Mistérios de Codó: O que fez Alberto Barros pular do barco sem velas de Zito Rolim

Alberto Barros

Em meio a tantas confusões e polêmicas que pairam sobre o meio político de Codó e sacodem os bastidores, uma insiste em não passar despercebida e se materializa, perfeitamente, numa pergunta que não quer calar – O QUE FEZ ALBERTO BARROS PULAR DO BARCO DE ZITO ROLIM?

Zito vem se tornando o prefeito que mais perdeu grandes amizades, construídas ao longo de sua vida pré-prefeito. A Prefeitura de Codó parece ter-lhe amaldiçoado os caminhos e aqueles que sempre, ou quase, estiveram com ele, construindo a ‘virada da página’ tornaram-se grandes desafetos e, pior, estes adoram tornar isso público.

Podemos, sem medo, citar:

  • Dr. Antonio Joaquim Araújo ( articulador político de Rolim e ex-secretário de saúde)
  • Francisco Carlos de Oliveira (articulador, amigo de 40 anos)
  • Zé Inácio (articulador e vice-prefeito de Zito)
  • Cícero de Sousa (professor entusiasta que enchia o peito, crente na mudança, encarava até bala de prata por Rolim)
  • Nilson Gomes (articulador, amigo de 40 anos)
  • Roberto Cobel (articulador, amigão das antigas)
  • E muitos outros

Apesar dos discursos que mexem com sua imagem de homem público, pois sempre tratam de jeito de administrar e, sobretudo, falta de transparência, Rolim mantém uma postura de silêncio. Quem sai grita, mostra sua indignação. Ele fala pouco e quando fala, fala bem baixinho a respeito do ex-amigos.

Respeito? Medo? Sinceramente, ninguém sabe. Por enquanto a população conhece apenas o lado dos que deixaram seu governo e as notícias não são boas.

AGORA, O ALBERTO

Zito Rolim

Agora, Alberto Barros. O histórico de um dos maiores comunicadores da região dos Cocais tem uma ligação muito grande com Zito. O cargo de assessor de comunicação não lhe saiu de graça.

Na rádio Cidade FM, emissora comunitária codoense, Barros foi uma das maiores audiências deste município. Liderava absoluto no horário. Comandou o programa que sacudia Codó depois do meio dia e fazia todos pararem para ouvir – Mercado central, comércio, indústrias, todos os bairros aumentavam o volume. Ele publicava os defeitos do governo de Biné Figueiredo e, muitas vezes, fazia mais que isso – tanto que acabou sendo agredido pelo deputado estadual, Camilo Figueiredo.

Alberto construiu, muito antes de Pé de Queijo com a história do vamos virar a página, o mote político que dizia – É HORA DE MUDAR, É A VEZ DE ZITO. Foi ao extremo, em nome deste sonho.

Zito vence e Alberto é, devidamente, merecidamente, recompensado com a função de responsável por todo o marketing político daquele que ele, também, construiu – o novo prefeito.

VIU O CÉU E O INFERNO

Passou três anos e meio enfrentando tubarões, dinossauros, fantasmas, denúncias de fraude e dezenas de bombas atômicas que ninguém conseguia entender de onde tirava tantos argumentos para continuar dizendo – ZITO É O MELHOR. Viu o céu e o inferno na defesa do governo Cuidando de Nossa Gente.

Repentinamente, começaram a surgir na imprensa possíveis insatisfações por parte de Barros. Ele nunca afirmou ou confirmou nada, mas começou viajando para a região do Mearim (Bacabal), depois à São Luís, retornou a cidade, esteve por alguns dias, nitidamente sem TESÃO para suas árduas defesas, e desapareceu.

Ninguém sabe por onde anda. Se vai continuar trabalhando em Codó, se voltará para o Governo. Zito, como já era de se esperar, se não falou dos outros, certamente, nada falará sobre a saída de Alberto.

Enquanto isso, na sala de Justiça, Codó se pergunta – O QUE LEVOU ALBERTO BARROS A ABANDONAR O BARCO DO PREFEITO DE NOSSA GENTE?

Você sabe? Consegue imaginar o que lhe teria feito deixar de defender aquele que parecia o segundo maior amor da sua vida?

Zito seria, novamente, o motivo dessa saída? Ainda não temos respostas para todas estas indagações. Ele e Zito sim. Para nós, pobres mortais, especuladores do conturbado mundo político codoense, resta apenas aguardar o decurso do insuperável tempo, o senhor de todas as respostas.

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