Depois de nosso vídeo sobre este  assunto ultrapassar 100.000 visualizações no Instagram @trindadeacelio a pergunta  exposta na manchete desta reportagem  virou a número 1 nas nossas redes sociais.

Vamos devagar e do começo.

Em uma decisão histórica tomada na última quinta-feira (16/04/2026), o Supremo Tribunal Federal (STF) firmou o entendimento de que professores contratados temporariamente pela administração pública têm o direito de receber o Piso Salarial Nacional do Magistério.

A decisão, tomada sob o rito da Repercussão Geral (Tema 1.308), tem efeito vinculante, o que significa que deve ser seguida por todos os tribunais e juízes do país.

Apesar da clareza da decisão judicial, a aplicação prática nos contracheques deste mês ainda é cercada de incertezas. Educadores e especialistas alertam que a equiparação salarial com os professores efetivos pode não ser imediata em muitos municípios brasileiros.

Por que o reajuste pode demorar?

Embora o STF tenha dado a palavra final sobre o direito, o cumprimento automático pelas prefeituras esbarra em questões burocráticas e financeiras:

  • Impacto Financeiro: Prefeitos em todo o país já sinalizam que a folha de pagamento sofrerá um “inchaço” considerável. A desculpa da falta de orçamento é a principal barreira para a implementação voluntária do piso.

  • Ajustes Orçamentários: Mudanças na remuneração de servidores exigem, em muitos casos, adequações na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) local e disponibilidade de caixa.

  • Via Judicial: A decisão do STF garante a vitória, mas não substitui a necessidade de ação em alguns casos. Se o prefeito se recusar a pagar voluntariamente, o professor ou o sindicato precisará acionar a Justiça. A diferença agora é que a derrota dos prefeitos no Judiciário é certa, já que nenhum magistrado pode decidir contra o entendimento do Supremo.

Entenda a Decisão (Tema 1.308)

O julgamento teve origem em um recurso do estado de Pernambuco, que questionava o pagamento do piso a uma professora temporária. O STF, por unanimidade, entendeu que o regime de contratação (se efetivo ou por tempo determinado) não pode ser usado como justificativa para pagar menos do que o mínimo nacional estabelecido pela Lei 11.738/2008.

Tese fixada pelo STF: > “O piso salarial profissional nacional para o magistério público na educação básica aplica-se aos profissionais contratados por tempo determinado.”

Regras Complementares

Além da questão salarial, o STF estabeleceu medidas para evitar abusos nas contratações precárias:

  1. Limite de Cessão: O tribunal limitou a 5% o número de professores efetivos que podem ser cedidos a outros órgãos. A medida visa evitar o “esvaziamento” das salas de aula, que obrigava os municípios a fazerem contratações temporárias em massa.

  2. Responsabilidade Fiscal: A decisão ressalta que o reconhecimento do direito deve observar as normas de responsabilidade fiscal, mas reforça que verbas do Fundeb são destinadas justamente para garantir o pagamento dos profissionais da educação.

O que o professor deve fazer?

Para os professores temporários que ainda recebem abaixo do piso (atualmente fixado em R$ 5.130,63 para 40 horas semanais), o caminho é aguardar a manifestação oficial de suas respectivas secretarias de educação.

Caso o pagamento de abril não venha atualizado, a recomendação jurídica é buscar o sindicato da categoria ou assessoria jurídica para ingressar com pedidos de cobrança, fundamentados na nova decisão do STF.

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CEMITÉRIO DO MATO EM CODÓ

Moradores de Codó têm relatado dificuldades para visitar túmulos de familiares no Cemitério Central, especialmente com a proximidade do Dia das Mães, uma das datas mais simbólicas para homenagens póstumas.

As reclamações apontam para o avanço do mato e do capim alto em diversas áreas do local, o que estaria dificultando tanto o acesso quanto a permanência dos visitantes.

Uma filha, que pretende visitar o túmulo da mãe na data, descreveu a situação com preocupação.

Segundo ela, “o cemitério está horrível de tanto mato”, o que tem tornado difícil até mesmo entrar no espaço para sepultamentos ou visitas.

A queixa também destaca que houve início de um serviço de limpeza na última sexta-feira, porém restrito apenas à área frontal, próxima à capela.

De acordo com o relato, outras áreas do cemitério, especialmente após a capela, continuam sem manutenção, apesar de também abrigarem sepultamentos.

“Não é só na parte da frente que tem pessoas sepultadas”, reforça, ao questionar se o serviço será de fato concluído em toda a extensão do local.

