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Candidatos do concurso da Saúde são convocados para etapa de avaliação de títulos e experiência profissional

Com a convocação para a prova de títulos e experiência profissional, última etapa do concurso público da Secretaria de Estado da Saúde (SES) para preenchimento de 1000 vagas para o quadro efetivo da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), os candidatos têm até 25 de abril para efetuarem a entregar da documentação. A convocação dos candidatos foi divulgada nesta quinta-feira (19) pelo Instituto AOCP.

“Desde o período das inscrições até aqui, o concurso público para a Saúde tem sido marcado pela mais absoluta normalidade, obedecendo fielmente os critérios estabelecidos no edital. Graças ao bom andamento dos trabalhos, chegamos à última etapa dentro da previsão originalmente traçada”, destacou Vanderley Ramos, presidente da Emserh.

A prova de títulos e experiência profissional será realizada para todos os candidatos que concorrem as vagas de nível superior. Os candidatos aprovados para a prova de títulos deverão apresentar os diplomas de doutorado, mestrado, especialização, produção científica ou aperfeiçoamento – com pontuação que varia de 0.3 a 3.10.

Para os candidatos classificados para os cargos de nível médio, será considerada apenas a experiência profissional. Por cada ano de experiência, o candidato terá um ponto, conforme tabela de pontuação no Edital de Abertura n° 01, na Tabela 11.2.

Prazos 
Os candidatos deverão entregar a documentação necessária para avaliação na Prova de Títulos no período das 10h do dia 19 até as 14h do dia 25 de abril, observado o horário oficial de Brasília (DF). Os convocados devem preencher o Formulário de Cadastro de Títulos e Experiência Profissional disponível no endereço eletrônico www.institutoaocp.org.br.

Após preencherem o formulário, os candidatos precisam imprimir duas vias do comprovante de cadastro dos títulos, reter uma para si e enviar a outra juntamente com os documentos comprobatórios via Sedex com AR (Aviso de Recebimento) para o endereço informado nas etiquetas geradas até o dia 25 de abril (será observada a data de postagem).

Vale lembrar que todos os documentos deverão ser preenchidos uma única vez no formulário de cadastro de títulos, conforme disposto no Edital de Abertura n° 01, na Tabela 11.2 e 11.3. No caso da existência de dois ou mais formulários de cadastro de títulos preenchidos por um mesmo candidato, para o mesmo emprego, será considerado o último cadastro realizado, sendo os demais cadastros cancelados automaticamente, desconsiderando-se as informações neles registradas.

O concurso da Emserh é válido por dois anos, contado a partir da data de homologação do resultado final do certame, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período, por conveniência administrativa.

Fonte: SES
Texto: Michel Sousa

“VAMOS RECORRER” – Secretário de Saúde aponta erros no relatório federal que inviabiliza curso de medicina pra Codó

Nós estivemos ontem, 22, pela manhã no gabinete do secretário de SAÚDE, de Codó, Suelson Sales. Fomos ouvi-lo a respeito do parecer do Governo Federal desfavorável à instalação do curso de Medicina em nosso município.

O primeiro esclarecimento que quis fazer foi que para a aprovação do curso foi considerada as condições de uma região de saúde com 5 municípios (Codó, Timbiras, Coroatá, Peritoró e Alto Alegre), num raio de 100 kms e não apenas Codó. Depois começou a apontar falhas na avaliação.

ERROS PONTO A PONTO

O parecer dos técnicos federais diz que Codó e os municípios vizinhos (Timbiras e Coroatá) não possuem sequer  300 leitos hospitalares, número mínimo  exigido para que o curso de Medicina fosse instalado. Os representantes do governo fizeram constar que só encontraram 280 leitos hospitalares.

O secretário de saúde do município contestou. Destacou que a rede de saúde de 5 municípios deveria ter sido melhor avaliada, mas, no quesito leitos, por exemplo, só três foram levados em conta (Os leitos de Peritoró e Alto Alegre do Maranhão,  mais 100 ao todo, nem foram visitados).

 “Então eles deveriam ter  considerado os outros dois hospitais PERITORÓ e Alto Alegre, foi uma falha que nós encontramos” disse firmemente

 Suelson Sales também aponta o que considera outros erros de avaliação. O CAPS de Codó é nível 2 com 5 leitos, no relatório apareceu que é tipo 1. Consta que não existe equipe multidisciplinar (médico, enfermeiro, terapeuta, etc…) atuando na atenção domiciliar, outro erro pois esta equipe já trabalha há bastante tempo de casa em casa.

