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O NORDESTE MAIS UMA VEZ, PRESENTE!

Professor Jacinto Júnior

Logo após o resultado oficial do STE anunciar a vitória da esquerda sobre a extrema-direita que se encontrava alojada no poder, os derrotados, por meio das redes sociais, iniciaram uma intensa campanha de xingamentos, maus desejos e repúdio à região nordestina. Fui vitima desse discurso horrendo, naquele momento de profunda tristeza para os conservadores que perderam suas esperanças em quem apostaram. Mas sou nordestino, resisto, não perco a esperança de lutar por dignidade e respeito ao outro, mesmo na diferença político-cultural!

Fiquei profundamente chocado com tais manifestações – que, inclusive, esses ataques furiosos e descabidos, partiam até mesmo, de nordestinos admiradores/simpatizantes da claque derrotada -, que iam do menos termo chulo ao mais agressivo possível; posto que, a Região Nordeste, conseguira garantir uma vantagem numérica expressiva em relação ao candidato que, naquela oportunidade, representava o poder central e que sofrera uma fragorosa derrota.

O novo presidente – pasmem! – oriundo da região nordestina – pernambucano retirante, iria novamente comandar o país pela terceira vez! Um feito extraordinário que nunca se vira na recente historiografia político-universal.

O reflexo dessa vitória deu-se por conta de uma gestão atabalhoada, incompetente, absolutamente autoritária e personalista – evidenciava-se, por conseguinte, uma tentativa de autoendeusamento dessa figura inominável. A conjuntura política interna já saturada pela incapacidade do desgoverno em conceber um projeto político desenvolvimentista – mesmo sob a batuta do neoliberalismo jocoso – para incrementar um deslocamento geopolítico mais amplo; na verdade, preocupou-se apenas em engendrar polêmicas paroquianas desconexas da realidade social, estabelecendo intrigas desnecessárias com a imprensa, além de se declarar um supremacista! Todas essas estratégias tinham uma objetividade: desviar a atenção do povo brasileiro – sim, o povo bravo patriota – sobre a dramática e insólita realidade que permeava as veias das diversas áreas estratégicas desse desgoverno.

Passado um ano e cinco meses depois do novo governo, o país retoma sua normalidade – isto é, estar se reestruturando depois de uma experiência totalmente escabrosa em todos os sentidos, especialmente, do ponto de vista do papel social que o Estado soberanamente deveria exercer – com medidas que foram implementadas e os resultados alcançados foram extremamente positivos. Por outro lado, a oposição conservadora – a extrema-direita, essa cadela que vive permanentemente no cio -, não percebeu ainda que a atual realidade já não comporta mais essa postura calhorda e desastrosa em que pese a tratativa de espalhar de forma sistemática por intermédio de redes sociais as fake news objetivando estimular a sociedade – na realidade, os seus robôs e “cidadãos de bem” e, igualmente, “defensores da família e dos bons costumes” – a se confrontar com o governo, mesmo diante de todo o esforço de reconstrução da injusta realidade em que padecia e, ainda, padece o país; pois, um ano e cinco meses não são e nunca será suficiente para restabelecer a ordem quebrada por um sadomasoquista e negacionista.

Agora, com as intensas chuvas ocorridas na Região Sul do Brasil, a própria extrema-direita que governa o principal Estado dessa região, comporta-se com indiferença sobre o drama que vive os seus conterrâneos. Note que a Região Sul está completamente alagada!

O momento é de reflexão, de sensibilidade, de solidariedade e não de oportunismo execrável.

A extrema-direita tenta a todo custo, perante essa situação de calamidade tirar proveito com a tragédia criando fantasias, e circulando mentiras em suas mídias sociais.

O ponto crucial a ser posto nas atuais circunstâncias é o desprendimento de todos indistintamente de qual lado você defende. O mais importante agora é ajudar os sulistas a recuperar sua dignidade, depois, reconstruir, literalmente, a região afetada por essas intensas chuvas.

Por mais que a oposição – a extrema-direita – tenta angariar, lacrar com a miséria do povo gaúcho devo asseverar que as eleições presidenciais só acontecerá no ano de 2026 e, até lá, creio que o atual governo já vai estar consolidado em sua posição e, ao mesmo tempo, os índices sociais, certamente, estarão numa proporção absolutamente correta e, proporcionará ao povo e ao país uma nova imagem renovada de uma potência em plena desenvoltura – podemos afirmar: ‘o gigante acordou!’.

