Category Archives: Saúde

Diretor afirma que SAMU de Codó será regionalizado

O diretor do SAMU, Dr. Digeorgio Martins, em entrevista ao Programa do Povo, apresentado por Veridiano Sousa, anunciou a regionalização do Serviço de Atendimento Móvel que hoje atende somente Codó.

Segundo o médico, até a cidade de Chapadinha, sem citar quais as demais, ficará sob o controle codoense.

“O SAMU passará a  ser regional, porque hoje ele é municipal, apenas dando cobertura para o próprio município, e que nela regionalização ele dará cobertura também ao município de Chapadinha, que terá uma base descentralizada, que terá ambulância avançada (USA), e Unidade de Suporte Básico (USB)”, disse

MUDANÇAS EM CODÓ

Digeórgio também afirmou que o número de ambulâncias será aumentado para o atendimento da população codoense, serão 4 básicas e duas avançadas por dia.

“Para que possamos dá cobertura a nível de zona urbana ele passara a ter 4 USB (Unidade de Suporte Básico) e 2 USA (Unidade de Suporte Avançado), no caso hoje ele funciona com duas USB e uma USA na zona urbana, e uma Unidade de SUPORTE Básico no Km 17 e outra na Boa Vista do Procópio, essas duas mantidas com recursos próprios da Prefeitura de Codó”, concluiu

Além de Boa Vista do Procópio e Km 17, Cajazeiras também terá sua Unidade de Suporte Básico.

Não foi informado quando essas mudanças, realmente, serão efetivadas.

 

 

Secretaria promoverá Curso Introdutório para Profissionais da Estratégia de Saúde da Família

Durante os dias 19 a 23 e 26 a 30 de janeiro de 2015 a Secretaria Municipal de Saúde estará realizando Curso Introdutório para Profissionais da Estratégia de Saúde da Família (ESF), no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) de Codó.Curso

O curso tem por objetivo sensibilizar e informar os profissionais para a estratégia, ampliando a visão dos mesmos a respeito do modelo assistencial de forma a contribuir com as mudanças das práticas cotidianas e na melhoria da qualidade de vida da população.

Ascom/Prefeitura Municipal de Codó

CALAZAR – Assessor de Endemias incentiva ‘demanda espontânea’

Em entrevista à repórter Ramíria Santiago, do programa Balança Codó, o assessor de endemias do município, Francisco Santos Leonardo, falou sobre a falta de local e laboratório adequados para o combate ao Calazar dentro do município de Codó. A reportagem cobrava providências quanto ao grande número de cães circulando, especificamente, no Mercado Central.

Leonardo falou da ausência de um Centro de Zoonoses, por causa dela muitos serviços ainda dependem do centro que existe em Caxias.

“Nós precisaríamos de uma estrutura, por exemplo, de um CCZ (Centro de Zoonoses), porque ali nós vamos pegar vários animais, nem todos são positivos (…) para isso eles (animais) teriam que ficar num canil, alimentados e isso o município ainda não dispõe. A outra situação que ainda falta funcionar, efetivamente, no município é um laboratório que faz confirmação por meio de Eliza que nós ainda não temos. Então durante esses anos anteriores a gente trabalhou com o programa efetivo dependendo de Caxias “, disse

TESTE RÁPIDO

Mas ele destacou também que não há problemas quanto a descoberta da doença uma vez que há bastante tempo ela vem sendo feita por meio do chamado teste rápido. Equipes colhem o sangue do cachorro e em 15 minutos sabem se o animal está ou não com a doença que é transmitida ao homem por meio da picada do mosquito flebótomo (ou cangalhinha).

Também frisou que continua atendendo a chamada demanda espontânea.

“Nós continuamos trabalhando com a chamada ‘demanda espontânea’. O dono do animal chega aqui – olha, meu animal está aparentemente doente – então a gente manda a equipe lá fazer o exame e este exame logo é dado o resultado e a gente também faz o recolhimento do animal”, disse

SAÚDE: Professor de dança incentiva atividade física no residencial Trizidela

O professor de dança e educador físico Maicon Ramos resolveu por em prática um antigo desejo que, literalmente, mexeu com a comunidade sedentária do  conjunto residencial Trizidela (Minha Casa, Minha Vida), na periferia de Codó.

