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Dessa vez, fomos pela terceira vez na residência da nossa cliente fiel,  dona Maria de Jesus, lá no Residencial São Pedro, em Codó. O motivo? Entregar uma pipoqueira sensacional da MTA, com tampa de vidro e manivela que facilita no momento em que os grãos estão estourando, enquanto você ouve o barulhinho vai mexendo, mexendo e vendo tudo acontecer pela também de vidro.

O sorriso no rosto dela já diz tudo. Sabe o que ela achou?

“Gostei demais, com certeza, porque é linda, maravilhosa e rápida, prática e já tem destino pra ela. Vai ter aniversário da neta e vai ter muita pipoca pras crianças”, disse

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Praça de São Sebastião, em Codó, já começa a se transformar na Vila do Festival Julino 2026. O evento, que chega à sua segunda edição sob a gestão do prefeito Chiquinho FC, promete movimentar a economia local e levar grande público ao espaço público a partir de amanhã, sábado.

Em entrevista ao Blog do Acélio, o secretário municipal de Cultura, Luís Claudino, compartilhou os detalhes dos preparativos finais e a estrutura que está sendo montada para acolher os codoenses e visitantes. O festival terá início neste sábado, 11 de julho, estendendo-se pelo domingo e encerrando as festividades na segunda-feira, dia 13 de julho.

Entre os principais destaques da programação musical, está confirmado o show do cantor Xand Avião, que subirá ao palco principal na segunda-feira, a partir das 22h, fechando o evento com chave de ouro.

Cultura local e espaços instagramáveis

Além dos grandes shows nacionais, o Festival Julino mantém uma forte identidade voltada para as tradições regionais. Segundo o secretário, a praça ganhará uma cenografia especial para garantir o clima típico das festas de meio de ano.

“Aqui a gente tem nossa vilinha julina, bem característica, essa entrada também uma área toda instagramável. Aqui mais atrás nós estamos montando o tablado das danças onde o bumba meu boi, as quadrilhas, o carimbó e todas as danças que fazem grande sucesso no nosso município vão estar aqui se apresentando”, garantiu Luís Claudino.

O secretário de Cultura ressaltou ainda a descentralização e a valorização das comunidades do interior de Codó, garantindo que a programação dará voz e espaço aos talentos de diversas localidades rurais.

“Inclusive quadrilhas e danças lá de Cajazeiras e de todos os lugares daqui do nosso município vão estar aqui se apresentando”, finalizou o gestor.

A expectativa da organização é de que a Vila do Festival Julino 2026 consolide o evento no calendário cultural da região do Vale do Itapecuru/Leste do Maranhão, atraindo turistas e celebrando a diversidade cultural do município.

VIVA/PROCON de Codó realizará nesta sexta-feira, dia 10, um mutirão exclusivo focado na entrega de Carteiras de Identidade (RG). O atendimento especial ocorrerá no período da tarde, das 12h às 17h, voltado unicamente para os cidadãos que aguardam a retirada do documento.
A ação foi planejada para normalizar o fluxo de atendimento após o órgão enfrentar problemas técnicos recentes. O servidor da unidade, Jailson do Viva, explicou ao blogdoacelio que as pendências acumuladas nas últimas semanas, algo em torno de 60 dias,  foram totalmente solucionadas e que os cidadãos já podem buscar seus documentos.
“O sistema estava passando por uma manutenção e estava tendo uma demora mesmo para receber o RG, chegando a até 30 dias. Mas o sistema foi restabelecido e todos os RGs que foram feitos ao longo destes 60 dias já estão disponíveis na unidade do Viva em Codó”, afirmou Jailson.
A direção do órgão reforça que o mutirão desta sexta-feira, 10, á tarde,  será restrito à entrega das identidades já prontas, não sendo realizada a emissão de novos documentos ou outros serviços da unidade durante esse intervalo de tempo.

A equipe de mídia digital da Associação dos Criadores do Vale do Itapecuru (ACRIVI) conversou com o pecuarista Dr. Naum Ryfer, uma das grandes referências da pecuária brasileira, que estará com presente na 52ª ExpoCodó com participação de seus animais no julgamento de raça Nelore, um dos momentos mais aguardados da programação técnica do evento.