Essa crise que ora vivenciamos passará e com um detalhe: o governo Lula não deixará de ajudar a região, mesmo tendo consciência de que o governador do Estado do RS é seu principal oponente para disputa em 2026. Lula não se importa com essa questão, ele tem clara sua competência como chefe de estado em agir para equacionar as dificuldades que o povo gaúcho enfrenta.

Os nordestinos em nenhum momento foram às suas mídias sociais para fazer alguma crítica em relação aos gaúchos por conta dessa trágica inundação que a região está vivenciando. Somente indivíduos doentes, insensíveis, são capazes de querer tirar proveito dessa situação em benefício próprio; mas, por incrível que possa parecer assistimos elementos inimigos da pátria e oportunistas, se manifestar de forma escabrosa sobre esse fenômeno natural que impacta a vida de todos os gaúchos.

Lula com sua natural sensibilidade, companheirismo, benevolência, não abandonará o povo gaúcho, ao contrário, já tomou as medidas necessárias para atender as demandas de todos que estão sofrendo com as perdas materiais.

Um governante sério age dessa forma e não vai passear de jet-ski e participar de show em Parques do Beto Carreiro Word! Eis ai a diferença monumental entre um e outro – entre quem afirma que é “(…) patriota, defensor da família tradicional (…)” e quem, efetivamente, age com serenidade, com sensibilidade e amor, sem menosprezar ninguém.

Mais uma vez, um nordestino retirante, mostra sua candura, seu amor para com o próximo, sem acepção de cor, raça, credo religioso e ideologia partidária. Ele é o “Cara”, como definiu Barack Obama, esse notável brasileiro que já se tornou a maior expressão política mundial na atualidade!

E viva o Brasil!!! Viva a Democracia! Viva o Estado Democrático de Direito!!

8 comentários sobre “POR PROFESSOR JACINTO – O NORDESTE MAIS UMA VEZ, PRESENTE!”

    1. Sim, eu vivo em um país chamado Brasil, governado por um presidente sensível, emotivo e que preza pela vida humana. Jamais seria um defensor de um carniceiro e malfeitor como o inominável que despreza a vida, desdenha dos mortos (“eu não sou coveiro”), imita quem estava com falta de ar com a covid-19 (“eu estou com covid”); ama a morte e dissemina o ódio; racista, xenofóbico. E, ao que parece, você ainda não saiu da bolha e, certamente, vive no “mundo paralelo” ( aquele que não existe, mas os lunáticos acham que ele é material).

  1. Eu simplesmente rio desse camarada. Essa droga que tu usa, é vendida ou te dão antes de dormir? Gigante acordou? Deve tá assistindo demais Globo, porque lá sim, tá as 1000 maravilhas. As coisas tão baratinhas, né? Gasolina … Teu presidente cachaceiro apoia terroristas, ditadores, quer receber Putin no Brasil, gasta milhões em viagens, compra móveis desnecessários para o palácio da Alvorada, atrapalha as doações de voluntários no RS, e você ainda tem coragem de vomitar essas asneiras. Acélio, meu amigo. Se você se considera um democrata, tá na hora de você colocar alguém para fazer o contra ponto ao Jacinto. A não ser que você coloque a ideologia acima do jornalismo, e foque apenas em um lado da moeda, e chame no final isso, de democracia.

    1. Faça você o contraponto! Mas seja comedido. Se o for fazer como fizeste nesse parco comentário, é de bom grado nem tentar; porque para fazer um contraponto, é preciso coerência, compreensão da realidade. Ter a sapiência de um teórico para confrontar as teses no campo das ideias e não agredir o opositor com *chavões* e bobagens. Esperarei uma manifestação mais lúcida do que apenas comentários destituídos de coerência. Vamos lá, seja ousado, descreva suas argumentações e mande para o blog publica-la; terei maior prazer em replicar! Saudações!

  2. Resumindo: vantagem numérica de votos oriundos de um povo analfabeto, ignorante e pobre. Felizes com a esmola do bolsa família trazendo a preguiça e se conformando com um prato de arroz.
    Adeus os trabalhos de roçagem e plantio nem que seja um pé de maxixe.
    Pobre do Maranhão, o Estado mais pobre da federação em todos os seguimentos.
    Viva o bolsa família.
    Viva os ” intelectuais ” que falam e escrevem bonito mas não produzem nada ba prática.
    Palavras bonitas não enchem barriga professor jassinto.

    1. Somente um mentecapto e totalmente alienado é capaz de entender a realidade sob o ponto de vista da “ilusão política gerada pelo movimento da extrema-direita” (que ainda não se aperceberam da nova conjuntura interna e externa em que se encontra o Brasil?).

