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Professor Jacinto Junior

O SENTIDO DA LUTA

O presente texto trás como análise/síntese a importância do indivíduo conhecer o sentido de uma luta em sua dimensão social, cultural, econômica e, especialmente, a de natureza política.

Por ser a mais significativa e de maior relevância, a política torna-se o instrumento constitutivo do indivíduo para reivindicar seus interesses e conquistas. É na luta que ele compreende o ponto central de sua existência – enquanto ser social que se relaciona numa sociedade marcada pelo contraste e conflitos distintos antagônicos -, garantir por consequência, dignidade e melhores condições de vida, pois, entende que, a política influi absolutamente em tudo.

Nesse contexto de engajamento, sua trajetória será fundada numa perspectiva histórica de ruptura em relação à estrutura sociopolítica formada em uma base ideológica conservadora. O indivíduo histórico-crítico – aquele sujeito que se apropria da dialética aventando sua própria compreensão ante os fatos que ocorrem em sua vida cotidianamente – para delinear uma objetiva compreensão da realidade social que o rodeia, tem que saber analisar no em torno a relação social e suas dinâmicas e, isso, sem dúvida, o impele a realizar uma sistemática formação intelectual independente, utilizando-se de uma farta leitura sobre os elementos constituintes como sociologia, filosofia, economia e política para contrastar suas próprias concepções ainda não entendidas politicamente.

Portanto, o indivíduo deve ter uma clara consciência de que é parte determinante de uma engrenagem social e, por isso mesmo, deve ser um agente coparticipe das lutas entremeadas por uma renovação estrutural da realidade que onera a condição de vida dos cidadãos.

Quando olhamos para a quadra política em sua totalidade e, ao mesmo tempo, o modo cultural como se portam os agentes públicos – aqueles homens engravatados, com sapatos pretos luxuosos, bico finos, com largos sorrisos espraiados de um lado ao outro da boca, apertos efusivos de mãos e um discurso pomposo na ponta da língua de que será um porta-voz legítimo de seus interesses lá na “Casa do Povo”- perdemos a esperança a partir de suas ações não tão nobres quanto antes se comprometera, lembre-se do discurso pomposo e inflado, alicerçado pelo compromisso em defender os interesses da comunidade? De chofre, eles – os agentes políticos – se submetem à vontade do gestor e, então, deixam de lado o seu discurso pomposo, e tornam-se verdadeiros borra-botas do mandatário – isto nos dar uma clara conotação de um ato vilipendioso.

Ora, enquanto ser social o indivíduo (histórico-crítico) dotado de capacidade teórica – a partir de leituras diversas e sistémicas – consegue abstrair dos fatos cotidianos, a sua efetiva intencionalidade, por conseguinte, tal indivíduo então, já atingiu plenamente seu proposito ao analisar/avaliar a conjuntura com independência e maturidade. É com essa postura que a perspectiva transformadora pode ser materializada; em que pese a confluência desse indivíduo sobre outros a partir de seu modo de ver, pensar e agir no espaço-tempo da realidade criticada; além das considerações reveladas sobre tal realidade-fato!

Cito como exemplo para uma inequívoca compreensão sobre a conjuntura sociopolítica e seus desdobramentos contíguos: a recente reprovação do projeto dos professores que tratava dos 60% dos precatórios.

É impossível esquecer esse ato tão cobarde, escabroso e oneroso para a categoria educacional. O ato em si, caracterizou a mais profunda negação ao primado princípio da educação e à sua consequente valorização. Um ato de traição irretocável.

Como indivíduo dotado de conhecimento e saberes construídos historicamente – notória e densamente adquiridos por um significativo e dedicado amor pela leitura – não posso deixar de emitir esse parecer rotundo sobre a traição dos edis em relação à educação e aos educadores.

Apropriar-me-ei de uma frase pronunciada por um membro do Supremo Tribunal Federal, o ministro Barroso, ao ser inquirido por um minion nos EUA, então, como resposta, ele disse ele: “Perdeu, mané!”

Assim, parafraseio-o com uma notação aos traidores edis: perdeu seus manés! Eis o sentido da luta: nunca esquecer uma traição!

2 comentários sobre “Por professor Jacinto Júnior: O SENTIDO DA LUTA”

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