Jéferson Portela fala sobre confissão do assassino da neta de Sarney

O empresário Lucas Porto, de 37 anos, confessou que matou a sobrinha-neta de Sarney, a publicitária Mariana Costa, 33 anos. Porto era cunhado da vítima.

A motivação seria uma atração que ele tinha por Mariana. As informações foram divulgadas pelo secretário de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela, em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira, em São Luís(MA).

“Ele disse que tinha uma atração muito forte pela Mariana. Disse que foi ao quarto e a encontrou sem roupa. Lá, resolveu consumar seu desejo sexual”, disse o secretário.

A polícia suspeita que, depois da violência sexual, a mulher foi morta asfixiada com um travesseiro. O caso ocorreu na noite de domingo (14), no apartamento da vítima.

Um comentário sobre “Jéferson Portela fala sobre confissão do assassino da neta de Sarney”

  1. Torço, pela graça de Deus (não o hebraico e congêneres, mas sim o verdadeiro), que os familiares sanguíneos e afins ou mesmo amigos, promovam, a seu modo, a verdadeira justiça, que, sob minha ótica, seria o trucidamento desse infeliz com requintes da mais extrema crueldade, como por exemplo, após levá-lo prum local à ermo, imobiliza-se essa besta nua numa posição de “capão assado”, e, em seguida, retira-se seus dois olhos com um canivete ou faca e coloca-se nos dois buracos reluzentes sal de cozinha, ácido sulfúrico ou muriático e pimenta bem ardente. Ademais, com o mesmo canivete ou faca, abre-se um rombo no seu ânus (melhor seria escrever cu), preenchendo-o com os mesmos ingredientes aqui ressaltados. Tudo filmado com alta resolução de imagem e som e depois desse maldito ter regressado pros quintos dos infernos de onde nunca deveria ter saído, divulga-se na internet pros seus familiares, amigos, inimigos e demais pessoas da sociedade gentia e alienígena contemplarem. A meu ver é a mais prima Justiça, pois, em primeiro lugar, homenageia-se a vítima e, em segundo plano, que sirva de exemplo pra sociedade. Alhures, sou de ótica que a prima Justiça é “legistrancendente”, isto é transcende a lei, sempre quando ocorrer situação de bestialidade, de que é exemplo o caso sob comento dessa bela jovem mulher e mãe, que torço, pela graça de Deus, ter retornado pro Criador. Resta aos familiares e amigos se magnetizarem e cumprirem a sentença de morte desse desgraçado com requintes da mais extrema crueldade, de que é exemplo, dentre outras formas, a reluzente em tela. Noutro ângulo, geralmente, quando os pais (pai, mãe, avô, avó, bisavô, bisavó, trisavô, trisavó…), criam seus filhos, de que é exemplo, segundo meu pensar, a criação desse maldito, sem lhes mostrar, através de educação exemplar, desde a mais tenra idade, respeito ao próximo e ao longíncuo, bem como lhes dando responsabilidades, fins criarem condições emocionais e cognitivas pra que se tornem pessoas dignas, capazes de, com seus próprios méritos, vencerem na vida, respeitando seus semelhantes e insemelhantes, e não enchendo-lhes de confortos materiais, porque, em assim sendo, suas abjetas crias terão grandes probabilidades de ficarem com mentes vazias e vis, sujeitas aos seus instintos mais primitivos e bestiais. Em tributo ao princípio pétreo constitucional de antagonismo ao anonimato, tinjo meu comentário pontuando que meus pais me nominaram de José Wandenberg Matões Brandão, que sou 1º Sargento da Reserva Remunerada do Exército e Advogado (OAB/MA 9122 e OAB/PI 7695-A). Por fim, friso que tenho “aquilo” roxo.

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