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ABANDONADOS: Postos de saúde iniciados em 2012 continuam sem previsão de conclusão

Foram pelo menos 9 postos de saúde iniciados em outubro de 2012, governo do ex-prefeito Zito Rolim, do PV, ano de sua reeleição. Cinco anos depois, mais da metade continua inacabado.

Na Avenida Santos Dumont, bairro São Sebastião, o que fica ao lado do quartel da PM foi tomado pelo mato, virou local de depósito de lixo, inclusive domiciliar. No  Santo Antonio, próximo à fétida galeria de esgoto à céu aberto que corta, sem dó, aquele bairro, existe um. Miseravelmente, é  quem melhor estrutura tem preservada, mas  está longe de funcionar.

ABANDONADOS E SEM VIGILÂNCIA

 Ao longo de todo este tempo a Prefeitura sempre alegou que a vigilância destes prédios era de responsabilidade da empresa ganhadora da licitação, esta por sua vez deixou de pagar os vigias e estes abandonaram o trabalho, a consequência disso é drástica.

o MELHOR exemplo de quão prejudicial se tornou a falta de vigilância pode ser visto no posto que serviria aos bairros São Pedro e do Nova Jerusalem. Por duas vezes ele foi coberto e, por duas vezes, todo o telhado foi furtado.

Dentro mais sinais do vandalismo, levaram tudo que pode ser carregado e seu Francisco Serra que mora pertinho e chegou a ser vigia, mas abandonou depois de 3 meses sem o pagamento de R$ 450,00/mês, viu tudo.

 “O primeiro que eles tiram foi os canos, a encanação de água, depois tiraram os fios, depois tiraram as janelas, depois tiraram as telhas e as madeiras, tudo acabou-se. Aí começaram de novo, já tão tirando de novamente…OU SEJA, É A SEGUNDA VEZ? É a segunda vez”, respondeu

Quem mora próximo à qualquer destas obras abandonadas já até perdeu a esperança de vê-las funcionando. É o caso de dona Maria Madalena, moradora do morro do Nova Jerusalém, antes do residencial São Pedro.

“Essa distância que a gente vai pra acolá é muito ruim (…) É lá pro HGM…É LONGE? É longe, quando não é pro HGM é pra  UPA (…) Tem esperança? Eu acho que não porque do jeito que eu to vendo não vai pra frente é nunca”, disse a lavradora

PALAVRA DO SECRETÁRIO

Nós ouvimos o secretário de Desenvolvimento Urbano e Rural. Informou que onde a obra é retomada, a prefeitura se dispõe a manter a vigilância, nas demais não.

Sobre a demora na conclusão dos postos de saúde Roberto Albuquerque disse  que o governo federal não repassou a verba em tempo hábil e a empresa responsável não teve condições de prosseguir com recursos próprios, mas algo está sendo feito a respeito.

 “Estamos atentos, estamos conversando com os donos das empresas, estamos fazendo uma auditoria pra ver o físico com o financeiro para tomar as providências, isso é o que o governo pediu, mas, muitos deles têm recursos, falta só o governo federal libere esse recurso que são demorados para que as empresas deem continuidade”, assegurou o secretário

Codó e Timbiras estão na lista dos 44 novos profissionais do MAIS MÉDICO que virão para o MA

A partir desta segunda-feira (09/10) 44 profissionais brasileiros formados no exterior, do programa Mais Médicos, irão começar a atuar na atenção básica de 31 municípios do Maranhão. Os médicos fazem parte dos cerca de 1.400 brasileiros que aderiram ao último edital do projeto. Com esse reforço, somando também aqueles com diplomas do país, já são 8.316 brasileiros no programa, o que representa 45,6% do total. No estado do Maranhão, 716 médicos já atuam pelo Mais Médicos.

A prioridade da pasta é ampliar a participação nacional, tornando a iniciativa mais independente e garantindo atendimento médico à população. O número de médicos brasileiros participantes do Programa Mais Médicos aumentou 44% em menos de um ano. “Este momento é importante para o Brasil e para os brasileiros. Estamos avançando e tenho certeza que vamos oferecer mais qualidade na saúde e na atenção básica com a participação desses novos profissionais no programa Mais Médicos”, ressaltou o ministro da Saúde, Ricardo Barros. 

