Professores de Codo firmam continuidade da luta pelo precatórios apertando vereadores

Associados do SINTSERM-CODÓ se reuniram em Assembleia Geral realizada neste dia 19/10, onde diversos assuntos foram abordados como:

  •  A ída à Brasília já semana que vem de uma comissão formada por advogados e líderes sindicais como continuidade da luta unificada à nível estadual na defesa dos precatórios, ainda em relação aos precatórios foi deliberado como luta local o retorno da participação nas sessões da câmara e ir pra votação dia 28/10 na camisa do  precatório;
  • Realização de atividade comemorativa em homenagem ao dia do servidor promovida pelo sindicato à se realizar no dia 03/11 no sítio Mônaco;
  • Andamento da ação judicial pela revisão na base de cálculo para o pagamento do terço de férias do professor;
  • Construção do muro da futura sede social e recreativa;
  • Acompanhamento de representantes do sindicato na elaboração do processo de escolha dos novos gestores escolares;
  • Pis-Pasep dos servidores, entre outros assuntos.

A direção agradece a presença de todos(as) nesta importante Assembleia.

“Codó fazendo ciência para a redução das desigualdades”, será o tema da Semana de Ciência e Tecnologia 2018

O evento  tem a finalidade de envolver professores (as)  e estudantes com trocas de saberes e experiências, contemplando inúmeras atividades, entre as quais: oficinas temáticas lúdicas, simpósio, palestras, produções e exposições de vídeos, mostras científicas, exposição de pôsteres, mesas redondas, rodas de conversa,Workshop, atividades culturais, teatro e espaços para o empreendedor.

Portanto, a comissão científica abre alas para a ciência e convida a comunidade codoense a participar do evento.

RAIS – Cresce o salário médio das mulheres

Remuneração feminina aumentou 2,6% em 2017, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais

O salário médio real das mulheres cresceu mais que o dos homens em 2017, chegando a R$ 2.708,71, uma elevação de 2,6% em relação a 2016, enquanto o rendimento masculino subiu 1,8%. O aumento da remuneração feminina é maior que o registrado para todos os trabalhadores, que teve alta de 2,1%, como mostram os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho.

“Apesar da melhora registrada em 2017, ainda há muitos desafios que precisam ser enfrentados, sobretudo no que se refere ao acesso das mulheres a postos de trabalho mais bem remunerados e garantia de recebimento de salários equivalentes pelo desempenho da mesma ocupação”, destaca o coordenador-geral de Cadastros, Identificação Profissional e Estudos do Ministério do Trabalho, Felipe Pateo.

A diferença salarial entre homens e mulheres vem diminuindo a cada ano. A remuneração média das mulheres em 2017 correspondia a 85,1 % do salário dos homens. Em 2016, o rendimento feminino correspondia a 84,4% do masculino e, em 2015, 83,43%.

Escolaridade e faixa etária – O rendimento médio das mulheres apresentou crescimento em quase todas as faixas deescolaridade em 2017. Com destaque para o doutorado que registrou um aumento de 4,78%, o equivalente a R$ 527,52, em relação a 2016.

O salário das mulheres aumentou em todas as faixas etárias, se comparado com 2016. Sobretudo, para as trabalhadoras com mais de 65 anos que tiveram um aumento de 3,54% no rendimento, o equivalente a R$ 244,27. As mulheres entre 40 e 49 anos registram um acréscimo de 2,84% na remuneração média, R$ 89,07 a mais que em 2016.

Setores – O setor econômico com maior remuneração média foi o Extrativista Mineral, que, mesmo apresentando queda em relação a 2016, foi um dos únicos setores produtivos em que o salário das mulheres foi maior que o dos homens, apesar de ser considerado um setor masculino. O salário médio das mulheres no setor era de R$ 6.251,60, enquanto o dos homens era de R$ 6.226,45. O mesmo ocorreu na Construção Civil.

Movimento a favor de Bolsonaro em Codó começa hoje às 17h

Neste sábado haverá motocarreata a favor de Bolsonaro em Codó. Começa às 17h, com concentração em frente ao Supermercado Carvalho.

UFMA realiza em Codó evento continental sobre mulheres negras e relações de gênero

Em Cada sala do Campus da UFMA em Codó existia um trabalho  importante sobre a participação da mulher negra na sociedade.

