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Bolsa Escola injeta R$ 4 milhões nas cidades maranhenses de menor IDH

“Sou credenciado ao Bolsa Escola desde o ano passado, e desde então as vendas melhoraram”, disse Alacide Lopes de Melo, lojista de Governador Newton Bello, uma das 30 cidades com menor desenvolvimento humano (IDH) do Maranhão, beneficiadas com investimentos de R$ 4 milhões do Programa Bolsa Escola. Segundo comerciantes, o programa que transfere renda para a compra de material escolar tem ajudado a movimentar a economia dessas cidades.

Para a promover o Bolsa Escola em todo o estado, o Governo do Maranhão aplicou o total de R$ 59,2 milhões, aquecendo as vendas de 1.413 estabelecimentos habilitados para a comercialização de material escolar aos beneficiários do programa. São 843 comércios a mais que no ano passado, representando um aumento de 69% à rede credenciada. O valor do benefício também aumentou em 12,5%, passando a custar R$ 51 por criança atendida.

Para seu Alacide, o reajuste do Bolsa Escola ajudou a manter as vendas aquecidas durante a crise. “Apesar da inflação ter subido, aumentou o crédito do cartão, o que nos ajudou. Acho que, esse ano, o lucro vai ser igual ao do ano passado”, falou o proprietário da Loja Fortaleza, em funcionamento há mais de 10 anos no município.

Somente para Governador Newton Bello, o Governo do Maranhão destinou R$ 123.165,00, beneficiando aproximadamente 2.500 crianças. “É uma ajuda boa para as famílias, o pessoal gosta muito dessa ajuda do governo do estado”, concluiu Alacide, que além de material escolar, comercializa roupas e calçados na sua loja.

Melhoria nas vendas

Em São João do Sóter, o aporte financeiro do Bolsa Família foi de R$ 22.116,00, em benefício a mais de 4 mil alunos. Para Francisco de Paiva Sousa, proprietário do Comercial K e K, o programa representou um aumento de 70% nas vendas, só no ano passado.

“Melhorou muito porque uma coisa puxa a outra. Além do material escolar, o pessoal aproveita e olha os outros produtos que não podem comprar com o cartão. O cliente pode até não ter dinheiro na hora, mas volta e faz a compra por fora”, afirmou Francisco, que também vende produtos de beleza.

Aumento da concorrência

A melhoria nas vendas também foi notória em Itaipava do Grajaú, aumentando a busca de comércios para credenciamento no Bolsa Escola. Segundo Bejoci Costa Sobrinho, gerente da Papelaria Fácil, credenciada ao programa desde o ano passado, a concorrência aumentou este ano. “Ano passado eu estava praticamente só em Itaipava, só tinha uma pessoa comigo vendendo. Hoje estou concorrendo com três [comércios]”, afirmou.

Para Bejoci, a busca por credenciamento é reflexo do sucesso do Bolsa Escola. “Na situação que as empresas vivem hoje, isso aí foi muito bom, esse programa do governo. Também incentiva às crianças irem para a escola, com a compra do material escolar”, disse ele. Somente em Itaipava do Grajaú, o programa injetou de R$ 156.213,00, auxiliando mais de 3 mil beneficiários.

As cidades com menor IDH, são: Pedro do Rosário, Fernando Falcão, Marajá do Sena, Jenipapo dos Vieiras, Satubinha, Água Doce do Maranhão, Lagoa Grande do Maranhão, São João do Carú, Santana do Maranhão, Arame, Belágua, Conceição do Lago-Açu, Primeira Cruz, Aldeias Altas, São Raimundo do Doca Bezerra, São Roberto, São João do Sóter, Centro Novo do Maranhão, Brejo de Areia, Serrano do Maranhão, Amapá do Maranhão, Araioses, Governador Newton Bello, Cajari, Santa Filomena do Maranhão, Milagres do Maranhão, São Francisco do Maranhão, Afonso Cunha, Itaipava do Grajaú e Santo Amaro do Maranhão.

