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Secretaria informa que marcação de exames agora só nos postos de saúde

A Secretaria Municipal de Saúde de Codó informa que para maior comodidade dos usuários do SUS, a partir da presente data (15/01/2018) a marcação dos exames laboratoriais será feita nas Unidades Básicas de Saúde (Posto de Saúde) de sua referência.

Prefeitura de Codó – governo Mais Avanços, Mais Conquistas

Atenção

Documentos necessários: cartão do SUS e requisição de exames

Ascom – PMC

Secretário fala sobre cadeira de dentista que não funciona onde filho de Zito Rolim trabalha

Publicamos ontem, 8, uma reportagem mostrando o problema da falta de atendimento médico no posto de saúde do residencial Trizidela, abaixo o teor.

Cadeira com problema na placa no posto da Trizidela


Há menos de 70 metros do posto de saúde dona Marlúcia Sousa reclamou à nossa reportagem porque o neto, uma criança de cerca de 8 anos,  há vários dias vem sofrendo dor de dente e nada pode ser feito pertinho de casa, nem ao menos receber encaminhamento para o Centro de Especialidades Odontológicas que precisa sair do bairro onde a pessoa mora.

Ela reclamou da ausência do odontólogo nas vezes em que procurou atendimento pela manhã.

Porque eu to com uma criança aqui com dois dentes doendo direto e não tem como arrancar PORQUE não tem médico aí e a cadeira tá desmantelada e não é só com um mês não, tá bem com uns dois ou três meses (…) e não tem nem como pegar requisição com  médico, não tem médico aí”, afirmou

A principal reclamação dos moradores  desta área gira em torno da falta de atendimentos mais urgentes como obturações e extrações dentárias.

A PLACA DA CADEIRA

Segundo quem denuncia  há mais de um mês estes serviços não são prestados por causa de um problema na cadeira do dentista.

Dona Adelaide Salazar Costa, moradora da mesma rua do posto,  já cansou de esperar o conserto.

 “Fica difícil porque a gente tem que procurar outro posto de saúde, pra nós tudo aqui é mais difícil, GOSTARIA que tivesse mais coisa aqui pra nós, assim, tipo dentista…E O PROBLEMA É SIMPLES, É UMA CADEIRA? É uma cadeira, uma coisa tão fácil de resolver”, respondeu insatisfeita

O QUE DIZ O GOVERNO

A diretora do posto disse que um técnico da prefeitura já fez uma visita ao local e prometeu solucionar o problema que está apenas numa placa que inviabiliza todo o funcionamento da cadeira, mas isso ainda não tem data pra acontecer. Na expectativa da enfermeira isso deve acontecer ‘logo’.

Denise de Vasconcelos também falou sobre a reclamação da falta de dentista no posto do residencial Trizidela.

‘Não tá tendo atendimento médico, não é verdade, tá tendo. Dr. Wellington (Rolim) ele comparece de segunda a sexta-feira pela manhã, então os atendimentos que podem ser feitos sem a necessidade dessa placa ele está fazendo…SERIA O QUÊ? Seria orientações, pacientes que chegam com dor de dente ele passa a medicação, o tratamento e se o caso ele encaminha para o CEU, ele faz aplicação de flúor, as gestantes que nós atendemos ele avalia dá uma olhada, mas o problema, eles vieram, avaliaram e já está sendo solucionado”, explicou Denise


Hoje o secretário de saúde, Suelson Sales falou sobre o assunto em áudio enviado ao programa Cidade Notícias, da FCFM. Ouça como ele explicou-se sobre o caso.

Sindicância deve revelar que NÃO foi mesmo Guilhermo Quiroga o ortopedista da cirurgia errada no HGM

O médico ortopedista Guilhermo Quiroga fez ontem, 21, à tarde uma visita de cortesia à senhora Maria da Paz Souza, de 54 anos, cujo filho, Francinaldo Guilhon, de 24 anos, deu depoimento no Conselho Municipal de Saúde, dia 13 de dezembro, acusando o cirurgião-ortopedista de ter sido o responsável por uma cirurgia, realizada em 12/09/2017, no HGM, que teria deixado o braço da paciente em forma de ‘S’.

