Category Archives: Saúde

PERIGO: Veja a quantidade de mortes no trânsito de Codó de 2015 a 2017

Com o registro  de óbito de  Katiane da Silva Barbosa, ocorrido est semana,  subiu para 8 o número de mortos no trânsito de Codó este ano. Ela estava numa única moto com mais duas pessoas, era noite, houve uma colisão do veículo contra uma vaca na rodovia estadual, próximo ao Montevideu,  e só ela morreu.

FORA DA CIDADE

Este fato confirma uma tendência de 2017 – mortes fora do perímetro urbano de Codó.

Das 8 registradas este ano, duas foram na BR-316 e quatro em rodovias estaduais ou em vicinais, claro, dentro da área territorial codoense.

No Geral 2017  fechará com uma redução no número de  mortes bem significativa se nada mudar, bruscamente,  até 31 de dezembro.  É o que mostram gráficos da Polícia Militar.

A REDUÇÃO EM NÚMEROS

Em 2015 morreram 21 pessoas no trânsito de Codó, ano passado o número aumentou para 26 e em 2017, até agora,      são 8.

Para o comandante da PM, Jurandir de Sousa Braga, os dados são o reflexo de uma maior repressão às infrações de trânsito dentro do município.

 “O objetivo da Polícia Militar é diminuir ainda mais, é interessante que a gente reduza ao máximo o número de mortes no trânsito  assim como de qualquer tipo de acidente porque os acidentes de trânsito são fatores de aumento de gastos públicos com saúde, com pessoas acidentadas, então a gente precisa reduzir esses números”, disse

ACIDENTES ASSUSTAM

Mas o número de acidentes continua alto. Ano passado foram 1.278 registrados, até agora já são 997.

ALERTA: Codó já está com 476 pessoas vivendo com o vírus da AIDS

Codó começou a contar seus casos de AIDS em 1992. Até o ano passado já somava 421 codoenses vivendo com a doença e este número continua crescendo.

Este ano já são 55 novos casos.

IDOSOS COM HIV

Vale ressaltar que ao longo de todo este tempo de estatística a faixa etária onde há maior incidência da doença aqui em Codó é aquela entre 25 e 29 anos de idade, mas uma faixa que insiste em aparecer nestes dados que também preocupa as autoridades de saúde – aquela com pessoas acima dos 60 anos de idade.

Pelos dados apresentados pela coordenadora do Centro de Testagem e Aconselhamento são 9 idosos e 25 idosas com HIV.

Mas por que então, as idosas estão em maior número? Ilana Monteiro, enfermeira coordenadora do CTA/SAE Codó,  começou explicando que são eles os maiores responsáveis por transmitirem a doença para a esposa, mas na hora de procurar tratamento são minoria.

 “e aí qualquer mulher que encontram na rua tão ficando, desprotegidos, o que acaba aumentando o número de casos…UM DADO INTERESSANTE NA QUESTÃO IDOSO, É QUE SÓ AS MULHERES ESTÃO APARECENDO AQUI?… é porque as mulheres, elas procuram mais o médico e acabam descobrindo primeiro (…) depois que acabam descobrindo elas se preocupam em ter um acompanhamento sério, tomar medicação elas estão sempre procurando”, disse a coordenadora

OS EXAMES

O aumento maior do número de caso também mantém estreita relação com o aumento pela procura pelo exame, há meses em que até 600 são realizados no CTA. Que é diagnosticado com o vírus passa a ser acompanhado imediatamente, se quiser.

“Temos a médica infectologista, temos acompanhamento social, tem a psicóloga, tem o enfermeiro todo pra tá acompanhando todos os pacientes (…) os exames são realizados todo dia de segunda à sexta-feira, realizamos o teste rápido HIV, SÍFILIS Hepatite B e C”

A procura maior também veio atrelada à quantidade de pessoas que ultrapassaram a barreira do preconceito de vir ao CTA. Um exemplo bom disso é dona Silvana Alves da Silva, a encontramos na sala de espera para realizar o novo teste rápido dela.

