ASSISTA E FIQUE ALERTA: Dr. Stênio orienta sobre os riscos da automedicação

Poucos, a exemplo do chaveiro Célio Ribeiro Rodrigues,  afirmam não aceitar indicação de remédios de quem não seja médico

 “É não tomar porque o medicamento sem a prescrição médica contribui para o paciente…ENTÃO O SENHOR FICA COM MEDO ? Eu não tomo porque prejudica, né”, disse

É o que os médicos recomendam por uma razão importante que precisa ser levada em consideração. Foi o que ouvimos do médico Stênio Barbosa.

 “ cada organismo reage de uma forma, com certeza, e o paciente que chegou e começou algum tratamento prescrito pelo médico ele não pode     chegar e dizer – não, meu vizinho, comece a tomar tal medicação porque eu senti o que você sente e você vai se dar bem também, muitas vezes acontecem situações graves que a gente já presenciou”

Em Codó, nem só de farmácia vivem os que tem o hábito de se automedicarem.

 Existe entre muitos codoenses o hábito de procurar a feira livre para adquirir remédios que eles consideram naturais, as famosas garrafadas e a gente ver alguns exemplos – para gripe,   combater derrame, o AVC,  óleo de Mamona  utilizado para limpeza intestinal e  o cicatrizante óleo de Copaíba. Para  você tem algum problema de garganta é ofertado, para quem procura, a romã.

É um negócio paralelo no mundo dos medicamentos. Tanto que Richarles  Moura de Jesus herdou a venda do pai dele e há mais de 10 anos atende a demanda.

 “Procura mel, óleo de Copaíba, óleo de Pequi, azeite de mamona, uma variedade de remédio natural (…) A gente compra uma parte aqui, outra vem do Piauí, vem do Ceará também…E O QUE DIZEM OS QUE VOLTAM? Rapaz, acho que resolve porque reclamação não tem não, tem elogios”

Sem muitos exemplos, na cidade, de mortes por automedicação, a confiança  no resultado se mantém e poucos veem algum risco, a exemplo de seu Murilo Costa, técnico em eletricidade.

 “os chás, ervas eu tomo…O SENHOR VER ALGUM RISCO NISSO, SEU MURILO? Se tomar em excesso, alguma quantidade de ervas eu acredito que faz mal pro organismo, mas fora isso acredito que faz muito bem”

Para este médico é preciso manter-se alerta porque existe sim riscos à saúde. Exemplificando  usou o Mastruz, muito usado aqui na região, e um medicamento para inflamação.

 “Muita gente do interior ainda usa muito mastruz, o mastruz quando usado em grande quantidade ele causa lesão no fígado (…) outra medicação que você encontra até mesmo em bares o diclofenaco, pra dor, muito paciente faz uso crônico do diclofenaco e ele é um grande vilão dos rins e do estômago, tem muito paciente hoje na sessão de hemodiálise    por causa do diclofecano”, disse Dr. Stênio

Deixe uma resposta