No último dia 12 de junho, a Prefeitura Municipal de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA) e Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia (SEMECTI) realizou a apresentação oficial do Plano Municipal de Educação Ambiental (PMEA 2026-2036) e da minuta de lei que visa institucionalizar a política pública de Educação Ambiental no município. O documento foi elaborado de forma participativa e estabelece diretrizes, objetivos e metas para fortalecer a conscientização ambiental, a sustentabilidade e a cidadania ecológica em Codó.

O plano, que foi apresentado no auditório da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), foi construído em alinhamento com a Política Nacional de Educação Ambiental, a Política Estadual de Educação Ambiental do Maranhão e demais legislações ambientais vigentes, consolidando a educação ambiental como uma política pública permanente e transversal.

Durante o evento, representantes do poder público, educadores, lideranças comunitárias e membros da sociedade civil conheceram as principais ações previstas para os próximos dez anos, incluindo programas de formação continuada, fortalecimento da educação ambiental nas escolas, incentivo à coleta seletiva, preservação dos recursos hídricos e promoção da justiça socioambiental.

Aprovado, plano passará a ter força de Lei

Na ocasião, foi entrega oficial do instrumento pedagógico a professores e gestores da rede municipal de ensino, além de apresentar a minuta de lei que formaliza as ações programáticas. Com o encerramento da fase de diagnóstico e formatação técnica, a minuta do projeto de lei segue agora para a tramitação na Câmara Municipal de Codó. Caso seja aprovado pelos vereadores, o plano passará a ter força de lei, vinculando as metas de educação ambiental de forma obrigatória e contínua nas escolas e secretarias municipais até o ano de 2036.

Tivemos a colaboração de técnicos com muita dedicação e eficiência para que a gente pudesse construir esse momento de entrega desse instrumento aos professores e gestores, e também da minuta de lei. Por determinação do nosso prefeito, Chiquinho FC, a minuta vai para a Câmara Municipal para a aprovação desse instrumento legal que é, basicamente, para 10 anos”, explicou em entrevista o secretário Ferdinando Rocha.

Mensagem do Secretário Municipal de Meio Ambiente

A apresentação do Plano Municipal de Educação Ambiental e da minuta de lei representa um marco histórico para Codó. Estamos construindo uma política pública sólida, capaz de integrar educação, sustentabilidade e participação social. Nosso objetivo é garantir que as futuras gerações recebam não apenas conhecimento, mas também o compromisso de cuidar do meio ambiente e promover um desenvolvimento mais justo e sustentável para todos.”

Ferdinando Rocha Silva – Secretário Municipal de Meio Ambiente de Codó/MA.

Uma discussão complexa e polêmica movimentou a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. Parlamentares debateram a concessão do programa Bolsa Família para a população em situação de rua, motivados por denúncias graves de desvios e exploração desse público vulnerável por parte do crime organizado.

O debate, provocado por um requerimento do deputado Kim Kataguiri, gira em torno de relatos de forças de segurança e assistentes sociais apontando que traficantes de drogas estão retendo os cartões magnéticos e as senhas do Bolsa Família de dependentes químicos em situação de rua. Na prática, o benefício financeiro estaria sendo entregue diretamente ao narcotráfico como “garantia de pagamento” pelo fornecimento de entorpecentes.

Restrição de Acesso vs. Combate à Fome

Durante a audiência, defensores de mudanças no programa argumentaram que o formato atual da política pública acaba, indiretamente, financiando o vício e fortalecendo as facções criminosas.

Foi sugerido o aperfeiçoamento das regras ou até a restrição do dinheiro em espécie para esse público, defendendo que o atendimento à população de rua ocorra preferencialmente por meio de redes de acolhimento e restaurantes populares, de modo a evitar que a verba vá para as mãos do crime.

Por outro lado, parlamentares alinhados ao governo federal e representantes da assistência social rebateram a tese de exclusão.

O deputado Merlong Solano enfatizou que o objetivo primordial do programa é o combate à fome extrema e que retirar o benefício de quem já não tem teto agravaria ainda mais a miséria generalizada. Defensores do programa sustentam que o problema da segurança pública e do tráfico deve ser combatido pela polícia e pelo Judiciário, sem penalizar os cidadãos que utilizam o recurso estritamente para sobrevivência diária.

