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VÍDEO mostra a situação dos quintais alagados no bairro Codó Novo

Nós estivemos em alguns quintais do CODÓ NOVO hoje pela manhã. Neste vídeo conversamos com um morador que ficou vigiando a subida do volume de água do Água Fria temendo que água entrasse pela cozinha. CONFIRA.

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Moradora critica abandono de rua que vira rio quando chove em Codó

Neste vídeo conversamos uma moradora da rua Padre Cícero que vira uma rio que corre também pela Renato Archer até voltar ao Água Fria. VEJA a situação em dia de chuva intensa dentro do bairro Codó Novo.

VEJA COMO FICOU – Codó Novo sofre com alagamentos

O Codó Novo está sofrendo com o transbordamento do riacho Água Fria.

Rua Renato Archer com Padre Cícero – rio se forma

Visitamos diversas ruas e travessas agora pela manhã e a situação é de alamentos de inúmeros quintais e até de casas mais próximas ao córrego.

Ponte da Padre Cícero/Bahia submersa

Alguns moradores dizem que a prefeitura chegou a fazer a limpeza do canal e que a população voltou a entupi-lo com entulhos de demolições e até troncos de árvores.

No geral todos estão pedindo socorro ao governo para que realize alguma obra que dê fim aos problemas causados pela chuva que enche o Água Fria

Ponte da rua Renato Archer desapareceu

MÍDIA – Igrejas controlam 9 das 50 emissoras mais influentes do Brasil

A presença de igrejas no controle de veículos de comunicação no Brasil já pode ser medida. Dos 50 veículos de maior audiência ou capacidade de influenciar o público, ao menos 9 são controlados por lideranças religiosas cristãs, católicas ou evangélicas, revela a pesquisa “Media Ownership Monitor Brasil”, desenvolvida em parceria pelas ONGs Repórteres sem Fronteiras e Intervozes. O estudo mostra quem controla a mídia no país a partir da avaliação de 11 redes de TV aberta e por assinatura, 17 jornais diários e revistas semanais, 10 portais e 12 redes de rádio.

A igreja com maior controle sobre veículos de comunicação é a Universal do Reino de Deus (IURD). Desde 1989 sob o domínio do bispo Edir Macedo, o Grupo Record é responsável pela RecordTV, pela RecordNews, pelo portal R7 e pelo jornal Correio do Povo. Além da Record, a Universal detém a rede de rádios Aleluia desde 1995.

A Igreja Católica aparece na pesquisa por meio de uma emissora de rádio e outra de televisão: a Rede Católica de Rádio (RCR) e a Rede Vida de TV. A primeira foi fundada em 1997 a partir da união de sete outras redes de rádio já existentes que pertenciam a instituições e leigos católicos. Já a Rede Vida, cuja concessão foi liberada em 1990, só começou a transmitir em 1995, sob gestão do Instituto Brasileiro de Comunicação Cristã (Inbrac).

Outros dois grupos religiosos que aparecem entre os mais influentes ou de maior audiência são a Rede Gospel de televisão – controlada desde 1996 pela Igreja Apostólica Renascer em Cristo, do casal Estevam e Sônia Hernandes – e a Rede Novo Tempo de rádio, lançada pela Igreja Adventista do Sétimo Dia em 1989.

Entre esses nove veículos em poder de igrejas, cinco direcionam todo o seu conteúdo para a defesa dos valores de suas crenças: as redes de rádio Aleluia, Novo Tempo e Católica de Rádio e as emissoras de TV da Rede Gospel e da Rede Vida.

Grade religiosa

Mesmo entre os veículos classificados como comerciais, a religiosidade ocupa significativa parte da grade. Das seis redes comerciais de TV aberta analisadas pela pesquisa, apenas o SBT não apresenta conteúdo religioso em sua grade de programação. De acordo com estudo da Agência Nacional de Cinema (Ancine) de 2016, as TVs abertas do Brasil dedicam 21% de sua grade a programas religiosos.

A emissora campeã no tempo dedicado ao gênero é a Rede TV!, com 43%, do seu tempo destinado a programas religiosos. A RecordTV (21%), de Edir Macedo, a Band (16%), a TV Brasil (1,66%) e a Globo (0,58%) aparecem na sequência.

O estudo também aponta o estreitamento do vínculo entre as igrejas e a representação política. Muitos dos parlamentares evangélicos eleitos são vinculados aos grupos de comunicação de suas igrejas. Ou são apresentadores de programas populares ou participam do comando administrativo das emissoras.

Um dos coordenadores da pesquisa, André Pasti, do Intervozes, considera preocupante a concentração de veículos de comunicação no Brasil, assim como o avanço da influência religiosa na mídia. “Seja no impresso, seja no online, a gente começa a identificar um problema no cenário da concentração da mídia brasileira, que é a propriedade cruzada de meios de comunicação. Os mesmos grupos estão atuando em diversos tipos de mídia e controlando de diversas formas a informação que chega pra gente”, explica.