Diante da proximidade do Dia das Mães, cresce a expectativa da população para que a limpeza seja finalizada. A data costuma mobilizar um grande número de visitantes, que buscam prestar homenagens e manter viva a memória de seus entes queridos.

A situação chama a atenção da Secretaria Municipal de Infraestrutura de Codó, responsável pela manutenção de espaços públicos, para que sejam adotadas providências urgentes, garantindo condições dignas de acesso e visitação à população neste período de grande significado emocional.

Um incidente ocorrido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Codó, na última segunda-feira (20/04), reacendeu o debate sobre o direito à assistência religiosa em ambientes hospitalares.

O Padre Edvan Sena, pároco da Igreja de Santa Teresinha, utilizou suas redes sociais para denunciar que foi impedido pela direção da unidade de administrar o sacramento da Unção dos Enfermos a um paciente internado.

De acordo com o relato do sacerdote em vídeo, ele foi acionado pela própria família do enfermo.

Mesmo com a disposição dos familiares em ceder sua vaga no horário de visita para a entrada do religioso, a gestão da UPA teria mantido a proibição. “Nós cedemos o lugar para o padre ir lá”, afirmou um familiar, segundo o pároco.

Visivelmente indignado, porém calmo,  Padre Edvan questionou a responsabilidade espiritual diante da gravidade do quadro clínico do fiel.

“Se este senhor vier a morrer sem este sacramento, quem é o responsável?”.

No vídeo, ele faz um apelo direto à administração da unidade. “Tenha cuidado, permita que aqueles que têm uma fé possam desempenhar sua fé”, concluiu

O Amparo Legal: Assistência Religiosa é Direito

O impedimento relatado pelo sacerdote confronta diretamente a legislação brasileira. A Lei Federal nº 9.982/2000 garante aos religiosos de todas as confissões o acesso aos hospitais, tanto públicos quanto privados, para prestar atendimento aos internados.

No entanto, a lei estabelece condições para que esse direito seja exercido:

  • Acordo Prévio: O atendimento deve ser solicitado pelo paciente ou por seus familiares.

  • Normas Internas: Os religiosos devem acatar as normas de saúde e segurança da instituição, como o uso de equipamentos de proteção (EPIs), se necessário, e o respeito a procedimentos médicos em curso.

  • Horários: Embora deva haver flexibilidade para o atendimento espiritual, ele não deve interferir na rotina técnica de cuidados com o paciente.

A recusa injustificada, especialmente quando há anuência da família, pode ser interpretada como uma violação da liberdade de culto, prevista na Constituição Federal.

A UPA de Codó ainda não se manifestou sobre o caso.

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As novas regras do programa Reforma Casa Brasil ampliaram o acesso ao crédito habitacional e reduziram os juros, mas o impacto no bolso do cidadão ainda exige atenção.

Pelas mudanças anunciadas, a renda familiar máxima para participação subiu de R$ 9,6 mil para R$ 13 mil. O teto de financiamento também foi ampliado, passando de R$ 30 mil para R$ 50 mil.

As taxas de juros caíram em todas as faixas de renda, chegando a 0,99% ao mês, e o prazo de pagamento foi estendido de 60 para 72 meses.

O programa é operado pela Caixa Econômica Federal e conta com a garantia do FGHab para reduzir riscos de inadimplência.

CUIDADO COM OS JUROS
Apesar das condições mais atrativas, um cálculo simples mostra que o custo final pode ser elevado.

Considerando um financiamento no valor máximo de R$ 50 mil, com juros de 0,99% ao mês e pagamento em 72 parcelas, a prestação ficaria em torno de R$ 976 mensais.

Ao final dos seis anos, o valor total pago chegaria a aproximadamente R$ 70.272. Isso significa que o tomador do crédito desembolsaria cerca de R$ 20.272 apenas em juros — mais de 40% acima do valor originalmente contratado.

PENSE ANTES

O dado serve como alerta: embora a redução das taxas represente avanço, o crédito ainda exige planejamento.

O comprometimento mensal da renda e o custo total da dívida devem ser avaliados com cautela, especialmente entre famílias de menor renda, que são o público-alvo do programa.

A Polícia Militar prendeu, nas últimas horas, um homem suspeito de participar de um assalto ocorrido na noite do último domingo, no município de Codó. De acordo com informações do Capitão Iury, do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM), o indivíduo confessou o crime e colaborou com as autoridades para a localização dos itens subtraídos.

Durante a abordagem, o suspeito admitiu ter realizado o roubo de uma motocicleta modelo Honda Biz em companhia de um comparsa. Embora o segundo envolvido já tenha sido identificado pela polícia, ele permanece foragido. Além da recuperação do veículo, os policiais apreenderam uma garrucha (arma de fabricação caseira), que teria sido utilizada para render a vítima durante a ação criminosa.

