Entenda o duplo ASSASSINATO ocorrido à beira do Codozinho ontem

Antonio Martins Cardoso, de 28 anos
Antonio Martins Cardoso, de 28 anos, o Toin.

Carlos Alberto Batista dos Santos, lavrador de 40 anos, morador da Vila Fomento, passava sobre a ponte do trem, próximo ao sítio do Moura, porque, segundo a esposa, Raimunda da Conceição Borges, pretendia pescar para alimentar uma família de 9 filhos, todos ainda menores de idade. Foi quando ele xingado.

Ao descer a ponte para tomar satisfações foi morto com um tiro de espingarda 12 disparado por Antonio Martins Cardoso, de 28 anos, conhecido como TOINHO,  que o havia provocado.

No local do crime,  estavam além de Antonio, uma mulher identificada como Elizângela Rios Sales,  que o acompanhava ingerindo bebida ( segundo ela mesma, um litro de Vodka)  e mais 3 homens que pescavam.

Em depoimento à Polícia Civil, ela os identificou apenas pelos nomes RIBA, GAGO e GORDO.

Depois de assassinar Carlos Alberto, segundo relatos da mulher à Polícia, Antonio ameaçou de espingarda em punho e mandou que todos, inclusive ela,  se ajoelhassem. Em algum momento, os homens reagiram. Conseguiram deter e matar, à coronhadas, Antonio, que teve a cabeça esmagada.

Elizângela, contou que, depois disso, conseguiu sair correndo.

O QUE O POLÍCIA VAI FAZER?

O delegado regional, Zilmar Santana, diz que  vai ouvir os três homens que reagiram e mataram Antonio, um deles, RIBA,  está hospitalizado com um tiro na mão.

  “Vamos avaliar a situação, a conduta deles ao decorrer da investigação e ver se eles responderão pelo crime de homicídio após uma provocação ou por uma lesão corporal seguida de morte tendo em vista que eles estavam ali numa situação, inicialmente,  de defesa, mas agiram com excesso e tiraram a vida do Antonio Martins Cardoso, mais conhecido como Toin, por meio de instrumento contundente, pancadas”, disse à TV Mirante

A família de Carlos Alberto Batista dos Santos se sente a mais prejudicada com o desfecho trágico da história porque ele era o único que trabalhava para alimentar os nove filhos e a esposa, como afirmou a viúva Raimunda Borges.

“Fica difícil porque ele é quem botava dentro de casa, ele já tinha até marcado a roça para brocar…E AGORA? Agora vai ficar difícil”, respondeu

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