Exercitando o corpo e fazendo o bem à saúde

Exercitando o corpo e fazendo o bem à saúde

É porque eu tenho um sonho e quero ajudar as pessoas mais humildes, se eu tenho essa profissão e eu não to exercendo ela no momento por que não doa-la, se outras pessoas pensassem da mesma maneira e tivessem aqui me apoiando seria bem mais incrível”, disse

A ideia é simples, mas de grande importância – reunir o maior número possível de interessados  e colocá-los,  no meio da rua, para se mexer.

A ESTRUTURA

De um pequeno carro de som (horas antes usado pelo próprio professor pra chamar os moradores para a atividade) vinha  a motivação musical, à frente do grupo com moradores de todas  as idades, ele (Maicon) misturava dança com exercícios físicos.

Aeróbica com acompanhamento profissional de graça

Aeróbica com acompanhamento profissional de graça

Aos poucos até quem estava nas calçadas foi perdendo a timidez e tentando acompanhar o ritmo, como dona Maria José dos Santos, já na terceira idade.

“Estou me sentindo uma menina” brincou se divertindo com a aula ao ar livre

E os rapazes, do outro lado da rua,  que até ensaiaram uma coreografia.

 “Ele veio, tipo o clima da galera todinha e a gente fica com inveja, a gente vai tentar dançar também pra ver se aprende…ÓTIMA IDEIA, ENTÃO? Positiva, ótima ideia o que esse rapaz tá fazendo aqui, tanto pra mim quanto pra elas, todas”, disse Antonio Nascimento

DE BEM COM A VIDA

Para elas, foi muito mais do que só dança. Há mais de um ano, Francisca Miranda não soava numa atividade física e o resultado no humor e na autoestima foi imediato.

 “É muito bom exercitar o corpo, exercita a alma, é tudo de bom (…) HÁ QUANTO TEMPO NÃO FAZIA UMA GINÁSTICA DESSA? Há um tempão, mais de um ano…MAIS DE UM ANO? Mais de um ano….COMO ESTÁ SE SENTINDO? De bem com a vida”, respondeu a dona de casa

Maicon iniciou projeto inovador dentro de Codó

Maicon iniciou projeto inovador dentro de Codó

De bem com a vida como Maicon se sentiu, tanto  que até já marcou novas sessões do que chama de “aerofitness de rua”. Serão duas vezes por semana para correr ou dançar atrás de uma promessa que agradou muita gente.

 “Na aeróbica você pode perder de 200 a 800 calorias por aula, e  na localizada você pode perder de 700 a 900 calorias por aula, isso gera em torno de 26 quilos em um ano, sem fazer nenhuma musculação, só aeróbica…DANÇANDO, SE MOVENDO? Movendo, dançando, e eu prometo 26 kgs dentro de um ano sem academia”, prometeu

Dona Maria de Deus Bastos da Silva nem precisa perder tantos quilos assim, a dança dela é para diminuir outra coisa que, aliás, já deu sinal positivo de partida.

A gente fica parada parece que fica com má circulação, a gente vai se exercitar fica muito melhor, me sinto bem demais…VAI EMBORA O QUÊ? As dores, fica só a saúde que fica”, disse com alegria

CODÓ – Número de pessoas com HANSENÍASE que não procuram médico ainda preocupa

Ano passado  uma equipe de enfermeiros e técnicos visitou  5.893 casas, entre os mais de 16 mil moradores examinados (16.133), pediu para que 260 fossem até o posto de saúde mais próximo para fazer exame mais detalhado de Hanseníase, só 111, realmente, apareceram e 68 tiveram a doença diagnosticada.

Estes dados mostram também uma realidade que continua preocupando – muito gente tem a suspeita da doença, sabe disso e, mesmo assim, recusa-se a procurar ajuda médica.

MAIS DE 100 NUMA ESCOLA

Ano passado o diretor do CAM, Waldeck Frota,  responsável pela procura da doença em 8 escolas descobriu mais de 100 casos suspeitos em apenas uma delas, poucos procuraram ajuda. Este ano a estratégia será levar o médico para realizar o exame na própria escola.

“Se nós encontramos lá 30 alunos que estão com esta dúvida, lá mesmo o médico pega, consulta e já  tira a dúvida daquele aluno porque infelizmente no ano passado, não vou colocar aqui escola, mas nós tivemos escolas que nós tivemos 103 alunos com suspeito de HANSENÍASE e desses 103 se tiverem vindo 14 ou 12, vieram muito, mas tá dentro desse patamar”, disse em entrevista à TV Mirante

No centro de saúde de maior tradição neste tratamento, o CAM, que oferece  inclusive medicamentos gratuitamente (como também fazem outros 16 postos) aos pacientes as visitas espontâneas ainda são inexpressivas, por isso a enfermeira Naiza Branco  fez um alerta.

