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O celular caiu na água? Veja dicas para salvar o aparelho

Acidentes acontecem e, os que envolvem celulares molhados no final são mais comuns do que parecem. É praticamente a ‘Lei de Murphy’, pois eles costumam cair justamente dentro de pias, vasos sanitários e até mesmo serem esquecidos no bolso do shorts em mergulhos em piscinas e mares. E quando estes acontecem é quase inevitável o pensamento em ter que desembolsar dinheiro para para um novo aparelho.

No entanto, Junior Gromoski, técnico em smartphone da Suporte Smart, rede especializada em consertos de celulares e tablets, afirma que, na maioria dos casos, se o proprietário agir rápido é possível recuperar o smarthphone. “A primeira e óbvia dica é tirar o aparelho da água o mais rápido possível”, comenta o especialista. “Em seguida aconselhamos desligar o aparelho, já que a água conduz eletricidade e podem ocorrer danos irreversíveis na placa, retirar e secar a bateria, o cartão de memória e o chip. Certifique-se que o celular esteja seco antes de ligar novamente pois, se ainda houver água dentro, pode acontecer um curto”, explica.

E, se depois de realizar esses passos o celular ainda apresentar problemas, o melhor é levar até uma assistência técnica especializada em celular para realizar o banho químico, que consiste na aplicação de álcool isopropílico para reduzir possíveis panes, além de limpeza adequada para evitar ferrugem. “O banho químico também melhora a vida útil do smartphone que entrou em contato com a água”, finaliza Gromoski.

Suporte Smart

A Suporte Smart é um centro técnico especializado em Apple e grandes marcas. Contando com mais de 60 tipos diferentes de serviços no catálogo, as franquias trabalham com peças homologadas de altíssima qualidade. Além de um ambiente de trabalho todo preparado para receber seu aparelho para o reparo com segurança, um dos nossos diferenciais é a agilidade dos serviços sem deixar à desejar na qualidade.

Intervenção Militar: O retorno do silêncio e do Medo

Há uma sombra pálida que se move no tecido social marcada pela violência que tenta reaparecer depois de três décadas e meia no calabouço da história como uma grande novidade, entretanto, os fatos são incontestes, em sua atuação demonstrou toda sua estupidez e temeridade para com o princípio da liberdade constitucional de um povo.

Professor Jacinto Junior – um pensador contemporâneo

Em (31.03.2018) estive visitando meus filhos na Capital do Piauí (THE) e lá pelas 10h30min passando na Av. Frei Serafim sentido centro, deparei-me com uma manifestação de natureza política (as pessoas presentes estavam vestidas de verde-amarelo e bandeira de nosso país em punho e, ao lado, uma faixa com uma inscrição ortodoxa: “pela Intervenção Militar já”) tive a curiosidade de contar aquela multidão: 16 pessoas participando da mobilização. Confesso, estou assustado. Assustado não pela quantidade exorbitante de simpatizantes à causa dos milicos. Mas pela forma como o regime democrático tão jovem – de 1984-2018 – pode ser novamente desestruturado e posto a uma condição de incerteza e insegurança institucional se, por ventura, essa intenção vier a se concretizar. Nosso país não aceita mais o retorno do militarismo daninho que produziu violentamente milhares de mortes, perseguições e desaparecimento de pessoas que se opuseram e resistiram aos desmandos do regime facínora e monstruoso que se constituiu em 1964. Essa trágica experiência jamais…, nunca mais!

O fato da experiência histórica civil-militar em nosso país sob a coordenação dos EUA (através da CIA) na conhecida Operação Condor (1970-1980) mostra a barbárie que foi o intervencionismo militarista em toda a América Latina – saldo: 60 mil ativistas mortos e 400.000 presos políticos.

