Viciados trocam cartão do Pro Jovem e Bolsa Família por crack

Charles

Charles Sousa da Mota, de 24 anos, é natural de Zé Doca, e estava em Coroatá a menos de um mês, de acordo com a polícia, vendendo o crack que trouxe do Estado do Pará.

Ele confessou aos policiais que comprou 50 gramas de crack, em Paragominas ,ao preço de R$ 1.300,00. Transformou a compra em mil pedras e, antes de ser preso, já tinha vendido mais de 900 delas.

Apreensão

Com ele ainda foram apreendidas 13 pedras e R$ 141,00, possivelmente, da venda. O sargento da PM, Sebastião Cavalcante, que efetuou a prisão, disse que teve que procurar o restante nas paredes da casa que fica na rua Benjamim Constant , bairro Maçaramduba.

Nós procuramos, num primeiro momento, nós procuramos nas paredes que são de taipa, tava dentro do buraco, encontramos 13 cabeças de crack…ele trouxe, comprou 50 gramas de crack em Paragominas, fracionou todas e vendeu 900 e poucas cabeças de crack”, disse sargento Tião

Empenhando a vida

Entre o material apreendido a polícia registrou até cartões de programas sociais do governo federal (PRO JOVEM) deixados na venda como garantia de que o crack será pago, segundo o delegado, Reno Cavalcante, uma pratica comum na cidade onde a droga tornou-se a mais apreendida.

o crack tem um alto poder destrutivo dentro da sociedade e aí pessoas jovens, usuários que não têm condições de pagar a droga deixam seu cartão do pro jovem, deixam bolsa família, deixam sua carteira de identidade como garantia para quando trouxer o dinheiro, então para a polícia está bastante configurado o tráfico de drogas pelo Charles”

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