Hildemberg chama folha da educação de “Caixa Preta’ e volta a cobrar prestação de contas de Zito

Hildemberg Oliveira

O vereador, Hildemberg Oliveira, chamou a folha de pagamento da educação, da Prefeitura de Codó, de “Caixa Preta”. Teria chegado à tal conclusão após participar de uma reunião entre representantes do governo Cuidando de Nossa Gente, professores e vereadores na tentativa de dar fim à greve deflagrada em 5 de março.

Para tornar mais claro o que quis dizer, afirmou que existem pessoas que não pertencem à área da educação sendo pagas como se assim o fossem. O blogdoacelio lembra que esta denúncia já foi feita pelos membros do sindicato dos servidores públicos municipais e ninguém, até então, havia dado qualquer importância para sua gravidade.

‘Tem pessoas que não tem nada a ver com a folha da educação, estão lá inseridas na folha de pagamento. ENTÃO EU ACHO, NA MINHA OPINIÃO, de quem assistiu aquela reunião, a Justiça vai ter que decidir, a lei vai ter que ser cumprida e o prefeito tem que apresentar aqui pra nós nessa Casa a prestação de contas’, afirmou Hildemberg

“CONTADOR NÃO”

O parlamentar reclamou do tecnicismo exagerado pelos contadores que, geralmente, os prefeitos mandam para a Câmara na hora de prestar contas. Hildemberg repudiou a atitude e confessou que nem ele, nem os colegas conseguem entender qualquer dessas explicações. Parece algo intencional.

“Não adianta vir pra cá um contador pra falar tecnicamente as coisas e amanhã a própria imprensa diz – a Câmara aceitou a prestação de contas. Não entendeu, como é que aceitou? Essa é a situação”, revelou

JUSTIÇA NELE

O vereador disse que a Justiça tem que obrigar o prefeito Zito Rolim a prestar contas, do contrário os professores não recuarão da greve uma vez que não sabem, exatamente, como andam as contas da educação.

Se o governo quiser se antecipar à Justiça, no intuito de dar fim à greve, deve abrir a “Caixa Preta” o quanto antes.

“Dinheiro da educação é pra gastar com a educação. Eu acho que enquanto a Justiça não decidir os professores não vão mudar de ideia, os professores vão ter que esperar decisão da Justiça e o município se quiser se apressar ele tem que apresentar essas contas pra sociedade”, fechou seu entendimento.

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