Esse movimento é de caráter fascista (pois sua prerrogativa é a sintomática violência). Está promovendo e disseminando o ódio de brasileiro contra brasileiro. O atenuante que os bravos simpatizantes e guerreiros verde-oliva desfecham é que o governo não está tendo mais controle sobre a crise social e política bem como a crise que sacode a infraestrutura do Estado do Rio de Janeiro (onde existe uma permanente guerra entre facções, milícias e traficantes nos morros cariocas) e, por isso mesmo, é necessário uma intervenção militar para estabilizar essa celeuma e impor a ordem.

Para quem acha e pressupõe que a coisa acontece a bel-prazer precisa se inteirar do ordenamento constitucional. As forças armadas têm suas funções definidas e, por conseguinte, não pode atuar como se fosse um organismo vivo, autônomo, sem que tenha uma hierarquia e uma ordem estrutural a obedecer. O principio constitucional é inatacável, por via de regra, designa a atuação das forças armadas em questões especificas.

O princípio que os simpatizantes do movimento Intervenção Militar já, alegam como única forma para resolver a questão política e social é o “assalto aos céus”, ao incentivar a prática da agressão física e verbal ao seu oponente, principalmente quando este é identificado como simpatizante e/ou militante de partidos de esquerda e de centro esquerda. Tais pessoas são estigmatizadas como ‘esquerdopatas’, ‘lulupetralhas’, ‘bolivarianos’, ‘vai prá Cuba’ e tantos outros ricos adjetivos que causa inveja ao nosso filólogo Aurélio Buarque.

O que já pude observar nas entrelinhas do discurso desse movimento ultradireitista é a capacidade de ofensa ao outrem. Não são guiados por uma tese convincente, por isso mesmo, usam sempre chavões pejorativos e de cunho agressivo. São desrespeitosos, não sabem dialogar. São pessoas que explodem em ódio e em demasia expõem seus sórdidos pensamentos predatórios. São contumazes xingadores e xenófobos!

O Brasil não carece de uma intervenção militar e, sim, de um ‘choque cultural’ que estabeleça parâmetros aos cidadãos(ãs) visando filtrar sua opção e escolha política. Tal escolha, entretanto, deve ter critérios. Enquanto predominar a hipocrisia entre quem clama por legitimidade, democracia, direitos, decência, ética, e, no entanto, se comprime nesse grupo que ostenta a bravata como troféu e a impunidade como canal para, copiosamente reproduzir a cultura da corrupção, infelizmente, não corroborará para o avanço de nosso país, não contribuirá para a melhoria das condições de vida do povo desassistido; o inverso submete a ordem natural como fato preponderante e os bandidos de colarinho branco deleitam-se nos lascivos encantos pela desordem e pela podridão. O que o país precisa é de ética, é de seriedade e, acima de tudo, respeito à democracia. Mergulhar no tenebroso mundo de um modelo conduzido por militares é retroceder no tempo e no espaço.

A política maiúscula precisa serenamente priorizar sua vocação e essência: aprofundar a transparência. Portanto, esse discurso descabido de priorizar a intervenção militar como alternativa para resolver as crises institucionais de ordem política, econômica e social brasileira contraria o conceito de legitimidade, pois, com efeito, o princípio democrático constitucional por si só discrimina as particularidades das forças armadas. Por conseguinte, rejeita como natural a necessidade de intervenção militar como proposição emergencial e sanadora de tudo.

A história contemporânea já superou a síndrome de Estocolmo militarista no mundo inteiro. Não há mais espaço para esse tipo de regime nos atuais modelos societários. A democracia é que deve dirigir o destino de cada sociedade e de cada povo. E o povo é quem decide como a democracia deve ser dirigida, construída e consolidada.