Outros veículos com menor audiência ou com circulação gratuita – que não fazem parte da pesquisa – também mostram o crescimento da participação religiosa no controle da mídia. O semanário Folha Universal, por exemplo, tem tiragem de 1,8 milhão de exemplares, volume muito superior ao de jornais diários, como a Folha de S.Paulo, cuja circulação diária é de 300 mil exemplares.

Proselitismo

A procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, entende que o controle de emissoras por grupos religiosos vai na contramão da determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir, em 2002, rádios comunitárias de fazerem proselitismo religioso. “No entanto, temos um sistema de concessão que permite que tenhamos uma grande mídia dominada por emissoras de caráter religioso”, afirma Deborah ao ressaltar a disparidade no tratamento entre os grandes grupos e as rádios comunitárias, que são fiscalizadas e punidas com maior rigor.

Subprocuradora-geral da República, ela observa que, no atual cenário, as religiões de matriz cristã se sobrepõem em prejuízo de outras crenças, como as de origem africana. Para Deborah e os coordenadores da pesquisa, a concentração da mídia nas mãos de grupos de interesses prejudica a democracia. Ela pretende ajuizar ações também contra políticos donos de emissoras de rádio e TV, prática vedada pela Constituição.

FONTE: CONGRESSO EM FOCO

VEJA AS REGIÕES: Governo reforça combate à febre amarela em 22 municípios

A população de 22 municípios e 53 localidades rurais das regiões de saúde de Balsas, Barra do Corda, Imperatriz, São João dos Patos e Rosário foram vacinadas contra febre amarela. A ação do Governo do Estado é realizada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com as prefeituras municipais e visa evitar surtos da doença no Maranhão.

O reforço de vacinação contra febre amarela foi iniciado no dia 28 de janeiro com o envio de cinco equipes da Superintendência de Epidemiologia e Controle de Doenças, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES), para as regiões de saúde de Balsas, Barra do Corda, Imperatriz, São João dos Patos e Rosário com a finalidade de aumentar a cobertura vacinal destas zonas consideradas endêmicas (áreas silvestres, mata, zonas rurais) no Maranhão.

As equipes destacadas para garantir a imunização de pessoas nas áreas rurais dos municípios prioritários são formadas por veterinários, enfermeiros, vacinadores e técnicos, que contam com o apoio logístico de dez veículos disponibilizados pelo Governo do Maranhão como parte da estratégia de garantir a vacinação, considerada a forma mais eficaz de prevenção contra a febre amarela.

Segundo a superintendente de Epidemiologia e Controle de Doenças da SES, Maria das Graças Lírio, o trabalho das equipes de epidemiologia integra um esforço maior das autoridades para erradicar a doença e continuará até o fim dos surtos pelo país. “A perspectiva é que estas ações permaneçam pelo tempo necessário, com o revezamento das equipes de saúde da SES, até que se resolvam os surtos que ocorrem no País. Informamos que até o momento, o Maranhão permanece sem nenhum caso de febre amarela”, ressalta.

Ações em cinco regiões de saúde 

Durante o período de 29 de janeiro a 2 de fevereiro, as equipes da Superintendência de Epidemiologia e Controle de Doenças vacinaram 870 pessoas, além de realizarem ações de busca ativa que resultaram na identificação de dois casos de epizootias de Primatas Não Humanos (morte de macacos), sendo um no município de Alto Parnaíba e um no município de Carolina. Os óbitos dos animais foram investigados, mas nenhum indicio que apontasse para casos de febre amarela foi identificado.

A chefe do Departamento de Imunização da SES, Helena Almeida, disse que nas áreas de notificação de morte de macacos, as secretarias de saúde foram orientadas a vacinar preventivamente as pessoas não vacinadas. “A forma mais eficaz de prevenção é a vacina, administrada em dose única a partir dos 9 meses de idade. A imunização oferece total proteção contra a doença, que pode ter curta duração ou evoluir para formas graves e levar até mesmo à morte”, alertou.

Em 2017, o Governo do Estado distribuiu aos municípios 711.230 doses de vacina com insumos (seringas e agulhas). Até 1º de fevereiro de 2018 já foram distribuídas 77.700 doses, estando todas as regionais de Saúde abastecidas.

A Febre Amarela
A febre amarela é uma doença infecciosa aguda, transmitida por mosquitos pertencentes às espécies Aedes aegypti e Haemagogus infectados por um arbovírus do gênero flavivírus. A doença é de curta duração, no máximo dez dias, e tem gravidade variável.

Os sintomas da doença são febre, dor de cabeça, calafrios, vômito, dores no corpo e náuseas. Nos casos mais graves há hemorragias, além de olhos e pele ficarem amarelados. A vacina é gratuita e está disponível nas salas de vacinação dos postos de saúde do Maranhão.

