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Professor Jacinto Junior

PENSAR “FORA DA CAIXA”: UM NOVO DIRIGENTE PARA NOSSA CIDADE

Os últimos oito anos tem sido um turbilhão de atraso político para nossa cidade. E nesse processo há uma crise de governo, há uma crise de identidade, há uma crise profunda de inanição e, por consequência, tem gerado uma imensa insatisfação popular.

A classe dominante codoense – já demonstrou toda sua irresponsabilidade, toda sua reconhecida incompetência e total falta de zelo pela coisa pública. A luta politica desencadeada entre os setores elitizados tem apenas um objetivo: a apropriação do poder pelo poder e para poder com o fito de se beneficiar escandalosamente. Os exemplos explodem em nossas vistas – testemunhamos a completa falta de transparência sobre a natureza da ‘coisa pública’ -, e é fundamental que a sociedade civil reaja e reformule sua conduta em relação à perspectiva de um futuro grandioso em nossa cidade sob a égide de um governo verdadeiramente sincronizado com a aspiração popular e que respeite na prática a cultura da democracia.

A ideia de reformular o conceito de participação política na condição meramente de ator social que deposita na urna o voto e esperar que tal gesto seja suficiente para que haja uma transformação social profunda na estrutura de poder é um erro grasso que precisa ser corrigido imediatamente. E o passo elementar desse processo é o indivíduo se tornar o protagonista, sujeito da e na história; e, isto, implica em sua capacidade de mobilização e organização na base. A base de todo e qualquer movimento que reivindica uma mudança estrutural consiste na sua capacidade organizativa.

Repensar o ato de votar consiste em o indivíduo ser capaz de compreender a dinâmica da luta de classes – a contradição social imanente que circunda sua vida.

A sociedade civil codoense precisa literalmente quebrar, dissolver o ‘velho conceito político construído pela elite de que o elemento que deve governar a cidade tem que ser um membro da casta abastada’ ; ou, melhor, a sociedade civil codoense tem que se livrar dessa ideologia propagada por todos esses anos desde a emancipação territorial. Estabelecer essa ruptura é o primeiro e mais significativo passo para introduzir a nova concepção de candidatura e de programa de governo. Reivindicar uma nova candidatura, não linear e completamente avessa à cultura da corrupção e, paralelamente, identificada com os interesses populares e a democracia.

Nossa cidade só vai se tornar uma experiência revolucionária com autonomia quando passar a acreditar em homens pertencentes à própria classe trabalhadora.

A sociedade civil tem que retomar a condição de protagonista sem, contudo, permitir a ‘sedução do poder econômico’ influenciando sua posição e sua ideologia; por conseguinte, garantir esses elementos é garantir sua dignidade; pois, romper com essa ‘sedução capitalista’ não é tarefa fácil, o individuo tem que ser mui, mas, mui ético para não sucumbir ante a pressão e o assédio moral.

Reformular nossa prática política tem como escopo a tomada de decisão para um caminho que singularize a tão sonhada transformação social que almejamos cotidianamente. Portanto, para se materializar/realizar uma mudança estrutural é necessário coragem e ousadia, pois, promover a dissolvência da ‘velha’ cultura impõe-se um recorte histórico muito intimo e, por isso mesmo, difícil ser rompido; e é nesse sentido que lastimo o quanto ainda, a classe trabalhadora codoense vive mergulhada na sonolência e na imobilidade no contexto histórico impassível.

Apresentado esses elementos teóricos fundamentais para a classe trabalhadora refletir com maturidade a nova realidade política e o futuro de nossa cidade tendo como ponto de partida uma nova concepção de candidatura, um programa de governo associado aos interesses populares.

Já estar comprovado que os membros da classe dominante não resolvem os históricos problemas de nossa cidade; a única coisa que os preocupam é sentar na cadeira do poder e se locupletar.

Portanto, conclamamos à classe trabalhadora codoense a:

  1. Rejeitarem todas as candidaturas da elite dominante;
  2. Defender, incisivamente, uma candidatura oriunda da base trabalhadora, popular e democrática;

Outro item de suma importância é a eleição do Parlamento Municipal. A classe trabalhadora carece repensar nesse pressuposto, pois, estamos testemunhando a sua conduta reprovável. O atual parlamento municipal não merece a confiança da classe trabalhadora; há, evidências objetivas que acusam os edis de se portarem com seus oportunismos, subserviência e omissão.

Codó merece uma gestão moderna, popular e democrática. Somente um candidato totalmente desvinculado da classe dominante e que conheça a dura conjuntura social local; assuma o compromisso de proporcionar à sociedade civil uma administração pautada na inteligência, com sensibilidade, transparência e, sobremodo, urbanidade para com a coisa pública.

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