Essa é a segunda fase do edital. A primeira foi voltada exclusivamente aos médicos brasileiros formados no país. Esses novos profissionais iniciam as atividades em Unidades Básicas de Saúde a partir da próxima segunda-feira em cerca de 800 municípios de 25 estados e Distrito Federal, além de 8 DSEIs. Juntos, eles devem cobrir região com 4,8 milhões de pessoas. Ao todo, foram 1.985 inscritos, mais de um candidato por vaga. 

Durante o mês de setembro, os novos médicos passaram pelo módulo de acolhimento realizado em Brasília (DF). Os profissionais participaram de oficinas educacionais sobre temas diversos, como legislação referente ao Sistema Único de Saúde (SUS), protocolos clínicos de atendimento do SUS, língua portuguesa e código de ética médica. Por fim, os intercambistas realizaram uma avaliação de conhecimento, necessária para a aprovação do profissional participante.   

AVANÇOS – A atual gestão do Ministério da Saúde conseguiu avanços significativos para o Mais Médicos. Uma delas foi a renovação por mais três anos do programa. Além disso, a pasta conseguiu reajustar o valor da bolsa anualmente aos médicos participantes, e concedeu, também, um acréscimo de 10% nos auxílios moradia e alimentação de profissionais alocados em distritos indígenas, que passou de R$ 2.500 mensais para R$ 2.750. Recentemente, neste mês, o Ministério da Saúde por meio de portaria reajustou também em 10% o valor máximo e mínimo (varia conforme a localidade) repassados pelos municípios aos participantes para custeio de moradia e alimentação.

Criado em 2013, o Programa Mais Médicos ampliou à assistência na Atenção Básica fixando médicos nas regiões com carência de profissionais. O programa conta com 18.240 vagas em mais de 4 mil municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), levando assistência para cerca de 63 milhões de brasileiros.

Do total de médicos participantes, 47,1% são profissionais da cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), 45,6% brasileiros formados no Brasil ou no exterior e 4,16% são intercambistas estrangeiros. As demais vagas serão abertas para reposição. 

Desde novembro de 2016, o Ministério da Saúde está abrindo oportunidades para a substituição de médicos da cooperação com a OPAS. Foi feito um levantamento para ver quais cidades atendidas por profissionais cubanos poderiam atrair brasileiros. A expectativa é realizar quatro mil substituições em três anos, tornando a iniciativa mais autossuficiente. Até o momento, mais de 1.000 postos foram substituídos por brasileiros.

 

Estado

Município

Vagas

MA

AGUA DOCE DO MARANHAO

1

MA

ALTAMIRA DO MARANHAO

1

MA

ANAJATUBA

1

MA

ARAME

1

MA

BALSAS

4

MA

BURITICUPU

1

MA

CANTANHEDE

2

MA

CENTRO NOVO DO MARANHAO

1

MA

CHAPADINHA

2

MA

CODO

1

MA

CURURUPU

4

MA

DUQUE BACELAR

1

MA

ESTREITO

3

MA

FORMOSA DA SERRA NEGRA

1

MA

MIRINZAL

1

MA

NOVA COLINAS

1

MA

OLINDA NOVA DO MARANHAO

1

MA

PEDRO DO ROSARIO

1

MA

PORTO FRANCO

1

MA

PRESIDENTE MEDICI

1

MA

RIACHAO

1

MA

ROSARIO

1

MA

SANTA HELENA

1

MA

SANTA QUITERIA DO MARANHAO

1

MA

SAO BENTO

2

MA

SAO PEDRO DOS CRENTES

1

MA

SERRANO DO MARANHAO

1

MA

TIMBIRAS

2

MA

TUNTUM

1

MA

VIANA

2

MA

VILA NOVA DOS MARTIRIOS

1

Por Victor Maciel, da Agência Saúde 

EM CODÓ – Filho luta por transporte e dinheiro do TFD para cuidar da mãe com câncer em São Luís

Dona Francisca Ferreira da Silva iniciou sessões de quimioterapia contra um câncer no útero dia 07 de junho deste ano em São Luís, o que tem só aliviado suas dores.