Guilhermo Quiroga visitou Maria da Paz Souza

A dona de casa se recupera bem de outra cirurgia, esta de reparação,  feita semana passada pelo ortopedista Francisco Duailibe.

O PERDÃO

Nós acompanhamos a visita de perto e ela ocorreu em clima de perdão, para ambas as partes. Já é certo que não foi Guilhermo Quiroga o médico que fez a cirurgia de Maria da Paz Souza em setembro, como afirmou-se na denúncia levada ao Conselho de Saúde.

A informação de que teria sido outro ortopedista nós, enquanto jornalista, ouvimos direto da coordenação do setor de ortopedia quando passamos a investigar o caso.

O  contato, segundo a coordenação de ortopedia por nós ouvida,  que Guilhermo Quiroga teve com a referida paciente não aconteceu no dia 12/09/2017 (quanto foi feita a cirurgia).

Somente em 24 de novembro, ele teria feito apenas a retirada do material usado na cirurgia. Quando o questionei sobre isso, disse que a retirada era necessária por duas razões – primeiro porque o braço estava quebrado de novo, segundo porque o material iria enrijecer o membro e, provavelmente, deixaria a mulher sem alguns movimentos da mão, por exemplo.

Maria da Paz Souza recupera-se bem da 2ª cirurgia

O inquérito administrativo aberto investiga agora o quanto esta ‘retirada’ pode ter contribuído para que o braço da paciente tenha ganho formato de ‘S’ (ou não)  e gerado toda a confusão com o nome de Quiroga, que, já é certo, não realizou a cirurgia.

“SÓ QUERO LIMPAR MEU NOME”

O boliviano tranquilizou o filho de dona Maria de que nada tem contra o rapaz,  afirmou, inclusive pedindo para ser gravado como prova, que não tomará nenhuma medida judicial contra ninguém daquela família moradora de uma casa humilde, construção de tijolos ainda sem reboco,  no final da rua Osmarino Medeiros, já em área do bairro Nova Jerusalém.

O médico achou melhor ir à casa porque  surgiu um boato, como contou-nos o próprio Francinaldo, de que Francinaldo seria processado por ter ido ao Conselho Municipal de Saúde para denunciar Quiroga.

O rapaz, de pouca fala e ainda um tanto quanto assustado com a repercussão do caso, também contou na presença de várias testemunhas (vizinhos que se aglomeraram para participar da conversa aberta) que fora instigado, induzido à ir ao Conselho  fazer aquele depoimento.

 Nomes foram evitados a pedido do próprio ortopedista que aparentou querer resolver tudo da melhor maneira possível.

O único pedido que o vi fazer, com maior veemência,  foi que parassem de usar o nome dele como se responsável fosse pela cirurgia que deixou o braço em forma de ‘S’. Fato que já está esclarecido, não foi Guilhermo Quiroga.

A SINDICÂNCIA

Apesar de sempre ter a certeza de que não fizera a operação, Guilhermo ainda tem um longo caminho a percorrer até o fim da sindicância que foi aberta a mando da Secretaria de Saúde, motivo pelo qual continua afastado de suas funções como ortopedista do HGM.

Nem mesmo ele sabe qual será o resultado do parecer técnico que está sendo elaborado para avaliar seu grau de culpa no caso de Maria da Paz Sousa.

Resultado este que também cobraremos e acompanharemos com a isenção que a denúncia requer.

REVIRAVOLTA – Guilhermo Quiroga pode está sendo injustiçado

Ao produzirmos a reportagem sobre o caso da mulher que ficou com o braço tipo “S’ após cirurgia no HGM saímos à procura do médico boliviano Guilhermo Cúellar Quiroga.

