Entra pelo 5° dia a cruzada de braços dos agentes de trânsito de Codó

Agentes de Trânsito de Codó parados

Crianças com idade inadequada para serem transportadas em motocicletas, adolescentes pilotando no centro da cidade, excesso de caronas e muita gente sem habilitação e capacete.

Se os condutores de Codó já cometiam infrações de trânsito com os agentes nas ruas, agora é que eles se sentem bem mais a vontade mesmo uma vez que quem deveria fiscalizar, não pode ser mais visto em nenhum ponto da cidade, nem ao menos como antes quando eles ficavam só olhando.

BRAÇOS CRUZADOS

Isso porque há cinco dias, os 23 agentes de trânsito ficam na sede do Departamento Municipal de Trânsito lendo, ouvindo música ou, simplesmente, de braços cruzados e só saem após o horário de trabalho direto pra casa.
Reclamam que o governo municipal deixou a todos sem condições de trabalho – não há blocos para que as notificações sejam feitas e a maioria está até sem o fardamento, coisas, na opinião do agente, Hélio Pereira, fundamentais para o exercício da função nas ruas.

“Sem a farda não há como o condutor identificar que esta pessoa que está trabalhando, no caso é o agente de trânsito, seja realmente um agente de trânsito por falta desse identificação que é a farda …NO CASO DO BLOCO? No caso do bloco essas situações em que o condutor infrator não queira colaborar com o trabalho do agente de trânsito aí serão tomadas medidas mais enérgicas”, disse

RETORNO

Eles garantem que só retornarão às vias públicas quando o Dmtrans atender às duas reivindicações e para não serem surpreendidos por algum procedimento administrativo que possa prejudicá-los, comunicaram o ato de se negarem a ir para as ruas e as razões ao Ministério Público.

“Foi comunicado como forma de precaver qualquer tipo de tentativa do município de prejudicar funcionalmente esse servidor público, tendo em vista que alguns estão em estágio probatório”, explicou o agente Antonio Ferreira.

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