O movimento intervencionista militarista é nitidamente político, ultraconservador e simpático ao liberalismo como modelo ideal de democracia e liberdade e desenvolvimento. Entre seus principais líderes está o eclético e desembestado Bolsonaro (para os seus liderados o conhecido “Bolsomito”). Esta figura caricata encastelada sob a custódia dos aparelhos repressores como o Exército e a Polícia Militar, pretende se candidatar à presidência da República. É verdade que, no fundo, o pretenso candidato “Bolsomito” já demonstrou em vários momentos que desconhece as principais linhas teóricas econômicas, mas, no subconsciente – e, inconscientemente -, há uma tendência pela política liberal, afinal, vive em um país que tem como característica típica a concepção liberal. Seu discurso é temperado pelo ódio crescente, é agressivo e perde o controle com maior facilidade. Tenta ser atual e, no entanto, é profundamente arcaico e conservador do ponto de vista da liberdade. É limitado, intelectualmente.

Em resumo, o movimento intervencionista militarista se caracteriza pela associação ao pleno desenvolvimento impelido pela ordem, disciplina e submissão ao comando geral – isto é, os mecanismos subjacentes criados por esse organismo irão determinar a concepção libertária de que o Brasil precisa. Ou seja, impor o medo e o silencio!

Por Jacinto Junior

Por Carlos Magno – CADASTRO POSITIVO

Vou tratar de um assunto muito importante para nós consumidores e também como cidadãos que queremos privacidade de nossas vidas.

Encontra-se na Câmara dos Deputados, oriundo do Senado Federal, para ser votado, em plenário, a qualquer momento, o Projeto de Lei 441/2017 que trata na sua essência da obrigatoriedade da participação dos consumidores no Cadastro Positivo, ou seja, no qual são reunidas, disfarçadamente, informações sobre os pagamentos em dia dos cidadãos. O malfadado projeto trás malefícios a população, principalmente o consumidor, pois viola o artigo 5º, inciso X, da Constituição Federal.

Escritor e notário Carlos Magno

O Banco Central quer usar informação para tentar diminuir os juros cobrados do consumidor pelos bancos comerciais no Brasil. Para isso, incluiu em seu pacote de medidas para reduzir o spread – diferença entre o que os bancos cobram e pagam de juros – modificações nas regras do chamado cadastro positivo. As mudanças foram discutidas e aprovadas no Senado em 2017 e agora está pronta para ser votada na Câmara dos Deputados. Caso seja aprovada, sem alterações, fica faltando apenas a sanção presidencial para as regras começarem a valer. O projeto é de autoria do senador Dalirio Beber (PSDB-SC), mas integra a agenda de propostas apresentada pelo Banco Central no final de 2017. O texto apresenta mudanças principalmente na maneira como são coletados os dados.

Se aprovado, todas as informações sobre sua vida podem ser conhecidas e compradas por quem quiser. Isso é o que vai acontecer, repito, se a câmara dos deputados votar e aprovar o PLP 441/2017.

Todas as informações sobre os hábitos de consumo (farmácia, supermercado, shopping, lazer, esporte, hobbies) dos cidadãos brasileiros serão mantidos no banco de dados destas empresas que poderão vendê-los a quem quiser. O projeto prevê que as informações sobre qualquer compra ou compromisso financeiro será automaticamente, independentemente da vontade do cidadão, repassado para os birôs de credito (Serasa, SCPC, Boa Vista, dentre outros). Mais uma fonte de renda para as empresas de cadastro.

A proposta se amplia ao cadastro positivo a mesma regra que hoje vale para o negativo. As instituições financeiras podem incluir dados no sistema sem autorização especifica dos clientes. De acordo com o projeto, isso não seria considerado quebra do sigilo bancário. Todas as informações sobre os hábitos de consumo dos cidadãos brasileiros serão mantidas no banco de dados destas empresas.

Além das empresas em geral com as quais as pessoas fazem transações comerciais, também passarão a ser fontes de informações para o cadastro positivo as instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central e as concessionárias de água, luz, gás, telecomunicações e assemelhados.

Dessa forma, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 441/17 é inconstitucional, pois viola, como disse, a clausula pétrea, Artigo 5º, inciso X, da Constituição Federal de 1988, a saber: “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.”