Médico Guillermo Quiroga

Estivemos, inclusive, em sua clínica particular onde uma atendente informou que estava viajando para Teresina – PI, fornecendo-nos dois números de celular para os quais ligamos e ouvimos a informação de que estava fora de área ou desligado.

À noite, por volta das 20h45min, Quiroga ligou justificando o fato de não poder ter-me atendido na clínica.

Disse que o que falaria ainda não era seu direito de resposta oficial, mas que podia adiantar, com toda certeza,  que não foi ele o ortopedista que operou a paciente sequelada com  braço torto.

Contou que foi apenas quem deu alta médica em setembro quando  ela foi operada por outro médico à quem não quis identificar, por enquanto, segundo o próprio.

Informou também que na semana passada voltou  a ter contato com a paciente que chegou com o braço quebrado, de novo, querendo engessá-lo. Diante do que viu, orientou uma internação para que a mulher passasse por uma nova cirurgia.

Ela se recusou a ser internada, prometeu voltar na sexta-feira (8 de dezembro) mas só foi mesmo no domingo à tarde.

“Sobre aquele fato, meu amigo, na hora certa,porque ainda tá no processo administrativo, né, mas o que eu posso te adiantar, eu não queria que tu tomasse isso como direito de resposta ainda, é de que eu não operei esta senhora, tem prontuário, tá sendo analisado tudo, eu não operei esta senhora, eu recebi ela (…) a família queria que eu botasse um gesso,na quinta-feira, 7, no ambulatório, mas eu disse – não, dona isso aqui quebrou de novo, não tem como botar um gesso, tem que operar de novo, só que ela disse que não queria operar, não tinha ido pronta pra ser internada pra operar.

“Mas não fomos nós que operamos não Acélio, tá, tem outra equipe que operou ela no HGM, aí meu nome ficou aí na ……., Mas a gente tá na chuva é pra se molhar, né”

“Eu atendi ela na quinta, pedi pra ela se internar ela não quis, disse que ia voltar na sexta pra ser internada pra gente fazer a cirurgia no sábado e o hospital tem todas as condições de fazer esta cirurgia, uma coisa que se faz todos os dias lá, só que ela foi aparecer no domingo, lá pra tarde pra ser internada, aí eu disse – não, minha irmã, então vamos internar, segunda-feira (11) vamos fazer os exames, nestes dias que se passaram o médico que operou essa senhora já olhou a senhora, não sei porque que não operou – mas é um procedimento que a gente faz, tranquilamente, no hospital, só que aí apareceu meu nome no meio da praia e aí…”

VAI PROVAR SUA INOCÊNCIA

Quiroga vai procurar o HGM nesta sexta-feira, 15,  para provar que  uma outra equipe  esteve com a mulher em setembro, operando-a.

Afirmou que seus plantões acontecem, há muito tempo, sempre na  quinta e na sexta-feira em Codó e 12 de setembro de 2017 (data do prontuário mostrada por Esther Moura à nossa reportagem) caiu numa terça-feira.

Informou ainda que deseja que a direção do hospital e a Secretaria de Saúde façam uma retração pública para limpar o nome dele uma vez que, repetiu, não foi ele quem fez a cirurgia alvo de toda esta polêmica.

“Vou pedir uma cópia do prontuário, vou protocolar no processo administrativo, vou mandar uma nota explicando de que tanto a prefeitura, quanto a diretiva do hospital têm que entrar com uma medida de erro, né, em relação ao meu nome (…) o que eu quero só é que limpem o meu nome, né”, frisou

BRAÇO DE ‘S’ – Erro em cirurgia ortopédica no HGM é denunciado ao Conselho Municipal de Saúde

O caso de Maria da Paz Souza, moradora da rua Osmarino Medeiros,  casa 263, foi denunciado ontem, 13, ao Conselho Municipal de Saúde por um parente cujo depoimento foi gravado em vídeo por um conselheiro.

Maria da Paz Souza, no leito 103 do HGM espera nova cirurgia

Dona Maria foi mostrada numa foto onde aparece com seu braço em forma ‘S’ após uma cirurgia ortopédica mal sucedida feita no Hospital Geral Municipal, segundo o denunciante pelo ortopedista Dr. Guilhermo.

