Delegado Regional abrirá inquérito para apurar ação da PM na morte de Jhones Damasceno

O blogdoacelio mostrou o caso do assassinato do idoso Antonio Pereira Austríaco, morto por estrangulamento no último domingo, 19,  dentro da própria casa, no conjunto Mutirão,  onde mantinha uma mercearia no bairro São Francisco e vivia sozinho.

A família pediu a identificação, imediata, e a prisão de quem quer que tenha cometido o crime tratado pela polícia como latrocínio, roubo seguido de morte.

Antonio Austríaco, 83 anos

Investigando a Polícia chegou ao nome de um suspeito, Jhones Damasceno Sousa, de 30 anos de idade. Conforme o delegado regional, Gilvan Lucas de Sousa, ouvido por nossa reportagem, ele teria vendido produtos da mercearia do idoso horas depois do crime.

“O Jhones era vizinho de seu Antonio, a partir dai começou-se a diligência, chegou-se à um terceiro que teria comprado um fardo de arroz de Jhone e esse arroz teria sido subtraído da casa do comércio de seu Antonio…ESSE ARROZ JÁ FOI LOCALIZADO? Pronto, já tá aprendido, é elemento de prova”

Jhones Dasmaceno Sousa passou a ser procurado. Quando a Força Tática da Polícia Militar o encontrou no bairro Santo Antonio, próximo a casa de uma irmã dele, na manhã do dia 20 de maio de 2019, morreu vítima de um disparo de fuzil no peito.

O comando da PM já se manifestou a respeito e sustentou que o suspeito reagiu ao comando de prisão, além do mais estava armado com um revólver. A família contesta tais alegações.

Esclarecer os fatos caberá agora à Polícia Civil por meio de um Inquérito que, segundo o delegado regional será instaurado.

 “Inquérito policial será instaurado, né, para averiguar essa ação policial, no caso, segundo o que nós tomamos conhecimento é que a Polícia Militar, em diligência, no encalço dele e que quando foram fazer a abordagem dele ele reagiu e aí foi neutralizado lá na ação policial, mas, em todo caso, o inquérito policial será instaurado para averiguar toda a conduta policial, toda a ação policial”, disse

7 comentários sobre “Delegado Regional abrirá inquérito para apurar ação da PM na morte de Jhones Damasceno”

  1. Isso deve ser só protocolo, não e pra dá em nada. Parabéns a POLICIA.Se matar um vagabundo todo dia, faria um bem danado a sociedade.

  2. Esse tal de JHONES nunca prestou, sempre foi um fora da lei. O que mais me admira é a família não aparece quando ele pratica crimes. Eu pensava que ele nem tinha família.
    Eu sei que a familia não tem culpa e nem pode pagar pelos crimes dele.
    Mais é como um internauta falou:
    Tem que arquivar esse inquérito e deixar a policia fazer o trabalho dela.

    ESSE RAPAZ APRONTOU MUITO NO BAIRRO SÃO FRANCISCO.

  3. Entendo ao contrário de outros comentários.
    Tem que investigar com total isenção.
    Se ele cometeu crimes mostrem os inquéritos e processos e as condenações judiciais.
    A Polícia Militar ou qualquer outra não tem como fim “matar”, que apure e que comprove que não existia outra forma de imobilização do falecido.

    Lembrem-se que hoje foi o Jhones, mas amanhã a vítima pode ser um cidadão e ser utilizada a mesma alegação.

    Então não se deve apurar o histórico da vítima, mas se a conduta policial foi além ou até aquém do que se deve esperar da polícia nestes casos.

    Espero que o Ministério Público e a OAB acompanhem e não sejam omissos no acompanhamento das investigações.

    1. Bom dia meu amigo(a) estande observador.

      “Lembrem-se que hoje foi o Jhones, mas amanhã a vítima pode ser um cidadão e ser utilizada a mesma alegação”.

      Ai é outro história meu/minha amigo(a) .

      ESTAMOS FALANDO ESPECIFICAMENTE DESSE DENOMINADO JHONES. ESSE RAPAZ ATERRORIZAVA O BAIRRO SÃO FRANCISCO PRINCIPALMENTE NAS MEDIAÇÕES DA RUA RUA PARAGUAI RUA 14 DE ABRIL RUA SANTANA ENTRE OUTRAS AI PRÓXIMO.

      UMA COISA É CERTA.

      NÃO SE APOSENTA”

  4. kkkkkk esse estudante Observador, muito intelecto. Estamos nessa situação e por causa de muito direitos, e poucos deveres. Policia tem que matar vagabundo. quem não conhecia esse do Jhones. Já foi tarde, já esta no colo do capeta.

    1. Você é um debochado.

      Tem que investigar, com a Promotoria de Justiça e a OAB fiscalizando, para saber se houve excesso na ação policial.

      Tem vários meios de imobilização que não seja matar.

      Se houver excesso, já se torna crime de homicídio.

      Não se está em apuração o histórico da vítima, mas a ação policial que resultou em uma morte.

      Mais grave é um crime quando cometido por quem tem obrigação de defender.

      Então que se esclareça que os policiais estava em risco e que a alternativa foi abater a vítima. Assim restará a população esclarecida sobre a ocorrência e inocência dos policiais.

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