Ex-prefeito diz que Zito é um ingrato e que o povo vai tirar a mágoa dele nas eleições

Assim como os demais entrevistados do programa Confidencial com peso na balança política de Codó, o velho Archer também deixou no ar sua decepção com o prefeito Zito Rolim, que por estar no poder virou alvo central de todos os bombardeios possíveis.

Mas Archer, por não ter feito parte da eleição que levou Zito ao poder em 2008, lembrou da anterior à esta quando ele estava saindo da Prefeitura (2004) e apoiou Rolim contra Biné, que acabou faturando o prêmio da ‘viuvona’ que nunca morre.

FALTA DE OPÇÃO

Disse que apoiou por ‘pura falta de opção’. Archer se considera o homem que elevou o número de votos do atual prefeito ao patamar daqueles que podem competir numa eleição para prefeito de Codó, ou seja, acima de 20 mil votos.

Antes de Archer, lembrou o ex-prefeito, Zito não chegava à 3 mil votos.

“Apoiei sim, por falta de opção. É tanto que o Zito vinha tendo 2 mil e poucos votos e quando ele foi apoiado por nós passou para 20 mil e tantos votos, em vez de ser grato à gente, ele se virou contra a gente, virou, ficou querendo destruir a gente, mas ele foi apoiado por nós”, argumentou

TROCO DO POVO

Como você leu acima, Archer chamou Zito de ingrato. Afirmou que em vez de mostrar gratidão virou-se contra ele e saiu a persegui-lo lembrando casos da tomada do Aeroporto Magalhães de Almeida (ainda em litígio na Justiça) e do Corredor da Folia.

O ex-prefeito disse que o povo vai responder à Zito por toda a mágoa que ele deixa transparecer em suas ações.

“A população vai responder isso aí nas eleições…COMO ASSIM? A resposta dessa mágoa, vai ser nas eleições (…) eu não perco o meu tempo em ta perseguindo A, B ou C, achava engraçado, meu tempo era dedicado para o crescimento de Codó. Quando você se preocupa em ta perseguindo vigia, motorista de caminhão, pessoas, porque paixão política é como futebol, se você é flamenguista você não pode obrigar a pessoa a ser vascaíno, entendeu? Então tem que ser respeitado a sua posição e é o que eu sempre fiz, sempre respeitei a decisão da população”, concluiu

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