DOE VIDA: Hemonúcleo de Codó está precisando de doação de sangue tipo negativo

O mês de maio fechou com uma queda no número de  bolsas de sangue, só 114 foram coletadas no Hemonúcleo de Codó quando a média mensal passa de 160 coletas. Para evitar isso está havendo uma intensificação do apelo por mais doação agora em junho.

Principalmente de voluntários fiéis como Ricardo Augusto Murad, empresário,  que doa regularmente  desde que o Hemonúcleo foi aberto aqui, em junho de  2012.

 “Faz mal, vai causar algum mal à saúde, nada disso, ao contrário faz é bem pra saúde e A gente doando, todo tempo, quando no futuro precisar aí a gente é atendido também”, disse

O Hemonúcleo de Codó está atrás também de um público específico de doadores, aqueles com tipo sanguíneo A Negativo, O Negativo e B Negativo. Para termos uma noção da necessidade deles, hoje só existe uma bolsa de sangue do tipo negativo no estoque

A coordenadora Sidneyde Duailibe explica que os tipos sanguíneos mais difíceis estão passando a fazer parte de uma lista. Estes possíveis doadores serão visitados e conscientizados da importância de colaborarem.

 “Quando o paciente necessita desse RH e nós não temos em nosso estoque eu recorro à outros centros mas não deixamos o paciente sem esse RH…ESSE É O TIPO DE DOADOR MAIS DIFÍCIL DE APARECER? Nós temos, é difícil de aparecer, nós temos muito O Positivo, mas já temos um grupo de pessoas de RH Negativo que nós já estamos entrando em contato”, disse a coordenadora

A necessidade é tão grande que até doadores conscientes como Antonio Costa, que já está na sua 7ª doação, estão reforçando o apelo pelos tipos negativos.

“Que as pessoas que têm esse tipo de sangue e tem o peso que possa vir doar, venha doar porque não faz mal nenhum e o sangue também volta do mesmo jeito, você não vai ter menos sangue por isso e dois em dois meses, três meses a gente já pode tá vindo doar novamente e ajudando outras pessoas”, frisou

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