“Eu sinto dor nessa perna todinha e aqui no pé da barriga”, reclama ela deitada numa rede o dia todo.

Debilitada, não anda mais. É o filho, Antonio Filho da Silva,  quem tenta mantê-la na luta contra a doença. Desempregado, tem buscado a ajuda do Programa Tratamento Fora de Domicílio na Prefeitura de Codó, mas nunca recebeu R$ 1 centavo apesar de já ter protocolado  pedido, conforme lembra ha 2 meses.

 “Eu disse – olha gente vocês têm que me ajudar, o TFD eles não deram R$ 1 pra ela merenda e disse que num ia dá e agora nem o carro da prefeitura disse que não ia mais levar, se eu quisesse que eu me virasse. Eu disse que o dinheiro dela não dá pra comprar um remédio, não dá pra comprar nem o de comer pra ela comer, tem que pagar luz e água e o remédio, tem uma receita de R$ 135,00, a receita taí, e eles não querem dá nada, nenhuma centavo’, disse em entrevista a TV Mirante

Dona Francisca é aposentada, mas por causa dos exames e das viagens comprometeu sua renda ao extremo fazendo empréstimos. Hoje a casa com 7 pessoas, incluindo 3 crianças, vive com R$ 449,00.

Carro da prefeitura conseguiu 7 vezes pra leva-la à São Luís às sessões de quimioterapia, para traze-la apenas 1 vez.

 “VAI MAIS NÃO VOLTA? Não…E AÍ COMO É QUE VOCÊS FAZEM? Nós paga pra poder vim…ISSO É RUIM? É…A SENHORA SÓ TEM O DINHEIRO DA APOSENTADORIA? Eu, só”, respondeu dona Francisca

URGENTE

Agora, mais um problema. Ela tem sessão de quimioterapia marcada para 13 de outubro. Antonio foi atrás de transporte do município e se desesperou com o que ouviu.

“Não tem carro, disse que no HGM só tem um carro e que esse carro já tá compromissado que se sair e de repente passa uma pessoa mal lá, aí – não, o carro vai ter que levar – aí já tá compromissada com ela não pode mais levar ela, só se aparecer outra pessoa, tiver doente”, descreveu com pesar

O QUE DIZ O GOVERNO

Na Secretaria de Saúde, a responsável pelo Programa Tratamento Fora de Domicílio, não quis gravar entrevista mas prestou algumas informações.

Disse que o dinheiro nunca saiu porque o filho da paciente  fez, realmente, um pedido em maio deste ano mas só agora trouxe a documentação necessária. Quanto ao transporte urgente para levar a idosa à São Luís dia 13 apresentou outros argumentos.

Por conta da apresentação da documentação bem recente dona Francisca, segundo a coordenadora do TFD, já está na lista de pagamento que sairá nesta ou na outra semana. Sua primeira ajuda de custo será de R$ 370 por causa do acompanhante e não há retroativo previsto.

Rosuelma Neres disse que quando o município libera o dinheiro conta com o fato de que o paciente poderá custear o próprio transporte, mas, neste caso, Antonio, o filho, poderá ir à prefeitura para requerer a ida da mãe à São Luís,  responsabilizando-se pelo retorno.

Na mesma lista de dona Francisca existem, com pagamento autorizado, 56 codoenses, num total de R$ 13.080,00 a serem liberados pelas finanças da Prefeitura.

Outubro terá bandeira tarifária vermelha no patamar 2

A bandeira tarifária para o mês de outubro de 2017 será vermelha (patamar 2), com custo de R$ 3,50 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. É a primeira vez que o patamar 2 é acionado – desde que a bandeira vermelha passou a contar com as duas graduações, em janeiro de 2016.

Segundo o relatório do Programa Mensal de Operação (PMO) do Operador Nacional do Sistema (ONS), o valor da usina térmica mais cara em operação é de 698,14 R$/MWh, da UTE Sepé Tiaraju (RS).

A situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas alcançou níveis preocupantes e, ainda que não haja risco de desabastecimento de energia elétrica, é preciso reforçar as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício.