Se aprovado tal projeto, vai fazer uma devassa na vida do consumidor, vendendo dados por, pelo menos, 15 anos. A luta pelos direitos dos cidadãos é constante, busca-se evitar arbitrariedades e garantir o sigilo de informações de cunho pessoal, privado ou intimo do consumidor resguardando, primordialmente, por sua dignidade.

Sabe o comércio de seus dados pessoais que Facebook permitiu? Pois é, o Governo quer fazer igual com o cadastro positivo. Devemos lutar por nossa privacidade. O cadastro positivo é uma falácia para vender dados do consumidor, sem autorização.

A flagrante inconstitucionalidade do projeto e que ele viola a cláusula pétrea do artigo 5º, inciso X, da Constituição: são invioláveis a intimidade e a vida privada do cidadão. Em plena crise da venda de dados pelo Facebook, o consumidor brasileiro está prestes a se tornar vitima da falta de privacidade de seus dados promovida pelos deputados federais.

Acervo com nomes e dados de bons pagadores é aposta do Banco Central para tentar a redução nos juros pagos pelo consumidor final no Brasil.

Uma das falácias do PLP 441/2017 é que sua aprovação ira baixar os juros. Um engodo, será mais uma fonte de renda para as empresas de cadastro. Até hoje nenhum bom pagador teve redução de juros seja por quem for. O Consumidor não precisa ser categorizado por empresas privadas como Serasa, SCPC. É simples. Quem não está negativado, positivado está. E óbvio. O projeto é discriminatório. É o fim do sigilo bancário.

É meu direito, sabendo de tais informações repassá-las ao conhecimento da população, pois afeta diretamente a vida dos cidadãos. Espero estar prestando um serviço alto cunho social.

Carlos Magno da Veiga Gonçalves – Notário

Por Jacinto Junior – Essa luta vale a pena

Trabalhadores e trabalhadoras da educação, uni-vos!

Essa épica batalha ressoará para a posteridade e servirá de guia para as gerações que hão de vir, pois, a história não negará justiça a quem merece e, certamente, fará soçobrar o inimigo comum. Nada temos a perder, ao contrário, só temos a ganhar e ganharemos com muita intrepidez, coragem e determinação como deve ser escrito esse novo e magistral capítulo histórico. É com esse espírito de luta que venceremos o insensível gigante. Lembremo-nos da narrativa bíblica (1 Sm 17:31-58), em que Golias, o filisteu, fora abatido por Davi, o jovem pastor de ovelhas com apenas uma funda! Esse episódio retrata com propriedade a perspectiva de que nem sempre o mais forte, temível e poderoso sai vencedor num campo de batalha. É um exemplo que nos inspira a acreditar naquilo que, a priori, é impossível acontecer. Tudo é possível, basta termos fé e esperança!

Somos uma força imanente, inesgotável e atemporal, nunca perderemos nosso valor enquanto mantivermos a unidade como elemento fundante de nossa flamejante resistência. Por conseguinte, a unidade constitui a mais poderosa e eficaz arma para garantir nossos direitos legais. Numa batalha em campo aberto a unidade torna-se peça fundamental para estimular a solidariedade e fortalecer cada trabalhador(a) que se encontra no front. Toda luta/batalha/guerra tem um sentido, tem um espólio. E nós já temos a nítida compreensão daquilo que almejamos conquistar. É preciso que cada trabalhador(a) internalize a extensão e as consequências desse processo que se desenvolve em nossa sociedade. O fundamento que nos inspira a requerer nossos direitos espelha-se no ordenamento constitucional. É impensável reivindicar algo que não esteja coadunado com a letra inconfundível da lei que rege o sistema educacional em seu corpo estrutural.

Ninguém pode nos deter. Nenhuma força oposta à nossa bandeira será capaz de demolir nossa unidade e nossa resistência. Não podemos aceitar a opressão como fato natural e nos rebaixar, sem que antes, empunhemos nossos estandartes e nossas armas. Nossa dignidade deve suplantar o medo e a acomodação, nossos sonhos não podem ser aniquilados por forças obtusas e antidemocráticas.