Os números

Para dimensionar o tamanho do debate, foram apresentados dados oficiais da Secretaria de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

Os números mostram que o universo de beneficiários nessa condição específica é proporcionalmente pequeno se comparado ao total do programa (que atende cerca de 19 milhões de lares no Brasil):

  • Pessoas em situação de rua registradas no CadÚnico: O Brasil possui atualmente cerca de 277 mil pessoas cadastradas nessa condição.

  • Beneficiários do Bolsa Família na rua: Desse total de cadastrados, aproximadamente 200 mil pessoas recebem efetivamente o benefício mensal.

O que acontecerá a partir de agora?

A audiência pública teve caráter consultivo e de fiscalização, o que significa que o programa não sofreu alterações imediatas. No entanto, o debate acendeu o sinal de alerta em Brasília.

A partir de agora, o grupo de parlamentares que propôs a discussão deve formalizar indicações ao Poder Executivo e ao MDS cobrando o cruzamento de dados e o aperfeiçoamento na fiscalização da entrega e do uso desses cartões.

O debate sobre a segurança pública e a punição de jovens infratores ganhou um novo capítulo no Congresso Nacional e eu, Acélio Trindade, fui às ruas de Codó saber opinião do povão (veja no vídeo).

Em nível de Brasília, o que você precisa saber é que a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC nº 32/15, que tramita em conjunto com as PECs 8/26 e 9/26), que visa reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos no Brasil.

O placar na comissão, semana passada,  foi de 44 votos favoráveis contra 18 contrários, refletindo o forte embate ideológico que cerca o tema. O parecer aprovado, de autoria do relator, deputado Coronel Assis (PL-MT), deu o aval jurídico à proposta, assegurando que o texto cumpre os requisitos constitucionais para seguir em frente.

O que diz o texto aprovado?

Diferente da proposta original do ex-deputado Gonzaga Patriota — que previa a maioridade plena (civil e penal) aos 16 anos —, o relatório atual modificou o escopo para focar exclusivamente na esfera criminal.

  • Punição restrita: Jovens a partir de 16 anos passariam a responder criminalmente como adultos.

  • Direitos civis preservados: Foram retirados os trechos que alteravam direitos civis e políticos, como a obrigatoriedade do voto aos 16 anos, a permissão para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou a redução da idade mínima para candidaturas.

  • Segregação no cumprimento da pena: O texto determina que os jovens de 16 e 17 anos condenados deverão cumprir suas penas em estabelecimentos físicos completamente separados dos presos maiores de 18 anos e também dos menores infratores submetidos às medidas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Divergências em Brasília

A votação na CCJ ocorreu sob forte clima de obstrução por parte dos partidos governistas e de esquerda (PT, PSOL, PCdoB, PDT e Rede), que votaram integralmente contra a matéria. Parlamentares da oposição argumentam que a mudança fere cláusulas pétreas da Constituição Federal ligadas aos direitos fundamentais individuais e preveem que, mesmo se aprovada pelo Legislativo, a medida será barrada no Supremo Tribunal Federal (STF).

Críticos também apontam os altos índices de reentrada no sistema prisional comum em comparação ao sistema socioeducativo.

Por outro lado, defensores da PEC, apoiados por bancadas ligadas à segurança pública e partidos de centro e direita (como PL, União, PP, Republicanos e MDB), justificam que o país vive um cenário crítico de violência e que o crime organizado se aproveita da atual legislação para aliciar menores, blindando-os da responsabilização criminal severa.

O que acontece a partir de agora? (Próximos Passos)

A aprovação na CCJ representa apenas a primeira etapa de uma longa e complexa tramitação que uma Proposta de Emenda à Constituição exige. A matéria não segue diretamente para virar lei, confira o rito a partir de agora:

  1. Criação de Comissão Especial: Cabe agora ao presidente da Câmara dos Deputados instaurar uma comissão especial dedicada exclusivamente a debater o mérito da proposta. Esse colegiado terá um prazo de até 40 sessões do plenário para analisar o conteúdo, realizar audiências públicas e emitir um parecer definitivo.