“Ela foi operada e foi fazer a segunda operação. Tá com uns 3 dias lá pra ser operada e até hoje nada…NO HGM? No HGM”, diz o rapaz  na hora em que explanava a situação  aos conselheiros.

Após este momento a conselheira Célia Costa dá maiores detalhes do que teria ocorrido, no vídeo.

 “Ela já foi feita uma cirurgia, a cirurgia deu errada, o braço dela tá um “S”, então o ortopedista mandou ela ir, disse que ia fazer a cirurgia e não foi, ela teve alta, ela voltou de novo pro hospital e ela tá lá sentindo muitas dores, tá bem aqui a foto, tá lá sentindo muitas dores”, reforça

Segue o diálogo:

QUAL É O MÉDICO QUE FEZ? Pergunta um conselheiro…OUTRO REPETE – QUAL É O MÉDICO QUE ACOMPANHA ELA? Dr. Guilhermo, responde o rapaz acompanhado por uma voz feminina que repete – Dr. Guilhermo Quiroga.

UM CONSELHEIRO PERGUNTA – MAS ELE FEZ A CIRURGIA QUANTAS VEZES NO BRAÇO DELA, A PRIMEIRA VEZ DEU ERRADA E…? A primeira vez que ele fez deu errada (responde seguindo a falar com som ruim de ouvir)

Depois fica claro que a primeira cirurgia foi feita há cerca de 3 meses, esperou-se a cicatrização e agora a mulher, sentindo fortes dores, voltou para reparar o erro e não está conseguindo, pelo que denunciou o parente aos conselheiros municipais da saúde.

O Conselho pretende formalizar a denúncia ainda hoje às autoridades compententes e fará uma Comissão que visitará o médico ortopedista Francisco Duailibe para ouvi-lo, profissionalmente, sobre, entre outras coisas, se algo ainda pode ser feito para tirar a forma de ‘S’ deixada no braço de Maria da Paz.

Os conselheiros não deixaram claro o que pretendem fazer  a respeito do ortopedista denunciado que ainda será, certamente, ouvido pela comissão.

Após ação para caminhoneiros combate ao HIV será intensificado nos postos de saúde

Às margens da BR-316, no povoado KM 17, muitos caminhoneiros pararam no último fim de semana para cuidar da saúde e na barraca montada pela equipe do Centro de Testagem e Aconselhamento de Codó não faltaram interessados em atualizar a carteira de vacinação

“Aproveita, tem que aproveitar porque não é toda vez que a gente encontra uma oportunidade dessa…VAI APROVEITAR PRA TOMAR O QUÊ? Vacina pra gripe, pra Tétano, Febre Amarela e outras coisas mais”, disse o caminhoneiro Joceli Gomes

Eles disseram que é difícil encontrar pelas estradas do Brasil ações como esta por isso nunca é bom deixar de aproveitar. Foi a afirmação também de Eduardo Tolardo.

“é porque é bom pra gente que tá na estrada se precaver das doenças e até pra saúde nossa também, né…TOMOU VACINA PRA QUE TIPO DE DOENÇA? Pra tétano e Hapatite B…IMPORTANTE ESTAR COM A SAÚDE EM DIA? Com certeza absoluta, né”, respondeu

Quem parou na ação de saúde desta vez entrou  no posto fiscal do km 17 não apenas para apresentar a documentação das cargas, como de praxe,  dentro outras equipes de saúde já estavam esperando por eles.

Puderam medir a pressão arterial e fazer o teste rápido do vírus da AIDS com resultado saindo em  15 minutos. Afonso Neto repetiu o teste este ano e elogiou a iniciativa.