Também foi relatado que o HGM não tem condições de um hospital para ensino, o que demandaria a existência, por exemplo, de um auditório para a realização de palestras e aulas aos estudantes do curso de medicina. Neste caso, o secretário explicou que esta é uma atribuição da faculdade que vencer o certame para ser a executora do curso e mesmo esta terá 1 ano para adequar-se à esta regra.

“Na avaliação deles eles classificaram o centro de Avaliação psicossocial do município de Codó como nível 1 e o centro é nível 2 (…) A equipe multiprofissional da atenção domiciliar aqui é nível 2, tipo 2, eles avaliaram que seria tipo 1, então também houve um erro (…) residência médica é uma responsabilidade da instituição de ensino que, porventura, vier a ser selecionada, implantando o curso de medicina ela teria que ter no prazo de 1 ano a instalação de pelo menos três curso de residência médica”, explicou

ERROS EVITÁVEIS

Todos os municípios com resultado insatisfatório têm até o dia 2 de março para recorrer via recurso. O vice-prefeito, Ricardo Torres, que também nos concedeu entrevista a respeito, demonstrou confiança porque existem todas as provas de que há falhas na avaliação dos técnicos federais que até poderiam ter evitados muitos destes erros simplesmente consultando o sistema do próprio Ministério da Saúde onde tais dados são obrigatórios para que o município seja avaliado mensalmente em sua produção para posterior pagamento do que lhe é devido via Governo Federal/Prefeitura de Codó.

“A gente agora vai recorrer, recorrer dessa avaliação que foi feita até porque nós temos  informações técnicas muito objetivas por exemplo a quantidade de leitos hospitalares e não hospitalares que a região de Codó dispõe (…) nós temos toda argumentação para que o Ministério reveja o posicionamento tomado agora e, com muita fé, que a gente possa reverter esse cenário, manter o município de Codó nessa disputa”, garantiu o vice-prefeito

Diretora garante que novo aparelho de Raio X do HGM está funcionando desde 8 de fevereiro

Já está funcionando, conforme informação da diretora Ester Moura, desde o dia 8 de fevereiro, o novo aparelho de RAIO X do Hospital Geral Municipal.

Novo aparelho de Raio X do HGM

Em contato com o blogdoacelio, a diretora explicou que são vários os exames feitos diariamente, ontem, 22 de fevereiro, por exemplo, foram feitos 107 exames de Raio X.

“Muitas vezes o mesmo paciente realiza mais de uma imagem, ou seja, exame”, explicou

ESPERANDO O REVELADOR DE PELÍCULA

Ester Moura disse que o aparelho que ainda se espera chegar, novo, se chama Revelador de Película. Quanto ao Raio X assegurou que desde o início de fevereiro funciona normalmente e fora comprado com recursos da emenda do Senador Roberto Rocha.

‘O Raio X é novo, veio na caixa, foi comprado com recurso da emenda parlamentar, a gente tá aguardando um novo revelador das imagens, então esse é que falta ser substituído, a gente tá aguardando acho que mais duas semanas o revelador de película deve tá chegando, agora o Raio X, equipamento, é novo, novo e foi tirado da caixa, foi todo instalado”

Condição “INSATISFATÓRIA’ da saúde de Codó ‘mela’ possibilidade de termos CURSO DE MEDICINA

A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior, do Ministério da Educação, publicou edital (nº 2) de DIVULGAÇÃO DO RESULTADO.

O resultado do edital de Chamamento Público de Municípios para Implantação do Curso de Graduação em Medicina por Instituição de Educação Superior ocorre depois de uma visita técnica que em Codó foi realizada na semana que antecedeu o carnaval (8 de fevereiro).

Técnicos do Governo Federal em Codó em fevereiro de 2018

Foi a segunda visita de técnicos do MEC e do Ministério da Saúde, porque a primeira, ainda no governo de Zito, foi anulada.

Servidores do 1º escalão da saúde sendo ouvidos

Quando os técnicos do Governo Federal veem ao município seguem, à risca, o que manda a Lei nº  12.871/2013 que criou a possibilidade destes cursos de medicina onde há extrema necessidade. Chegam para avaliar os ítens elencados no artigo 3º e parágrafos:

§ 1º  Na pré-seleção dos Municípios de que trata o inciso I do caput deste artigo, deverão ser consideradas, no âmbito da região de saúde:

I – a relevância e a necessidade social da oferta de curso de Medicina; e

II – a existência, nas redes de atenção à saúde do SUS, de equipamentos públicos adequados e suficientes para a oferta do curso de Medicina, incluindo, no mínimo, os seguintes serviços, ações e programas:

a) atenção básica;

b) urgência e emergência;

c) atenção psicossocial;

d) atenção ambulatorial especializada e hospitalar; e

e) vigilância em saúde.