      1. Será que, de fato, os votos depositados nas urnas eletrônicas pelo eleitorado brasileiro (sessenta milhões) foram de pessoas “analfabetas”, “pobre” e “ignorante”? Só nesse argumento, se percebe a infantilidade do autor em tentar subjugar os fatos concretos de uma realidade social de maneira tão superficial;

      2. O Programa Social ‘Bolsa Família’ (tão ferrenhamente criticado pelo inominável/inelegível), tornou-se, em seu governo uma verdadeira moeda de troca, basta ver que ele quase quebra a Caixa Econômica, distribuindo dinheiro para mototaxista, taxistas, motoristas de caminhão, e, além disso, de quebra, tentou convencer os beneficiários do Programa a votar nele. Sim, a evidência dessa prática de uso do assistencialismo foi feito pelo teu ‘mito’ de forma despudorada.

      3. O Maranhão é fruto de uma política oligárquica que durou quatro décadas. E sua reconstrução não pode ser feita em dois governos e/ou quatro governos, serão necessários, igualmente, um amplo período de administração do campo progressista para inverter os atuais índices sociais.

      4. Do mesmo modo que o país não superou ainda sua crise endêmica, por ocasião do gendarme que quase liquida a estrutura estatal delimitando suas ações engessando-o brutalmente na base. Só agora, o Estado nacional encontra-se sob uma nova gestão, em que pese a responsabilidade de compor sua completa base minada pelo ‘mito’. O esforço concentrado para recompor sua estrutura será lenta, pois, temos ainda um Congresso “terrivelmente” opositor ao governo democrático que tenta, de forma sistemática, “sequestrar” e “minar” as políticas públicas empreendidas pelo governo democrático.

      5. Certamente, o “intelectual” o incomoda! Sabes que ele é o homem denso, coerente com a teoria e a prática; comprometido com uma filosofia de vida e carrega a ideologia da mudança estrutural. Esse mesmo “intelectual” é, por assim dizer, determinado, não tem medo de enfrentar as agruras, nem mesmo teme quaisquer tipo de críticas inconsistentes e sem embasamento teórico. Esse “intelectual” foi forjado numa permanente e incessante luta contra as injustiças sociais produzidas por elementos da extrema-direita. Sua coragem e capacidade teórica foi gestada numa profunda dedicação ao ato de conhecer a verdade, desbravando os mistérios da formação econômica das sociedades capitalistas, numa intensa leitura de obras clássicas e que deram um novo rumo para a humanidade.

      6. E, por fim, sua anedótica composição argumentativa é um celeiro de contradições e inverdades. As ditas “palavras bonitas não enchem barriga professor jassinto”, instrumentaliza sua miopia em termos de saberes construídos socialmente. Se, por um lado, tenho um estilo de escrevinhar, logo deduz-se que é clara a evidência como trato minha paixão pelo ato de ler e interpretar o mundo; e, de outro, a riqueza com que burilo os verbetes na estruturação de meu escritos, novamente, evidencia-se a a riqueza vocabular que detenho como resultado de minhas leituras intensas.

      7. A minha valiosa contribuição está sendo realizada dentro de sala de aula. A educação é o mais significativo símbolo de um país que prioriza tal modalidade. Diferentemente, de como supõe torpemente, o teu ‘mito’ que disse certa feita: “o livro é um amontoado de palavras…” sim, de fato, o livro geralmente possui palavras, contudo, dependendo do autor que escrevera tal obra, pode-se verificar a sua inutilidade teórica. O ‘mito’ é o minto’; um completo tolo.

      8. O mundo não gira, ele capota!
      Saudações democráticas!

    1. Não, jamais me considerarei algo ‘sui generis’. Mas garanto-lhes que sou profundamente antenado com a realidade que permeia nossas vidas. Ser capaz de elaborar reflexões não constitui algo singular, mas é um ato que demonstra uma capacidade para expor o que pensa sobre os fatos contundentes históricos. Muito mais que ser um “pedante” – como você supõe, ao trazer um fato histórico insolúvel, o misterioso assassinato FK, na década de 1960 -, sou uma um cidadão que ama a sabedoria e busca sempre que possível, esclarecer a minha comunidade dos principais eventos que circundam nossas miseráveis vidas no contexto histórico. alegrai-vos com a informação verdadeira, deleita-vos com o saber e viva uma perspectiva esperançosa de que haveremos de viver uma nova fase histórica de democracia, liberdade, amor e reconstrução! Saufdações revolucionárias!

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