“É bom a gente prevenir, ver se tem alguma coisa e sempre tô fazendo (…) tem que continuar fazendo teste direto e se prevenir, não adianta nada seguir e não se prevenir”

A coordenadora do CTA, enfermeira Ellen Nascimento Melo,  disse que a ação direcionada aos caminhoneiros apenas abre um dezembro de atividades mais intensificadas em todo o município de Codó. VEJA

PERIGO: Veja a quantidade de mortes no trânsito de Codó de 2015 a 2017

Com o registro  de óbito de  Katiane da Silva Barbosa, ocorrido est semana,  subiu para 8 o número de mortos no trânsito de Codó este ano. Ela estava numa única moto com mais duas pessoas, era noite, houve uma colisão do veículo contra uma vaca na rodovia estadual, próximo ao Montevideu,  e só ela morreu.

FORA DA CIDADE

Este fato confirma uma tendência de 2017 – mortes fora do perímetro urbano de Codó.

Das 8 registradas este ano, duas foram na BR-316 e quatro em rodovias estaduais ou em vicinais, claro, dentro da área territorial codoense.

No Geral 2017  fechará com uma redução no número de  mortes bem significativa se nada mudar, bruscamente,  até 31 de dezembro.  É o que mostram gráficos da Polícia Militar.

A REDUÇÃO EM NÚMEROS

Em 2015 morreram 21 pessoas no trânsito de Codó, ano passado o número aumentou para 26 e em 2017, até agora,      são 8.

Para o comandante da PM, Jurandir de Sousa Braga, os dados são o reflexo de uma maior repressão às infrações de trânsito dentro do município.

 “O objetivo da Polícia Militar é diminuir ainda mais, é interessante que a gente reduza ao máximo o número de mortes no trânsito  assim como de qualquer tipo de acidente porque os acidentes de trânsito são fatores de aumento de gastos públicos com saúde, com pessoas acidentadas, então a gente precisa reduzir esses números”, disse

ACIDENTES ASSUSTAM

Mas o número de acidentes continua alto. Ano passado foram 1.278 registrados, até agora já são 997.

ALERTA: Codó já está com 476 pessoas vivendo com o vírus da AIDS

Codó começou a contar seus casos de AIDS em 1992. Até o ano passado já somava 421 codoenses vivendo com a doença e este número continua crescendo.

Este ano já são 55 novos casos.

IDOSOS COM HIV

Vale ressaltar que ao longo de todo este tempo de estatística a faixa etária onde há maior incidência da doença aqui em Codó é aquela entre 25 e 29 anos de idade, mas uma faixa que insiste em aparecer nestes dados que também preocupa as autoridades de saúde – aquela com pessoas acima dos 60 anos de idade.

Pelos dados apresentados pela coordenadora do Centro de Testagem e Aconselhamento são 9 idosos e 25 idosas com HIV.

Mas por que então, as idosas estão em maior número? Ilana Monteiro, enfermeira coordenadora do CTA/SAE Codó,  começou explicando que são eles os maiores responsáveis por transmitirem a doença para a esposa, mas na hora de procurar tratamento são minoria.

 “e aí qualquer mulher que encontram na rua tão ficando, desprotegidos, o que acaba aumentando o número de casos…UM DADO INTERESSANTE NA QUESTÃO IDOSO, É QUE SÓ AS MULHERES ESTÃO APARECENDO AQUI?… é porque as mulheres, elas procuram mais o médico e acabam descobrindo primeiro (…) depois que acabam descobrindo elas se preocupam em ter um acompanhamento sério, tomar medicação elas estão sempre procurando”, disse a coordenadora

OS EXAMES

O aumento maior do número de caso também mantém estreita relação com o aumento pela procura pelo exame, há meses em que até 600 são realizados no CTA. Que é diagnosticado com o vírus passa a ser acompanhado imediatamente, se quiser.

“Temos a médica infectologista, temos acompanhamento social, tem a psicóloga, tem o enfermeiro todo pra tá acompanhando todos os pacientes (…) os exames são realizados todo dia de segunda à sexta-feira, realizamos o teste rápido HIV, SÍFILIS Hepatite B e C”

A procura maior também veio atrelada à quantidade de pessoas que ultrapassaram a barreira do preconceito de vir ao CTA. Um exemplo bom disso é dona Silvana Alves da Silva, a encontramos na sala de espera para realizar o novo teste rápido dela.