Confissão e Destinação de Bens

Em depoimento aos policiais, o homem revelou detalhes sobre o destino dos pertences da vítima. Ele confessou ter vendido o aparelho celular roubado para levantar dinheiro de forma rápida. Segundo o suspeito, o valor obtido foi utilizado para a compra de bebidas alcoólicas e entorpecentes para consumo próprio.

As informações detalhadas sobre a operação foram repassadas diretamente à jornalista Emanuele Carvalho, da TV Cidade. O preso e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia Regional de Polícia Civil para a formalização do flagrante e os procedimentos legais cabíveis.

A PM segue em diligências para localizar o segundo suspeito envolvido no assalto.

CODÓ – Pela segunda vez em menos de 11 dias, a comunidade do povoado Canto do Coxo, localizado às margens da BR-316, na zona rural de Codó, volta a público para denunciar a interrupção no fornecimento de energia elétrica. O problema, que se tornou recorrente, gera revolta entre os moradores que afirmam viver sob o descaso da concessionária Equatorial Energia.

Na última ocorrência, AQUI  PUBLICADA DIA 10 DE ABRIL,  a empresa chegou a emitir uma nota oficial afirmando que os reparos haviam sido concluídos e a situação normalizada. No entanto, o relato de quem vive na localidade contradiz a versão da companhia. Segundo os residentes, o serviço nunca foi restabelecido de forma plena ou definitiva.

Impacto no comércio local

A falta de eletricidade atinge diretamente a economia da região. O comerciante Welisson Vilanova, proprietário de um pequeno estabelecimento no povoado, expressou sua indignação com a recorrência do apagão e o prejuízo acumulado.

“Isso aqui é um descaso da Equatorial com nós que mora na zona rural. Eu quero saber se nós, consumidores, não pagamos todo mês para eles. É uma empresa que recebe milhões para deixar o consumidor nessa situação”, desabafou Welisson.

O comerciante ressalta ainda o contraste entre a qualidade do serviço e o valor das faturas. Mesmo enfrentando interrupções constantes, ele mantém os pagamentos em dia, desembolsando mensalmente quantias que ultrapassam os R$ 700,00.

Histórico de reclamações

A frustração da comunidade aumenta diante do que chamam de “soluções paliativas”. Enquanto a concessionária alega resolver os chamados, os moradores do Canto do Coxo relatam que permanecem no escuro, enfrentando a perda de alimentos perecíveis e dificuldades básicas do dia a dia no campo.

Até o fechamento desta edição, a Equatorial Energia não havia se pronunciado especificamente sobre esta nova interrupção no povoado. O espaço segue aberto para esclarecimentos da empresa sobre o cronograma de manutenção e as causas da instabilidade na rede elétrica da zona rural de Codó.

A SORTE SORRIU PARA CODÓ NESTE DOMINGO

​Confira agora os grandes sortudos da 437ª Extração do Codó Feliz! O domingo (19/04) foi de muita alegria e dinheiro no bolso para os nossos ganhadores.

Confira quem levou os prêmios principais:

  • 1º ao 4º Prêmio: R$ 2.000,00 para cada ganhador!
  • 5º Prêmio (Especial): R$ 12.000,00 divididos entre dois grandes sortudos!

​Dê um zoom na imagem e confira os canhotos oficiais. Parabéns a todos que acreditaram.

E lembre-se: o próximo ganhador pode ser você.

Garanta já o seu certificado para a próxima semana!

Codó Feliz – A Sua Sorte Está Aqui

PROFESSORAS CONTRATADAS DEVEM GANHAR R$ 5.130,63

O (STF) decidiu em 16 de abril de 2026 que o Piso Nacional do Magistério deve ser aplicado também aos professores contratados temporariamente pelas redes públicas de ensino.

O Piso Nacional do Magistério estabelece o valor mínimo (hoje de R$ 5.130,63 / 40 horas semanais) que deve ser pago aos professores da educação básica da rede pública, como forma de garantir uma remuneração digna e padronizada em todo o país.

Com o novo entendimento do STF, não importa mais o tipo de vínculo — efetivo ou temporário —, desde que o profissional exerça a função docente, ele deve receber, no mínimo, o piso definido nacionalmente, proporcional à sua carga horária.

Na prática, a decisão impacta diretamente a gestão financeira dos municípios, especialmente aqueles que utilizam contratações temporárias para suprir demandas na educação.

E OS PREFEITOS, COMO FICAM?

Prefeitos que não cumprirem a determinação passam a estar em situação de irregularidade.