Durante a entrevista, Dr. Naum compartilhou sua trajetória no agronegócio, destacou a importância dos julgamentos para o avanço do melhoramento genético e explicou como essas avaliações contribuem para o fortalecimento da pecuária, a difusão de novas tecnologias e o crescimento de Feiras agropecuárias como a ExpoCodó que já se destaca como uma das principais do Maranhão. Confira a entrevista:

Dr. Naum, fale um pouco sobre sua história como pecuarista.

Minha formação é em Engenharia, na cidade do Rio de Janeiro, onde atuo há mais de 50 anos no ramo da construção e incorporação de imóveis. Em 1986, adquiri o núcleo das terras que hoje formam a Fazenda Igarapé como um investimento pioneiro na agropecuária e também como forma de diversificar minhas atividades.

No início, visitei diversas das melhores fazendas do Brasil para conhecer e adotar os métodos mais modernos de criação. A base genética do nosso rebanho foi construída com importantes linhagens nacionais, como VR, Taj Mahal e Lemgruber.

Hoje possuímos um rebanho Nelore PO reconhecido nacionalmente e temos o orgulho de conquistar, por oito vezes, o título de Melhor Criador do Ranking Nelore Norte, resultado de um trabalho contínuo voltado ao melhoramento genético.

Qual é a importância dos julgamentos de raças para a 52ª ExpoCodó e como eles contribuem para o fortalecimento da feira agropecuária?

A pista de julgamento representa, para nós criadores, a melhor oportunidade de comparar tecnicamente o trabalho realizado em nossos rebanhos.

Sob a avaliação de jurados credenciados pela ABCZ, conseguimos verificar se estamos evoluindo geneticamente ou se precisamos ajustar os rumos da seleção dos animais. Para quem não participa diretamente da competição, o julgamento também se torna um importante momento de aprendizado e de observação das características desejáveis para o desenvolvimento dos rebanhos.

Além disso, os julgamentos atraem criadores, investidores, técnicos e profissionais de diversas regiões, promovendo a troca de conhecimentos, fortalecendo relações comerciais e contribuindo para consolidar a ExpoCodó como um evento de destaque no calendário agropecuário nacional.

Quais são os principais critérios avaliados durante o julgamento da raça Nelore e como eles refletem na melhoria genética do rebanho?

As raças zebuínas possuem finalidades específicas. No caso do Nelore, a principal aptidão é a produção de carne.

Os critérios definidos pela ABCZ priorizam características ligadas à produtividade, fertilidade, rusticidade e adaptabilidade. Entre os aspectos analisados estão volume corporal, conformação de carcaça, aprumos, ossatura, musculatura, altura, circunferência escrotal e características reprodutivas.

Esses fatores compõem o fenótipo do animal e servem como base para o julgamento. Embora o animal perfeito não exista, a busca constante pela aproximação desse padrão é o que impulsiona o melhoramento genético dos rebanhos.

Como a presença dos julgamentos de raças influencia a adoção de novas tecnologias e práticas sustentáveis na pecuária?

O melhoramento genético é resultado da evolução constante das pesquisas e das tecnologias aplicadas à produção pecuária.

Entretanto, essas inovações precisam chegar também aos pequenos e médios produtores, que representam grande parte do setor. As exposições agropecuárias exercem um papel fundamental nesse processo, funcionando como centros de difusão de conhecimento e inovação.

Nesse contexto, as pistas de julgamento servem como referência para orientar produtores sobre os melhores caminhos para o desenvolvimento genético e produtivo de seus rebanhos.

De que forma os julgamentos de raças ajudam na construção de parcerias entre pecuaristas e profissionais do setor?

As exposições agropecuárias proporcionam um ambiente de integração entre criadores, técnicos, pesquisadores, empresas e investidores.

Mais do que uma competição, os julgamentos estimulam a troca de experiências, a disseminação de conhecimento, o acesso a novas tecnologias e a formação de parcerias que fortalecem toda a cadeia produtiva da pecuária.

Quais são os principais desafios para organizar um julgamento de sucesso?

O maior desafio começa pela união dos criadores, deixando de lado interesses individuais e trabalhando em favor do crescimento coletivo da pecuária.

Também é essencial contar com uma organização capaz de atrair expositores de diferentes regiões, oferecer uma estrutura adequada para receber animais e participantes e garantir a atuação de jurados experientes e preparados.