Portanto, o que deve mover cada trabalhador(a) da educação nessa intempestiva batalha é a capacidade de enxergar a si mesmo como sujeito operador e protagonista, desvelando o lado revolucionário que está escondido, adormecido, sem ter como produzir o verdadeiro sentimento da cidadania que é, na realidade, a chave para contornar o viés do viés.

Trabalhadores e trabalhadoras da educação, a luta é a mais importante arma entre vós para poderdes engendrar as condições necessárias para resistir à investida daqueles que nos governam e nos querem tornar marionetes, passivos e acovardados. Resistir é o único modo que temos para superar as engrenagens dos governos ditatoriais e obscuros.

Conclamamos a todos(as) os(as) trabalhadores(ras) a permanecerem firmes nos ideais de justiça, na democracia e na liberdade de lutar sempre que for preciso! Somos uma força indestrutível! Somos um legado da verdade e a história será nossa testemunha ocular.

Por isso, essa luta vale a pena, sempre!

NA VISÃO DE CÂNDIDO SOUSA – Recordações de uma cidade nostálgica

Vamos começar hoje recordando o antigo POSTO DO MACHADO.

Posto do Machado

Cândido Sousa também cuidou de eternizar nosso antigo Corredor da Folia.

Corredor da Folia (final da Av. João Ribeiro/início Duque de Caxias

Seu acervo nos proporciona uma rápida e prazerosa estada na antiga praça da TELMA (Hoje farmácia Globo) no centro da cidade.

Antiga praça da TELMA, hoje Farmácia Globo

Quem tem boa memória ainda recorda o quanto eram alegres e agitadas nossas tardes à beira do Itapecuru na saudosa ‘Prainha’. CÂNDIDO tem vídeos sobre este áureo tempo capazes de provocar grandes emoções.

Desça a Augusto Teixeira agora. Tome cuidado com o famoso ‘DEDÃO DO ZÉ INÁCIO”.

NA última imagem deste domingo, o documentarista te leva à saída da cidade quando ainda estavam construindo o PORTAL BEM-VINDO A CODÓ – CIDADE DE DEUS.

A SEMANA em 10 frases

1 –A tirania do mercado invoca a miséria como fator preponderante na perspectiva do desenvolvimento econômico e social. Essa situação é tremendamente dramática e horripilante!”, Jacinto Junior, professor e ex-secretário de Educação, em artigo publicado no blogdoacelio em 26/03/2018.

2 – “Muito, muito, muito feliz”, Maria das Graças Pinto de Moraes, aposentada que doou R$ 330,00 para famílias que sobrevivem catando objetos no lixão de Codó, em entrevista ao blogdoacelio, 26/03/2018

3 –  “Vereador  tinha que ser vereador sem ganhar nada”, Alberto Barros, jornalista e radialista, na FCFM, 27/03/18.

4 – “Unindo o salário das minhas duas matrículas eu não chego à R$ 6.000,00”, Professor Celso, combatendo fala do prefeito Francisco Nagib na mídia local, 27/03/2018.

5 – “O professor salva vidas, o médico cria vidas”, Francisco Nagib, na FCFM em reprise de sua entrevista concedida ao blogdoacelio, 27/03/2018.

6 – “Desses R$ 5 milhões se houve desvio ele também será responsabilizado”, Leonel Filho, vereador, referindo ao Banco do Brasil, 27/03/18,  em entrevista ao radialista Hélcio Costa, Mirante AM.

7 – “Nós não vamos mais de confronto mais com o ex-presidente Expedito Carneiro”, Junior Oliveira, vereador, em entrevista à Hélcio Costa, rádio Mirante AM, 27/03/2018.

8 – “Deixe aqueles que estão jogando o parlamento na vala comum se matarem por lá”, VERIDIANO SOUSA, apresentador da TV PALMEIRA DO NORTE, aconselhando seus telespectadores à não irem à sessão da Câmara de 27/03/2018.