  2. Votação no Plenário da Câmara: Caso seja aprovada na comissão especial, a PEC segue para o Plenário da Câmara dos Deputados. Por se tratar de uma mudança na Constituição, ela exige quórum qualificado extremamente alto: precisa do voto favorável de, no mínimo, 308 deputados (três quintos da Casa), em dois turnos de votação.

  3. Tramitação no Senado Federal: Se a Câmara aprovar o texto nos dois turnos, a matéria é enviada ao Senado. Lá, o processo recomeça do zero: passa pela CCJ do Senado e precisa ser aprovada também no Plenário do Senado em dois turnos, necessitando do apoio de pelo menos 49 senadores.

  4. Promulgação: Se deputados e senadores aprovarem exatamente o mesmo texto, sem divergências, a mesa do Congresso Nacional promulga a nova Emenda Constitucional. Por ser uma PEC, ela não passa pelo crivo de sanção ou veto do Presidente da República.

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Nossa redação voltou a receber vídeos da área rural codoense,  especificamente do povoado São Joaquim, de onde veio um vídeo da moradora Francisca Lays. Ela mostra a própria geladeira e reclama dos alimentos apodrecendo uma vez que a energia falta com muita, muita frequência.

“Olha aqui meu povo, como sempre aqui sem energia elétrica. Gente, 1 mês com esse fole todinho, chega energia, falta energia, chega energia, falta energia elétrica. A gente não pode nem comprar um pedaço de carne, olha comprei ontem (mostrando uma banda de frango) olha do jeito que já tá aqui, olha, ficando azul porque não tem energia, tomate já encontrei uns podres aqui, oh!”, disse

Há cerca de um mês o vai e vem da energia elétrica tem deixado muito mais do que só preocupação.

“Olha a condição que nós estamos aqui meu povo da Equatorial, ajuda. Vocês vem ajeitar mas vocês nunca deram onde é o defeito porque vocês ajeitam hoje , hoje mesmo falta energia”, reclamou Francisca no vídeo que nos foi enviado no sábado, 13/06.

o BLOGDOACELIO aguarda envio de nota da Equatorial

Radialista Aldalberto Miranda

A história do rádio codoense é rica, pulsante e, acima de tudo, feita de personagens marcantes que deram voz aos anseios e à realidade do povo. No cenário do jornalismo policial, um título informal, mas de enorme respeito, sempre diferenciou os repórteres de maior destaque,  o título de “Xerife”.

Em uma entrevista ao repórter Jair Ribeiro, o comunicador Adalberto Miranda resgatou essa cronologia e fincou sua bandeira nessa história, afirmando ter sido, com muito orgulho, o segundo Xerife de Codó.

LINHA DO TEMPO DOS XERIFES

Para quem é mais jovem ou chegou há pouco tempo na comunicação local, Adalberto tratou de refrescar a memória da audiência e organizar a “linha de sucessão” da patente mais famosa do rádio policial codoense:

  • 1º Xerife: Sílvio Luís (já falecido com passagens marcantes pelo rádio e pela TV, dono do jargão ‘tomar cafezinho de canequinha na pensão de Rosena).

  • 2º Xerife: Adalberto Miranda.

  • 3º Xerife: Sena Freitas (profissional do Sistema FC de Comunicação, atual detentor do carinho e da audiência popular).

Ao ser questionado por Jair Ribeiro se havia, de fato, “entregue a patente” para o sucessor, Adalberto foi categórico e generoso.

“Sim, pro Sena, que é gente boa, Jair”, sacramentando a transição de bastão entre duas grandes forças da comunicação local.

Trajetória de sucesso e parceria com Djalma Siqueira

Atualmente dedicado ao próprio negócio no segmento de comunicação volante — operando carro de som de propaganda para o comércio local — Adalberto Miranda relembrou com nostalgia os tempos de ouro no rádio AM e na transição para a TV.

“Muita gente nova não tem conhecimento, mas eu fui ‘Xerife’ por 4 anos na Rádio Eldorado AM, localizada na Rua Henrique Figueiredo. Eu era o repórter policial do programa Cidade Reclama, apresentado pelo saudoso Djalma Siqueira”, relembrou Adalberto.

