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Ministério da Saúde quer saber se Codó tem vírus da dengue tipo 4

Técnicos do Laboratório Central do Maranhão e da Vigilância Epidemiológica Estadual estão visitando cidades do interior em busca do vírus da dengue tipo 4. Estão reunindo médicos e enfermeiros para que estes colaborem com esta missão dada pelo Ministério da Saúde. Este trabalhou foi feito ontem, 6, no prédio do Conselho Regional de Medicina, em Codó

“Existe uma sensibilização dos profissionais que estão na ponta, que são os enfermeiros e os médicos, pessoal da vigilância epidemiológica do município para que devidamente sensibilizados passem a notificar esses casos suspeitos, coletar amostras e enviar ao Lacen para que seja feito o diagnóstico”, explicou o bioquímico do Lacen/MA, José Vidigal

Os profissionais estão explicando que o tipo 4 foi introduzido no Brasil por meio do Estado do Pará, nosso vizinho, mas ainda não foi detectado no Maranhão. A descoberta é urgente porque, como as pessoas não são imunes à este tipo, pode haver uma epidemia.

“Quando a gente pega um tipo de vírus da dengue, por exemplo o tipo 1, nosso corpo desenvolve uma defesa e nunca mais nós adoecemos daquele mesmo tipo. O problema do tipo 4 é que ninguém o desenvolveu ainda, portanto não há maranhenses com defesa natural do corpo pronta para este vírus, daí o risco de uma epidemia”, explicou ao blog do acélio o técnico de entomologia do Estado, Élson de Jesus

AMOSTRAS NO HGM

Para colher amostras de sangue um técnico do Laboratório Central passou a última segunda-feira no pronto socorro do HGM a espera de pessoas com sintomas de dengue.

Trabalho que será feito pelo técnico de patologia clínica do LACEN, Luís Fernando Barros Santos em todas as cidades que a equipe visitar. No HGM nos primeiros 40 minutos de esperam apareceram cinco pessoas com sintomas da dengue.

“Nós fazemos a triagem, perguntamos ao adulto ou ao responsável pela criança que estão com sintomas de febre, dor de cabeça, dor no corpo até o quinto dia…cinco dias consecutivos…EM 40 MINUTOS QUANTOS APARECERAM? Cinco casos”, respondeu Luís Fernando

PRÓXIMAS CIDADES

Nesta região as próximas cidades a serem visitadas serão Peritoró, Alto Alegre do Maranhão e São Mateus onde a equipe aguarda a colaboração das secretarias de saúde que também ganham com a descoberta do vírus.

“Porque o vírus tipo quatro é um vírus que tem maior letalidade, então a gente precisa ta com esse vírus catalogado se não tiver nós vamos trabalhar para que ele não chegue no nosso município, se houver aumenta mais o alerta para que a gente possa estar cada vez mais diminuindo os focos do mosquito, cuidando da prevenção”, assegurou o secretário Cláudio Paz

População aprova serviço do PSF no Codó Novo

Médido em casa

A equipe do Programa Saúde da Família que cuida do bairro Codó Novo é uma das mais elogiadas pela população.

Ontem o blog do Acélio acompanhou o trabalho de campo de uma das equipes que leva um médico, enfermeira, auxiliares de enfermagem e cerca de 8 a 10 agentes comunitários de saúde. As visitas que presenciamos foram todas domiciliares, com pacientes acamados, sem poder de locomoção até o posto de saúde.

“Essas visitas domiciliares são semanais. Nós temos os agentes de saúde que fazem o contato com a população e aquelas pessoas que não podem se locomover, é agendado e o médico vem fazer o acompanhamento”, explicou o médico João Chagas Corrêa.

Equipes saindo

No bairro mais populoso da cidade, são três equipes médicas comandadas por Dr. Elói, Dr. João e Dr. Osnir. Além delas também funciona na unidade o saúde bucal com os odontólogos Dr. Ferreira e Dr. Dennis.

Algo em torno de 26 agentes comunitários de saúde fazem parte dessas equipes, cada um deles é responsável por 500 famílias do bairro. Por onde passamos não encontramos reclamação. A população gosta de ser atendida em casa.

Tuberculose continua matando, mas diminui o número de casos em Codó

Os casos de tuberculose estão diminuindo gradativamente a cada ano. Pelo menos é o que mostra a estatística da coordenadora de combate à doença em Codó, Delcina Filgueira.

