A exploração do trabalho infanto-juvenil ainda é um problema mundial a ser combatido por nossos governantes e pela própria sociedade que tem o dever legal de, ao menos, denunciar os casos.
Interessante matéria a respeito foi mostrada no programa Codó Agora (TV Cidade) onde a repórter Ivone Santos falou dos avanços pós edição do Estatuto da Criança e do Adolescente, com seus respectivos problemas.
Ela mostrou que de acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho – OIT – a exploração, neste campo, ainda atinge à pelo menos 4,2 milhões de crianças e adolescentes no mundo todo, boa parte disso no Brasil.
EXPLORAÇÃO EM CODÓ
A reportagem também ouviu a conselheira Iracy de Sousa sobre o assunto. A entrevistada não falou sobre números, mas confirmou que o Conselho Tutelar de Codó tem recebido várias denúncias de exploração de trabalho infantil e o maior número vem dos chamados lava à jato, que são locais de lavagem de carros e motocicletas.
“Nós temos recebido no município de Codó muitas denúncias no que se refere trabalho infantil dentro do sentido lava à jato, no município”, garantiu
NO KM 17
O município também precisa encarar com mais força o caso dos garotos do Km 17, os conhecidos ‘batedores de pneus”. Há décadas os governos vêm passando por cima do problema e, por conta disso, a situação já pode ser considerada crônica.
O município sempre informa que tem PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – na localidade, o Conselho Tutelar afirma que as famílias não ajudam a tirar as crianças do trabalho e as famílias, por sua vez, preferem mantê-los por lá mesmo acusando conselho e governo de nada fazerem.