9 – “A política do meu governo é levar política pública aos esquecidos”, FRANCISCO NAGIB, prefeito de Codó, 28/03/2018.

10 – “Com a finalidade de buscar documentos que foram noticiados o sumiço de documentos contábeis e licitatórios da Câmara Municipal”, Zilmar Santana, delegado regional, explicando à imprensa sobre objetivo da operação que buscou e apreendeu documentos na Câmara e em seis residências ligadas a Expedito Carrneiro. Entrevista publicada na manhã e 28/03/2018.

DIFERENTE: Veja a foto de como JESUS CRISTO realmente pode ter sido

DO G1 – Esta foto é uma concepção artística do designer gráfico especialista em reoconstituição facial forense Cícero Moraes. Baseia-se no fato de que os judeus que viviam no Oriente Médio, no século 1, tinham pelo, cabelo e olhos escuros.

Professor Welson desvenda o TETRAGRAMA DE PILATOS

Professor Welson da Silva Pinto, aproveitando o período de Semana Santa nos traz hoje explicações históricas sobre o TETRAGRAMA DE PILATOS.

Por Jacinto Junior – O submundo da política velha e o sofisma da mudança radical

O culto à imagem do ‘eu’ tem sido a grande aposta da velha guarda política objetivando a manipulação, o poder com ênfase no discurso modernizante da mudança social radical. Entretanto, é de bom tom que estabeleçamos uma distinção entre o que é, de fato, a essência desse intrépido discurso burguês-conservador.

O primeiro ponto a ser desmistificado é separar o ‘joio do trigo’. E, isto, implica na seguinte sentença política:

  1. De um lado, temos uma fração – tendência – política heterogênea em permanente conflito na disputa pelo poder político local. Esse conjunto heterogêneo pertence a uma mesma classe social: a burguesia – só que subdividida, fracionada por interesses particulares. Ela compreende que o mecanismo de manipulação, controle e força ideológica em todos os setores sociais, constitui o principal foco da dominação; e, desse modo, investe no poder econômico visando à destruição de todo e qualquer movimento social que não seja conforme seus interesses particulares.
  2. De outro, a grande massa dispersa e subjugada historicamente. Tal realidade empodera de forma sistêmica a elite local, induzindo fortemente sua influência sobre os incautos cidadãos – incautos…, será que são mesmos? Isso reflete sobremaneira, no nível de desorganização e retração da classe trabalhadora na conjuntura social e política atual. É visível a apatia dos setores protagonistas diante da ofensiva conservadora, parece que não estão sendo violentamente explorados e seus direitos expropriados sumariamente através de medidas como a reforma trabalhista e a terceirização irrestrita. Temos na realidade um histórico político com perfil já definido – a tradição política substituindo os processos dinâmicos, democráticos e protagonistas – expondo o modelo sustentado na falsa ideia do pleno desenvolvimento social e justiça para todos. A grande mística burguesa tem sua perspectiva na percepção do “eu”, do “individualismo”, na “livre concorrência” para gerar emprego e renda (lembre-se do chavão infalível da meritocracia).
  3. Quando olhamos para essa balela verificamos que o tão proclamado nível de desenvolvimento econômico-social tem apenas um túnel: aquele que transfere a riqueza produzida para o capitalista, enquanto o verdadeiro produtor da riqueza recebe humilhantemente migalhas permanecendo pobre e miserável. O capitalista, portanto, ficando cada vez mais rico. A pergunta que não quer calar: que tipo de desenvolvimento é esse que não atribui igual justiça para os trabalhadores? A evidência se manifesta no quanto o capitalista decrepito mantem uma acelerada concentração/acumulação de capital e o inverso ocorrem com a classe trabalhadora. Por isso mesmo, o discurso modernizante é contraditório e mentiroso, pois não promove a divisão igual da riqueza produzida. Até quando a classe trabalhadora continuará a aceitar esse imbróglio nas relações de produção?
  4. A política velha permanece atual sob o ponto de vista da exploração e da manipulação ostensiva contra o trabalhador/produtor.