Segundo ela, com quem o blog do Acélio esteve na praça Ferreira Bayma, Codó que, em anos anteriores já chegou à mais de 70 tuberculosos ano, em 2010 registrou apenas 44 casos. Filgueira afirmou que houve mortes, mas não revelou quantas. Estas foram ocasionadas por abandono de tratamento.

Já agora em 2011, o serviço tem em seus quadros 16 pessoas em tratamento contra a doença. O trabalho que vem mudando o cenário, segundo a coordenadora, é chamado de busca ativa, ou seja, aquele onde os profissionais de saúde vão em busca de localizar e incluir no programa de tratamento pessoas sintomáticas ou mesmo assintomáticas.

O município oferece medicação e acompanhamento médico para quem deseja se curar.

Evento na Ferreira Bayma encerra semana dos enfermeiros

O evento em praça pública foi organizado pelos enfermeiros, técnicos e auxiliares da área que disponibilizaram muitas informações de saúde à população. A equipe que cuida do combate à tuberculose apareceu para pedir que as pessoas, já aos primeiros sintomas, procurem os postos para diagnosticar a doença.

Então nós pedimos à população que quando tiver com o sintoma da tuberculose, gripe, tosse a mais de três semanas que procure os postos de saúde. Hoje nós temos todos os postos de saúde, com o programa da Tuberculose, tanto da zona rural, quanto da zona urbana”, pediu Delcina Filgueira, coordenadora do combate à doença

Jesusnilson recebe

Os profissionais que trabalham no acompanhamento de doenças sexualmente transmissíveis no município distribuíram preservativos.

“Não pode ter vergonha até porque isso aqui é como se você tivesse tomando um remédio, por precaução, então tudo aquilo que você faz por precaução é bem vindo para a saúde”, explicou o funcionário público, Jesusnilson do Nascimento que recebeu preservativos

Quem sofre de doenças crônicas como a hipertensão arterial também pôde fazer medição e receber orientação. Dona Simone Holanda, auxiliar de serviços gerais, aproveitou a oferta do serviço.

nota dez pra eles, sem eles nossa saúde não seria tão legal assim o dia dos enfermeiros tá de parabéns”, disse

O Centro de Atenção Psicossocial da cidade levou para a praça trabalhos artesanais produzidos por quem passa pela terapia ocupacional. Uma forma de divulgar o atendimento hoje prestado pelo CAPS.

“Pra divulgar o trabalho realizado pelo CAPS para a gente começar a sensibilizar a comunidade que venha acolher este paciente com transtorno mental que muitas vezes é excluído da sociedade”, afirmou a terapeuta ocupacional, Adélia Aguiar

Radialista imunizado

A realização dos enfermeiros encerra uma semana de atividades em Codó. Uma das enfermeiras que esteve na organização, Naiza Queiroz, explicou a razão do movimento que envolveu a comunidade.

“tem muita importância o trabalho do enfermeiro porque é a gente que atua lá na ponta com o usuário, é a gente que dá aquela orientação para a pessoa. Por isso nós estamos fazendo isso hoje, porque muita gente não dá esse reconhecimento pra gente, essa valorização”, concluiu

Crise – Saúde de Codó aplica mais de 99% do dinheiro só em pagamento de funcionários

O relatório da saúde mostra que o governo de Zito Rolim passou o ano de 2010 no maior sufoco para manter a saúde pública funcionando. No quesito aplicação dos recursos, é visível a falta deles para investimentos porque 99,72% do que o município recebeu ano passado foram aplicados só em pagamento de funcionários da saúde e encargos sociais.

Do SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE, incluindo repasses do PSF, Saúde Bucal, Agentes Comunitários de Saúde, gestão plena e outros, Codó teria recebido, com aplicação de rendimento e repasse de R$ 2 milhões do Governo do Estado, exatamente R$ 20.986.538,07.

Foi deste valor que saíram 99,72% só para pagar funcionários e encargos sociais.