Que elas  (pessoas) procurem o posto de saúde pra fazer o teste de sensibilidade porque a Hanseníase tem cura, o tratamento é gratuito e com o passar o tempo ela vai evoluindo para formas mais graves”, orientou

UM BOM EXEMPLO

Mas há sim bons exemplos. Seu José Moraes Rocha estranhou um mancha no corpo, foi ao médico e encarou o tratamento. Curou-se da Hanseníase, mas nunca deixou de visitar o centro de saúde para novas avaliações.

E vem dele, o melhor conselho para quem se recusa a procurar ajuda.

 “Eu diria à esta pessoa que ele não quer bem a si próprio, porque quem quer bem a si próprio procura ter sempre a saúde em dia, essa doença é muito fácil de ser tratada se procurar um médico, agora se ficar só com remedinho em casa adoece, melhora amanhã vai ser uma doença que vai maltratar muito ele e é capaz até de ir à óbito”, disse

Codó iniciou 2014 com 106 casos registrados. Até outubro, quando os dados acima foram publicados pela coordenação contra Hanseníase, 68 novos haviam sido descobertos.

Vacinas contra Pólio e Sarampo continuam nos postos de Codó até 9 de janeiro

O Maranhão, mesmo após duas prorrogações, não conseguiu alcançar a meta estipulada pelo Ministério da Saúde na campanha contra o Sarampo (86,60%) e contra a Poliomielite (84,33%), isso porque o Ministério estabelece mínimo de 95% de crianças vacinadas.

Estes números são a somatória do resultado de todos os municípios do Estado e isso significa dizer que muitos não fizeram, realmente, o dever de casa, mas Codó não está nesta lista. Aqui todas as metas foram batidas antes mesmo do fim dos prazos.

Antes do dia 12 de dezembro, quando findou-se a primeira prorrogação, 10.933 crianças já haviam sido vacinadas contra a Pólio ( 101,16%da meta estabelecida para o município).

Contra o Sarampo Codó vacinou 9.351 crianças – 97,18% do que estava previsto.

 “A estratégia  utilizada foi a mesma das campanhas passadas, então a gente vem tendo sucesso em todas as campanhas ao estar realizando os arrastões, que é o processo de casa em casa, e nos postos”, esclareceu Karen Cruz coordenadora da Vigilância em Saúde de Codó

Mesmo tendo cumprido o dever de vacinar igual ou acima do mínimo exigido, a coordenadora de Vigilância em Saúde explica que as doses continuam disponíveis nos 17 postos, até o dia 9 de janeiro.

“A campanha ela só encerra dia 9, então quem ainda não tomou como dose de campanha, pode estar procurando um posto de saúde mais próximo de sua casa para tá tomando a vacina”, afirmou Karen

Cláudio Paz fala sobre o futuro de sua gestão no Hospital Geral de Timbiras

Dr. Cláudio Paz

Dr. Cláudio Paz

O médico Cláudio Paz esteve esta semana com o jornalista e radialista Alberto Barros, programa Cidade Notícia, da FCFM, falando sobre seus planos diante do novo desafio de sua carreira – gerenciar o Hospital Geral de Timbiras – que pertence ao governo do Estado do Maranhão.

O ginecologista, também ex-secretário de saúde do município de Codó, fez explanações sobre dificuldades que encontrou como a falta de uma equipe de ortopedistas. Segundo ele, a que trabalhava no HGT se demitiu ainda em 2014.

“Não existe ortopedista lá, a equipe se demitiu, ainda na gestão passada. A empresa que fornece os equipamentos para que possam fazer as cirurgias, ela retirou esses equipamentos, ficou ainda alguns profissionais no mês de novembro (2014) no mês de dezembro, eles saíram todos, então quando nós assumimos o serviço de ortopedia não estava mais funcionando”

Paz prometeu reativar o serviço de ortopedia o mais breve possível.

“Nós vamos procurar manter os serviços e ampliar os serviços, vamos correr atrás para que seja retornado o serviço de ortopedia, porque é um serviço importante aqui pra região por conta dos traumas, existem muitos acidentes, não só em Codó, como em Timbiras, aqui na BR (316) que ele serve também para fazer esses atendimentos, pra gente poder voltar atender”, prometeu

À DISPOSIÇÃO

Ele colocou o hospital a disposição dos codoenses.

