Por Acélio Trindade – “Se quiser conhecer as prioridades de uma pessoa, observe como ela utiliza o tempo”

“Se quiser conhecer as prioridades de uma pessoa observe como ela utiliza o tempo”, esta frase é do livro UMA VIDA COM PROPÓSITOS, de Rick Warren, que nos traz uma reflexão sobre como nós administramos aquilo que representa porções (grandes ou pequenas) de nossas próprias vidas, uma vez que o tempo, considera o autor,  é a nossa vida em movimento, caminhando para o fim.

Neste vídeo, chamo a atenção de todos nós sobre como dedicamos pouco tempo a quem mais deveríamos dedicar sob diversas alegações, algumas que nós inventamos em cima da bucha só para não doarmos segundos de nossa atenção plena à alguém que, há muito tempo, vem clamando por migalhas do nosso tempo.

VEM COMIGO, NÃO TENHA MEDO.

VOCÊ AINDA TEM TEMPO PARA DESPERTAR PARA ESTA QUESTÃO.

 

Por Professor Marcos – FALTANDO MAIS DE SEIS MESES PARA AS ELEIÇÕES, A “PRÉ-CAMPANHA” ENCONTRA-SE A TODO VAPOR!

É notório as articulações, especulações e conchavos em volta do pleito eleitoral. As práticas são sempre as mesmas, muito blá-blá-blá e disse me disse no que tange a candidaturas, fato comum numa cidade culturalmente política, porém, quem acompanha e conhece a política em nosso município sabe muito bem que estas definições só ocorrem mesmo nas últimas horas do último dia de convenções para este fim que devem acontecer no dia 05 de agosto onde podem se repetir aquelas velhas “surpresas” e/ou jogadas onde geralmente “inimigos políticos” poderão entrar de mãos dadas numa daquelas “alianças” em defesa de seus próprios interesses.

Mas esse período é bom para que desde já possamos estar fazendo uma análise das pessoas e grupos que pretendem governar e legislar nesse município nos próximos anos: quem são, o que fazem, o que fizeram, o que poderão fazer e etc…

Observamos que a grande maioria dos que se propõem à administrar esse município já foram, são e/ou fazem e/ou mesmo  fizeram parte de grupo  que governa ou já governou Codó!

Pensemos nisto.

Na corrida pelo voto tanto para o Executivo quanto para o Legislativo as estratégias de muitos são praticamente as mesmas, quem encontra-se no poder costuma arregimentar principalmente servidores contratados dependentes da prática do apadrinhamento político para fazer volume nas atividades políticas e tentar impressionar o eleitorado e também assim como outros que estão fora do poder tentam mostrar a todo custo uma proximidade com o povo através da participação e patrocínio de eventos tanto na sede quanto na zona rural, abraçam, beijam, dançam e até comem junto com o povo depois muitas das vezes os abandonam à própria sorte!

No campo Legislativo mais especificamente a grande maioria dos pretensos candidatos ao invés de demonstrarem capacidade e preparo pra Legislar preferem o assistencialismo se aproveitando da carência e necessidades da população. Muitos estão em busca de um emprego e/ou renda a mais e buscam através da política uma forma de sobrevivência, ascensão, poder e status, exemplo disto é a mais nova e “extraordinária” idéia do  atual parlamento municipal em querer a todo custo ampliar o número de vagas na câmara já para próxima legislatura.

Que esse texto possa servir de reflexão diante de nossas escolhas!

Prof. Marcos

Presidente do SINTSERM-CODÓ.

Em 11/03/2020.

Por Jacinto Júnior – UMA SIMETRIA ESTAPAFÚRDIA

UMA SIMETRIA ESTAPAFÚRDIA

 Em Codó, o impossível acontece, e, de modo misterioso; mesmo que seja apenas para alimentar o ego de quem sonha ser importante e, grosso modo, aceitável politicamente. O ridículo prende-se ao papel de resgatador social e do aparente processo político transformador; quando, na realidade, expõe sua perfeita condição desajustada. Isso foi o que aconteceu com os dados compilados pela pesquisa eleitoral divulgada pelo grupo conservador liberal que controla circunstancialmente o poder político local.

Não há um equilíbrio justo neste governo seletivo e antipopular – essa percepção é nítida. Porque simplesmente se caracteriza pela síntese da exclusão social e pela simbólica opressão erguida como monumento ao atraso.

Professor Jacinto Júnior

Há uma evidência potencialmente equivocada por parte do grupo conservador liberal que pretende manter-se no controle do poder político mais quatro anos, ao tentar se empoderar com o resultado projetado pela pesquisa eleitoral. A comunidade codoense repudia essa pesquisa resolutamente. É até cômico a disposição dos números sopesados!

