COMÉRCIO – Empresários continuam devendo rampas às pessoas com deficiência

Elas já são encontradas  no comércio logista de Codó, mas  são estreitas de mais ou,  por falta de cuidados,  apresentam obstáculos  para as  rodas da cadeira –  até  buracos no meio. Para o presidente da Associação Pestalozzi, Eliel Lima, isso é um grande problema.

 “A iniciativa priva ainda está deixando a desejar, as vezes quando eles procurar fazer essas rampas não procuram fazer dentro da padronização, então é preciso que se olhe a padronização, que se veja, realmente,  como deve ser feita essas rampas, senão a gente vai terminar fora do padrão aí em vez de facilitar dificulta pras pessoas com deficiência”, reclamou

Também há reclamação quanto ao número de lojas que construíram rampas até agora.

O comércio avançou no sentido de fornecer acessibilidade às pessoas que usam cadeira de rodas, mas andando pelo centro nota-se, com muita facilidade, que o número de lojas sem rampas ainda é maior do que aquelas que oferecem o acesso ainda que precariamente.

Ao serem questionados os empresários estão prometendo melhorar o nível de acesso às lojas para pessoas com deficiência.

“É muito bom todo mundo fazer porque já é um meio deles entrarem na loja também, passearem em cima da calçada e eu apoio, com certeza, essa decisão (…) logo, logo eu já tô colocando aqui, é pra começar essa semana ainda”, disse Rogilson Silva ao blog

Em meio à tantas reclamações  constatamos algo que merece ser destacado, por onde andamos no centro da cidade. quando desta reportagem, claro,  não encontramos obstrução como motos e carros no local reservado à quem usa cadeira de rodas, antes isso era muito comum.

‘A gente tem que aprender respeitar o direito do nosso próximo (…) os nossos companheiros também precisam porque eles têm a dificuldade e isso é um dever do cidadão manter sempre  a dignidade e o respeito ao direito do próximo”, disse o vigilante Marcos Antonio Alves

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