 “Todo mundo vir se prevenir, se consultar é muito bom eu acho que seja né…A SENHORA NÃO TEM PRECONCEITO NENHUM? EU NÃO, não tenho preconceito nenhum, se der esta doença perigosa é o camarada  caçar tratamento, tem gente que dá os conselhos, as psicólogas consultar, por que esse receio porquê? Fazer e se tratar”, afirmou

Saúde investe R$ 4,2 milhões na qualificação de equipes de saúde do Maranhão

A população do Maranhão pode contar com um reforço importante de qualificação da Atenção Básica, principal porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS) no estado, com o investimento de R$ 4,2 milhões por parte do Ministério da Saúde. O valor é destinado a 1.854 equipes de saúde que atendem no Maranhão. O recurso já está disponível e será utilizado para custear o pagamento por desempenho das equipes no 3º ciclo do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB).

O PMAQ tem como objetivo incentivar os gestores e equipes de saúde a melhorarem a qualidade dos serviços na Atenção Básica oferecidos à população. O programa eleva o repasse de recursos do incentivo federal para os municípios participantes que atingirem melhora no padrão de qualidade do atendimento e, consequentemente, estes municípios devem promover um conjunto de estratégias de qualificação, acompanhamento e avaliação do trabalho das equipes de saúde.

“Esse programa é muito importante para a melhoria da gestão de saúde no âmbito municipal, especialmente na Atenção Básica, que tem capacidade de resolver até 80% dos problemas de saúde da população, ajudando a desafogar UPAs e hospitais gerais. O PMAQ é essencial para incentivar as gestões locais a promoverem gestão mais eficiente dos recursos e a ofertarem serviços cada vez melhores”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Para este ciclo, serão avaliadas no estado 596 Equipes de Saúde da Família, 1.124 Equipes de Saúde Bucal e 134 Núcleos de Apoio à Saúde da Família. Cada equipe participante do programa será visitada por uma instituição de ensino e pesquisa, onde serão coletadas informações da infraestrutura das Unidades de Saúde (UBS) e do trabalho dessas equipes, e, conjuntamente com a avaliação dos indicadores pactuados, as equipes serão certificadas de acordo com o desempenho de seus resultados.

FUNCIONAMENTO – O Programa Nacional de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) está organizado em três fases e um eixo transversal que se complementam e formam um ciclo contínuo de melhoria do acesso e da qualidade da Atenção Básica. Primeiro, é realizada a adesão dos municípios e a contratualização de compromissos e indicadores a serem firmados entre as equipes de Atenção Básica e os gestores municipais, e destes com o Ministério da Saúde, em um processo que envolve a pactuação local, com participação do controle social por meio dos Conselhos de Saúde.

Durante o ciclo do programa, os municípios devem aplicar os recursos recebidos pela avaliação de desempenho das suas equipes. Os valores devem ser empregados de modo a promover melhorias no atendimento – isso inclui desburocratização do acesso e facilidade no agendamento, oferta de procedimentos, formação para as equipes e aquisição de materiais e insumos. Cada município define como os recursos serão aplicados especificamente, conforme suas necessidades.

A avaliação externa corresponde à segunda fase do PMAQ, em que se realiza um conjunto de ações para averiguar as condições de acesso e de qualidade da totalidade de municípios e equipes participantes do programa. É nessa fase que participam as instituições de ensino e pesquisa, coletando os dados para a certificação das equipes. Os recursos recebidos pelas equipes no âmbito do programa são condicionados ao desempenho – equipes bem avaliadas podem receber até R$ 11 mil por mês.

Por fim, na fase de recontratualização, uma nova pactuação de compromissos é realizada com base na avaliação de desempenho de cada equipe, completando o ciclo de qualidade previsto pelo programa.

INVESTIMENTOS – Prioridade da atual gestão, a Atenção Básica tem recebido constantemente recursos do Governo federal. Em julho deste ano, o estado do Maranhão foi contemplado com um incremento de R$ 22,1 milhões para custeio de 187 novos Agentes Comunitários de Saúde, 41 novas Equipes de Saúde da Família, 48 novas Equipes de Saúde Bucal, 51 novos Núcleos de Apoio à Saúde da Família, 01 nova Equipe de Consultório na Rua e 08 novas Equipes de Saúde Prisional. Atualmente, existem 2.009 Equipes de Saúde da Família credenciadas em 216 municípios do Maranhão, cobrindo 83,2% da população local (5,5 milhões de pessoa) ao custo de R$ 15,9 milhões por ano.