Por Carol Mello/Secap

Posto de Saúde do Barracão está há mais de 1 ano abandonado

O posto de saúde do povoado Barracão foi inaugurado em meados da década de 1990, quando do primeiro governo de Biné Figueiredo. É para onde se dirigiam  lavradores de mais de 10 povoados desta região quando algum problema de saúde acontecia. Apesar de funcionar precariamente, eles pouco tinham a reclamar.

Antes de fechar as portas o posto funcionava a semana toda. De acordo com os moradores, o médico ia ao local a partir de terça e só ia embora na sexta-feira. Dava para resolver muitas doenças e até algumas emergências, mas tudo isso acabou há mais de 1 ano.

Era dona Maria José Martins Araújo de Sousa quem cozinhava para a equipe médica toda semana. Atualmente, alimenta apenas a esperança de ver o posto tornar a funcionar.

 “Tenho vontade sim, porque as pessoas ficam atendido mais perto, não precisa mais correr mais pro 17, pro Codó e assim fica melhor…ACREDITO QUE VINHA MUITA GENTE PRA CÁ, EIRA, SÃO BENEDITO? Aqui, ao redor vinha todo mundo pra cá, aqui tinha muito movimento de gente”, disse a lavradora cozinheira que mora, praticamente, nos fundos do prédio em reforma.

SEM EMERGÊNCIA CARDÍACA

Ficou mais complicado para seu Almir Francisco Silva num caso de emergência. Ele tem doença cardíaca e não ver a hora da reforma do prédio, também iniciada quando o atendimento parou, terminar.

“Por exemplo, eu que sou cardíaco toda hora estou precisando, nem médico, nem posto, nem dada (…) vamos rezar pra ver se vem um médico praí o mais rápido possível, que abra o posto …TERMINE A OBRA? Tem uma obra que tá sem terminar que tá com mais de ano moço”, lamentou respondendo.

Neste longo tempo, todos, a exemplo de Cleonice  Moura Costa e seus 5 filhos, se veem numa situação bem difícil. Quando tem dinheiro não tem carro pra cidade, quando tem carro as vezes não tem como pagar a viagem.

“ As vezes tem transporte mas não tem, as vezes, o dinheiro pra pagar passagem, né, e assim fica difícil…E AQUI RESOLVIA? É, porque aqui tem muito morador, né, criança, adulto, a gente quer se consultar não tem um médico…QUANTO TEMPO FECHADO? Meu irmão, na minha base acho que tem uns dois anos”

Nenhuma previsão foi dada aos moradores de Barracão, mas eles, também,  nunca desistiram de esperar.

 “ah, mas com certeza, faz falta não só pra mim como pra todos, questão da saúde é o que tá fazendo falta pra nós hoje é a questão da saúde (…) é isso que nós precisamos aqui dentro, não só aqui como em todo lugar”, disse Tomé de Oliveira

A SECRETÁRIA FALOU

A nova secretária de Saúde, Aurilívia Barros, explicou que pretende num prazo de, no máximo, 20 dias, mandar equipe médica para atender em algum local improvisado de Barracão ou noutro povoado próximo.

Não será no posto mostrado na reportagem porque segundo a secretária a prefeitura está num embate jurídico com o dono do povoado que havia permitido a ampliação do prédio, doando mais terreno ao município, e, depois, voltou atrás negando o pedaço de terra. Até que a Justiça se pronuncie a respeito, a obra não poderá ser concluída.

UPA de Codó ainda definirá se vai funcionar com menos médicos em 2017

O Ministério da Saúde anunciou, na quinta-feira (29), que vai reduzir as exigências mínimas para funcionamento das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). De acordo com a nova regra, o número mínimo de médicos para cada unidade passa a ser dois. Antes, a exigência era de no mínimo quatro por unidade.

Onde a UPA é dirigida pelo município, o que não é o caso de Codó onde a gerência é do Governo do Estado,  ficará a cargo dos prefeitos decidirem quantos profissionais atenderão em cada Unidade de Pronto Atendimento.