As bandeiras tarifárias variam exatamente para dar esse sinal aos consumidores. O patamar 2 indica a necessidade de operar usinas térmicas mais caras para compensar a geração hidráulica inibida pela falta de chuvas.

Criado pela ANEEL, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.
Dicas de Economia

Chuveiro elétrico

  • Tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos
  • Selecionar a temperatura morna no verão
  • Verificar as potências no seu chuveiro e calcular o seu consumo

Ar condicionado

  • Não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado
  • Manter os filtros limpos
  • Diminuir ao máximo o tempo de utilização do aparelho de ar condicionado
  • Colocar cortinas nas janelas que recebem sol direto

Geladeira

  • Só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário
  • Regular a temperatura interna de acordo com o manual de instruções
  • Nunca colocar alimentos quentes dentro da geladeira
  • Deixar espaço para ventilação na parte de trás da geladeira e não utilizá-la para secar panos
  • Não forrar as prateleiras
  • Descongelar a geladeira e verificar as borrachas de vedação regularmente

Iluminação

  • Utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas e apagar a luz ao sair de um cômodo; pintar o ambiente com cores claras

Ferro de passar

  • Juntar roupas para passar de uma só vez
  • Separar as roupas por tipo e começar por aquelas que exigem menor temperatura
  • Nunca deixe o ferro ligado enquanto faz outra coisa

Aparelhos em stand-by

  • Retirar os aparelhos da tomada quando possível ou durante longas ausências
  • Confira aqui mais dicas de economia de energia

Saúde do Maranhão ampliará rede em 1499 leitos até 2018

A ampliação dos leitos de internação na rede estadual de saúde, iniciada em 2015, até julho deste ano, já garantiu a oferta na rede de atendimento de 502 novos leitos. Até o final do ano, mais 393 novos leitos estarão à disposição da população maranhense. Com a execução da política de saúde na expansão da rede, o cidadão contará, no total, até 2018, com a criação de 1.499 leitos de internação em várias regiões do estado.

Para este ano, o Governo do Estado prevê a entrega dos hospitais de Alto Alegre do Pindaré, Balsas, Carutapera, Turiaçu, Amapá do Maranhão, Cajari, Junco do Maranhão, Presidente Medici, o Hospital de Traumatologia e Ortopedia (HTO) e o Centro Odontológico de Crianças e Adultos – o Sorrir, ambos em São Luís, a Maternidade de Colinas, que vai fortalecer o atendimento ao cidadão com mais 393 leitos de internação.

“Até 2018, a gente terá criado 1.499 leitos de internação no Estado. Isso vai dar conta do nosso déficit histórico. Na verdade, a gente se pergunta onde estavam essas pessoas no interior do estado, já que eles só tinham como ponto de acesso, basicamente os socorrões, em São Luís. A gente pode dizer que estas pessoas estavam simplesmente morrendo no interior do estado, porque não conseguiam acessar os serviços”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Para o deputado estadual Marco Aurélio, foram muitas ações planejadas e cumpridas pelo Governo do Estado, entre elas, o crescimento da oferta dos leitos de internação, em várias regiões do Estado.

“Se aumenta o número de leitos, em quase 900 até o final deste ano, é uma oportunidade de salvar vidas que antes não se tinha”, disse o deputado, esta semana, durante a apresentação do secretário Carlos Lula sobre o Relatório Quadrimestral de Execução Orçamentária da Saúde, na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Em 2018, novas unidades de saúde atenderão à população em Chapadinha, Governador Nunes Freire, Lago da Pedra, Santa Luzia do Paruá, Timon e Viana, o Hospital do Servidor, em São Luís, e em mais 11 municípios maranhenses, assim como com a conclusão da ampliação da Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão, totalizando mais 544 leitos de internação.

“A gente abre o Hospital de Balsas em quinze dias, abre o Hospital de Traumatologia e Ortopedia em 30 dias, e o Sorrir em 45 dias, e mostra que a gente pode fazer uma saúde de excelente qualidade”, disparou o secretário Carlos Lula.

Na Região Tocantina, 43 municípios das regionais de Imperatriz, Barra do Corda, Açailândia e Balsas tem como referência Hospital Macrorregional Drª Ruth Noleto, em Imperatriz. Inaugurado há um ano, uma restruturação nos serviços oferecidos na unidade foi implantada para atender a vocação da região, a partir do diálogo com os gestores municipais.