A equipe de Cristiane da Silva Pereira, aluna da universidade,  desenvolveu o tema NEGRA DIGITAL – UMA GOTINHA DE DIVERSIDADE NO ESPAÇO BRANCO.

 “Nós pesquisamos também o preconceito, preconceito muitas vezes velado que existe neste meio e como ele interfere na autoimagem do negro, como ele se ver e também outro assunto importante a se falar que a população brasileira ela é constituída por negros, mas  a mídia ela dissemina determinados assuntos que eles interferem nesta autoimagem”, explicou

Professora Maria Suzana Almeida da Silva, aluna de Pedagogia da Universidade Federal, apresentou, noutra sala, uma pesquisa sobre professoras afrodescendentes normalistas de Codó – Como, décadas atrás, elas faziam para alfabetizar.

Professora Maria Suzana na hora da discussão de seu tema

 “A gente trabalha resgatando essas memórias, a história de trabalho de vida, os obstáculos que  elas enfrentaram pra chegar até hoje pra concluir o seu trabalho, a gente sabe que não é fácil, ser professor, ser alfabetizador ainda mais no tempo em que elas estavam em sala de aula a dificuldade era bem maior, como a professora Maria do Carmo fala que ela que tinha que comprar material”, afirmou

Tratou-se de dois eventos com temas interligados (II Encontro Maranhense sobre Educação, Mulheres e RELAÇÕES de Gênero no Cotidiano Escolar no Continente e o II Simpósio Maranhenses de Pesquisadoras sobre Mulheres, Relações de Gêmnero e Educação no Continente).

Foram  três dias (17 a 19 de outubro) com  discussões, palestras, oficinas e apresentação  de trabalhos acadêmicos e rodas de conversa.

 “Nós queremos dar visibilidade à mulher que foi silenciada durante muitos anos na história, então nós trazemos sempre a tona a produção cultural, a produção artística da mulher na sociedade, a importância que ela tem nesse papel que foi silenciado na história”, justificou a professora do Campus de Grajaú, Eline Furtado Silva

Destas discussões participaram alunos e professores de Codó, Imperatriz, Caxias, Grajaú e São Luís.

 “Nós sabemos que a história tem sido uma história branca então trazer esta história ressaltando a importância da mulher negra para sociedade na construção social justificando alguns estereótipos como a questão do corpo, o olhar pra mulher negra apenas como objeto sexual é uma forma de buscar outros mecanismos de se olhar, né e perceber a imagem da mulher negra como algo positivo e não como algo inferior como muito foi escrito, como muito foi perpetuado na história”, concluiu a professora Gleiciane Brandão Carvalho

EMPREGO – Cresce número de empregos formais para pessoas com deficiência

Segundo a Rais 2017 do Ministério do Trabalho, aumento chegou a 5,5% e beneficiou pessoas com deficiências física, auditiva, visual, intelectual, múltipla e reabilitados

O número de empregos formais para pessoas com deficiência (PCD) cresceu em 2017. Os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho mostram que o contingente de pessoas empregadas por este grupo chegou a 441,3 mil vínculos empregatícios, o que equivale a 1% do estoque total de empregos no país. Em relação a 2016, foram 22,8 mil novos postos de trabalho preenchidos por PCD, o que representa um crescimento de 5,5%. “Estes números mostram que o mercado para esses trabalhadores vem crescendo ano a ano no Brasil”, diz o chefe de Divisão para Inclusão de Pessoas com Deficiência e Combate à Discriminação no Trabalho, João Paulo Reis.

Segundo a Rais 2017, houve aumento de vagas formais preenchidas por trabalhadores com deficiências física, auditiva, visual, intelectual, múltipla e reabilitados. A maior alta foi registrada para deficientes visuais, com crescimento de 16,3% em relação a 2016 (+8,7 mil novas vagas). Trabalhadores com deficiência intelectual (mental) tiveram 2,5 mil empregos a mais (+7,3%). Para pessoas com deficiência múltipla, o aumento foi de 5,1% (+370 postos). Nos casos de deficiência física, o número de vagas preenchidas subiu 4,1% (+8,3 mil), enquanto para deficiência auditiva o crescimento foi de 3,5% (+2,8 mil).

Essa expansão é impulsionada, entre outros fatores, pela ação do Ministério do Trabalho, orientando e fiscalizando as empresas para que a lei seja cumprida. “A crescente fiscalização realizada pelos auditores fiscais do Trabalho para que as empresas cumpram suas obrigações legais tem contribuído para o aumento do estoque de empregos formais voltados para pessoas com deficiência e reabilitados, com sua inclusão no mercado de trabalho”, comenta Reis.