A parceria com Djalma Siqueira (in memorian) atravessou prefixos. Após Djalma ser eleito vereador e passar um período afastado dos microfones, a dupla se reencontrou na Rádio Mirante AM, mantendo a liderança de audiência.

Passagem pelas telas de TV

Além do sucesso  no rádio, Adalberto Miranda também deixou sua marca na televisão codoense. Ele relembrou sua atuação nas reportagens da TV Palmeira do Norte (afiliada Band na época, hoje fora do ar) e também na TV Codó, emissora que, naquele período, era comandada pelo ex-prefeito Zito Rolim.

O resgate feito por Jair Ribeiro e Adalberto Miranda não é apenas um exercício de nostalgia é um documento vivo que homenageia os profissionais que, com coragem e um microfone na mão, moldaram o jornalismo policial de Codó.

ENTREGA do Plano Municipal de Educação Ambiental

O auditório da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Campus Codó, foi o cenário de um marco regulatório para o futuro sustentável do município. Na última sexta-feira, 12 de junho de 2026, autoridades, educadores e técnicos reuniram-se para a apresentação do Plano Municipal de Educação Ambiental (PMEA), estruturado para guiar as diretrizes ecológicas e pedagógicas da região ao longo do decênio 2026/2036.

O evento consolidou a entrega oficial do instrumento pedagógico a professores e gestores da rede municipal de ensino, além de apresentar a minuta de lei que formaliza as ações programáticas.

Diagnóstico e construção coletiva

Em entrevista ao radialista Daniel Sousa, o secretário municipal de Meio Ambiente, Ferdinando Rocha, detalhou o minucioso processo de elaboração do documento, que aliou rigor técnico e diálogo com a realidade local.

“A partir daí fomos discutindo, compilando dados, estudamos e fizemos um diagnóstico da educação do município e da Educação Ambiental praticada nele. Tivemos a colaboração de técnicos com muita dedicação e eficiência para que a gente pudesse construir esse momento de entrega desse instrumento aos professores e gestores, e também da minuta de lei”, explicou o secretário.

O titular da pasta ambiental destacou ainda que o plano foi construído sob demanda direta do poder executivo, visando garantir perenidade às políticas públicas de preservação e conscientização.

“Por determinação do nosso prefeito, Chiquinho FC, [a minuta] vai para a Câmara Municipal para a aprovação desse instrumento legal que é, basicamente, para 10 anos”, concluiu Rocha.

VAI VIRAR LEI

Com o encerramento da fase de diagnóstico e formatação técnica, a minuta do projeto de lei segue agora para a tramitação na Câmara Municipal de Codó. Caso seja aprovado pelos vereadores, o plano passará a ter força de lei, vinculando as metas de educação ambiental de forma obrigatória e contínua nas escolas e secretarias municipais até o ano de 2036.

Para o corpo docente do município, o PMEA funcionará como um guia prático, unificando projetos de sustentabilidade, reciclagem e preservação dos recursos hídricos e biomas locais diretamente na grade curricular, como explicou também o secretário de Educação, Ricardo Torres.

Uma ação penal movida pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da Promotoria de Justiça de Arame, levou à condenação do advogado Wender Lima de Lima, no dia 4 de junho, à pena de sete anos e quatro meses de reclusão em regime inicial fechado pelo crime de apropriação indébita majorada pelo exercício da profissão.

A sentença foi assinada pelo juiz Calleb Mariano Ribeiro, que responde pela Vara da Comarca de Arame. A denúncia é de autoria do promotor de justiça Felipe Augusto Rotondo, que responde pela Promotoria de Arame.

Como ainda foi denunciado pelos crimes de falsidade ideológica e fraude processual qualificada, o réu também foi condenado a 11 meses de detenção e ao pagamento de R$ 207.866,50, a título de reparação mínima pelos danos materiais causados às vítimas atingidas pelas condutas ilícitas.

ENTENDA O CASO

Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público, o advogado aproveitou-se de sua atividade profissional para efetuar o levantamento de 25 alvarás judiciais e homologações de acordos de clientes em situação de hipervulnerabilidade, que incluíam pessoas idosas, analfabetos e indígenas da etnia Guajajara.

As investigações demonstraram que ele realizou saques em espécie e transferências dos valores diretamente para suas contas bancárias, retendo integralmente o dinheiro das causas e deixando seus representados desamparados.