O Executivo diz enfrentar dois problemas:

  • Primeiro – a falta de repasses maiores por conta do governo do Estado. Foram apenas R$ 2 milhões ano passado, valor pequeno se comparado aos repasses do governo de Jackson Lago para Biné Figueiredo, registrados na contabilidade da Prefeitura, segundo a Secretaria de Finanças. No último ano de governo, o Estado teria destinado à Codó 12 milhões de reais. 1 milhão por mês para ajudar a administração dos Figueiredo na área da saúde.
  • Segundo – Os maiores salários pagos pelo município estão na saúde, segundo a Secretaria. Um anestesista, por exemplo, chega a levar mensalmente até R$ 30.000,00 de salário. O município mantém dois trabalhando, cada um 15 dias apenas do mês. Um plantão médico, seja ele de clínica geral, custa mais de R$ 1.000,00 para o município.

MATERIAL DE TRABALHO E MEDICAMENTOS

O blog do Acélio quis saber sobre como fez o governo para manter os profissionais trabalhando, já que os codoenses precisam de medicamentos e as unidades de saúde de materiais básicos de trabalho médico-hospitalar.

De acordo com o contador Jorge Henrique, o jeito foi aumentar a cota mínima determinada pela Constituição que é de 15%. Este percentual deve ser retirado da receita própria do município (de tudo que ele arrecada). Em 2010, Codó teria aplicado não apenas 15%, mas 23,97% da receita do Tesouro Municipal para poder oferecer o que os codoenses tiveram na saúde. O equivalente à R$ 8.919.396,19.

Este ano, segundo informaram, a coisa continua, praticamente, no mesmo ritmo.

Gripe – MA está entre os 20 Estados que só chegaram a 70% da meta de vacina

O balanço parcial da 13ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe mostra que mais de 21,7 milhões pessoas foram vacinadas em todo o Brasil. O número representa 72,73% do público alvo da campanha que é de aproximadamente 30 milhões de pessoas. Os dados foram repassados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde até o final da tarde desta sexta-feira, 20 de maio. Até o momento, 20 estados vacinaram mais de 70% do público-alvo e sete estados já atingiram a meta.

Alagoas, Piauí, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Distrito Federal e Goiás atingiram a meta de vacinação. Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Sergipe, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Maranhão, Tocantins, Rondônia, Bahia, Pará e Amapá ultrapassaram 70% de vacinados.

O Ministério da Saúde recomenda aos estados e municípios que não atingiram as metas continuar a vacinação até chegar ao percentual de 80%. Cabe aos gestores locais de saúde definir as estratégias locais para prorrogar a campanha, com base nas coberturas vacinais de cada grupo prioritário.

Nos locais onde a campanha for adiada, as pessoas dos grupos prioritários devem procurar a Secretaria de Saúde do seu município ou estado para se informar sobre a lista de postos, bem como o endereço e o horário de funcionamento.

Estados e municípios vão continuar alimentando o sistema de informações do Ministério da Saúde com o número de doses aplicadas, por público-alvo. Um novo balanço deverá ser divulgado na próxima semana.

Considerando os dados do último dia de campanha nacional, esta cobertura de 60,24% é a segundo melhor dos últimos cinco anos

Governo apresenta solução para caso das filas noturnas no HGM

O governo municipal, por meio de sua assessoria de Comunicação, anunciou nesta manhã uma solução para as filas noturnas na porta do HGM, como fora mostrado em postagem anterior.

De acordo com o jornalista, Alberto Barros, assessor de comunicação, a Secretaria de Saúde vai criar uma Central de Regulação. Seria uma central de marcação de consultas por telefone disponível em todos os bairros, com registro informatizado como já ocorre em cidades grandes, a exemplo da capital São Luís.

Recursos estariam sendo providenciados para esta implantação na expectativa de que as dormidas em busca de fichas de consultas acabem. Sobre quando a central deverá entrar em funcionamento, Alberto Barros respondeu – “Ainda este ano”.

Castigo – Zito copia Biné e deixa codoenses dormindo na porta do HGM

Porta do HGM

Por volta das 8h10min da noite de ontem, 17, estive no Hospital Geral Municipal na parte por onde entram os visitantes de pessoas internadas. Deparei-me novamente com uma cena que, até então, pensei está enterrada juntamente com a problemática direção do hoje vereador Figueiredo Junior e seu tio Biné.

Tamanha foi minha surpresa. Cláudio Paz, o novo diretor Lisboa e, por que não incluir, o prefeito Zito Rolim, ainda não demonstraram competência suficiente para acabar com a tradicional fila noturna na porta do HGM.