Ao mencionar a necessidade de o ‘garoto virtual’ alimentar o seu ego -traduzindo em miúdo: trás à baila o equivoco como forma salutar para tentar viabilizar sua candidatura de modo inusitado, forjando números e, com isso, sensibilizar a comunidade em reavaliar sua própria indignação – o fiz com a proposição de otimizar o debate num patamar enriquecedor e, não o contrário, pois, o cerne desse processo consiste uma vez mais, na perspectiva da comunidade codoense desprezar os elementos pertencentes à classe dominante e seus mesquinhos interesses pessoais numa possível continuidade no comando político local.

Neste sentido, a inata capacidade humana imprime sua evolução no decorrer do tempo. Ora, desenvolvendo-se com intrepidez, de modo coerente; ora, reduzindo-se ao marasmo e à confusão interna de um sujeito num determinado momento histórico. A segunda posição – marasmo, confusão – cabe com esplendor ao ilusionista “garoto virtual” que, misteriosamente, aparece numa projeção eleitoral – pesquisa ESCUTEC – com absoluta e surpreendente pontuação. Pasme cidadãos e cidadãs!

A tal pesquisa (MA 07. 597/2020), revela com isonomia e notória propriedade a nova conjectura política – isto é, o comportamento eleitoral no ano das eleições – rumo ao Palácio Municipal. Ela indica que o “garoto virtual” detém uma margem de aceitação simbólica nos cenários: espontâneo e no estimulado. No primeiro caso, o “garoto virtual” atinge o porcentual de 18%; e, no segundo, 28%; à frente do populista/carismático ex-prefeito – fato inédito, por sinal – Zito Rolim, este, amargando um insignificante 9% e, também, dando um banho surreal no médico Zé Francisco com inacreditáveis 7% (diferença de 11%). Convenhamos, o “garoto virtual” deveria usar um punhado de óleo de peroba para limpar seus astuciosos planos quanto da apresentação desses dados coletados.

Não faz sentido esse resultado, quando ouvimos a opinião de qualquer cidadão/cidadã em cada rua e esquina de rua em relação à imagem e ao governo do “garoto virtual”. O sentimento popular é unânime. A repulsa e a indignação são sinônimos prevalentes. Não há possibilidade deste “garoto virtual” reverberar sua condição negativa enquanto gestor descompromissado com a saúde pública de qualidade, uma educação com equidade social, infraestrutura moderna, geração de emprego e renda, enfim, não mostrou ainda porque veio! E, olha, que seu mandato está findando. Já se iniciou a contagem regressiva. Está chegando o momento crucial para o povo renovar o poder político indicando outro sujeito. O ano vindouro será outra gestão – e que o “garoto virtual” esteja bem distante do poder político! Deverá ser enxotado para a lata do lixo da história como o mais reacionário gestor de toda nossa emancipação política!

O mais engraçado é que no caso da pesquisa no evento estimulada o nome do ex-prefeito Zito Rolim não aparece. E o “garoto virtual” faz a festa com 28%, colocando oito p.p à frente de seu concorrente que alcança apenas 20%. Nessa pesquisa deveria constar o nome do pré-candidato Marcelo Coelho (PSB) e o nome do sindicalista e professor Marcos (Psol).

É difícil o eleitor codoense acreditar nessa pesquisa! Porque é fantasiosa!

O “garoto virtual” está tentado enganar a si mesmo, com esse fajuto resultado! Todo cidadão/cidadã codoense tem uma opinião formada no que se refere à gestão “Mais avanço, mais conquistas”. Tal slogan deveria ser assim definido: “Menos avanço, menos conquistas”; ou melhor, suprimindo direitos e reduzindo a cidadania como o faz o patético “bolsomito” em nível nacional.

Quando olhamos para esses indicadores nos surpreendemos pela singularidade da realidade social que se mantem inalterada do ponto de vista da ação do governo municipal. Ora, pesquisas anteriores demonstram a indignação da sociedade em relação a esse governo seletivo e conservador-liberal, onde o nível de rejeição beira a 80%. E, partindo desse fato, como é possível esse mesmo governo sem uma justificativa plausível tenha feito tal “milagre” e  reverter tal situação? Ai tem-se um problema de ordem creditícia. É impossível a inversão desse quadro numa conjuntura política negativa como a que a cidade vivencia perversamente. Esses dados compilados não reflete a indignação da comunidade em relação a esse “garoto virtual” e sua imoral gestão administrativa que se pautou pelo personalismo infantil e pelo reconhecido retrocesso!

Portanto, essa pesquisa ofende a opinião pública por sua tendência apriorística!

Há, sim, um fato concreto e inexpugnável: a revolução política acontecerá longe da ignorância dessa inútil classe burguesa que ostenta o orgulho e o pedantismo como estilo de vida, a opressão como troféu, e o desprezo pelos pobres – reproduzindo de modo sutil o apartheid classista.