PÁGINAS DE CODÓ (XXII) – Fatos que devem ser lembrados

Professor Carlos Gomes
Professor Carlos Gomes

Codó, como sabem, tem sido e continuará sendo palco para acontecimentos, que engrandecem  a sua História, embora que muitos deles  já vão bem distantes no tempo, mesmo assim, vale a pena serem lembrados, principalmente por aqueles que já viveram mais, também os jovens, esta força viva, que engrandece Codó, o Estado do Maranhão e o  Brasil.

Pois bem, através de “Páginas de Codó”, relato 2 FATOS ocorridos na década de 70, quando Prefeito de Codó, em seu segundo mandato, o Sr. Moisés Alves dos Reis.

O 1º deles, o Prefeito recebeu em seu gabinete o assessor do Ministério do Trabalho, Dr. Carlos Alberto Campista, trazendo as Cartas de Reconhecimento dos Sindicatos: Trabalhadores Rurais de Codó, este localizado na Rua S. Silva e da Construção Civil, localizado na Rua Profiro Santos, era seu presidente, – o conceituado mestre-de-obras –  José Araújo da Silva, vulgo Zé Rosa, (falecido).

Este Fato foi uma conquista muito importante para aqueles Sindicatos que postulavam os seus reconhecimentos junto ao Órgão Federal competente.

O 2º Fato, trata-se do XX Congresso da UMES (União Maranhense dos Estudantes Secundários), que se realizou em Codó, nos dias 14 e 15 de outubro de 1972.

Estiveram presentes ao evento: Dr. Sileno Ribeiro Paiva, Diretor da DEMEC, em Recife-PE, que veio representar o Ministro da Educação, Cel. Jarbas Passarinho; o Presidente da UMES, estudante Francisco Dutra, José Álvaro  Costa, Presidente do Grêmio Cultural “23 de Setembro”, da antiga Escola Técnica Federal do Maranhão, hoje  IFMA e cerca de 400 estudantes, vindos de diversas cidades maranhenses.

Coube a mim, autor destas linhas, na condição de um dos membros da Comissão Organizadora do Congresso, proferir o discurso de abertura. Ocorreu, que o meu discurso foi lido antes, pelos representantes do SNI (Serviço Nacional de Informações) em Codó, Sargento Mauro Queiroz, instrutor do TG e Dr. José Maria de Carvalho, Promotor Público da Comarca. É importante frisar que, durante a Ditadura Militar, documentos como este, novela, música, etc., eram censurados previamente à sua edição ou qualquer outro tipo de publicação.

Codó com a realização do XX Congresso da UMES, proporcionou uma feliz integração dos estudantes da terra com os colegas de outras cidades, os quais foram hóspedes da “estudantada” codoense. A cidade tornou-se acolhedora, agradável aos visitantes, com faixas de boas-vindas e outros augúrios.

A meu ver, estes FATOS fizeram história em nossa querida Codó.

Codó – MA, 01 de julho de 2013.                                                                   Prof. Carlos Gomes.

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