Proteção legal – Conforme a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, é assegurada a proteção ao direito do trabalho deste grupo em condições de igualdade com as demais pessoas. Essa proteção inclui oportunidades e remuneração iguais por trabalho de mesmo valor, condições seguras e salubres de trabalho, além de reparação de injustiças e proteção contra o assédio no trabalho.

De acordo com o artigo 93 da Lei nº 8.213/91, conhecida como Lei de Cotas, as empresas com 100 ou mais empregados devem preencher entre 2% e 5% de seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência. As empresas que têm de 100 a 200 funcionários têm de reservar, obrigatoriamente, 2% de suas vagas para pessoas com deficiência; de 201 a 500 funcionários, são 3%; entre 501 e mil funcionários, 4%; e empresas com mais de mil funcionários devem reservar 5% das suas vagas de trabalho para PCD.

 Contratações de pessoas com deficiência por tipo, região e estados

Ministério do Trabalho

Assessoria de Imprensa

Delegado Rômulo identifica suspeito e descobre que assassinato no Montevidéu pode ter sido por vingança

 

O delegado Rômulo Vasconcelos já identificou o autor do assassinato do jovem Gilvan Araújo de Jesus, 30 anos, ocorrida ontem, no Montevideu, por volta das 12h45mim.

Gilvan morreu esfaqueado

De acordo com a autoridade policial, um homem de 58 anos, chamado Martins,  esfaqueou a vítima, provavelmente por vingança. Entendia que Gilvan havia participado, no início deste ano, do assassinato do filho dele, um cadeirante assassinado cvardemente.

“O pessoal se fecha, né, porque o rapaz que morreu é do Montevidéu II e o que matou é do Montevidéu I e é um senhor de idade, é um senhor de 58 anos de idade, conhecido como Martins, no início do ano mataram o filho dele, cadeirante, e ele acha que esse rapaz tava envolvido na morte do filho dele e aí ele aproveitou a oportunidade e matou esse rapaz”, disse o delegado ao repórter Sena Freitas.

O suspeito está foragido, vizinhos disseram ao delegado que ele fugiu com uma sacola de roupas logo após o crime. Rômulo Vasconcelos disse esperar que ele se apresente para que responda o processo em liberdade, do contrário terá que representar pela prisão preventiva dele perante a Justiça.

Profissionais de Codó recebem capacitação para ações Inovadoras no controle de Hanseníase

Devido a incidência de casos de Hanseníase, 15 cidades no Estado do Maranhão, entre elas Codó, foram escolhidas para receber capacitações de ações inovadores de controle da doença.

No município, o evento foi no auditório da UEMA, onde médicos, enfermeiros e fisioterapeutas tiveram seus conhecimentos fortalecidos com a palestra ministrada pela dermatologista do Centro de Referência de Hanseníase do Maranhão Celijane Melo, que em outro momento também estará com agentes comunitários de saúde, guardas de endemias e representes do bairro São Raimundo.

É uma doença muito presente nesta região toda e precisamos estar preparados. E para realizarmos um bom trabalho perecíamos capacitar nossos profissionais. Muitos já receberam treinamento. Hoje estamos passando a capacitação aos profissionais, entre médicos e enfermeiros, recebendo treinamento”. Informou Delcina Figueira, Coordenadora Municipal de Hanseníase.

A hanseníase é uma doença causada pelo bacilo de Hansen, um parasita que ataca a pele e nervo periférico, podendo afetar outros órgãos, agravando ainda mais o quadro clínico do paciente, caso não seja diagnostica e tratada a tempo. “As pessoas precisam saber os sintomas e ficar atentos, caso seja diagnosticado começar o tratamento o mais rápido possível”, disse Celijane Melo, dermatologista.

Segundo dados da secretária de saúde, só neste ano foram diagnosticados 60 novos casos de hanseníase. Ao todo no município 106 pessoas estão em tratamento, que é feito através do uso de medicações e acompanhamento médico. Diante dos casos diagnosticados em Codó, a palestrante aproveitou para reforçar a informação que a pessoa em tratamento de hanseníase não transmite a doença para ninguém, e que a cura acontece na maioria dos casos, desde que o infectado não abandone o tratamento.

Ascom

 

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