Por Gustavo Frasão, da Agência Saúde

ABANDONADOS: Postos de saúde iniciados em 2012 continuam sem previsão de conclusão

Foram pelo menos 9 postos de saúde iniciados em outubro de 2012, governo do ex-prefeito Zito Rolim, do PV, ano de sua reeleição. Cinco anos depois, mais da metade continua inacabado.

Na Avenida Santos Dumont, bairro São Sebastião, o que fica ao lado do quartel da PM foi tomado pelo mato, virou local de depósito de lixo, inclusive domiciliar. No  Santo Antonio, próximo à fétida galeria de esgoto à céu aberto que corta, sem dó, aquele bairro, existe um. Miseravelmente, é  quem melhor estrutura tem preservada, mas  está longe de funcionar.

ABANDONADOS E SEM VIGILÂNCIA

 Ao longo de todo este tempo a Prefeitura sempre alegou que a vigilância destes prédios era de responsabilidade da empresa ganhadora da licitação, esta por sua vez deixou de pagar os vigias e estes abandonaram o trabalho, a consequência disso é drástica.

o MELHOR exemplo de quão prejudicial se tornou a falta de vigilância pode ser visto no posto que serviria aos bairros São Pedro e do Nova Jerusalem. Por duas vezes ele foi coberto e, por duas vezes, todo o telhado foi furtado.

Dentro mais sinais do vandalismo, levaram tudo que pode ser carregado e seu Francisco Serra que mora pertinho e chegou a ser vigia, mas abandonou depois de 3 meses sem o pagamento de R$ 450,00/mês, viu tudo.

 “O primeiro que eles tiram foi os canos, a encanação de água, depois tiraram os fios, depois tiraram as janelas, depois tiraram as telhas e as madeiras, tudo acabou-se. Aí começaram de novo, já tão tirando de novamente…OU SEJA, É A SEGUNDA VEZ? É a segunda vez”, respondeu

Quem mora próximo à qualquer destas obras abandonadas já até perdeu a esperança de vê-las funcionando. É o caso de dona Maria Madalena, moradora do morro do Nova Jerusalém, antes do residencial São Pedro.

“Essa distância que a gente vai pra acolá é muito ruim (…) É lá pro HGM…É LONGE? É longe, quando não é pro HGM é pra  UPA (…) Tem esperança? Eu acho que não porque do jeito que eu to vendo não vai pra frente é nunca”, disse a lavradora

PALAVRA DO SECRETÁRIO

Nós ouvimos o secretário de Desenvolvimento Urbano e Rural. Informou que onde a obra é retomada, a prefeitura se dispõe a manter a vigilância, nas demais não.

Sobre a demora na conclusão dos postos de saúde Roberto Albuquerque disse  que o governo federal não repassou a verba em tempo hábil e a empresa responsável não teve condições de prosseguir com recursos próprios, mas algo está sendo feito a respeito.

 “Estamos atentos, estamos conversando com os donos das empresas, estamos fazendo uma auditoria pra ver o físico com o financeiro para tomar as providências, isso é o que o governo pediu, mas, muitos deles têm recursos, falta só o governo federal libere esse recurso que são demorados para que as empresas deem continuidade”, assegurou o secretário

Codó e Timbiras estão na lista dos 44 novos profissionais do MAIS MÉDICO que virão para o MA

A partir desta segunda-feira (09/10) 44 profissionais brasileiros formados no exterior, do programa Mais Médicos, irão começar a atuar na atenção básica de 31 municípios do Maranhão. Os médicos fazem parte dos cerca de 1.400 brasileiros que aderiram ao último edital do projeto. Com esse reforço, somando também aqueles com diplomas do país, já são 8.316 brasileiros no programa, o que representa 45,6% do total. No estado do Maranhão, 716 médicos já atuam pelo Mais Médicos.