 “Todo mundo vir se prevenir, se consultar é muito bom eu acho que seja né…A SENHORA NÃO TEM PRECONCEITO NENHUM? EU NÃO, não tenho preconceito nenhum, se der esta doença perigosa é o camarada  caçar tratamento, tem gente que dá os conselhos, as psicólogas consultar, por que esse receio porquê? Fazer e se tratar”, afirmou

Saúde investe R$ 4,2 milhões na qualificação de equipes de saúde do Maranhão

A população do Maranhão pode contar com um reforço importante de qualificação da Atenção Básica, principal porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS) no estado, com o investimento de R$ 4,2 milhões por parte do Ministério da Saúde. O valor é destinado a 1.854 equipes de saúde que atendem no Maranhão. O recurso já está disponível e será utilizado para custear o pagamento por desempenho das equipes no 3º ciclo do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB).

O PMAQ tem como objetivo incentivar os gestores e equipes de saúde a melhorarem a qualidade dos serviços na Atenção Básica oferecidos à população. O programa eleva o repasse de recursos do incentivo federal para os municípios participantes que atingirem melhora no padrão de qualidade do atendimento e, consequentemente, estes municípios devem promover um conjunto de estratégias de qualificação, acompanhamento e avaliação do trabalho das equipes de saúde.

“Esse programa é muito importante para a melhoria da gestão de saúde no âmbito municipal, especialmente na Atenção Básica, que tem capacidade de resolver até 80% dos problemas de saúde da população, ajudando a desafogar UPAs e hospitais gerais. O PMAQ é essencial para incentivar as gestões locais a promoverem gestão mais eficiente dos recursos e a ofertarem serviços cada vez melhores”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Para este ciclo, serão avaliadas no estado 596 Equipes de Saúde da Família, 1.124 Equipes de Saúde Bucal e 134 Núcleos de Apoio à Saúde da Família. Cada equipe participante do programa será visitada por uma instituição de ensino e pesquisa, onde serão coletadas informações da infraestrutura das Unidades de Saúde (UBS) e do trabalho dessas equipes, e, conjuntamente com a avaliação dos indicadores pactuados, as equipes serão certificadas de acordo com o desempenho de seus resultados.

FUNCIONAMENTO – O Programa Nacional de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) está organizado em três fases e um eixo transversal que se complementam e formam um ciclo contínuo de melhoria do acesso e da qualidade da Atenção Básica. Primeiro, é realizada a adesão dos municípios e a contratualização de compromissos e indicadores a serem firmados entre as equipes de Atenção Básica e os gestores municipais, e destes com o Ministério da Saúde, em um processo que envolve a pactuação local, com participação do controle social por meio dos Conselhos de Saúde.

Durante o ciclo do programa, os municípios devem aplicar os recursos recebidos pela avaliação de desempenho das suas equipes. Os valores devem ser empregados de modo a promover melhorias no atendimento – isso inclui desburocratização do acesso e facilidade no agendamento, oferta de procedimentos, formação para as equipes e aquisição de materiais e insumos. Cada município define como os recursos serão aplicados especificamente, conforme suas necessidades.

A avaliação externa corresponde à segunda fase do PMAQ, em que se realiza um conjunto de ações para averiguar as condições de acesso e de qualidade da totalidade de municípios e equipes participantes do programa. É nessa fase que participam as instituições de ensino e pesquisa, coletando os dados para a certificação das equipes. Os recursos recebidos pelas equipes no âmbito do programa são condicionados ao desempenho – equipes bem avaliadas podem receber até R$ 11 mil por mês.

Por fim, na fase de recontratualização, uma nova pactuação de compromissos é realizada com base na avaliação de desempenho de cada equipe, completando o ciclo de qualidade previsto pelo programa.