Por estar na área de recomendação de vacina desde de 1994, as ações de imunização estão disponíveis permanentemente durante todo o ano, não devendo faltar vacinas, agulhas e seringas nos postos para o atendimento de rotina. Vale lembrar que é necessário apenas uma dose durante toda a vida.

BOX 1Quem deve se vacinar?
Crianças maiores de 9 meses já devem ser vacinadas
Pessoas que irão viajar para locais de risco no país (10 dias antes)
Pessoas que irão viajar para países que exigem o certificado internacional de vacinação – 10 dias antes da viagem
Pessoas que nunca se vacinaram ou que não tem comprovação da vacina

BOX 2Casos especiais que precisam de avaliação e indicação médica: 
Grávidas em qualquer idade gestacional
Mulheres que estão amamentando até 6 meses
Idosos acima de 60 anos
Pessoas em tratamento de câncer
Pessoas com doenças como: aids, lúpus, diabetes e outras doenças crônicas
Pessoas que fizeram transplantes de órgãos
Alérgicos a ovo.

Fonte: SES
Texto: Michel Sousa

Procon/MA encontra variação de até 230% em itens de carnaval

No carnaval, muita gente sai a procura de diversão, não é mesmo? Pensando na folia de Momo que está chegando, a equipe do Procon/MA preparou uma pesquisa de preços com os principais itens de carnaval em São Luís, Imperatriz, Codó, Colinas, Viana e Itapecuru. Na capital, a maior variação foi no preço do preservativo, que atingiu uma diferença de até 230%.
Para conferir a lista completa, acesse o site do Procon/MA: www.procon.ma.gov.br
Entre os dias 31 de janeiro e 05 de fevereiro, foram pesquisados 193 itens em 10 estabelecimentos, entre preservativos, bebidas, fantasias e acessórios. Vale lembrar que os órgãos públicos, como postos de saúde, distribuem preservativos, gratuitamente, e que a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos é proibida. Além disso, bebida e volante não combinam e o folião deve sempre optar por não dirigir após consumir bebidas alcoólicas.
O preservativo de maior variação é o pacote 3 por 1, da marca “Prudence”, cor e sabor chocolate, que custa entre R$ 1,45, na Pague Menos (São Francisco), até R$ 4,79, no Supermercado Mateus. O segundo produto com maior variação de preços foi o  Lovetex Menta, também 3 por 1, que atingiu variação de até 221%, custando de R$ 1,99, nas Drogarias Globo (São Francisco), até R$ 6,39 no Supermercado Mateus (Cohama).
Segundo o presidente do Procon/MA, Duarte Júnior, o consumidor deve ficar atento aos preços de produtos cujo valor aumenta nesta época. “Em temporadas festivas, a demanda de produtos específicos faz com o que os preços subam. Por isso, o consumidor consciente fica sempre atento para comprar o melhor produto, pelo preço mais baixo.
A pesquisa é uma importante ferramenta para que as festas não se tornem um peso a mais no orçamento”, alertou o presidente.
Participaram da pesquisa, os estabelecimentos: Comercial Júnior, Supermercado Maciel, Supermercado Mateus, Extrafarma, Pague Menos (São Francisco), Drogarias Globo (São Francisco), Drogaria Farmadel (Angelim), Cantinho Doce (Rua de Santana), Sabrina Festas e Lojas Americanas (Rua Grande).
Acessórios e outros
A Caninha Ypioca Ouro, de 960ml, ficou com variação de 143%, com preço que custa de R$ 11,90, no Supermercado Mateus, a R$ 28,99, no Supermercado Maciel. A fantasia de palhaço, da fabricante Fantasia Super, com preço que vai de R$ 59,90, no Sabrina Festas (Rua de Santana), a R$118,90, no Cantinho Doce (Rua de Santana), com variação de 98%.

Grêmio é o grande Campeão da II Copa Quilombola em Codó

A grande final do 2º Copão dos Quilombolas foi realizada na tarde de sábado (03) na localidade Santa Maria dos Moreiras. Os grandes finalistas foram as equipes do Grêmio e Lagoa do Costa. Em uma partida acirrada e difícil para os dois times, a taça só foi mesmo decidida nos pênaltis e conquistada pelos jogadores do Grêmio.

Travamos um duelo emocionante e muito equilibrado. As equipes se respeitaram muito, mas conseguimos levar para os pênaltis e conseguir o título deste segundo copão. Quero em nome da equipe agradecer ao apoio do ex-prefeito Zito Rolim, do Grupo FC Oliveira e do prefeito Nagib, que nos deu a maior força para a realização deste torneio e da grande festa que teremos em seguida”, comentou um jogador do Grêmio.