Logo na chegada, alguém disse “Eu cheguei aqui às 3h da tarde Acélio”. Perguntei então que tipo de tratamento estavam buscando. “É ficha pra Dr. Duailibe (ortopedia) e Dra. Graça”, responderam.

DORMINDO NO CHÃO

A descrição é das mais tristes e levou-me exatamente ao tempo dos Figueiredo. Dezenas num banco de madeira colado no portão de vidro do hospital e outros já cobertos por lençóis, única proteção contra o frio da madrugada, deitados no chão.

Dormindo no chão

Quando fiz uma reportagem sobre este assunto na era Biné, a direção do hospital me dissera que era um hábito dos codoenses dormirem no chão a espera de ficha e que não havia nenhuma necessidade para tanto, pois as fichas só seriam distribuídas (cerca de 20 ou 30) às 7h da manhã e as consultas poderiam ser marcadas nos bairros pelo computador.

A CÓPIA

Pelo que presenciei, estarrecido, acho que ouvirei, praticamente, a mesma ladainha da gestão atual. Obviamente, como ocorrera naquela época, também serei acusado de estar falando sobre algo que não existe.

Em todo caso, se é pra copiar aqui vai um conselho para a gestão Paz/Lisboa/Rolim. Pelo menos vejam se algo prestou na gestão do HGM feita pelos Figueiredo. Forçar o codoense a enfrentar chuva e frio à noite por uma ficha de consulta, DE NOVO, é uma imitação, no mínimo, sarcástica.

Clínica da FC Oliveira é exemplo no Nordeste

Dra. Socorro

O grupo FC Oliveira mantém dentro do seu parque industrial, em pleno funcionamento, a chamada Nossa Clínica. A equipe que a faz funcionar é formada por vários profissionais, entre os quais estão enfermeiros, auxiliares, psicólogos, fonoaudiólogos, odontólogos e a médica do trabalho, Dra. Socorro, que lidera as atividades.

O trabalho vai muito além da simples averiguação da doença ou do problema apresentado na atividade laboral, segundo a médica responsável. Na Clínica, do grupo FC Oliveira, o tratamento termina com a entrega dos remédios.

“Já trabalharei em muitas grandes empresas. Esta é a única onde não precisamos mandar o colaborador procurar ajuda externa, a não ser quando o caso é muito grave, além do nosso alcance. Todos os demais saem com o remédio que precisam daqui mesmo”, assegurou Dra. Socorro.

SAÚDE PREVENTIVA

A saúde preventiva também faz parte do trabalho da equipe, que segue diretriz da Consolidação da Leis Trabalhistas – CLT e da presidência da empresa. Semanas inteiras de palestras educativas são realizadas, atividades contra o estresse também constam.

Seguindo diretrizes de nossa administração durante todo o ano promovemos palestras e ações englobando todos os colaboradores. Temos ações como DST/AIDS, planejamento familiar, sexualidade, a saúde do homem como um todo, a importância das prevenções, das vacinações”, ressaltou

CUIDANDO DA FAMÍLIA

A Nossa Clínica cuida até da família dos funcionários da FC Oliveira, como explicou a médica. Os colaboradores do parque fabril são estimulados a se relacionarem melhor com esposa e filhos, sobretudo, com aqueles que estão na fase da adolescência.

“Também há preocupação com sua vida particular: como lidar com filhos adolescentes, a própria motivação da vida como um todo, até a própria educação no trânsito a gente já tem ações, de muito sucesso, nesse sentido”, revelou Dra. Socorro

Conselho Municipal de Saúde faz inspeção e encontra irregularidades

Eliel Lima

O Conselho Municipal de Saúde fez recentemente uma inspeção em todos os postos e no Hospital Geral Municipal de Codó. De acordo com Eliel Lima, integrante do Conselho, a inspeção foi motivada pela população.

“Há uma reclamação constante de falta de medicamentos, falta de estrutura, falta de profissionais de saúde, então nós fizemos uma visita à todas as unidades pra gente poder passar o relatório para o secretário, cobrar dele a ação”, disse

O relatório já está pronto e será entregue ao secretário, Cláudio Paz. Lima não forneceu ao blog mais informações sobre as irregularidades encontradas, limitando-se a dizer:

“Por exemplo, local adequado para profissionais. Profissionais que deveriam estar atuando num lugar, está atuando noutro lugar, então são alguns dos itens que a gente tem que cobrar o prefeito pra fazer a coisa acontecer como determina a lei”, falou