GREVE – Sindicato decide por paralisação dos professores a partir de segunda-feira

Professores farão greve

Os professores da rede municipal decidiram paralisar as atividades em sala de aula, em assembléia geral realizada às 18h, de segunda-feira (27), no auditório da escola Ananias Murad.

De acordo com informações repassadas ao blog pelo Sindicato, a decisão de entrar em greve só na semana que vem é para que a categoria possa fazer uma campanha de conscientização nas escolas alertando aos alunos sobre os motivos que levaram os professores a tomar essa decisão e para, também, preparar material de divulgação da greve.

A categoria pretende fazer uma ampla divulgação com material que envolve panfletos, faixas, cartazes, outdoors e a produção de um vídeo onde mostrará a situação das escolas do município. Desta vez, os professores garantem que não vão recuar, senão, com o cumprimento do que determina a Lei do Piso Salarial dos Professores do Magistério e a redução da carga-horária de 25 para 20 horas semanais.

Os planos são os seguintes: diariamente os educadores farão manifestação na Praça Ferreira Bayma, em frente à Prefeitura. Além dos encontros que acontecerão no período do dia, os manifestantes, também vão se reunir, em frente à sede do Poder Executivo de Codó, à noite. A ideia é que os protestos contra a administração sejam fortalecidos a cada dia e as manifestações noturnas devem representar a força da categoria mediante à imposição do governo, que já expôs suas condições, inclusive fez o repasse este mês com reajuste de 07%, mas o Sindsserm deixou bem claro que não vai aceitar somente o que está sendo oferecido pela prefeitura.

Os professores querem o reajuste de 10% e, principalmente, a redução da jornada de trabalho com 1/3 da carga-horária destinado para realização das atividades extra-classe.

A prefeitura, por meio da procuradoria geral, já explicou que este ano não ha possibilidade de atender às reivindicações da categoria, uma vez que assim sendo, teria de efetuar contratos temporários, o que ultrapassaria os 60% dos recursos do Fundeb destinados ao pagamento de salário dos profissionais do magistério.

Fonte: Correio Codoense

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