Ao ser avaliado nos itens acima CODÓ obteve resultado classificado como NÃO SATISFATÓRIO COM POSSIBILIDADE  DE RECURSO, ou seja – não tá bom e você, município, o que tem a dizer sobre isso?

O prazo para o município apresentar suas justificativas e tentar reverter o resultado negativo termina dia 2 de março.

Além de Codó, no Maranhão também foram reprovados, com possibilidade de recorrer,  os municípios de SANTA INÊS e Bacabal. Só Açailândia passou na análise de sua estrutura e recebeu resultado SATISFATÓRIO o que significa dizer que o município da região Tocantina tem mais chances de, realmente, ver implantado um curso de medicina.

O documento publicado é datado de 18 de fevereiro de 2018 e é assinado por Henrique Sartori de Almeida Prado, secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, do Ministério da Educação.

Leia o documento abaixo na íntegra

RESULTADO CURSO MEDICINA CODÓ

Maranhão terá 13.825 agentes de saúde formados em técnico em enfermagem

O Ministério da Saúde irá qualificar 13.825 agentes comunitários de saúde (ACS) e de combate às endemias (ACE) como técnicos em enfermagem no estado do Maranhão. A medida faz parte da nova Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), que amplia a atribuição desses profissionais, proporcionando maior resolutividade aos atendimentos realizados à população. Ao todo, serão investidos R$ 1,25 bilhão na formação dos agentes, que terão o curso totalmente gratuito, livres de taxas, mensalidades ou quaisquer contribuições relativas à prestação do serviço.

O curso será ofertado por instituições de ensino públicas e privadas do estado, habilitadas pelo Ministério da Educação e habilitadas no Programa de Formação Técnica para Agentes de Saúde (PROFAGS). Para participar do programa, as instituições precisam se credenciar para indicar a quantidade de vagas possíveis de serem atendidas, por município de abrangência e por semestre. Após isso, as entidades encaminharão para avaliação do Ministério da Saúde documentos que comprovem habilitação jurídica, regularidade fiscal e trabalhista, além de qualificação técnica e econômico-financeira. O edital, para as entidades interessadas em participar do programa, está disponível no site www.saude.gov.br.

“A medida permitirá uma ampliação do acesso à Atenção Básica, levando um atendimento de qualidade e com alta resolutividade à população brasileira, evitando custos desnecessários e assistência mais complexa. Estamos contando com as instituições para que qualifiquem, com o que possuem de melhor, esses agentes de saúde”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Em todo o país, serão mais de 250 mil vagas de qualificação. O curso será totalmente gratuito, livres de taxas, mensalidades ou quaisquer contribuições relativas à prestação do serviço. Um dos objetivos do Ministério da Saúde com a formação desses profissionais é ampliar o acompanhamento da saúde da população no atendimento que é feito nos domicílios e nas comunidades, reduzindo agravos.

A expectativa é de que a partir de março, os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias já possam dar início ao curso, que terá o prazo de dois anos (1.800 horas/aula) para concluir a formação. Após esta qualificação, os profissionais poderão fortalecer as ações de promoção da saúde e de prevenção de doenças, passando a fazer curativos em domicílio, medir a pressão e a glicemia, entre outras atribuições que levarão atendimento primário à casa do paciente. Eles, também, poderão ajudar no combate ao Aedes aegypti, transmissor dos vírus da zika, dengue e chikungunya. Atualmente, segundo estimativa do Ministério, até 30% dos agentes que atuam no SUS já possuem a formação em Técnico em Enfermagem.

MAIS RECURSOS – A Atenção Básica é a principal porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS). Em janeiro, o Ministério da Saúde liberou R$ 26,9 milhões para ampliar e qualificar os serviços e o atendimento à população do estado do Maranhão. Desse total, R$ 6,9 milhões serão incorporados no Piso de Atenção Básica Fixo (PAB Fixo) do estado, com base na atualização da população dos municípios, segundo cálculos do IBGE. A última atualização aconteceu em 2013.

O restante do valor, na ordem de R$ 20 milhões, diz respeito ao credenciamento/habilitação de novos serviços, beneficiando diretamente a população, que poderá contar com 430 novos Agentes Comunitários de Saúde, 53 novas Equipes de Saúde da Família, 87 novas Equipes de Saúde Bucal, 09 novos Núcleos de Apoio à Saúde da Família, 12 novos polos de Academias da Saúde, 01 nova Equipe de Saúde Prisional e 19 novas Unidades Odontológicas Móveis.