Além de avaliar os animais, um bom jurado também desempenha um importante papel educativo, explicando seus critérios e contribuindo para a difusão dos princípios do melhoramento genético estabelecidos pela ABCZ.

A expectativa para a 52ª ExpoCodó

As declarações de Dr. Naum reforçam que os julgamentos de raças representam muito mais do que competições. Eles são instrumentos fundamentais para impulsionar o melhoramento genético, incentivar a inovação, fortalecer a troca de conhecimentos e aproximar produtores de diferentes regiões do país.

Na 52ª ExpoCodó, os julgamentos técnicos prometem ser um dos grandes destaques da programação, reunindo importantes criadores, especialistas e profissionais do agronegócio, reafirmando o compromisso da ACRIVI com o desenvolvimento da pecuária e o fortalecimento do setor no Maranhão.

O Conselho dos Terreiros e Casas de Terecô de Codó (CONTERCO), em parceria com a Prefeitura Municipal de Codó, emitiu uma nota de esclarecimento nesta quinta-feira (9) para informar uma mudança importante no calendário de eventos do município neste ano de 2026.

​As festividades e toda a programação alusiva ao Dia Municipal do Terecô das Matas Codoenses, que seria celebrado, pela primeira vez nesta sexta-feira, 10 de julho, foram, excepcionalmente, transferidas para o dia 24 de julho.

​De acordo com o documento assinado por Maria da Piedade Alves Fontes Cruz, presidente do CONTERCO, o adiamento temporário ocorreu por estritas questões de logística, organização e pela necessidade de compatibilizar as agendas institucionais das entidades envolvidas.

​Data oficial permanece inalterada

A organização faz questão de ressaltar que a alteração atinge exclusivamente a realização das atividades comemorativas e festivas deste ano. A data histórica e oficial de celebração permanece inalterada no dia 10 de julho, conforme determina a legislação municipal vigente.

​Mudança definitiva a partir de 2027

A nota também traz uma novidade para o futuro da festividade. A partir do próximo ano, toda a programação comemorativa voltará a ser realizada na própria data oficial de 10 de julho.

​Além disso, o evento passará a integrar de forma definitiva o Calendário Oficial de Eventos da Prefeitura Municipal de Codó.

A medida visa fortalecer ainda mais o reconhecimento e a valorização do Terecô das Matas Codoenses como um legítimo patrimônio histórico, cultural e religioso do município.

​A presidência do conselho agradeceu a compreensão de toda a comunidade e reforçou o convite para que a população codoense, praticantes, simpatizantes e apoiadores da cultura de matriz afro-brasileira participem das atividades no dia 24.

A programação detalhada deste ano deve ser divulgada em breve.

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Virgínia Fonseca na mira do Ministério Público do DF

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) ajuizou uma Ação Civil Pública de tutela de urgência contra a influenciadora digital Virgínia Fonseca e a empresa Fogo Entertainment, responsável pela plataforma de apostas Blaze.

O órgão pede uma indenização mínima de R$ 120 milhões por danos morais coletivos, alegando práticas publicitárias abusivas e enganosas direcionadas a atrair consumidores para apostas esportivas no decorrer da Copa do Mundo.

​Segundo a petição inicial da promotoria, Virgínia atua diretamente como o “braço operacional da captação” da empresa. A acusação sustenta que a influenciadora utiliza sua forte credibilidade e o alcance massivo de suas redes sociais para endossar promessas de ganhos fáceis, induzindo o público ao erro por meio de estratégias agressivas de marketing.

​O embasamento jurídico da ação se apoia no Código de Defesa do Consumidor, especificamente na chamada teoria do risco-proveito.

Sob este princípio, o Ministério Público argumenta que quem expõe terceiros a riscos para obter benefícios financeiros diretos deve ser civilmente responsabilizado pelas perdas geradas a esses terceiros, que neste cenário são os seguidores que perdem dinheiro nas apostas.

Para a promotoria, as postagens ultrapassam a mera recomendação de um produto e funcionam como um selo de aprovação implícito, fundamentado na relação de profunda confiança com a audiência.

​A ofensiva ganhou força diante do monitoramento das campanhas durante a Copa do Mundo.

