da cidade de Codó, NÓS TEREMOS, no máximo, 21 equipes para participarem dessa competição que eu tenho certeza será um sucesso”, explicou Pacífico quando de sua passagem por Codó para acertar a realização com o secretário municipal Argemiro Filho.

Igreja Universal é condenada a pagar mais de meio milhão em danos morais na Justiça do Trabalho

A Justiça do Trabalho condenou a Igreja Universal do Reino de Deus ao pagamento de danos morais no valor de R$ 555 mil, além de anotações na carteira de trabalho e pagamento de verbas trabalhistas ao vigilante João Pereira de Aguiar, que trabalhou por mais de 8 anos sem os devidos registros. A decisão é da 2ª Vara do Trabalho de Porto Velho, publicada na terça-feira dia 15 de julho.

Depois de trabalhar por cerca de 8 anos para a reclamada, sem que houvesse o registro em carteira, nem pagas as férias e 13ª Salários de alguns anos, o vigilante recorreu à Justiça para ver seus direitos reconhecidos.

Além dos danos morais, a Igreja Universal do Reino de Deus ainda foi condenada a pagar férias integrais do período aquisitivo de 2008/2009, de 2009/2010, 2010/2011, 2011/2012 com o terço constitucional, em dobro; férias proporcionais de 2013 (9/12) e terço constitucional; 13º salários de 2009, 2010, 2011, 2012; 13º proporcional de 2013; Aviso Prévio indenizado; FGTS + multa de 40%; descanso semanal remunerado do período não prescrito; multas dos artigos 467 e 477 da CLT e adicional noturno por todo o contrato de trabalho, com os reflexos em aviso prévio, férias e terço legal, 13º, DSR, FGTS e multa de 40%.

A sentença declara que referente ao pacto laboral, o início da prestação de serviços e que deverá ser anotada foi em 01.08.2005 e demissão em 30.09.2013, por não ter a reclamada impugnado esta data e ter o preposto confessado em depoimento pessoal não saber a data da prestação dos serviços. Em relação à função exercida pelo trabalho, é de vigilante.

O juiz do trabalho substituto Carlos Antônio Chagas Junior, que responde pela titularidade da 2ª Vara do Trabalho de Porto Velho, condenou a reclamada, ainda, ao pagamento de custas processuais no importe de R$12.551,81, calculadas sobre o valor provisório arbitrado em R$ 627.590,82.

Danos Morais

Em audiência o reclamante alegou que a Reclamada sempre explorou a mão de obra de policiais militares e outros agentes públicos para se esquivar de pagar encargos previdenciários e tributários. O autor da reclamação, na necessidade de aumentar a renda para garantir o bem estar de sua família acabou tendo que submeter a exploração da reclamada, não recebendo nada além das diárias pelos plantões, sem receber durante todo o contrato de trabalho suas férias, 13º salário e sequer ter os intervalos para descanso e folgas respeitadas. Alega ainda que teria trabalhado sempre sofrendo a subordinação rígida e controladora da reclamada, que lhe impunha penalidades caso não cumprisse com os plantões na hora desejada. No entanto, na hora da rescisão do contrato de trabalho, não recebeu nenhum valor além dos plantões que realizou no ultimo mês, deixando o Reclamante totalmente desamparado. Afirma que por tais motivos, requer a condenação da reclamada em danos morais, conclui a sentença.

Fraude Trabalhista

Embora o representante da igreja – reclamada tenha contestado o pedido afirmando que o mero descumprimento dos direitos trabalhistas não são passíveis de gerar dano moral, bem como não teria cometido qualquer conduta ilícita vez que o reclamante não era empregado, o magistrado considerou em sua decisão que “o mero descumprimento de obrigação trabalhista não é passível de gerar dano moral, contudo fato diverso ocorre no presente caso. Acima foi reconhecida a fraude na contratação trabalhista e restou caracterizado o vínculo empregatício”.

A relação contratual deu-se por 8 anos, sem que o trabalhador tivesse direito a qualquer proteção trabalhista, configurando a conduta da reclamada em verdadeira afronta à dignidade do trabalhador, que não pode gozar de descansos, remunerados, férias e outras questões trabalhistas equiparando a situação do obreiro à análoga a de escravo, ainda que sem a limitação do direito de ir e vir, que configuraria o ilícito penal. Assim praticou a reclamada ato ilícito ao não reconhecer o vínculo empregatício.”