“Com a implantação do Hospital Macrorregional de Imperatriz, o ganho para região foi muito significativo. O hospital tem atendido as necessidades apontadas pela região, como o que ocorreu com o mutirão de cirurgias, por conta da demanda reprimida. Agora, o hospital passa por uma redefinição de perfil assistencial, atendendo o que o município aponta como real necessidade para a população”, disse a gestora regional de saúde de Imperatriz, Antônia Iracilda Silva Viana.

Na região Sul do Maranhão, a população de 246 mil habitantes da regional de Balsas será assistida pelo Hospital Regional. O hospital dispõe de 4 mil m² e será referência na média e alta complexidade. A capacidade é para 50 leitos, inclusive com Unidade de Terapia Intensiva (UTI). As obras, no valor de R$ 14.222.666,53 reais, estão sendo financiadas com recursos do BNDES.

“O modelo de funcionamento do hospital foi escolhido pela CIR, que funcionará parte dele como clínica médica e a outra parte como maternidade, tendo a previsão de 300 partos por mês. Não é a aquisição de um hospital, é a realização de um sonho, superando o vazio assistencial da nossa região”, pontuou o gestor regional de saúde de Balsas, Eliabe Wanderley da Silva.

Mais equipamentos da Saúde 

Quatro centros de nefrologia funcionarão ainda em 2017. Os centros funcionarão nas cidades de São Luís, São José de Ribamar, Coroatá e Pinheiro. Os pacientes contarão com 160 máquinas nos quatro centros. Em 2018, mais 120 máquinas em funcionamento, quando o Governo concluirá as obras dos centros em Chapadinha, Imperatriz e Santa Inês, totalizando 280 máquinas a mais na rede de atendimento.

CAF 

“O estado do Maranhão terá, pela primeira vez, uma Central de Armazenamento Farmacêutico (CAF). O atendimento das demandas de medicamentos da rede de saúde estadual será mais eficiente. Idealizada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), a CAF funcionará em São Luís e será gerenciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).”

SECAP

Em protesto agente de endemia vai trabalhar de bermuda e de `japonesa`

Revoltado com a falta de fardamento o agente de endemia, Erones Oliveira, que é representante sindical nesta região da categoria, apareceu ontem, 22, no trabalho de forma bem ‘relex’.

Erones trabalhando ontem, 22 de agosto

De bermuda e de ‘japonesa’ como mostra a fotografia enviada ao blogdoacelio.

Em contato conosco, Erones explicou que não tem mais como usar suas roupas no serviço. No dia anterior disse que recebeu reclamação na Secretaria de Saúde quanto à um tênis que estava com a parte da frente rasgada, foi então que, no dia seguinte, apareceu de bermuda e chinela rasteira.

Hoje é possível que outros agentes façam adesão ao movimento, afinal o problema de Erones não é só dele, é de todos.

Arrenda-se o prédio da ULTRA Clínica em Codó

Se você está precisando de um prédio moderno e amplo para montar serviços de saúde e já contar com equipamentos que podem lhe ajudar no trabalho a ser desenvolvido chegou a oportunidade que você tanto esperava.

Arrende o prédio onde funciona a ULTRACLÍNICA. A melhor localização da cidade (Av. Augusto Teixeira) com 13 salas, 15 banheiros, estacionamento e uma área de 900 m². Veja o detalhes no banner abaixo e saiba como fechar este negócio

ARRENDA-SE prédio da Ultra Clínica

CODÓ NOVO – Sufocados por fumaça moradores criticam prefeito e o presidente da Câmara por descaso

Os moradores do Codó Novo estão sufocados todas as noites pela fumaça do lixão. O antigo problema voltou a atazanar a vida de todos, principalmente crianças e idosos, que estão sofrendo com doenças respiratórias graves.

Quem não tinha está desenvolvendo, que já tinha está passando noites tentando respirar. Nós estivemos à noite na rua da União onde conversamos com vários moradores.

No vídeo abaixo trazemos a reclamação de dona Maria de Fátima que tem uma criança e uma mãe de 63 anos penando toda noite.

