OUTUBRO ROSA: Rotary Club realiza ciclo de palestras em defesa da saúde das mulheres

O ciclo com 4 palestras foi promovido pelo Rotary Club, na manhã do último sábado, 13,  em alusão ao OUTUBRO ROSA, mês dedicado à saúde da mulher, especialmente na prevenção do câncer do colo uterino.

“O Rotary está abrindo as portas porque é uma campanha nacional de divulgação, principalmente de divulgação, porque a gente sabe que essas doenças hoje elas estão avançando, principalmente, a questão das DST’s e o Rotary não podia ficar à margem, nós ficamos feliz de abrir as portas, é a primeira edição e queremos dar a primeira, segunda, terceira edição porque pra mulher, a conscientização em primeiro lugar”, explicou o presidente do Rotary em Codó, advogado Herbert Junior.

A bioquímica e citologista, Andréa Sousa Gomes,  que ministrou sobre a importância de fazer o exame preventivo destacou que em Codó muitas mulheres ainda não o realizam por vergonha de estar diante de um médico, o que é um risco.

 “As mulheres com tanta informação deviam estar deixando essa vergonha de lado e tá buscando isso porque a prevenção é um exame rastreador, então é um exame que não vai te dizer se você estar com câncer mas ele vai te dar uma visão disso pra você buscar um médico com mais rapidez e se proteja”, explicou

Além de nutrição e do papel  da ultrassonografia na prevenção do câncer, também houve palestra sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis.

A biomédica e hematologista Dra.  Sara Tamires da Silva Costa destacou  a importância de se prevenir contra as DST’s.

 “então é importante sempre tá prevenindo, porque, normalmente hoje nós não trabalhamos só com o tratamento, com o diagnóstico primeiro nós trabalhamos com a prevenção primária, aprender a saber, a visualizar, e a tratar pequenas alterações que acontecem no corpo, por isso é importante falar sobre isso”, afirmou

Pessoas da comunidade participaram com o intuito de se tornarem multiplicadoras das informações.

Dona Maria de Jesus Gonçalves da Silva, gostou de ter acesso às palestras e saiu convencida de que, no caso das DST’S, por exemplo, é preciso lutar contra aqueles que se negam à usar preservativos.

 “Eles se comportam que  não quer usar, a maioria não quer usar. A gente diz – olha é muito bom a gente usar, há não vou usar porque  não gosto, aí não cabe gostar, tem que usar porque é muito importante pra nossa saúde e evitar muitos tipos de doença”, garantiu a lavradora

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