A reclamada deverá cumprir espontaneamente a decisão no prazo de 10 dias, do trânsito em julgado da ação, independentemente de intimação, sob pena de multa de 10% sobre o valor da condenação, registra o juiz.

Para efeito de comprovação das contribuições previdenciárias decorrentes decisão e exibição da respectiva GFIP a reclamada tem o prazo de 30 dias do trânsito em julgado, sob pena de multa diária de R$100,00, até o efetivo cumprimento da obrigação, a ser revertida em favor de entidade beneficente. A decisão da 2ª Vara do Trabalho de Porto Velho é passível de recurso.

Processo nº 0010070-70.2014.5.14.0002

Ascom/TRT14 (Celso Gomes)

Imperatriz – Juizado tem atendimento suspenso por falta de internet

O atendimento no 2º ao Juizado Especial Cível de Imperatriz está suspenso. O motivo, de acordo com o juiz titular Gladiston Nascimento Cutrim, é a falta de internet na unidade judicial, que prejudica os serviços no juizado desde a última quinta-feira, 24.

“Como os processos são virtuais, está tudo parado aqui: movimentação, atendimento ao público, partes e advogados. Já notificamos à Coordenação dos Juizados Especiais e estamos aguardando a resolução do problema”, explicou Gladiston Cutrim. Uma equipe da operadora Oi Telemar também já esteve no local, mas ainda não foi definido prazo para resolução do problema.

O magistrado informou, também, que não estão acontecendo audiências na unidade judicial. Os prazos processuais estarão suspensos enquanto o atendimento no 2º Juizado não for regularizado.

CGJ-MA

Câmara de Timbiras apresenta prestação de contas ano 2013

Por Toussaint Frazão

Depois de várias cobranças, finalmente a presidência da câmara municipal de Timbiras apresentou a prestação de contas referente ao ano de 2013.

Câmara de Timbiras (Manoelzinho, Nato e Wilson Vieira)

Câmara de Timbiras (Manoelzinho, Nato e Wilson Vieira)

Foram várias sessões em que o tema foi discutido e cobrado, chegando até acontecer muito bate boca entre parlamentares, onde a oposição pedia insistentemente que fosse apresentada para a população de que forma o dinheiro público teria sido gasto pela administração daquela instituição.

“não pode uma importante instituição como esta ficar sem mostrar para o povo como gasta o dinheiro vindo dos seus impostos, isso é uma vergonha” disse Zé Chagas, vereador da oposição.

Para o Presidente Nato Sales é mais do que obrigação prestar contas dos recursos financeiros que entram e saem da Câmara. “Estamos fazendo não mais do que nossa obrigação em prestar contas com todos os vereadores e com a população. Para mim, isso é gratificante”.

Veja prestação mês a mês referente ao ano de 2013.

Janeiro/2013

Fevereiro/2013

Março/2013

Abril/2013

Maio/2013

Junho/2013

Julho/2013

Agosto/2013

Setembro/2013

Outubro/2013

Novembro/2013

Dezembro/2013

Camilo Figueiredo aparece sozinho em material de campanha

Adesivo, pelo menos, foi o primeiro material de publicidade da campanha do Deputado estadual, Camilo Figueiredo (PR). O filho do ex-prefeito Biné Figueiredo (PDT) é candidato à reeleição e até o momento seu grupo político ainda não divulgou quem vai apoiar para o cargo de Governador nas eleições deste ano.

Camilo - PR - Sozinho

Camilo – PR – Sozinho

Biné já conversou com Flávio Dino, mas nada ficou definido. Mesma conversa manteve com o senador e ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), também não avançou. Biné teria dito a Lobão que procurasse o deputado Camilo que seria este o habilitado para fechar as parcerias.

Pelo menos, no material de campanha divulgado nas redes social, Camilo aparece sozinho, sem candidato a federal, senador nem a governador. Camilo Figueiredo está na disputa para o seu quinto mandato de estadual. Nos próximos dias, deverão ser apresentadas outras mídias da campanha do deputado codoense.

Por Francisco Oliveira

PÁGINAS DE CODÓ (LXXXII) – ANANIAS MURAD

Escritor Carlos Gomes

Escritor Carlos Gomes

Nascido em 1894, na cidade de Wadhi Charou, Líbano. Filho de Elias Murad e Mehde Murad. Veio para o Brasil, em 1912, aos dezesseis anos, chamado por seu irmão João Elias, fixando-se na cidade de Itapecurú-Mirim, Estado do Maranhão.