Eles podem sofrer questionamentos por parte do Ministério Público, responder a ações judiciais movidas por professores ou sindicatos e até enfrentar processos por improbidade administrativa, caso fique comprovado o descumprimento deliberado da lei.

Além disso, decisões judiciais podem obrigar o pagamento retroativo das diferenças salariais, gerando impacto ainda maior nos cofres municipais.

A decisão também reforça o entendimento de que o direito à valorização do magistério não pode ser relativizado por modelos de contratação.

Com isso, a medida deve provocar ajustes nas folhas de pagamento das prefeituras e reacender o debate sobre financiamento da educação básica.

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ACÉLIO TRINDADE

O cenário digital  é super desafiador, cheio de altos e baixos, conquistas, derrotas. É preciso insistir na qualidade dos conteúdos e é muito mais complexo para quem não pode “sair do comum”, como jornalistas, empreendedores, produtores de conteúdos de informação.

No entanto,  é  possível avançar.

Nos últimos 30 dias, o perfil do jornalista, empreendedor e advogado, Acélio Trindade (@trindadeacelio),  registrou a excelente marca de 5.454.154 visualizações no Instagram.

O período, compreendido entre 19 de março e 17 de abril, consolida o espaço como um dos maiores  em  engajamento de sua área de atuação (focado em notícias).

Um ecossistema de engajamento real

​Mais do que números, os dados revelam uma comunidade pulsante e extremamente ativa. O crescimento de 12,8% em contas alcançadas é o reflexo direto de um público que não apenas consome, mas interage.

​”Queremos expressar nossa profunda gratidão a cada seguidor. Esse sucesso é fruto do engajamento de vocês, que comentam, salvam nossos conteúdos e compartilham a informação de qualidade. É essa confiança que nos move a continuar fazendo coisas grandiosas por aqui”, destacou.

Oportunidade estratégica para anunciantes

​Para o setor publicitário, os números representam uma vitrine de alta conversão.

Estar presente no ambiente do @trindadeacelio significa expor marcas e serviços a um público qualificado que busca, acima de tudo, bom conteúdo e o que comprar com confiança no que está sendo anunciado aqui.

​O diferencial competitivo reside na multicanalidade: ao anunciar ou ter um conteúdo veiculado, a mensagem não fica restrita  só ao Instagram de mais de 81 mil seguidores.

Automaticamente, o alcance se expande para:

  • Facebook: Uma página robusta com 25.409 seguidores.
  • Threads: Uma comunidade crescente de mais de 9 mil usuários.

Destaques do Perfil (Últimos 30 dias):

  • Visualizações: 5.454.154
  • Contas Alcançadas: 113.609 (+12,8%)
  • Fidelidade: 61,9% da audiência composta por seguidores fiéis.
  • Conteúdo de Impacto: Reels dominam o alcance com 74,5% da preferência do público.

​Com estes resultados, o ecossistema digital liderado por Acélio Trindade reafirma seu compromisso com a credibilidade e a relevância, garantindo aos seguidores, parceiros e anunciantes um ambiente de máxima visibilidade e prestígio.

CODÓ – Uma ação da Força Tática do 17º Batalhão de Polícia Militar resultou na apreensão de três adolescentes no último fim de semana, em Codó. O grupo foi flagrado portando armas de fogo e entorpecentes em um ponto movimentado da cidade.

A abordagem

De acordo com informações do Sargento Fontenele, da Força Tática, a guarnição realizava patrulhamento de rotina quando avistou os jovens em atitude suspeita nas proximidades de um bar localizado na Avenida Augusto Teixeira (antigo Guarapary).

Ao perceberem a aproximação da viatura, os adolescentes tentaram fugir do local, mas foram rapidamente cercados e contidos pelos policiais.

Itens apreendidos

Durante a revista pessoal, os militares encontraram um arsenal e evidências que apontam para a comercialização de substâncias ilícitas:

  • Armamento: 02 revólveres municiados;

  • Drogas: Duas porções de entorpecentes;

  • Dinheiro: Uma quantia em cédulas trocadas, o que reforça a suspeita de tráfico.

“A quantidade de droga e o dinheiro trocado, somados ao porte das armas, caracterizam prontamente a prática de tráfico de drogas naquela região”, afirmou o Sargento Fontenele.

Histórico e providências

Segundo a Polícia Militar, os três envolvidos já são conhecidos das autoridades e possuem passagens anteriores por outras infrações penais.

Após a apreensão, o trio foi encaminhado à 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Codó, onde foram apresentados à autoridade policial para que as medidas socioeducativas e os procedimentos legais cabíveis sejam tomados.

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