A prioridade da pasta é ampliar a participação nacional, tornando a iniciativa mais independente e garantindo atendimento médico à população. O número de médicos brasileiros participantes do Programa Mais Médicos aumentou 44% em menos de um ano. “Este momento é importante para o Brasil e para os brasileiros. Estamos avançando e tenho certeza que vamos oferecer mais qualidade na saúde e na atenção básica com a participação desses novos profissionais no programa Mais Médicos”, ressaltou o ministro da Saúde, Ricardo Barros. 

Essa é a segunda fase do edital. A primeira foi voltada exclusivamente aos médicos brasileiros formados no país. Esses novos profissionais iniciam as atividades em Unidades Básicas de Saúde a partir da próxima segunda-feira em cerca de 800 municípios de 25 estados e Distrito Federal, além de 8 DSEIs. Juntos, eles devem cobrir região com 4,8 milhões de pessoas. Ao todo, foram 1.985 inscritos, mais de um candidato por vaga. 

Durante o mês de setembro, os novos médicos passaram pelo módulo de acolhimento realizado em Brasília (DF). Os profissionais participaram de oficinas educacionais sobre temas diversos, como legislação referente ao Sistema Único de Saúde (SUS), protocolos clínicos de atendimento do SUS, língua portuguesa e código de ética médica. Por fim, os intercambistas realizaram uma avaliação de conhecimento, necessária para a aprovação do profissional participante.   

AVANÇOS – A atual gestão do Ministério da Saúde conseguiu avanços significativos para o Mais Médicos. Uma delas foi a renovação por mais três anos do programa. Além disso, a pasta conseguiu reajustar o valor da bolsa anualmente aos médicos participantes, e concedeu, também, um acréscimo de 10% nos auxílios moradia e alimentação de profissionais alocados em distritos indígenas, que passou de R$ 2.500 mensais para R$ 2.750. Recentemente, neste mês, o Ministério da Saúde por meio de portaria reajustou também em 10% o valor máximo e mínimo (varia conforme a localidade) repassados pelos municípios aos participantes para custeio de moradia e alimentação.

Criado em 2013, o Programa Mais Médicos ampliou à assistência na Atenção Básica fixando médicos nas regiões com carência de profissionais. O programa conta com 18.240 vagas em mais de 4 mil municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), levando assistência para cerca de 63 milhões de brasileiros.

Do total de médicos participantes, 47,1% são profissionais da cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), 45,6% brasileiros formados no Brasil ou no exterior e 4,16% são intercambistas estrangeiros. As demais vagas serão abertas para reposição. 

Desde novembro de 2016, o Ministério da Saúde está abrindo oportunidades para a substituição de médicos da cooperação com a OPAS. Foi feito um levantamento para ver quais cidades atendidas por profissionais cubanos poderiam atrair brasileiros. A expectativa é realizar quatro mil substituições em três anos, tornando a iniciativa mais autossuficiente. Até o momento, mais de 1.000 postos foram substituídos por brasileiros.

 

Estado

Município

Vagas

MA

AGUA DOCE DO MARANHAO

1

MA

ALTAMIRA DO MARANHAO

1

MA

ANAJATUBA

1

MA

ARAME

1

MA

BALSAS

4

MA

BURITICUPU

1

MA

CANTANHEDE

2

MA

CENTRO NOVO DO MARANHAO

1

MA

CHAPADINHA

2

MA

CODO

1

MA

CURURUPU

4

MA

DUQUE BACELAR

1

MA

ESTREITO

3

MA

FORMOSA DA SERRA NEGRA

1

MA

MIRINZAL

1

MA

NOVA COLINAS

1

MA

OLINDA NOVA DO MARANHAO

1

MA

PEDRO DO ROSARIO

1

MA

PORTO FRANCO

1

MA

PRESIDENTE MEDICI

1

MA

RIACHAO

1

MA

ROSARIO

1

MA

SANTA HELENA

1

MA

SANTA QUITERIA DO MARANHAO

1

MA

SAO BENTO

2

MA

SAO PEDRO DOS CRENTES

1

MA

SERRANO DO MARANHAO

1

MA

TIMBIRAS

2

MA

TUNTUM

1

MA

VIANA

2

MA

VILA NOVA DOS MARTIRIOS

1

Por Victor Maciel, da Agência Saúde 

EM CODÓ – Filho luta por transporte e dinheiro do TFD para cuidar da mãe com câncer em São Luís