Lá após estabelecer-se comercialmente, casou-se com Adélia Matias, de cuja união nasceu sua filha Nazira.

Com o falecimento de Adélia, em 1918, casou-se com Amélia Ázar Murad, transferindo-se em seguida, para a cidade de Codó, fixando residência na Avenida João Ribeiro, na Cidade Alta. Do seu matrimônio nasceram os filhos: Antonio José, Benedito, Alice, Emílio Biló e Arnaldo Murad.

Após desenvolver durante muitos anos, atividades comerciais de grande vulto, mudou-se em 1938, para a Cidade Baixa, onde passou a exercer atividades de comércio, referentes à compra e venda de gêneros de produção do Estado.

Fundou a tradicional Casa Oriente e o Elite Bar, de saudosa memória, ampliou bastante suas atividades comerciais em Codó. Participou ativamente da vida comunitária codoense, ingressando na Loja Maçônica “DEUS E CARIDADE” nº 2, da qual foi venerável.

Em razão do seu grande trabalho social e comunitário, recebeu várias homenagens dos governantes codoenses, dentre as quais, seu nome em vários colégios do Município. Foi fundador e diretor da Associação Comercial de Codó, participando, ainda, de várias entidades de caráter social e beneficente.

Homem de grande cultura, falando fluentemente, o árabe, francês e português. Vítima de um aneurisma abdominal, após operar-se no Rio de Janeiro, veio a falecer na cidade de São Luis, aos dez dias do Mês de outubro, do ano de 1963.

Lembramos que a Loja Maçônica “Deus e Caridade” nº 2, criou o colégio que merecidamente homenageia o biografado.

Codó – MA, 29 de julho de 2014.                                                             Prof. Carlos Gomes.

Sócio Fundador da Associação Cultural Codoense “Antonio Almeida Oliveira”. Transcrito do Livro Codoenses & Não Codoenses, inédito.

Prazo do fim do cadastro para o residencial São Pedro não será prorrogado

As pessoas não estão mais  dormindo na fila para realizar o cadastro,  como mostrou  a TV Mirante  no início de julho. “Eu cheguei era uma 5h30, mais ou menos… NÃO PRECISOU DORMIR? Não, não e é bom porque a gente entra, eles entregam a ficha cedo, a gente entra e rapidinho eles despacham”, revelou a dona de casa Roseana da Silva

Dona Irene Alves dos Santos só teve que revezar com a filha no período da manhã.“Deixei um aqui na minha vaga pra receber aqui pra mim, minha filha (…) VALEU A PENA? Valeu”, respondeu contente a lavradora

AUMENTOU

Em relação às duas edições anteriores o número de cadastrados já é maior.

  • Para o residencial Santa Rita foram 10.800
  • Para o da Trizidela 11.400
  • E agora antes do fim do mês já são mais de 12.600 cadastros confirmados.

O de Janaina de Sousa está neste meio. “Eu não tenho onde morar, é o jeito eu ficar morando na casa dos outros…ALUGUEL CARO? É caro não tenho condição, tenho também 3 filhos pra criar (…)  fé em Deus, se Deus quiser vou ganhar, vou conseguir, afirmou sorrindo

MUITOS DA ZONA RURAL

O número de pessoas da zona rural com interesse de mudarem-se para a cidade também aumentou. Dona Raimunda Lima Silva  garantiu, na semana passada,  a chance de participar do sorteio que ainda não tem data marcada. Ela quer dá ao neto a oportunidade de estudar.

 “E tenho um netinho comigo que eu  preciso ensinar…BOTAR PRA ESTUDAR? Não tem escola lá, tem mas é longe e eu não posso ir deixar (…) eu tenho a fé em Jesus que eu vou ganhar”, disse a lavradora

SEM PRORROGAÇÃO

No início de julho, por causa das filas que se formavam dia  e noite, a coordenação pensou em prorrogar o prazo das inscrições entrando no mês de agosto. Agora mudou de ideia, dia 31  deste mês será mesmo o fim, de acordo com informações de Albeniza Pontes.

 “Agora nesse final de semana já diminuiu bastante a demanda tá em torno de 400, quatrocentas e cinquenta pessoas por dia, não tem mais aquelas filas enormes, a gente distribui as senhas na parte da tarde, já tem bem pouquinha gente, então vai dá pra dia 31 a gente encerrar”, declarou a coordenadora