Esse modelo constrange e humilha a dignidade, e fere brutalmente a condição humana em sua máxima cidadania. O resultado disso tudo é a criação dos grotões de miseráveis que, por sua vez, demanda o crescimento periférico desordenado das polis modernas. A origem das crises no mundo capitalista tem sua sustentação no próprio sistema cavalar. O propósito das crises tem apenas uma finalidade: atender aos interesses do lucro exacerbado impelidos por grandes corporações credoras, rentistas e financistas do mercado.

Jacinto Junior – pensando

Partindo desse pressuposto, é necessário que voltemos nosso olhar protagonista para a nossa cidade focando o que é necessário e o que é essencial para seu desenvolvimento pleno.

O discurso modernizante promete originar emprego e renda, porém, tal proposição ainda não se tornou realidade, ao contrário, o nível de desemprego permanece elevadíssimo. Tratando-se especificamente de nossa cidade o problema estrutural do desemprego nem sequer tomou forma para ampliar/gerar postos de trabalho. Não é justo e nem constitui tática aplicável acusar a crise internacional como entrave fulminante que impede a geração de emprego e renda aos trabalhadores de nossa cidade.

A grande massa trabalhadora de nossa localidade representa uma mão de obra desqualificada – pois, essencialmente temos um contingente excessivo de trabalhadores que sequer terminaram o Ensino Fundamental e, ou, o Ensino Médio, portanto, são trabalhadores horistas e que percebem uma remuneração mínima que, para o empregador constitui um elevado custo para sua empresa. Apesar de todas as benesses e proteção do Estado o empregador ainda se diz lesado pelo governo. A elite dominante quer sim, estatuir um modelo de gestão que dispense a presença do governo para que o mercado concorra ao seu centro natural de desenvolvimento e proporcione a riqueza total para o bolso do proprietário dos meios de produção.

A tirania do mercado invoca a miséria como fator preponderante na perspectiva do desenvolvimento econômico e social. Essa situação é tremendamente dramática e horripilante!

Bom, o que importa é pensar no futuro de nossa cidade, de nosso povo, principalmente no aspecto da cidadania – ou melhor, na valorização da dignidade humana e, isto, exige uma capacidade singular para incrementar um projeto político que se volte para o conjunto da sociedade civil como um todo e, estabeleça mecanismos eficientes para superar os gigantescos entraves sociais que perduram por mais de um século e duas décadas.

O maior erro que a sociedade civil comete é eleger o mandatário e, depois disso, esperar os resultados. Essa formula apolítica de não participação social provoca a inercia que acaba contribuindo para o congelamento integral das possíveis e necessárias atuações dos setores e atores sociais estratégicos da comunidade no enfrentamento direto dos problemas sociais que campeiam nossa cidade.

Quais seriam as medidas estruturantes que o governo poderia apresentar para reintegrar o pleno desenvolvimento social e econômico de nossa cidade?

Entendemos que a sociedade reclama por melhores dias!

A questão central que deve ser pontuada na perspectiva do desenvolvimento é a construção/elaboração e a participação popular de um Plano Diretor com projeção de vinte anos. Nele se pensaria a cidade de forma democrática e aberta – com a contribuição dos movimentos sociais e entidades de base e etc. – e, assim, garantir uma cidade sustentável em plena ebulição social.

Não é possível pensar o desenvolvimento integral – estratégico – sem antes não compreender sua história e sua vocação. Pressupor o desenvolvimento apenas cumprindo as políticas públicas (quando as executam) com o ‘ralo e parco recurso legal’ – constitucional e discricionário – é imaginar andar para trás. Portanto, o que se prevê é mais um governo sem novidade e sem programa reestruturante para modernizar e transformar nossa cidade. Um ano já se passou e, certamente, pouco se realizou em relação às políticas públicas! Codó não pode ser medida por obras faraônicas como se as mesmas fossem a ponte do iceberg do desenvolvimento social estruturalmente falando.

