Codoenses que perderam casas na cheia deste ano dizem que continuam abandonados

A rua Copacabana no bairro Santo Antonio, próximo à antiga e abandonada ‘Prainha’,  ficou  debaixo da água do Itapecuru na época das chuvas porque fica bem ao lado.

As casas de taipa sofreram, paredes caíram parcialmente e uma delas não resistiu – desmoronou.

SEM AJUDA

Ainda no período chuvoso  nós mostramos a situação da casa que desmoronou completamente, ela era de taipa, não resistiu ao período de inverno e voltamos esta semana para vermos o que aconteceu. A dona continua fora não tem condições de reerguê-la e até agora, também não conseguiu ajuda do governo para que isso ocorra.

Quisemos saber agora o que aconteceu depois que cadastros foram feitos pela Defesa Civil Municipal e Estadual (dois bombeiros visitaram a rua quando as chuvas ainda estavam fortes), à época com a promessa de ajuda de casas e até dinheiro, no valor de R$ 5.000,00 por família,  para compra de móveis ou material de construção.

Seu Valdene Vieira de Almeida foi visitado e lembrou-s da promessa.

 “Eles prometeram uma casa aí, procuraram um residencial eu disse – a pessoa quando vai dá o cavalo pro cara não olha se ele tá magro ou gordo importante é que ele dê, se vocês vão dá o importante é sair desse local (…) quando fizeram o cadastro aí, o sonho de todo brasileiro é casa própria, mas, infelizmente, ficou pra próxima”, disse

Para a amiga de dona Maria do Nascimento, na rua Nina Rodrigues também não chegou nada até hoje.

“A casa da minha amiga caiu, eles levaram pro Ginásio e aí eles falaram que ia dá uma casa pra ela mas não, ela fez foi, as pessoas ajudaram e ela fez uma casinha de taipa, tá lá morando agora (…) tem que ajudar a população é preciso, as pessoas que a água derrubou precisa”, afirmou a aposentada

BARRO COM BARRO

Dona Francisca Santos reclamou que nem um auxílio mais simples para ajudar a tapar novamente as paredes que caíram com barro foi enviado.

Ela, por exemplo, tapou os buracos com o próprio material que caiu da estrutura sustentada por talo de coco babaçu e cipó..

 “devia ter mandado colocar meno umas 3 carradas de barro, uma piçarra pra gente ajeitar porque tudo é difícil”, sugeriu

Mostrando até onde teve que tapar de barro novamente Francileide  Machado reclamou da falta de assistência á quem ficou por alguns dias com casas alagadas na Copacabana.

 “Nessa área aqui o pessoal tudo precisa, essa casa aqui oh essas casas aqui tava tudo em pé caiu tudo (…) bastante, aí tem muita gente mesmo, que nem aqui são pessoas humildes, todos precisam de ajuda e aí como é que vai se levantar se não tem ajuda?”, indagou

NOTA DA PREFEITURA

 A Primeira-dama do município e secretária de Assistência Social, Agnes Oliveira, informou que todas as famílias que ficaram sem casa por causa da cheia do Itapecuru este ano estão recebendo o chamado ‘Aluguel Social’ e, além disso, à época receberam todo o amparo do governo municipal como abrigo e comida.

Sobre casas, disse que não há previsão de entrega de casas para quem as perdeu.

4 Responses to Codoenses que perderam casas na cheia deste ano dizem que continuam abandonados

  1. Capão branco disse:

    A velha palhaçada se repete anos após anos. Fazem casas na área do Rio e quando o inverno chega ficam vivendo as custas do dinheiro público. Esta palhaçada tem que acabar de uma vez por todas. Foram distribuídas casas na administração anterior e as mesmas foram vendidas. Querem ficar a vida toda mamando em dinheiro público. Chega.

  2. Amigo Codoense disse:

    VDD Capão

  3. sandrahumberto disse:

    Capado pegou ar. Kkkk

  4. enzogabriel disse:

    Esse governo é só mídia e na mais,nem avanço nem conquistas

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