
A última quarta-feira, 21, foi de mais uma reunião da Comissão Intergestores Regional de Saúde que reúne 6 municípios centralizados em Codó (com Timbiras, Coroatá, Peritoró, Alto Alegre e São Mateus).
DIMINUIÇÃO DE EXAMES EM TIMBIRAS
De Timbiras veio, por meio do novo secretário de Saúde, Manoel Rocha (que já passou pela pasta do Meio Ambiente e Administração), a reclamação da diminuição do número de exames realizados pelo hospital do Estado, de 100 para apenas 30 por semana.
Foi o gestor regional de Saúde, Ribamar Oliveira, quem respondeu sobre o problema.
“Isso eu tomei conhecimento aqui, então enquanto gestor regional nós vamos chamar os diretores da unidade lá em Timbiras, juntamente com o secretário que fez a reclamação e discutir isso, porque não é pra haver isso”, explicou
DIFICULDADES NA REGULAÇÃO
Alto Alegre do Maranhão, Peritoró e São Mateus reclamaram de dificuldades na chamada regulação que é, explicou o secretário, Jéferson Sousa, o ato de transferência de um paciente para uma unidade de saúde com resolutividade mais avançada.
Nos seis municípios estima-se que cerca de 350 mil pessoas estão sujeitas à esta transferência.
“E o paciente precisando de um leito ou de um exame essa regulação é através da central do Estado que é em São Luís do Maranhão e é feito também através do macrorregional de Coroatá. A gente tá buscando nos organizar, tirar algumas arestas que acontecem e a gente vai procurar esse entendimento com o Estado fazendo a regulação acontecer aqui no nosso Estado do Maranhão”, disse Jéferson, de São Mateus, um dos mais experientes secretários presentes na reunião.
PROBLEMA DO CORPORE
Em reuniões como a de quarta-feira, cada integrante expõe sua dificuldade e a solução é esperada em conjunto, mas recai em peso maior sobre o Instituto que Luciano Lopes representa. O Corpore é o responsável pela qualidade da gestão hospitalar na região e já entendeu que tem muita coisa pra resolver.
“Esse problemas trazidos pra gente nós vamos em conjunto com os municípios, a ideia, a intenção e a abrangência da qualidade do serviço prestado, poder fazer uma rede onde regula todos os atendimentos com resultado pra população tendo maior qualidade dos serviços e poder atender de forma mais dinâmica todos os municípios”, disse
MENOS DINHEIRO, MAIS GENTE
O coordenador regional da Comissão, Ricardo Torres, que comandou a reunião, entende que estas discussões são importantes porque a saúde pública vive um momento de diminuição dos recursos com, em alguns destes municípios, aumento de demanda de pacientes.
“Os secretários municipais já conhecem o volume de problemas, a própria Corpore tem a missão de organizar esse serviço dentro da limitação financeira do país, do Estado e dos municípios e o que nós estamos fazendo é nos entendendo em relação a como trabalhar com menos recursos, mas de maneira a garantir o atendimento do paciente”, disse Torres em entrevista à TV Mirante


Se não tivesse tanto talvez sobrasse dinheiro pra saúde.
Pergunta aí se alguém da família do secretário ou do prefeito usam o HGM de Codó. Duvido. Aposto que vão ou pra Teresina ou pra São Luis as custas do dinheiro da saúde.
Não falta dinheiro coisa nenhuma. Falta é humanidade dos administradores da saúde.
Todo mundo sabe dos funcionários …. das folhas super …