INVESTIMENTOS – Prioridade da atual gestão, a Atenção Básica tem recebido constantemente recursos do Governo federal. Em julho deste ano, o estado do Maranhão foi contemplado com um incremento de R$ 22,1 milhões para custeio de 187 novos Agentes Comunitários de Saúde, 41 novas Equipes de Saúde da Família, 48 novas Equipes de Saúde Bucal, 51 novos Núcleos de Apoio à Saúde da Família, 01 nova Equipe de Consultório na Rua e 08 novas Equipes de Saúde Prisional. Atualmente, existem 2.009 Equipes de Saúde da Família credenciadas em 216 municípios do Maranhão, cobrindo 83,2% da população local (5,5 milhões de pessoa) ao custo de R$ 15,9 milhões por ano.

Por Gustavo Frasão, da Agência Saúde

ABANDONADOS: Postos de saúde iniciados em 2012 continuam sem previsão de conclusão

Foram pelo menos 9 postos de saúde iniciados em outubro de 2012, governo do ex-prefeito Zito Rolim, do PV, ano de sua reeleição. Cinco anos depois, mais da metade continua inacabado.

Na Avenida Santos Dumont, bairro São Sebastião, o que fica ao lado do quartel da PM foi tomado pelo mato, virou local de depósito de lixo, inclusive domiciliar. No  Santo Antonio, próximo à fétida galeria de esgoto à céu aberto que corta, sem dó, aquele bairro, existe um. Miseravelmente, é  quem melhor estrutura tem preservada, mas  está longe de funcionar.

ABANDONADOS E SEM VIGILÂNCIA

 Ao longo de todo este tempo a Prefeitura sempre alegou que a vigilância destes prédios era de responsabilidade da empresa ganhadora da licitação, esta por sua vez deixou de pagar os vigias e estes abandonaram o trabalho, a consequência disso é drástica.

o MELHOR exemplo de quão prejudicial se tornou a falta de vigilância pode ser visto no posto que serviria aos bairros São Pedro e do Nova Jerusalem. Por duas vezes ele foi coberto e, por duas vezes, todo o telhado foi furtado.

Dentro mais sinais do vandalismo, levaram tudo que pode ser carregado e seu Francisco Serra que mora pertinho e chegou a ser vigia, mas abandonou depois de 3 meses sem o pagamento de R$ 450,00/mês, viu tudo.

 “O primeiro que eles tiram foi os canos, a encanação de água, depois tiraram os fios, depois tiraram as janelas, depois tiraram as telhas e as madeiras, tudo acabou-se. Aí começaram de novo, já tão tirando de novamente…OU SEJA, É A SEGUNDA VEZ? É a segunda vez”, respondeu

Quem mora próximo à qualquer destas obras abandonadas já até perdeu a esperança de vê-las funcionando. É o caso de dona Maria Madalena, moradora do morro do Nova Jerusalém, antes do residencial São Pedro.

“Essa distância que a gente vai pra acolá é muito ruim (…) É lá pro HGM…É LONGE? É longe, quando não é pro HGM é pra  UPA (…) Tem esperança? Eu acho que não porque do jeito que eu to vendo não vai pra frente é nunca”, disse a lavradora

PALAVRA DO SECRETÁRIO

Nós ouvimos o secretário de Desenvolvimento Urbano e Rural. Informou que onde a obra é retomada, a prefeitura se dispõe a manter a vigilância, nas demais não.

Sobre a demora na conclusão dos postos de saúde Roberto Albuquerque disse  que o governo federal não repassou a verba em tempo hábil e a empresa responsável não teve condições de prosseguir com recursos próprios, mas algo está sendo feito a respeito.

 “Estamos atentos, estamos conversando com os donos das empresas, estamos fazendo uma auditoria pra ver o físico com o financeiro para tomar as providências, isso é o que o governo pediu, mas, muitos deles têm recursos, falta só o governo federal libere esse recurso que são demorados para que as empresas deem continuidade”, assegurou o secretário