A acusação também apontou que, após ser notificado pelo Ministério Público, o profissional tentou obstar a persecução penal apresentando oito “Termos de Adimplemento” ideologicamente falsos. Para tanto, utilizou-se de artifícios para colher assinaturas de testemunhas em folhas de papel totalmente em branco — sob a alegação de que seriam apenas protocolos do juízo devido à pandemia —, preenchendo-as posteriormente com falsas declarações de quitação financeira para tentar induzir o órgão ministerial a erro.

ATUAÇÃO INSTITUCIONAL

O promotor de justiça Felipe Rotondo destacou que a atuação do Ministério Público buscou não apenas garantir a estrita responsabilização penal do acusado por violações graves à ética e à lei penal, mas concentrou-se fortemente na proteção de pessoas em severa condição de vulnerabilidade. “O foco da instituição pautou-se na prevenção da revitimização e no respeito à integridade física, social e psicológica das pessoas lesadas”, afirmou.

Redação: CCOM-MPMA

Em mais uma iniciativa voltada para a promoção da solidariedade e do cuidado com as famílias em situação de vulnerabilidade social, a Ação da Cidadania, promotora da campanha Natal Sem Fome, juntamente com seus parceiros institucionais, realizou a distribuição de centenas de cestas básicas em Codó. A ação beneficiou moradores de diversos bairros e comunidades, levando alimento, esperança e apoio para quem mais precisa.

A mobilização contou com a participação de voluntários, colaboradores e instituições parceiras que uniram esforços para garantir que as cestas chegassem às famílias cadastradas. A iniciativa reforça o compromisso social da Ação da Cidadania e de seus parceiros, como o Rotary Clube de Codó, Fundação Pestalozzi, o Tiro de Guerra e Grupo Ágata, com a construção de uma sociedade mais justa e acolhedora.

A união de forças que faz a diferença

Um dos mais tradicionais parceiros da Ação da Cidadania/Campanha Natal Sem Fome no município é o Rotary Clube de Codó, que todos os anos e a cada edição, contribui com o apoio logístico e o grande espírito solidário dos irmãos rotarianos, sendo fundamental para o armazenamento, organização e entrega das cestas, contribuindo de forma expressiva para a eficiência da distribuição.

Há mais de 20 anos, a campanha Natal sem Fome vem levando esperança e dignidade a centenas de famílias em Codó. Ao longo desse período, já foram distribuídas toneladas de alimentos, fruto principalmente da generosidade da população codoense, que sempre abraçou essa causa com grande espírito solidário. A campanha conta ainda com a importante parceria da Ação da Cidadania, que desenvolve um trabalho reconhecido em todo o país no combate à fome e à insegurança alimentar. Para fortalecer ainda mais essa corrente do bem, quatro entidades unem esforços na arrecadação dos alimentos: a Associação Pestalozzi, o Grupo Ágata, o Tiro de Guerra e o Rotary Club de Codó. Tenho a honra de fazer parte do Rotary Club de Codó, instituição que há 66 anos dedica seu trabalho ao desenvolvimento social e à promoção de ações que beneficiam nossa população. Participar dessa campanha é reafirmar o compromisso de servir, ajudando a transformar a solidariedade em alimento, esperança e um Natal mais digno para quem mais precisa. Quando a sociedade se une em torno de uma causa, a fome perde força e a solidariedade vence”, declarou em entrevista o voluntário rotariano Elias Araújo

Grande campanha de arrecadação durante a 52ª ExpoCodó – A Força Jovem no Agro

Além de levar alimentos para a mesa de centenas de famílias, a mobilização também transmitiu uma mensagem de esperança, solidariedade e cuidado com o próximo. De acordo com o coordenador da Ação da Cidadania/Campanha Natal Sem Fome, Iedo Barros, iniciativa reafirma a importância do trabalho coletivo entre instituições e voluntários na promoção da cidadania e no combate à fome.

É um trabalho muito importante, para realizar a distribuição de mais esta remessa de alimentos destinada às famílias em situação de vulnerabilidade social em Codó, que nos são enviadas pela diretoria da instituição no Rio de Janeiro, fortalecendo o trabalho solidário desenvolvido no município. Esta já é a segunda remessa de donativos recebida em 2026. No início do ano, a entidade recebeu 250 cestas básicas, além de medicamentos que também foram destinados a quem mais precisa. Que aqui destacar e agradecer o pessoal do Rio que tem contribuído para que esses mantimentos cheguem até aqui em Codó E para nos ajudar nesta grande logística de distribuição contamos com parceiros importantes, como Rotary Clube de Codó, Fundação Pestalozzi e Grupo Ágata”, explicou Iedo Barros.

Iedo Barros também anunciou uma importante parceria com a diretoria da Ação da Cidadania para a realização de uma grande campanha de arrecadação durante a 52ª ExpoCodó – A Força Jovem no Agro. A ação acontecerá no dia 5 de agosto, dentro do Parque de Exposições Walter Zaidan. De acordo com o coordenador, o acesso ao parque nesse dia será mediante a doação de 1 quilo de alimento não perecível, iniciativa tem como objetivo ampliar a arrecadação para fortalecer a campanha Natal Sem Fome no município.

A expectativa é que os alimentos arrecadados sejam transformados em cestas básicas e distribuídos às famílias codoenses durante o período natalino, reforçando o compromisso da campanha com a solidariedade e o combate à fome. “Nós conseguimos um dia da Ação da Cidadania dentro do parque, na ExpoCodó, no dia 05 de agosto. Nesse dia, a entrada será através da doação de um quilo de alimento não perecível. Acreditamos que faremos uma grande arrecadação e vamos trabalhar na divulgação para que toda a sociedade participe conosco. A sociedade precisa nos ajudar a formar um grande número de cestas para que, no período do Natal, possamos realizar uma ampla distribuição em toda a cidade”, concluiu Iedo Barros.

Amore mio, feliz dia dos namorados.

Léo Costa

Muitos poetas já tentaram definir o amor. Mas ele é indefinível. Por mais que se busquem palavras, não passarão de palavras. E palavras variam de pessoa pra pessoa.

Cada um tem sua própria concepção. Mas para esse sentimento que sentimos e não sabemos explicar, basta lembrar: é através de duas pessoas que se amam que acontece o grande milagre da vida.

Eis aí outro milagre: a “vida”. O que é vida? Você já parou pra pensar? Dois grandes mistérios que nem toda a sabedoria humana consegue definir.

O homem venceu o espaço, derrotou doenças incuráveis, sua vitória é imensa. Mas ainda não sabe o que é o amor. Essa coisa que une duas pessoas.

Há muitas maneiras de amar. O amor da mãe pelo filho, do filho pela mãe. Pelos parentes, pelos irmãos. Amor por um animalzinho que estimamos, pelas flores, pela natureza, e o amor que devotamos a Deus.

Mas é sobre o nosso amor que quero falar. Desse laço que nos une e que jamais poderei desfazer, porque não saberia viver sem você.

Nem sei como vivia antes, se é que se pode chamar de vida alguém sem um ideal definido. Imaginava que a vida fosse uma série de acontecimentos sem sentido.

Só depois de te conhecer entendi o verdadeiro sentido da vida. E senti aquilo que achava que pertencia apenas aos poetas e escritores: o amor.

O amor que nos une eu não sei definir, porque sou simplesmente humano. Mas o importante é o que sentimos.

Léo Costa, de coração para coração.

A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMAM) e da Secretaria Municipal de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEMECTI), promoverá nesta sexta-feira, 12 de junho, o lançamento do Plano Municipal de Educação Ambiental (PMEA).

O evento acontecerá às 7h30, no Auditório da UFMA, e contará com a participação da comunidade, gestores públicos, educadores, estudantes e representantes de diversos segmentos da sociedade.

A iniciativa tem como objetivo fortalecer as ações voltadas à conscientização ambiental, sustentabilidade e cidadania, incentivando a participação da população na construção de políticas públicas voltadas à preservação do meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável do município.

De acordo com os organizadores, a presença da comunidade é fundamental para contribuir com a elaboração e consolidação das estratégias de educação ambiental que serão desenvolvidas em Codó, promovendo maior engajamento da sociedade na proteção dos recursos naturais e na construção de um futuro mais sustentável.

O evento conta com o apoio do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (COMDEMA).