Riba Maia denuncia ao Ministério Público reformas que prejudicam 1.200 alunos em Coroatá

Riba Maia com a promotora de Justiça
Riba Maia com a promotora de Justiça

O vereador Riba MAIA protocolou na semana passada (quinta-feira,5) uma representação junto ao Ministério Público Estadual denunciando que três escolas de Ensino Médio de Coroatá continuam em reforma e seus alunos, da ordem de 1.200 no total, estão sem aula.

O caso mais grave parece ser o do  cole´gio estadual Francisco Gonçalves Magalhães onde a reforma começou em dezembro de 2015.

“Solicitando providências porque já estamos no meio do ano e as aulas até agora não iniciaram deixando assim mais de 1.200 alunos prejudicados por conta do atraso do ano letivo”, afirmou o vereador em entrevista ao blogdoacelio

PROVIDÊNCIAS

Promotora Patrícia, da Segunda Promotoria de Justiça de Coroatá, recebeu o parlamentar em seu gabinete e prometeu tomar as providências requeridas na representação que incluem abertura de inquérito civil para apurar o fato, a comunicação da Secretaria de Estado da Educação para que se manifeste a respeito da falta de aulas e que o Governo do Estado, a pedido do MPE, disponibilize outro local para os alunos estudarem urgentemente.

“Quando protocolei junto a Dra. Patrícia, ela disse que vai tomar as providências cabíveis e vai esta semana já tá tomando as providências e nós aguardamos pra ver se esse problema seja solucionado o mais breve possível”, disse continuando

“O que nos chama atenção é o início dessa reforma já no início do ano quando as aulas deveriam ter começado, os alunos em sala de aula, alunos que vão fazer o ENEM prejudicados, principalmente os do 3º ano e iniciaram uma reforma que não tem data pra terminar, ninguém sabe quando as aulas vão iniciar e, com isso, mais de 1.200 alunos, Acélio, prejudicados com esse problema e eu vejo falta de compromisso do governo em iniciar uma reforma em pleno início do ano”, criticou

URE PARADA

De acordo com o parlamentar, a Unidade Regional de Educação, comandada pela professora Fátima Falcão, ainda nã deu explicações a respeito do caso das escolas Leda Tajra, Clodomir Millet e Francisco Magalhães.

“Até agora nenhuma notícia, Coroatá prejudicado, aluno prejudicado sem saber o por que disso e sem resposta de quem deveria cuidar da educação”, afirmou sobre a URE

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