Codoenses reclamam de barulho no centro comercial

Ir ao centro comercial de Codó é ter que enfrentar um barulho constante, só um  pouco diferente do que o lavrador Cícero da Conceição diz enfrentar também quando está em casa tentando descansar.

 “É porque as vezes a gente tá em casa sossegado e passa uma zuada danada não tem respeito…E NA IGREJA? Na igreja do mesmo jeito…NÃO BAIXA NÃO? Baixa não’, respondeu

A sensação de que o barulho não cessa no centro é auxiliada pelo som que também vem das caixas amplificadas usadas na porta das lojas, mas é dos carros que fazem a propaganda volante que vem a maior reclamação.

O aposentado Almir Braga disse que é difícil até conversar nas lojas.

 “Você não pode conversar, você não pode prestar atenção em nada porque a barulheira não deixa você prestar atenção em nada. Você chega numa loja, é obrigado você tá conversando lá no ouvido e o cliente no ouvido da gente, é assim…É MUITO ALTO? É alto demais, é alto de faz mal pra saúde  (…) devia ter limite, limite, horário porque qualquer hora aí o pau quebra”, frisou

O CÓDIGO DE POSTURA

Pelo que se ouve até parece que não existe disciplinamento sobre  volume da propaganda volante aqui em Codó, mas ele existe e está no Código de Postura do Município que estabelece apenas 84 decibéis para carros de som.

Walter Silva, cantor e radialista, consumidor acha que sem fiscalização é difícil saber a quantas andam o volume que passa na rua Afonso Pena toda hora.

 “Esse código com certeza existe mas não é obedecido, agora mesmo a gente viu o exemplo aqui acho que tá ultrapassando os 300 (decibéis) porque a gente não pode conversar, ninguém ouve nada, atrapalha com certeza…ACHA QUE TINHA QUE TER FISCALIZAÇÃO? Com certeza, tinha que ter todo lugar tem limite, todo local tem limite por que que Codó não pode ter?’ , questionou

Enquanto não há uma cobrança das autoridades que estabeleça limites ao volume da propaganda volante, muita gente apela para o bom senso que nem precisa de fiscalização.

 “Todo mundo pode usar mas com educação pra não incomodar os outros, não custa nada controlar porque as vezes eu quero ouvir uma coisa mas outra pessoa perto de mim não tá querendo, então eu boto só pra mim”, concluiu a lavradora Maria Francisca Fernandes

6 Responses to Codoenses reclamam de barulho no centro comercial

  1. Capão branco disse:

    Já deveria estar em vigor uma lei do silêncio que fizesse com que estes abusos acabassem. Passar na Rua Afonso Pena requer muito malabarismo e proteca aos ouvidos. Uma quantidade de carros de sons sem falar nos carros particulares. Isto é uma vergonha.

  2. Por Codó disse:

    É impossível pensar direito no centro comercial de Codó. Que tomem providências.

  3. Diana disse:

    Esse problema no Centro da cidade já eexiste há bastante tempo incomoda comerciantes e clientes. Perturba demais e só tem uma forma de acabar é colocandoaalguém pra vigiar pra que o Código de Postura seja cumprido. No Código tem a quantidade mínima de decibéis em área aberta.
    Na administração de um prefeito alguns anos atrás ficava um servidor no centro da cidade com o aparelho qud mede o som, fiscalizando o volume de carros de propagando é a única forma de cumprirem o Código de Postura.

  4. Graça disse:

    O controle do som com a finalidade de cumprir o exigido no Código de Postura foi feito na administração do ex prefeito Ricardo Archer. Se não houver fiscalização não cumprem

  5. Vanusa disse:

    Até que enfim fizeram uma matéria sobre esse assunto,pois parece uma despulta entre as lojas, quem coloca a caixa de som com volume mais alto,eu particularmente nem entre na loja Avenida e naquele outro do lado pois é impossível conversar com o vendedor

  6. verdade disse:

    Pois podem esperar mais porque nos próximos meses ai é que a bagunça vai ser grande com o inicio das propagandas eleitorais.

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