Ela já colocou placa de venda na casa porque ninguém aguenta mais. Criticou a ausência do prefeito Francisco Nagib e a falta de apoio e ação por parte do vereador Expedito Carneiro, presidente da Câmara, que mora  no Codó Novo.

Maria de Fátima –  “O prefeito não aparece, vereador Expedito Carneiro mora bem aí mas também (interrompe e balança a cabeça negativamente)…NÃO RESOLVE NADA? Não resolve nada, a fumaça com certeza vai na casa dele, mas ele, tem reunião toda semana na Câmara mas ele não fala nada…E VOCÊS ESTÃO QUERENDO O QUÊ? Sei lá, eles têm que tomar uma providência, se ele não for tirar mas ele tem que conversar com os catador  num tocar mais fogo, mandar um trator todo dia, tomar providência, não pode é ficar desse jeito”, reclamou a moradora indignada

O aposentado César Costa Moreira disse que nenhum vereador se manifestou a favor dos sofredores do Codó Novo.

“Tem reunião por cima de reunião e ninguém dá jeito (…) E OS VEREADORES? Vereador aqui num tá fazendo nada não”, afirmou

O QUE DIZ O PREFEITO

Fizemos contato com o prefeito Francisco Nagib. Ele explicou que pretende esperar o secretário Roberto Albuquerque (Cobel) que está em São Paulo passando por uma cirurgia. Quando ele voltar pretende chamar todos para uma reunião de planejamento.

Não ficou claro no áudio enviado se a reunião envoverá também os sofredores ou tão somente os secretários Roberto Cobel e Ivaldo José (do Meio Ambiente).

“Então o que nós vamos fazer? Eu tô esperando o secretário chegar de São Paulo, porque ele foi fazer um processo cirúrgico, de saúde, essa semana ele vai chegar e eu vou pedir pra chamar todos pra uma reunião junto com a secretaria de Obras, secretaria de Meio Ambiente porque nós vamos fazer um planejamento. Paralelo à isso nós também já vamos buscar essa situação desse pacto, desse TAC, não sei o que é, acho que é TAC que o Zito Fez e perguntar quais são as condições desse TAC e saber se a gente pode atender porque quem assinou foi o Zito se o Zito não cumpriu talvez tenha seus motivos pra não cumprir, então nós precisamos adaptar esse TAC pra gente. Eu faço e resolvo o problema, agora é um problema crônico de anos e anos, políticos e políticos e ninguém resolveu. Então a gente precisa fazer um plano de ação voltado pra lá e resolver”

CARTA AO PREFEITO alerta para deficiências do HGM que inviabilizarão parceria com Albert Einstein

Uma carta anônima foi enviada ao blogdoacelio alertando ao prefeito Francisco Nagib sobre as necessidades que passam a existir depois que um município firma a parceria com o hospital paulista Albert Einstein. Conforme a carta, que parece ter sido escrita por um médico, existem muitas deficiências no HGM que atrapalharão os possíveis benefícios da parceria porque, entre outros motivos, os especialistas do Einstein não encontrarão o mínimo suporte para dar uma diagnóstico mais preciso. Acompanhe abaixo a íntegra da CARTA AO PREFEITO:

Carta ao prefeito Francisco Nagib

Francisco, vc está sendo enganado, ou menos grave, mal assessorado.

Eu sempre fui um defensor da telemedicina, mas se vc mesmo que o auxílio dos médicos do Einstein funcione, preste atenção ao que falta no HGM.  Estou de falando de coisas que são compradas com pouco dinheiro. Esses médicos do Einstein vão precisar de meios diagnóstico que o HGM não dispõe.