Dona Francisca Ferreira da Silva iniciou sessões de quimioterapia contra um câncer no útero dia 07 de junho deste ano em São Luís, o que tem só aliviado suas dores.

“Eu sinto dor nessa perna todinha e aqui no pé da barriga”, reclama ela deitada numa rede o dia todo.

Debilitada, não anda mais. É o filho, Antonio Filho da Silva,  quem tenta mantê-la na luta contra a doença. Desempregado, tem buscado a ajuda do Programa Tratamento Fora de Domicílio na Prefeitura de Codó, mas nunca recebeu R$ 1 centavo apesar de já ter protocolado  pedido, conforme lembra ha 2 meses.

 “Eu disse – olha gente vocês têm que me ajudar, o TFD eles não deram R$ 1 pra ela merenda e disse que num ia dá e agora nem o carro da prefeitura disse que não ia mais levar, se eu quisesse que eu me virasse. Eu disse que o dinheiro dela não dá pra comprar um remédio, não dá pra comprar nem o de comer pra ela comer, tem que pagar luz e água e o remédio, tem uma receita de R$ 135,00, a receita taí, e eles não querem dá nada, nenhuma centavo’, disse em entrevista a TV Mirante

Dona Francisca é aposentada, mas por causa dos exames e das viagens comprometeu sua renda ao extremo fazendo empréstimos. Hoje a casa com 7 pessoas, incluindo 3 crianças, vive com R$ 449,00.

Carro da prefeitura conseguiu 7 vezes pra leva-la à São Luís às sessões de quimioterapia, para traze-la apenas 1 vez.

 “VAI MAIS NÃO VOLTA? Não…E AÍ COMO É QUE VOCÊS FAZEM? Nós paga pra poder vim…ISSO É RUIM? É…A SENHORA SÓ TEM O DINHEIRO DA APOSENTADORIA? Eu, só”, respondeu dona Francisca

URGENTE

Agora, mais um problema. Ela tem sessão de quimioterapia marcada para 13 de outubro. Antonio foi atrás de transporte do município e se desesperou com o que ouviu.

“Não tem carro, disse que no HGM só tem um carro e que esse carro já tá compromissado que se sair e de repente passa uma pessoa mal lá, aí – não, o carro vai ter que levar – aí já tá compromissada com ela não pode mais levar ela, só se aparecer outra pessoa, tiver doente”, descreveu com pesar

O QUE DIZ O GOVERNO

Na Secretaria de Saúde, a responsável pelo Programa Tratamento Fora de Domicílio, não quis gravar entrevista mas prestou algumas informações.

Disse que o dinheiro nunca saiu porque o filho da paciente  fez, realmente, um pedido em maio deste ano mas só agora trouxe a documentação necessária. Quanto ao transporte urgente para levar a idosa à São Luís dia 13 apresentou outros argumentos.

Por conta da apresentação da documentação bem recente dona Francisca, segundo a coordenadora do TFD, já está na lista de pagamento que sairá nesta ou na outra semana. Sua primeira ajuda de custo será de R$ 370 por causa do acompanhante e não há retroativo previsto.

Rosuelma Neres disse que quando o município libera o dinheiro conta com o fato de que o paciente poderá custear o próprio transporte, mas, neste caso, Antonio, o filho, poderá ir à prefeitura para requerer a ida da mãe à São Luís,  responsabilizando-se pelo retorno.

Na mesma lista de dona Francisca existem, com pagamento autorizado, 56 codoenses, num total de R$ 13.080,00 a serem liberados pelas finanças da Prefeitura.