Para o ex-prefeito Zito Rolim, que também acompanhou a partida, o evento é um grande momento de confraternização e lazer para os moradores da Santa Maria e todas as comunidades da região. “Quero parabenizar as equipes e toda a comunidade que abrilhantaram este 2º Copão, uma festa para o homem do Campo e as comunidades quilombolas. Quero parabenizar ao prefeito Nagib, que por motivos de agenda não ode comparecer, mas está a cada ano realizando um excelente trabalho para as comunidades de nossa extensa zona rural”, agradeceu Zito Rolim.

Ascom

Confira a lista dos ganhadores da 41ª extração do CODÓ FELIZ

1º PRÊMIO R$ 1.500,00 (HUM MIL E QUINHENTOS REAIS)

NOME: OSEIAS SANTANA CARVALHO

Nº DA CARTELA: 24497-75

ENDEREÇO: RUA ANTONIO ALEXANDRE Nº 1286

BAIRRO: SÃO BENEDITO

CIDADE: CODÓ – MA

VENDEDOR: BARRACA NILA

2º PRÊMIO R$ 1.500,00 (HUM MIL E QUINHENTOS REAIS)

NOME: ANGELITA OLIVEIRA RODRIGUES

Nº DA CARTELA: 13440-63

ENDEREÇORUA NOVA OLINDA Nº 1089

BAIRRO: CODÓ NOVO

CIDADE: CODÓ – MA

VENDEDOR: CORDEIRO

 

3º PRÊMIO R$ 1.500,00 (HUM MIL E QUINHENTOS REAIS)

NOME: OSEIAS SANTANA CARVALHO

Nº DA CARTELA: 24495-75

ENDEREÇO: RUA ANTONIO ALEXANDRE Nº1286

BAIRRO: SÃO BENEDITO

CIDADE: CODÓ – MA

VENDEDOR: BARRACA NILA

4º PRÊMIO R$ 1.500,00 (HUM MIL E QUINHENTOS REAIS)

NOME: MARIA AVANIR SOUSA DA SILVA

Nº DA CARTELA: 21662-32

ENDEREÇO: RUA SANTA TEREZINHA Nº 2000

BAIRRO: SANTA TEREZINHA

CIDADE: CODÓ – MA

VENDEDOR: JULIANA NASCIMENTO

5º PRÊMIO – UMA MOTO BROZ 160 0KM + CAPACETE + TANQUE CHEIO

NOME: PEDRO E REGINA

Nº DA CARTELA: 07694-50

ENDEREÇO: RUA ALBESTINA BAYMA

BAIRRO: SANTO ANTONIO

CIDADE: CODÓ – MA

VENDEDOR: MARIA ANÁLIA

 

Regional de Saúde se defende da responsabilidade por não ter soro contra picada de cobra no HGM

O caso da lavradora Edileuza Rodrigues Lima, de 41 anos de idade, do povoado Lagoa do Mato, zona rural de Codó, continua repercutindo. Na noite do dia 1º de fevereiro ela foi transferida às pressas para Teresina-PI após chegar ao HGM picada por uma Cascavel.

Aqui não havia soro antiofídico.

A diretora do hospital,  Ester Moura,   informou, naquela ocasião,  que não existia o soro antiofídico porque a fornecimento é de responsabilidade da regional Estadual de Saúde. Também disse que já foram feitos pedidos e que a falta já completava 15 dias.

Russwelt verifica doses na refrigeração

Por conta desta informação estivemos também na  Regional de Saúde onde fomos atendidos pelo coordenador do Núcleo de Vigilância Epidemiológica Russwelt Cardoso.

Afirmou que o problema não está na falta de pedidos das doses à central de distribuição que fica em São Luís. A questão é que não há doses contra picada de Cascavel em quantidade suficiente para atender a demanda do Estado inteiro.

 “Acontece que  o Estado não tá tendo, nós recebemos da Secretaria de Estado da Saúde, nós entramos em contato com Dr. Daniel, responsável por esta distribuição, e ele entrou em contato com outras regionais e nos deu a resposta que chapadinha que, pelo menos no sistema, constava que tinha algumas doses lá e ele ia ver a possibilidade de redistribuí-las para a regional de Codó, chegando aqui a gente distribui para os municípios que estiverem precisando”, disse

Após o  pedido mais atual, provavelmente, se vierem, serão apenas 10 doses ou menos. Por conta disso, o risco de ser picado por cobras e vir a ter que se transferido para o Piauí para evitar a morte ou sequelas graves continuará no município.

 “Isso é preocupante, a gente tem feito tudo, a gente tem mandado o carro pegar soro lá em São Luís, exclusivamente para que não falte aqui, mas, infelizmente lá não tá tendo pra atender a demanda”, concluiu Russwelt

No estoque da regional há doses contra picada de cobra SURUCUCU.