Um exemplo:
No caso de suspeita de uma arritmia cardíaca, os médicos vão querer saber de alguns exames:
– Eletro do coração, mas vão dizer que no HGM não tem aparelho de eletrocardiograma, ou que a máquina está sem papel?
– Quando o médico do Einstein perguntar pela dosagem de eletrólitos do paciente( potássio e magnésio),  aí vão dizer pra ele que em Codó não faz dosagem de eletrólitos e que não tem disponível para o paciente com essa emergência?
– Aí se esse médico perguntar quanto está a pressão arterial do doente, vão dizer que não mediram a pressão arterial do doente porque no hospital de 120 leitos só tem um aparelho de medir pressão e que ninguém sabe onde esse aparelho se encontra???
– Mas se esse médico lá do Einstein conseguir fazer um diagnóstico de insuficiência cardíaca para esse paciente da emergência cardiológica, esse médico do Einstein prescreverá uma droga vasoativa (dobutamina) em bomba de infusão,  vão dizer pra ele que no HGM-Codó não tem essa medicação e nem a bomba de infusão?

Segundo exemplo:
Paciente adentra ao HGM com pico hipertensivo, sonolento, rebaixamento do nível de consciência, desvio de comissura labial ( boca torta), levando isso a suspeita de AVC- acidente vascular encefálico.

Esse médico do Einstein irá pedir a tomografia computadorizada do doente, mas vão dizer ao  especialista do Einstein que o pedido de tomografia está na regulação do estado e que sendo otimista em 48 horas a película da tomografia estará pronta  e que o laudo do exame estará pronto em uma semana???

Mas se antes disso ele sugerir que o doente seja posto em suporte de O2 em máscara de Venturi,  ou mesmo em ventilação mecânica invasiva (respirador mecânico), vão dizer ao médico do Einstein que o único tipo de suporte de O2 disponível no HGM é cateterzinho de O2?

Vão dizer pra esse médico do Einstein que no HGM-Codó não tem como medir os sinais vitais adequadamente: pressão arterial por falta de aparelho de pressão que custa 50 reais, não tem aparelho pra fazer oximetria de pulso que custa muito pouco, não tem como fazer a cardioscopia adequada do doente, mas e se o médico do Einstein pedir uma gasometria arterial, vão dizer que não tem no HGM-Codó??? Olha, esses médicos de São Paulo pedem gasometria arterial pra tudo, quando vai ter no HGM-CODÓ um gasômetro e dosagem de eletrólitos???
Eles vão perguntar muito por esses exames.
Estou falando de coisas simples!!!

Francisco, as coisas estão atravessadas… deveria ir do mais simples para o mais complexo.
Faltam no HGM-Codó os aparelhos mais básicos e baratos.

A melhor forma de evitar que os pacientes do HGM-Codó morram, é impedindo que eles compliquem!!!
Faz-se com exames básicos adequados, mantendo a farmácia do hospital abastecida de medicamentos, uma boa tomografia, um aparelho de eletrocardiograma simples, um bom ultrassom, um bom aparelho RX, o revelador de RX do HGM está muito ruim, se o médico do Einstein pedir um RX, vão mostrar pra ele a foto de RX muito ruim???

Francisco, vc deveria conversar mais com os profissionais de saúde do HGM, tem pessoas bem formadas e instruídas lá!!!

 

Novo local de marcação de exames divide a opinião de quem está enfrentando filas no centro de Codó

A Secretaria de Saúde mudou o local de marcação de alguns exames. O que antes ocorria no HGM e ou no CAM (velho PAM) agora acontece na sede da secretaria na praça Alcebíades Silva, no centro da cidade.

Conforme nos informaram na fila, a marcação ocorre na segunda, na terça e na quarta-feira de cada semana. Quanto a se isso melhorou ou tornou a situação pior para se conseguir a marcação houve uma divisão de opiniões.

Quem acha que não reclamou que continuam tendo que chegar muito cedo para ser agraciado por uma das 100 fichas (não ficou claro se são 100 por dia ou para os três).

“ERA MELHOR SENHORA? era, lá a hora que chegava a gente conseguia as fichas, aqui tem que  vir 3 horas da manhã pra conseguir e olhe lá”

Quem é a favor da mudança disse que ficou muito melhor porque NADA SE COMPARA  ao sofrimento que era  pegar ficha para marcar exame no Hospital Geral Municipal.

“Pra mim ficou melhor, ficou melhor  porque no HGM dorme lá pra receber ficha 7h30”, defendeu uma senhora que diz ter que enfrentar a fila de exames uma vez por mês pois quando não o faz precisa gastar R$ 444,00 em clínicas particulares.