Outubro terá bandeira tarifária vermelha no patamar 2

A bandeira tarifária para o mês de outubro de 2017 será vermelha (patamar 2), com custo de R$ 3,50 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. É a primeira vez que o patamar 2 é acionado – desde que a bandeira vermelha passou a contar com as duas graduações, em janeiro de 2016.

Segundo o relatório do Programa Mensal de Operação (PMO) do Operador Nacional do Sistema (ONS), o valor da usina térmica mais cara em operação é de 698,14 R$/MWh, da UTE Sepé Tiaraju (RS).

A situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas alcançou níveis preocupantes e, ainda que não haja risco de desabastecimento de energia elétrica, é preciso reforçar as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício.

As bandeiras tarifárias variam exatamente para dar esse sinal aos consumidores. O patamar 2 indica a necessidade de operar usinas térmicas mais caras para compensar a geração hidráulica inibida pela falta de chuvas.

Criado pela ANEEL, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.
Dicas de Economia

Chuveiro elétrico

  • Tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos
  • Selecionar a temperatura morna no verão
  • Verificar as potências no seu chuveiro e calcular o seu consumo

Ar condicionado

  • Não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado
  • Manter os filtros limpos
  • Diminuir ao máximo o tempo de utilização do aparelho de ar condicionado
  • Colocar cortinas nas janelas que recebem sol direto

Geladeira

  • Só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário
  • Regular a temperatura interna de acordo com o manual de instruções
  • Nunca colocar alimentos quentes dentro da geladeira
  • Deixar espaço para ventilação na parte de trás da geladeira e não utilizá-la para secar panos
  • Não forrar as prateleiras
  • Descongelar a geladeira e verificar as borrachas de vedação regularmente

Iluminação

  • Utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas e apagar a luz ao sair de um cômodo; pintar o ambiente com cores claras

Ferro de passar

  • Juntar roupas para passar de uma só vez
  • Separar as roupas por tipo e começar por aquelas que exigem menor temperatura
  • Nunca deixe o ferro ligado enquanto faz outra coisa

Aparelhos em stand-by

  • Retirar os aparelhos da tomada quando possível ou durante longas ausências
  • Confira aqui mais dicas de economia de energia

Saúde do Maranhão ampliará rede em 1499 leitos até 2018

A ampliação dos leitos de internação na rede estadual de saúde, iniciada em 2015, até julho deste ano, já garantiu a oferta na rede de atendimento de 502 novos leitos. Até o final do ano, mais 393 novos leitos estarão à disposição da população maranhense. Com a execução da política de saúde na expansão da rede, o cidadão contará, no total, até 2018, com a criação de 1.499 leitos de internação em várias regiões do estado.

Para este ano, o Governo do Estado prevê a entrega dos hospitais de Alto Alegre do Pindaré, Balsas, Carutapera, Turiaçu, Amapá do Maranhão, Cajari, Junco do Maranhão, Presidente Medici, o Hospital de Traumatologia e Ortopedia (HTO) e o Centro Odontológico de Crianças e Adultos – o Sorrir, ambos em São Luís, a Maternidade de Colinas, que vai fortalecer o atendimento ao cidadão com mais 393 leitos de internação.

“Até 2018, a gente terá criado 1.499 leitos de internação no Estado. Isso vai dar conta do nosso déficit histórico. Na verdade, a gente se pergunta onde estavam essas pessoas no interior do estado, já que eles só tinham como ponto de acesso, basicamente os socorrões, em São Luís. A gente pode dizer que estas pessoas estavam simplesmente morrendo no interior do estado, porque não conseguiam acessar os serviços”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Para o deputado estadual Marco Aurélio, foram muitas ações planejadas e cumpridas pelo Governo do Estado, entre elas, o crescimento da oferta dos leitos de internação, em várias regiões do Estado.

“Se aumenta o número de leitos, em quase 900 até o final deste ano, é uma oportunidade de salvar vidas que antes não se tinha”, disse o deputado, esta semana, durante a apresentação do secretário Carlos Lula sobre o Relatório Quadrimestral de Execução Orçamentária da Saúde, na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Em 2018, novas unidades de saúde atenderão à população em Chapadinha, Governador Nunes Freire, Lago da Pedra, Santa Luzia do Paruá, Timon e Viana, o Hospital do Servidor, em São Luís, e em mais 11 municípios maranhenses, assim como com a conclusão da ampliação da Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão, totalizando mais 544 leitos de internação.

