122 ANOS – Alunos da escola Pequeno Polegar dramatizam a história de Codó lendo livro de João Batista Machado

Nesta segunda-feira, 16 abril, Codó, no Leste do Estado, ESTÁ COMPLETANDO 122 anos DE EMANCIPAÇÃO política. Hoje trazemos aqui uma homenagem feita pela escola Pequeno Polegar, de Ensino Fundamental, ao escritor João Batista Machado autor de duas obras sobre a nossa história e de tantas outras que não conseguiu publicar por falta de apoio financeiro.

O professor Romário Oliveira que idealizou a apresentação dos alunos, logo no início da nossa entrevista,  sintetizou bem a importância de João Batista Machado para a literatura codoense.


“Foi ele o responsável por traduzir a memória oral para o escrito, ele pegou dos antepassados dele, as pessoas mais velhas, ele ouviu, escutou e redigiu, toda cidade, pra ser construída ela precisa de um mito fundador, precisa de suas lendas, nós não podemos pensar uma história da cidade, quem não tem lendas, que não tem imaginário”, disse

Na última sexta-feria, 13, véspera do  dia em que Codó completa 122 anos (16/abril), os alunos organizaram pequenas peças teatrais trazendo para realidade 5 histórias tiradas do livro O IMAGINÁRIO CODOENSE. Entre elas a representação de Maria Rita e o Porto da Serpente, que une ficção com dados históricos da cidade. As estudantes Ana Beatriz Santos e Paloma Rodrigues falaram sobre a história.

“É porque a gente também tem que saber um pouco da história de onde a gente vive, do local, o que passou antigamente”, disse Ana e Paloma completou

“Porque ele retrata muito da nossa cidade, fala as coisas que são realidade e também fala dos mitos”, frisou

A turma de Felipe Castro e João Vítor Barbosa Leite, ambos do oitavo ano, interpretou A PEDRA FURADA, provavelmente o nascimento da rua Paraguai, no  bairro São Francisco um dos maiores de Codó.

 “O Escritor João Batista Machado foi de grande importância pra nossa cidade, porque ele foi um dos únicos escritores que teve maior repercussão aqui e ele guardou  muito bem a memória da nossa cidade de Codó”, destacou Luís Felipe no que foi completado por João Víctor  “ajudando a gente, a gente vai apreender um pouco mais sobre a nossa cidade”

Para o idealizador, professor Romário Oliveira, foi  um momento especial.

“Nós aproveitamos este momento, que é a história de Codó, aniversário da nossa cidade para também trabalhar o livro dele e também tá levando ao conhecimento dos jovens, a importância do livro, da literatura  e da história da cidade”, afirmou o educado professor

Entre os convidados para acompanhar a apresentação esteve o filho de João Batista Machado, escritor que morreu dia 22 de março de 2016. Jéferson Alves, que é professor, Disse que assistiu, na prática, sonhos do autor de duas grandes obras literárias sobre a nossa história

“São contadas essas histórias hoje através de dramatização e a gente  fica feliz pelo fato de que o escritor sempre tinha o objetivo de preservar a cultura, mas também do desenvolvi mento da leitura e foi o que os alunos aqui da escola demonstraram, que leram as histórias, compreenderam as histórias”, concluiu

One Response to 122 ANOS – Alunos da escola Pequeno Polegar dramatizam a história de Codó lendo livro de João Batista Machado

  1. Arlete disse:

    Parabéns professores e alunos pelo resgate da historia de Codó e pela homenagem ao seu João Machado.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *