Nove países estudados e um mundo novo de conhecimento para mais de 500 alunos do Ensino Médio, desta escola da rede pública estadual, o Renê Bayma.
Você já ouviu falar no CHORIPÁN argentino? Júlia Brandão, estudante, explicou.
“ é pão, toscana e o molho é feito de vinagre, óleo e o cheiro verde…FAZENDO UMA RELAÇÃO COM O BRASIL, CORRESPONDE AO QUÊ? Ao cachorro-quente brasileiro”
Na sala que falava sobre o Canadá era possível saber, por exemplo, com a Ana Laura Coqueiro quais são os principais pontos turísticos do Canadá e também sobre curiosidades do esporte com o jovem Sidney Queiroz.
Do Canadá para o Reino Unido, no Noroeste Europeu, onde Joice Silva nos recebeu, noutra sala, com informação.
“O Reino Unido é formado por 4 países que são a Inglaterra, a Escócia , o País de Gales e a Irlanda do Norte, é uma nação situada no Noroeste da Europa”
Economia, história de cada povo, a culinária predominante e culturas que ganharam o mundo como a festa do Halloween. É disso que tratava a mais visitada sala ambientada, escura com rostos e gestos assustadores.
“Porque eu acho muito importante as pessoas terem conhecimento de coisas das antigas, porque essa nossa cultura ela é muito antiga…É IMPORTANTE CONHECER? Justamente”, respondeu Juliane da Silva Lima que estava fantasiada de bruxa.
O professor Antonio José dos Santos veio de outra escola curtir a V Feira Intercultural do Renê Bayma, elogiou a iniciativa.
“ Essa gama de conhecimento faz com que o nosso discente, nesses caso é o nosso aluno, ele tem toda condição pra questionar e pra discutir com qualquer outro aluno que seja de outra escola, que seja de outro Estado”
A idealizadora da Feira, professora Ivanete Portela Magalhçaes, disse que tem obtido ótimos resultados desde a primeira edição.
“Essa proposta dos projetos interculturais ela visa que o aluno venha conhecer outras culturas, que ele venha desenvolver a aceitação, admiração por outros costumes, outros modos de vida (…) nós estamos contribuindo para que esse aluno ele se desenvolva, tenha outra visão de mundo e possa aceitar o diferente”