“A gente abre o Hospital de Balsas em quinze dias, abre o Hospital de Traumatologia e Ortopedia em 30 dias, e o Sorrir em 45 dias, e mostra que a gente pode fazer uma saúde de excelente qualidade”, disparou o secretário Carlos Lula.

Na Região Tocantina, 43 municípios das regionais de Imperatriz, Barra do Corda, Açailândia e Balsas tem como referência Hospital Macrorregional Drª Ruth Noleto, em Imperatriz. Inaugurado há um ano, uma restruturação nos serviços oferecidos na unidade foi implantada para atender a vocação da região, a partir do diálogo com os gestores municipais.

“Com a implantação do Hospital Macrorregional de Imperatriz, o ganho para região foi muito significativo. O hospital tem atendido as necessidades apontadas pela região, como o que ocorreu com o mutirão de cirurgias, por conta da demanda reprimida. Agora, o hospital passa por uma redefinição de perfil assistencial, atendendo o que o município aponta como real necessidade para a população”, disse a gestora regional de saúde de Imperatriz, Antônia Iracilda Silva Viana.

Na região Sul do Maranhão, a população de 246 mil habitantes da regional de Balsas será assistida pelo Hospital Regional. O hospital dispõe de 4 mil m² e será referência na média e alta complexidade. A capacidade é para 50 leitos, inclusive com Unidade de Terapia Intensiva (UTI). As obras, no valor de R$ 14.222.666,53 reais, estão sendo financiadas com recursos do BNDES.

“O modelo de funcionamento do hospital foi escolhido pela CIR, que funcionará parte dele como clínica médica e a outra parte como maternidade, tendo a previsão de 300 partos por mês. Não é a aquisição de um hospital, é a realização de um sonho, superando o vazio assistencial da nossa região”, pontuou o gestor regional de saúde de Balsas, Eliabe Wanderley da Silva.

Mais equipamentos da Saúde 

Quatro centros de nefrologia funcionarão ainda em 2017. Os centros funcionarão nas cidades de São Luís, São José de Ribamar, Coroatá e Pinheiro. Os pacientes contarão com 160 máquinas nos quatro centros. Em 2018, mais 120 máquinas em funcionamento, quando o Governo concluirá as obras dos centros em Chapadinha, Imperatriz e Santa Inês, totalizando 280 máquinas a mais na rede de atendimento.

CAF 

“O estado do Maranhão terá, pela primeira vez, uma Central de Armazenamento Farmacêutico (CAF). O atendimento das demandas de medicamentos da rede de saúde estadual será mais eficiente. Idealizada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), a CAF funcionará em São Luís e será gerenciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).”

SECAP

Em protesto agente de endemia vai trabalhar de bermuda e de `japonesa`

Revoltado com a falta de fardamento o agente de endemia, Erones Oliveira, que é representante sindical nesta região da categoria, apareceu ontem, 22, no trabalho de forma bem ‘relex’.

Erones trabalhando ontem, 22 de agosto

De bermuda e de ‘japonesa’ como mostra a fotografia enviada ao blogdoacelio.

Em contato conosco, Erones explicou que não tem mais como usar suas roupas no serviço. No dia anterior disse que recebeu reclamação na Secretaria de Saúde quanto à um tênis que estava com a parte da frente rasgada, foi então que, no dia seguinte, apareceu de bermuda e chinela rasteira.

Hoje é possível que outros agentes façam adesão ao movimento, afinal o problema de Erones não é só dele, é de todos.

Arrenda-se o prédio da ULTRA Clínica em Codó

Se você está precisando de um prédio moderno e amplo para montar serviços de saúde e já contar com equipamentos que podem lhe ajudar no trabalho a ser desenvolvido chegou a oportunidade que você tanto esperava.

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ARRENDA-SE prédio da Ultra Clínica