Prioridade da atual gestão, a Atenção Básica, onde 80% dos problemas de saúde podem ser resolvidos, tem recebido recursos crescentes para melhorar a saúde da população que depende da rede pública. Em 600 dias, foram investidos mais de R$ 1 bilhão para custear e reforçar os serviços e equipes. O valor garante ampliação nos atendimentos e contempla mais de 20 milhões de pessoas que vivem em 2.386 municípios brasileiros.

O número de consultas realizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) é um resultado concreto dos constantes investimentos do Governo Federal, registrando um crescimento de 230,6% em apenas um ano, passando de 196,3 milhões em 2016 para 649 milhões ano passado. Atualmente, 70% da população brasileira recebe cobertura da Atenção Básica, com 41.668 UBS funcionando e atuação de 264.188 Agentes Comunitários de Saúde e 41.991 Equipes de Saúde da Família.

Por Victor Maciel, da Agência Saúde

Regional de Saúde se defende da responsabilidade por não ter soro contra picada de cobra no HGM

O caso da lavradora Edileuza Rodrigues Lima, de 41 anos de idade, do povoado Lagoa do Mato, zona rural de Codó, continua repercutindo. Na noite do dia 1º de fevereiro ela foi transferida às pressas para Teresina-PI após chegar ao HGM picada por uma Cascavel.

Aqui não havia soro antiofídico.

A diretora do hospital,  Ester Moura,   informou, naquela ocasião,  que não existia o soro antiofídico porque a fornecimento é de responsabilidade da regional Estadual de Saúde. Também disse que já foram feitos pedidos e que a falta já completava 15 dias.

Russwelt verifica doses na refrigeração

Por conta desta informação estivemos também na  Regional de Saúde onde fomos atendidos pelo coordenador do Núcleo de Vigilância Epidemiológica Russwelt Cardoso.

Afirmou que o problema não está na falta de pedidos das doses à central de distribuição que fica em São Luís. A questão é que não há doses contra picada de Cascavel em quantidade suficiente para atender a demanda do Estado inteiro.

 “Acontece que  o Estado não tá tendo, nós recebemos da Secretaria de Estado da Saúde, nós entramos em contato com Dr. Daniel, responsável por esta distribuição, e ele entrou em contato com outras regionais e nos deu a resposta que chapadinha que, pelo menos no sistema, constava que tinha algumas doses lá e ele ia ver a possibilidade de redistribuí-las para a regional de Codó, chegando aqui a gente distribui para os municípios que estiverem precisando”, disse

Após o  pedido mais atual, provavelmente, se vierem, serão apenas 10 doses ou menos. Por conta disso, o risco de ser picado por cobras e vir a ter que se transferido para o Piauí para evitar a morte ou sequelas graves continuará no município.

 “Isso é preocupante, a gente tem feito tudo, a gente tem mandado o carro pegar soro lá em São Luís, exclusivamente para que não falte aqui, mas, infelizmente lá não tá tendo pra atender a demanda”, concluiu Russwelt

No estoque da regional há doses contra picada de cobra SURUCUCU.

Codoense reclama da dificuldade para marcar consulta nos postos de saúde

Uma leitora do blogdoacelio, que pediu para não ser identificada, fez contato via whatsApp para reclamar da nova forma de marcação de consultas implantada pela gestão MAIS AVANÇOS, MAIS CONQUISTAS.

Agora a marcação é feita no posto de cada bairro, medida para acabar com as filas noturnas no HGM e no CAM, por exemplo, dependendo da especialidade almejada.

Ela usou o exemplo de uma senhora que foi requisitar a marcação e pediram à esta que retornasse em 15 dias para, só então, saber em qual clínica seria atendida.

“Essa mudança das marcações de alguns exames nos postos não foi muito boa não, vi uma senhora entregando uma requisição para marcarem os exames dela e só é pra ela ir no posto de hoje  a 15 dias pra saber em qual clínica vai ser feito os exames dela (…)

(…) um absurdo, daqui até lá só Jesus na causa e só é 20 fichas para este posto de saúde da Trizidela (…) para mim se vai consultar é porque está doente, não é urgência também?”, questionou

DESISTIU

Depois contou que também precisou e foi orientada até pela atendente à procurar medicina particular. Ela desistiu mesmo.

