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Policial revista celas

A polícia descobriu um buraco de proporções ainda pequenas dentro de uma das quatro celas da 4ª Delegacia Regional de Codó, seria o início de um túnel para uma fuga.

Tudo ficou calmo após a revista, mas, ainda na madrugada, contou o comandante da Nona Companhia Independente, major Jairo Xavier, a PM teve que ser acionada para conter a revolta que se instalou após a descoberta.

“Por volta das 2h30 da manhã houve um momento tenso, houve a necessidade de uma pequena ação, uma intervenção policial militar, foi feita sem nenhum dano lateral, nada que viesse a prejudicar a integridade física de alguém”, disse

VIOLÊNCIA

As grades foram arrancadas e os presos tomaram de conta do corredor da carceragem. Houve agressão contra colegas. Francisco de Assis da Silva Ribeiro, Alessandro Santiago da Silva e Adriano Sousa dos Santos foram retirados pela manhã e encaminhados para atendimento médico com hematomas por todo o corpo.

Às 2h da madrugada o pastor Silas Henrique, q

Armas encontradas nas celas

ue faz trabalho de evangelização na delegacia, foi chamado a pedido dos rebeldes e conseguiu, conversando, acalmar os ânimos.

Quando a situação ficou menos tensa a PM conseguiu isolar os detentos e revistar o local encontrados até facões.

foram encontrados celulares, baterias de celular, carregador, giletes, ferros, pontiagudos”, revelou o tenente Igor Vieira

AÇÃO DO MP

O promotor de Justiça, José Jailton Andrade de Cardoso, que não quis gravar entrevista, ouviu todas as reivindicações e constatou que 27, dos setenta e quatro presos da delegacia de Codó alegaram ter direito à progressão de regime, alguns disseram que já deveriam estar em liberdade. A partir de agora, o Ministério Público vai analisar processo por processo e ver quem tem, realmente, razão.

Presos agredidos Francisco e Alessandro

Os presos também incluíram nos motivos da rebelião a alimentação. O Estado gasta em média R$ 68.000,00 só com comida e eles exigem mais qualidade.

Para o delegado regional, Rômulo Vasconcelos, o maior problema continua sendo a falta de um presídio. A delegacia está com 74 presos, num espaço construído para apenas 20.

É delegacia, realmente, não é local de presos, nós deveríamos ter, pelo menos um Centro de Detenção Provisória pra resolver o problema dos presos de Codó que é uma cidade de 120 mil habitantes, a sexta maior do Maranhão e não temos um presídio para conter o número de presos”, reclamou o delegado

O reforço policial deve durar até amanhã até que a situação volte à sua completa normalidade.

“Existe ali a questão do piso que será concretado então até a secagem, há necessidade de maior segurança e a Polícia Militar estará aqui para garanti-la”, garantiu major Xavier

Um comentário sobre “Presos conseguem o que queriam e encerram rebelião na delegacia de Codó”

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