ASSISTA: O que diz o preso por participação na morte do estudante Cássio Zuleido

A Polícia  Militar prendeu no fim de semana e a Polícia Civil apresentou hoje, 12, à imprensa,  Ronyson Pereira de Oliveira,  após investigar  o assassinato do estudante Francisco Cássio Catuaba Zuleido, de 20 anos, morto com um tiro no rosto na noite do dia 6 de dezembro quando voltava da escola na rua Goiânia,  do bairro Santo Antonio.

Em um primeiro momento a informação que chegou à imprensa foi a de que  Cássio havia sido morto porque não tinha o celular que dois bandidos pediram.

Investigando a polícia descobriu que estes fatos foram uma tentativa de fazer parecer que a morte teria sido o fim trágico de mais um assalto na cidade. Na verdade, a história por trás deste crime é outra.

FOTOS DA EX

O delegado  regional, Zilmar Santana, revelou pela manhã  que a motivação foi passional. O suspeito preso disse em depoimento que a vítima estava namorando a ex de Edivaldo Moreira dos Santos, foragido desde a data do assassinato, e ficava mandando fotografias íntimas da mulher que mora em Coroatá.

 “Confirmou a motivação, se tratava de um relacionamento que autor  e vítima mantinham com a mesma pessoa e que o crime teria sido provocado, praticado por ciúmes”, disse a autoridade

Delegado Rômulo Vasconcelos foi quem ouviu o preso. Informou que Ronyson  estava em Codó há cerca de 4 meses e trabalhava na mesma panificadora de Edivaldo, alimentando o forno de assar pães com lenha. Ronyson acusa Edivaldo de ser o autor do disparo que matou o estudante.

Em algum momento começou a ouvir as reclamações do foragido e topou estar com ele na noite do crime, sem participar diretamente da ação criminosa.

VEJA O DEPOIMENTO DO PRESO

 “O Ronyson ele não é de Codó, ele é de Buriti-Bravo, tem a participação em um crime na cidade de Buriti-bravo, já puxou cadeia em Roraima, por treáfico de drogas, 3 anos, tava trabalhando na mesma panificadora  onde o autor trabalhava, então por ser um homem de fora o Edivaldo sentiu firmeza nele  e o convidou para executar, cometer crime de homicídio contra o Francisco”, explicou Dr. Rômulo

PRISÃO DE EDVALDO, O CONFEITEIRO

Os delegados consideram o caso esclarecido, mas ainda faltam a prisão de Edivaldo e algumas diligências para concluir o inquérito.

“Na verdade a gente tá aguardando ele se apresentar, mas a Polícia já tomou todas as medidas necessárias pra prisão dele, estamos esperando as próximas horas pra pedir a sua prisão”, frisou Rômulo Vasconcelos

“Temos que fazer mais diligências, complementar, ainda tem algumas testemunhas, reconhecimento e algumas diligências aí pra deixar o inquérito policial  completo”, complementou o regional Zilmar Santana

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