Frente da UPA de Codó

O ministério também anunciou que  vai flexibilizar as exigências mínimas de equipamentos necessários para o funcionamento das UPAs: a partir da nova resolução, equipamentos de laboratório e máquinas de raio-x poderão ser compartilhados entre unidades de saúde locais.

O problema está na falta de dinheiro.  Em nível de Brasil, 165 UPAs estão fechadas atualmente porque os municípios não conseguem custear exigências mínimas necessárias. Além disso, há cerca de 275 em construção. O objetivo da nova regra seria colocar essas unidades em funcionamento, ainda que reduzindo o padrão antes exigido.

Atualmente, há três tipos de UPA: o tipo 1, que conta com quatro médicos e atende cerca de 4.500 pacientes, o tipo 2, que conta com seis médicos e atende 7.500 pacientes e o tipo 3, com nove médicos e que atende 13.500 pacientes. Com a flexibilização, os municípios terão acesso a 8 tipos de UPA, sendo que o tipo 1 atenderia o mínimo de 2.500 pacientes.

O CASO DE CODÓ

A UPA de Codó é a do tipo 2, com 4 médicos nos consultórios e 1 nas salas Amarela e Vermelha (emergência).

Ouvindo o diretor Antonio Braúna sobre o assunto na manhã de ontem, 30, ele preferiu aguardar um posicionamento do governo do Estado para poder se pronunciar a respeito de com quantos médicos passará a atender quando a nova regra passar a vigorar.

Braúna descartou a ideia de que a UPA possa vir a ser administrada pela Prefeitura de Codó. Um dos motivos que o diretor apresentou foi a falta de recursos municipais que suportem o custo da Unidade que demanda verba da ordem de R$ 1.200.000,00 por mês para funcionar.

Vale ressaltar que a UPA foi a socorrista amiga  preferida do HGM, principalmente, nos últimos dois anos (diversas vezes mandou até caixa de luvas para o amigo lascado).

SAÚDE – Postos fecharam hoje e funcionários garantem que voltam na segunda-feira

Os postos de saúde de Codó funcionaram somente até às 13h desta sexta-feira, 30. Visitamos alguns hoje pela manhã e fomos informados de que todos reabrirão somente na segunda-feira, 2 de janeiro de 2017.

Imagem interna do CAM hoje pela manhã

MUDANÇAS DE FUNCIONÁRIOS

Quando questionamos sobre quem aparecerá para trabalhar na segunda-feira, 2, todos foram unânimes ao  explicar que como o novo governo (de Francisco0 Nagib) ainda não disse nada a respeito do funcionalismo, todos aparecerão para trabalhar no primeiro dia útil de 2017,  a partir das 7h da manhã.

UNICEF premia Zito Rolim por promover avanços nos indicadores sociais de Codó

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) realizou no dia 2 de dezembro, em São Luís, a cerimônia de premiação de 42 municípios reconhecidos por promover avanços em indicadores sociais no Estado.

Nagib, Zito e Ricardo Torres em São Luís

Nagib, Zito e Ricardo Torres em São Luís

O prefeito Zito Rolim, de Codó, foi um dos agraciados com a premiação e esteve acompanhado do novo prefeito da cidade, Francisco Nagib, e do vice-prefeito, Ricardo Torres.

A premiação foi a  última das nove cerimônias estaduais de certificação dos municípios que chegaram até a etapa final na 2ª edição do Selo UNICEF Município Aprovado na Amazônia.

Em 2013, 611 cidades da Amazônia Legal aceitaram o convite para participar da segunda edição. 

O evento contou também  com as presenças do governador Flávio Dino; do representante do UNICEF no Brasil, Gary Stahl e da coordenadora do UNICEF em São Luis, Eliana Almeida; da coordenadora do escritório do UNICEF em São Luís, Eliana Almeida; prefeitos, secretários estaduais e municipais, conselheiros de direitos e adolescentes.