“Fez piorar essa mudança. Eu desisti. Vou fazer particular, e quem não tem?”, destacou

Jovem é transferida para Teresina porque HGM não tem soro contra picada de COBRA

José Raimundo de Sousa, 62 anos,morador de um povoado que fica a 84 kms da sede de Codó, na região de Santo Antonio dos Pretos, chegou à cidade  à tarde, ontem, 1º, trazendo sua filha vítima de uma picada de cobra Cascavel, uma das mais perigosas que existem na fauna brasileira. A vítima foi identificada como Edileuza Rodrigues Lima, 41 anos, do povoado Lagoa do Mato.

Mas no HGM, onde buscou socorro urgente, deparou-se com a falta de soro antiofídico. Só à noite sua parente foi transferida para Teresina – PI por causa da falta do antídoto.

“A Cascavel que mordeu ela a partir das 3h da tarde de hoje (1º). Aqui porque não tem soro aqui no HGM, não tá tendo soro pro problema da mordida de cobra, agora vai pra Teresina”, diz no vídeo gravado dentro do hospital codoense.

O QUE DIZ A DIREÇÃO DO HGM

Nós fizemos contato com Ester Moura, diretora do Hospital Geral Municipal.

Ela explicou que quem fornece pra o Hospital Municipal é a Regional de Saúde e que não está tendo no estoque.

“Quem fornece para o HGM é a regional de saúde e não está tendo no estoque, inclusive faltando nos hospitais vizinhos. Todos os dias solicitamos ao Estado”, explicou completando

“A Karen (Cruz) coordena esse setor no município e nos reunimos por conta dessa situação que já está acontecendo há mais de 15 dias. Estamos cobrando e aguardando a regional de Saúde abastecer”, encerrou

Após denúncia HGM interna homem que estava com medo de perder a pena

A TV Codó exibiu ontem, 30, uma reportagem seguida por comentários do âncora, jornalista Edmilson Filho, e do repórter Genivaldo da Silva, mostrando que o HGM passou a cuidar do senhor Leônidas.

Este senhor denunciou no programa do Maozinha, na rádio Eldorado AM (com repercussão no blogdoacelio e na TV Cidade) que havia feito uma cirurgia ortopédica e que há 5 meses não via o médico que o operou. Estava com medo de perder a própria perna que apresentava secreção e inchaço.

O ortopedista ouvido pelo jornalista Genivaldo Silva disse que o homem tomou medicação por conta própria e não havia procurado ajuda especializada no hospital. Leônidas foi internado ontem mesmo.

“Tomando antibiótico e vai ser resolvido o problema”, afirmou Dr. Giordânio.

SEM SAÚDE: Morador denuncia falta de médico no posto de saúde do Nova Jerusalém

Um morador do bairro Nova Jerusalém enviou um e-mail ao blogdoacelio pedindo, primeiramente, para não ser identificado, depois que fosse feita a denúncia de falta de médico no referido posto. Pelo que consta, a médica saiu de férias e nunca foi substituída. Por conta disso, as pessoas estão sem atendimento.

LEIA  O TEOR DO E-MAIL:
A priori, solicito não ser identificado uma vez que sabemos o quão perseguidor é o atual prefeito e seu grupo!
Venho através deste e-mail solicitar a publicação de mais esta denúncia contra o descaso do poder público municipal com a saúde dos codoenses.
Fui até o posto de saúde do bairro Nova Jerusalém e, chegando lá, me informaram que a médica, identificada por Dra Maria Júlia, entrou de férias e que seu retorno está previsto para o mês de fevereiro. E até lá? Respondo: o morador da comunidade Nova Jerusalém não poderá adoecer ou, caso sinta necessidade, terá de se deslocar e concorrer a vagas em outros postos de saúde da cidade, se existir médicos.
Também acrescento que, obviamente, a culpa não é da médica, pois esta é funcionária e, como preveem as leis, ela tem DIREITO à férias. Portanto, a denúncia consiste em perguntar qual a razão de NÃO EXISTIR UM MÉDICO ou MÉDICA SUBSTITUTO PARA REALIZAR OS ATENDIMENTOS DOS PACIENTES DESTA COMUNIDADE?
Prefeito, nós codoenses podemos viver sem pavimentação, sem praças reformadas, sem “MAIS AVANÇOS, MAIS CONQUISTAS” nestes casos. Porém, NÃO PODEMOS VIVER SAÚDE(faltam médicos), SEM EDUCAÇÃO(faltam professores), SEM SANEAMENTO BÁSICO(falta REDE DE ESGOTO), SEM SEGURANÇA PÚBLICA(problema que o governador pode resolver) etc..
Codó, NÃO AGUENTA MAIS ESSE DESTRATO DO PODER PÚBLICO MUNICIPAL. BASTA!