“A população de Codó tanto em caso de urgência e emergência, cirurgias eletivas, o hospital de Timbiras vai estar disponível para atender”, frisou

Garantiu que todos os pagamentos serão feitos (Referindo-se à fornecedores e funcionários), além de afirmar que demissões da equipe anterior ainda não aconteceram. O quadro deve permanecer inalterado até o fim do contrato atual (o que deve acontecer em março).

“Não houve nenhum tipo de retirada de ninguém”, garantiu

A ORDEM É ACOLHER

Cláudio Paz falou da nova ordem no serviço público de saúde estadual – ACOLHER.

“A determinação do Dr. Marcos Pachêco é que além da assistência, ele tá com uma preocupação muito grande com o acolhimento das pessoas, ele quer atender, mas além de atender resolver, ele foi bem enfático, foi a primeira palavra que ele falou na nossa reunião foi a de acolher, tratar bem, para que a pessoa possa se sentir protegida dentro daquela unidade hospitalar”, concluiu

Governo Federal enviou para Zito cuidar da saúde dos codoenses R$ 26.258.961,58

O município de Codó recebeu do Governo Federal, de acordo com dados do Portal da Transparência, uma quantia milionária para realizar serviços de saúde pública aos seus munícipes.

Foram repassados para o chamado FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE, entre janeiro e novembro de 2014 (dezembro ainda não foi publicado), exatamente R$ 26.258.961,58.

Entre os inclusos nesta verba, alguns destaques:

SAMU/2014 – recebeu R$ 1.465.050,00

VIGILÂNCIA EM SAÚDE – R$ 1.126.230,14

PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA – R$ 5.996.476,21

PISO DE ATENÇÃO BÁSICA FIXO – R$ 2.977.709,52

CONSTRUÇÃO E AMPLIAÇÃO DE UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE – R$ 588.624,00

VEJA MAIS AQUI

FARMÁCIA BÁSICA – R$ 554.310,08

OUVIDORIA DO SUS só registrou 57 reclamações da saúde de Codó

Os codoenses comumente usam os meios de comunicação para denunciarem atendimento ruim nos centros de saúde da cidade, principalmente referindo-se ao Hospital Geral Municipal.

Mas dados da OUVIDORIA MUNICIPAL DO SUS mostram que tais reclamações não são feitas, pelo menos NÃO na mesma proporção, diretamente à quem poderia resolvê-las efetivamente.

De janeiro à dezembro de 2014, apenas 57 reclamações foram registradas pela ouvidoria – que disponibiliza carta, telefone e uma urna em cada posto de saúde para que o cidadão deposite nela sua reclamação, elogio ou sugestão escrevendo-a de próprio punho.

O coordenador da ouvidoria, Jéferson Abreu, afirmou que a a maioria das reclamações cai no item GESTÃO.

“Porque o item gestão engloba todos os funcionários, desde o zelador ao médico (…) A reclamação mesmo hoje em dia é em relação ao mal atendimento por conta de alguns funcionários”, explicou

O QUE É FEITO?

Jéferson também falou sobre o que acontece quando o cidadão denuncia.

“Sempre que há uma denúncia se for contra a mesma pessoa que foi denunciada novamente, a gente corre atrás, vamos averiguar os fatos, para que não seja  feita injustiça. Então a gente averigua, ver se, realmente, é verdadeira a denúncia e se for a gente passa para o secretário tomar as providências”, relatou

Das 57 reclamações registradas este ano, segundo o coordenador, 24 foram resolvidas.

 

Imagem da nossa Farmácia Popular entristece qualquer coração

Esta é a imagem que o cidadão codoense tem quando entra na nossa FARMÁCIA POPULAR, aquela encarregada de distribuir medicamentos gratuitamente ao povo.

Farmácia Popular de Codó

Farmácia Popular de Codó

Na semana passada, quando esta foto foi feita, o secretário de Saúde, Ricardo Torres, falou sobre ela, inclusive em rede estadual de televisão.

 Disse que realmente a demanda é maior que a disponibilidade nas prateleiras e que espera mais recursos dos Governo Federal para melhorar a oferta de medicamentos gratuitos à população.

“A gente espera que o governo traga novidades, nesse reinício de mandato da presidente para que  a gente tenha o financiamento da atenção básica melhor e junto com  atenção básica também esses medicamentos que compõem esse acervo da Farmácia Básica”, disse

Entrar nesta farmácia e sair apenas com a resposta – A GENTE NÃO TÁ TENDO ESSE REMÉDIO, NÃOé mais comum que brigadeiro em festa de menino do buchão.