Núcleo de Educação em Saúde realiza blitz contra o Aedes Aegypti

O Núcleo de Educação em Saúde de Codó foi para as ruas do centro da cidade na manhã desta sexta-feira, 2, para abordar  motoristas e motociclistas, alertando-os contra os perigos proporcionados pelo mosquito Aedes Aegypti, segundo explicou a integrante Marielza Macedo.

Núcleo de Educação em Saúde de Codó

Núcleo de Educação em Saúde de Codó

 “Aqui em Codó nós queremos adotar todos os dias sem mosquito, por isso nós estamos fazendo essa blitz educativa para sensibilizar nossa população para que entre conosco nessa guerra (…) precisamos muito da nossa população porque o período chuvoso tá chegando e o perigo mora aí”

Gilvan Barbosa Costa destacou  que a mensagem foi passada por meio de folhetos explicativos.

 “Esperamos que elas possam , realmente, lê-los, para que venham através desse folheto ver a possibilidade de combate à este mosquito, porque nós temos várias maneiras de combater aqui nesse folheto. E que eles possam se sensibilizar e, realmente, participar da campanha, porque sem a participação da comunidade, em geral nós não vamos poder combater”, justificou

Muitos pararam para receber o material, mas já se mostravam bem atentos à como se prevenir do mosquito. Um desses exemplos foi padre Lucas Vilela que conversou com a gente ao passar pela blitz.

 “O morador deve tomar conta, ter cuidado do seu lixo, sobretudo aquele lixo que acumula água até mesmo nas suas plantinhas em casa, é necessário esse cuidado. Trocar, constantemente, para não deixar  o mosquito lá desovar”

Não há notícia do aparecimento de casos da doença neste período, mas espera-se que isso ocorra quando as chuvas chegarem por isso o Núcleo de Educação em Saúde já tem planejamento para trabalhar as conscientização dos codoenses neste combate, inclusive nas escolas segundo Romário Reis, dentista que também integra o Núcleo de Educação em Saúde.

“Hoje nós estamos aqui, mas também nós vamos pras escolas, pra onde for necessário , nas praças, pras entidades da nossa cidade, onde as pessoas nos solicitam nós estamos indo fazendo esse trabalho de conscientização que vai depender, como eu falei, de cada um, de cada indivíduo cuidar da sua saúde, em primeiro lugar”, explicou o jovem

PRONTUÁRIO ELETRÔNICO começa a ser implantado em Codó

Com a finalidade de facilitar o atendimento aos usuário do Sistema Único de Saúde-SUS, o Ministério da Saúde estabeleceu que até o dia 10 de Dezembro de 2016, todos os municípios brasileiros deverão implantar o PRONTUÁRIO ELETRÔNICO, que é um sistema onde agentes municipais de saúde, enfermeiros e médicos irão lançar todos os dados pertinentes aos pacientes no ato do atendimento médico,para que essas pessoas possam ter um histórico completo de suas patologias e sintomatologias.

Diciocleide Almeida

Diocicleide Almeida na implantação

Com o PRONTUÁRIO ELETRÔNICO instalado em seu computador, o Médico, de posse das informações do paciente, as lançará através do Sistema, conectado ao Ministério da Saúde, o qual gerará a produção ambulatorial de cada Unidade Básica de Saúde em todo o País.


Segundo a Coordenadora do Núcleo de Controle, Avaliação e Auditoria da Secretaria Municipal de Saúde de Codó, Diocicleide Almeida, as Unidades Básicas de Saúde Sebastião Reis e Vila Camilo na zona urbana da cidade, já estão utilizando a CDS, que é a coleta de dados simplificada a qual migra para o PRONTUÁRIO ELETRÔNICO.

Fotos de Messias Markejane

Fotos de Messias Markejane

“Todos os municípios do País deverão entrar numa corrida contra o tempo para implantar o sistema, e assim evitarem a perda de recursos financeiros, como já foi noticiado na imprensa a nível nacional”. Conluio a auditora da saúde do município de Codó/MA, Diocicleide Almeida.