Paralelamente à ação no Distrito Federal, representações encaminhadas ao Ministério Público Federal também questionam posts específicos, como um vídeo em que a influenciadora incentivava seus seguidores a apostarem na vitória de Cabo Verde contra a Argentina, uma linha de aposta de probabilidade extremamente reduzida que resultou na derrota da seleção africana por 3 a 2.

​O valor de R$ 120 milhões pedido pelo MPDFT foi calculado com base em estimativas do faturamento da Blaze.

O órgão adotou uma projeção de que a receita bruta de jogos da plataforma gire em torno de R$ 600 milhões anuais, aplicando um percentual punitivo e pedagógico de 20% sobre esse montante.

O relatório técnico do Ministério Público reuniu ainda mais de 42 mil reclamações de consumidores contra a Blaze, citando dificuldade extrema ou impossibilidade de realizar saques, bloqueio injustificado de contas ativas com saldos e retenção indevida de valores depositados.

​Além do pagamento da indenização milionária, o Ministério Público solicita à Justiça uma liminar para obrigar Virgínia a remover imediatamente das suas redes sociais qualquer conteúdo publicitário de apostas que prometa lucros irreais, estimule apostas em condições esportivas específicas ou utilize publicidade disfarçada em publicações de cunho pessoal.

​Em nota, a Fogo Entertainment declarou que permanece totalmente comprometida com a transparência e em estrita conformidade com as leis e regulamentações vigentes no Brasil.

A defesa de Virgínia Fonseca foi procurada, mas não emitiu pronunciamento oficial sobre a ação civil pública. O caso segue agora para análise e julgamento do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Por Redação | Pindaré-Mirim, MA

​A curta distância que separa as margens do Rio Pindaré, conectando os municípios de Pindaré-Mirim e Monção, esconde um risco diário para centenas de moradores.

Apesar de a travessia durar menos de cinco minutos, a viagem é realizada em condições de extrema vulnerabilidade com barcos superlotados, transporte irregular de carga e a ausência  total de coletes salva-vidas — um item obrigatório por lei, mas ignorado por condutores e passageiros.

​A falta de segurança já coleciona sustos recentes. Em maio deste ano, uma canoa que vinha de Monção com três passageiros naufragou no rio. Uma das ocupantes não sabia nadar e só sobreviveu porque foi resgatada pelos outros dois homens a bordo, que conseguiram nadar com ela até a margem.

​Para quem depende do serviço diariamente, o sentimento é de impotência. Seu Francisco Oliveira, colocando a moto em cima do pequeno barco,  realiza o trajeto quase todos os dias e relata que o excesso de peso nas pequenas embarcações é uma constante assustadora.

​”Aqui é perigoso, porque tem dia que a canoa leva 12 motos montadas, ocupadas. Então, realmente, a gente não pode articular com eles [barqueiros], porque é difícil. A gente já fica naquela situação de agradecer ainda pelo tratamento deles, porque os servidores que trabalham nas embarcações só atendem uma determinação do superior deles, não podemos debater. É difícil. Nós temos essa rotina e somos muitos, tem muita localidade do outro lado, no município de Monção. Eu vejo assim como uma coisa que nós só temos que esperar em Deus”, desabafou

​Silêncio sobre a fiscalização e dados alarmantes

​A negligência na região esbarra também na falta de respostas das autoridades. Questionada formalmente sobre a ausência de fiscalização específica no Rio Pindaré, a Capitania dos Portos não respondeu aos questionamentos sobre a segurança no local.

​Em nota a TV Mirante, o órgão limitou-se a enviar dados estatísticos gerais do estado.

Segundo a instituição, entre 1º de janeiro e 24 de junho deste ano, o Batalhão do Corpo de Bombeiros Marítimo já registrou cinco afogamentos nas praias de São Luís, com uma morte confirmada.

O histórico recente do estado é ainda mais severo.

Em 2025, o Maranhão contabilizou 69 casos de afogamento, resultando em 27 óbitos — evidenciando o alto índice de letalidade em acidentes aquáticos.

​Embora o perigo seja iminente, o uso do colete salva-vidas não é opcional, mas sim uma exigência legal para salvaguardar a vida humana nas vias navegáveis.

Enquanto a fiscalização não desembarca na travessia entre Pindaré-Mirim e Monção, os passageiros continuam cruzando o rio dividindo espaço com o medo e o excesso de carga.

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