Codó precisa urgentemente apresentar alternativas para superar a crise do desemprego endêmico e recuperar seu atraso cultural, social e econômico!

O crescimento econômico só tem uma via: a instalação de um Parque Industrial. Creio que, a partir desse mote é possível pensar uma política macroeconômica para nossa cidade, oferecendo condições para que os grandes grupos econômicos venham instalar suas filiais aqui, já que a economia doméstica ganha nova perspectiva, através dos indicadores oficiais: safras de grãos com elevada produtividade (30%) e, consequentemente, a exportação, juros baixos – SELIC (7%) e inflação abaixo da meta estabelecida (2,95%) (g1.globo.com) acessado em: 10.01.2018.

A nossa cidade é extremamente pobre e carece urgentemente de políticas públicas estruturantes para reduzir drasticamente esses dados estatísticos apresentados pelo IBGE:

MAPA DE POBREZA E DESIGUALDADE – CODÓ (2003)        

Incidência de Pobreza 59,37%
Limite inferior de Incidência de Pobreza 50,67%
Limite superior de Incidência de Pobreza 68,08
Incidência  Pobreza Subjetiva 64,13%
Limite inferior de Incidência da Pobreza Subjetiva 56,73%
Limite superior de Incidência da Pobreza Subjetiva 71,54%
Índice de Gini 0,40
Limite inferior do Índice de Gini 0,39
Limite superior do Índice de Gini 0,43

Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000 e Pesquisa de Orçamentos Familiares – POF 2002/2003.

 Esses indicadores nos dá uma clara dimensão da pobreza e da desigualdade social existente. Diante dessa realidade cruel torna-se imprescindível uma avaliação acurada e propositiva com a finalidade de debelar progressivamente estes indicadores profundamente negativos. Mas, a exigência dessa avaliação requer, atitude e rapidez objetivando recompor o tempo perdido e o atraso em vários setores fundamentais.

Precisamos repensar Codó numa perspectiva progressista-desenvolvimentista e, isto, nos remete a um caminho diferenciado, em que os valores positivos passem a inverter a lógica do comodismo e reincorpore o sentido da esperança num instrumento possível de mudança. Portanto, é fundamental a pesquisa cientifica para fornecer elementos concretos na resolutividade dos problemas mais imediatos como: a geração de emprego e renda, educação com qualidade e equidade social, valorização do magistério público, construção de novas unidades escolares, fomento à agricultura familiar e a pesca como forma de incentivo aos pequenos produtores ingressarem no mercado e fortalecer a economia interna, gerando mais divisas para o município. Para Codó só há uma alternativa: enfrentar com responsabilidade os históricos problemas que, ao longo do tempo, proporcionaram seu atraso social. A ideia é encerrar esse pernicioso ciclo de engessamento. A ver!

Por Jacinto Junior

NA VISÃO DE CÂNDIDO SOUSA – Um olhar especial sobre belas paisagens codoenses

Neste domingo o fotógrafo documentarista Cândido Sousa nos brinda com belas paisagens codoenses

Por do sol na zona rural codoense

Sob sua visão as jazidas de calcário ganham vida (Esta fica entre a fábrica Nassau e o povoado KM 17).

Jazidas de calcário no final da tarde (MARGEM da BR-316)

Na cidade, um olhar diferenciado para o fim do dia próximo à velha Fábrica Manufatureira e Agrícola de Codó.

Imagem capturada antes da reforma da praça Palmério Cantanhêde

Bem próximo da fábrica a imponente Igreja de São Sebastião, morada eterna do santo padroeiro de Codó.

Igreja de São Sebastião

A beleza oculta do nosso Centro de Cultura José Reinaldo Tavares.

A beleza oculta do CENTRO DE CULTURA

Abaixo um pouco mais da arte de Cândido SOusa registrando a praça do MENINO MIJÃO, a praça Ferreira Bayma, a Manufatureira e o nosso majestoso Ipê em seu estado mais belo.