É o Governo Cuidando da Nossa Gente em mais uma ação social em prol da polução codoense.

Por Messias Markejane

Hospital de Timbiras receberá doação de sangue dia 17 de novembro

Ajude a salvar vidas. Dia 17 de novembro, DAS 8H ÁS 17H,  você poderá fazer um grande gesto de respeito ao seu semelhante participando da campanha de doação de sangue promovida pelo HOSPITAL GERAL DE TIMBIRAS.

Secretário diz que Maranhão deixou de receber R$ 8 bilhões pra Saúde

Uma delegação formada por gestores da Secretaria de Estado da Saúde (SES), deputados federais e estaduais esteve na noite desta terça-feira (9) com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, em Brasília. Durante o encontro, o secretário da Saúde do Governo do Maranhão, Carlos Lula, apresentou um estudo apontando que o estado deixou de receber R$ 8 bilhões desde que foi implementado o Sistema Único de Saúde (SUS).

Comitiva da Saúde em Brasília

Comitiva da Saúde em Brasília

A dívida se deve ao subfinanciamento do repasse federal ao estado. Isso porque o Maranhão é o estado que recebe o menor valor per capita do governo federal para a área da Saúde. “Enquanto a União repassa R$ 159,05 por habitante ao Maranhão, no vizinho Piauí, para termos uma ideia, cada habitante recebe R$ 230,65 em serviços de saúde”, explica o secretário Carlos Lula. “Estamos R$ 45,06 abaixo da média nacional de investimento federal em saúde”. Lula lembrou que o art. 35 da Lei do SUS estabelece critérios para os repasses a estados, que não estão sendo cumpridos.

A comitiva presente à reunião contou com os deputados federais Juscelino Filho (DEM), Waldir Maranhão (PP) e Weverton Rocha (PDT); os deputados estaduais Antonio Pereira (DEM), Levy Pontes (SDD) e Stênio Rezende (DEM). Também participaram do encontro as secretárias de Saúde de São Luís, Helena Dualibe, e de Paço do Lumiar, Aíla Freitas, além do secretário de Caxias, Vinicius Araújo.

União inédita em favor do Maranhão

“Temos um momento inédito de união de prefeituras, estado e toda a bancada federal em favor da Saúde”, afirmou a secretária de São Luís. “Todos aqui sabem que o que precisamos é do apoio federal para fazer a medicina que sabemos”, afirmou Helena Dualibe.

O deputado Antônio Pereira destacou que o Maranhão já fez a lição de casa, com a regionalização do atendimento, agora falta o aumento de repasses pelo governo federal. “Atualmente, os menores estão sendo penalizados”, afirmou. Nos últimos 18 meses, foram inaugurados seis hospitais regionais, que garantem atendimento a mais da metade da população maranhense.

O ministro demonstrou simpatia à proposta. “Quando fui relator do Orçamento, no ano passado, aceitei uma emenda que justamente visava o aumento dos recursos para a Saúde do Maranhão”, afirmou, durante o encontro.

Por Daniel Merli – SECAP

Combate ao Aedes Aegypti continua intenso dentro de Codó

Continua o trabalho intensivo dos agentes de endemias no município de Codó/MA, combatendo focos e criadouros do tão temido Aedes Aegypti. Além do carro fumacê que já vem percorrendo e borrifando os locais de maior vulnerabilidade, as equipes tem se deslocado com frequência aos logradouros e efetuado o trabalho de identificação, orientação e combate mosquito.

Secretária de Saúde Larissa Barros (foto Messias Markejane)

Secretária de Saúde Larissa Barros (foto Messias Markejane)

Em relação aos demais municípios maranhenses, Codó continua em situação confortável quanto ao número de casos de Dengue, Chikungunya e Zica Vírus e a Secretaria Municipal de Saúde só agradece a população que de forma consciente vem colaborando com o importante trabalho dos agentes de endemias.

Ascom/SAÚDE