Família continua desesperada após mais de 40 dias do desaparecimento de Antonio Francisco Guimarães de Pinho

Antonio Francisco Guimarães de Pinho, de 36 anos,  foi visto pela última vez no dia 22 de fevereiro deste ano.

A mãe dele conta que o homem morava na cidade, mas  lavrador que é,  vivia mais na zona rural e após o desparecimento já foi procurado em todos os povoados que costumava frequentar. Não há nem notícias.

“Até hoje eu to no desespero, se ele tiver vivo, se ele tiver morto pra mim  saber a verdade e tirar esse peso da minha cabeça, essa preocupação dentro de casa, nós, os irmãos, a família toda”

O caso já está sendo investigado pela Polícia Civil, mas segundo a própria família não tem havido avanços. São poucas as pistas do paradeiro de Antonio e as pessoas que o viram pela última vez pouco colaboraram quando de seus depoimentos.

Nós conversamos com o delegado Rômulo Vasconcelos. Ele falou das dificuldades do caso e informou que pretende ouvir a companheira de Antonio ainda esta semana, considera que a mulher tenha informações importantes, fato com o qual concorda Antonio José Guimarães de Pinho, irmão do desaparecido, que fala de um desentendimento do casal.

“Porque depois da briga, foi a última pessoa que viu ele, a gente só quer que ela confesse, fale a verdade, diga o que houve…SE VIAJOU, PRA ONDE? E as testemunhas seriam uma importância grande pro delegado trabalhar neste caso, mas as testemunhas não ajudaram”

Já se passaram mais de 40 dias sem qualquer informação de onde está Antonio Francisco Guimarães de Pinho, para o desespero de seus parentes.

“Minha esperança eu penso que ele tá vivo, mas, ao mesmo tempo, eu volto porque não sei o que aconteceu, talvez já tá morto, aí talvez jogou dentro do mato e a polícia não pode mais achar, eu tenho fé em Deus, onde ele tiver, se ele tiver vivo, onde ele tiver, por favor, ligar entrar em contato comigo, com os irmãos, dizer – Mãe eu to aqui em tal lugar, tirar esse peso da minha cabeça, eu não durmo direito, eu não consigo dormir, você sabe o que é mãe”, disse a mãe

Todos estão confiantes no trabalho policial.

 “Desvendar esse caso porque meu irmão era um trabalhador, não era um vagabundo, ele não ia fazer isso com minha mãe de sumir não”, disse o irmão aos prantos à nossa reportagem

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