PERITORÓ – Após reportagem da TV Mirante Prefeitura paga atraso de 6 meses e Conselho volta a funcionar

Conselho Tutelar de Peritoró

O valor mensal do aluguel é de um salário mínimo. Depois de seis meses sem receber, o responsável pelo prédio onde funcionava o Conselho Tutelar, o jovem Daniel Marcone Rodrigues, resolveu fechá-lo. Quando a reportagem da TV Mirante esteve na cidade, soube que os cadeados estavam no portão desde o dia 12 de março.

“Enquanto não pagar vai permanecer fechado”, garantiu Daniel indignado

Enquanto perdurou a situação, os conselheiros tutelares ficaram sem local para atender a demanda da cidade. Como nos explicou um deles, Antonio Gomes da Cruz.

“Não está sendo fácil as pessoas procuraram diariamente, não tem hora pra gente prestar serviço, é uma, 12h da noite às vezes que a polícia chega com o menor e a gnete fica sem saber onde ter um local para prestar serviço, desde o dia que foi fechado não tem sido fácil”, explicou

CASA DE CONSELHEIRO VIROU CONSELHO

Dependendo do caso, as vezes o serviço que é de responsabilidade deles estava sendo prestado na rua mesmo ou na residência dos conselheiros.

muitas vezes as pessoas procuraram a gente, a gente atende nas nossas casas, na minha casa mesmo eu atendo alguns casos…CASA VIROU CONSELHO? É porque as vezes as pessoas precisam da gente e a gente precisa atender nas nossas próprias casas”, respondeu a conselheira, Raimunda Maria de Jesus

PROBLEMA MAIOR

O problema vai muito além do prédio onde funcionava o Conselho Tutelar. De acordo com informações da Secretaria Municipal de Administração, a Prefeitura de Peritoró mantém mais de 60 prédios alugados onde funcionam órgãos do governo e até escolas na zona rural. A maioria deles passa por atraso no pagamento.

Especificamente sobre o caso do Conselho Tutelar, no dia em que falou à equipe da TV Mirante o secretário de administração, Josué Oliveira, não chegou a dá uma previsão de quando faria o pagamento do aluguel atrasado, nem se disponibilizaria outro local para o funcionamento do Conselho Tutelar.

Incluiu apenas o problemas entre os demais e falou:

“SEIS MESES É MUITO TEMPO? seis meses, mas a gente vai tentar regularizar isso aí, fazer um levantamento de toda a situação do município e tentar equacionar”, respondeu

NOTÍCIA BOA

Após a exibição da matéria, a equipe que esteve na cidade recebeu o telefonema de Daniel Marcone Rodrigues, comunicando que todos os seis meses foram pagos integralmente pela Prefeitura.

Agora o Conselho Tutelar volta a funcionar no prédio para o alívio das crianças e adolescentes de Peritoró.

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