Por Professor Marcos – FALTANDO MAIS DE SEIS MESES PARA AS ELEIÇÕES, A “PRÉ-CAMPANHA” ENCONTRA-SE A TODO VAPOR!

É notório as articulações, especulações e conchavos em volta do pleito eleitoral. As práticas são sempre as mesmas, muito blá-blá-blá e disse me disse no que tange a candidaturas, fato comum numa cidade culturalmente política, porém, quem acompanha e conhece a política em nosso município sabe muito bem que estas definições só ocorrem mesmo nas últimas horas do último dia de convenções para este fim que devem acontecer no dia 05 de agosto onde podem se repetir aquelas velhas “surpresas” e/ou jogadas onde geralmente “inimigos políticos” poderão entrar de mãos dadas numa daquelas “alianças” em defesa de seus próprios interesses.

Mas esse período é bom para que desde já possamos estar fazendo uma análise das pessoas e grupos que pretendem governar e legislar nesse município nos próximos anos: quem são, o que fazem, o que fizeram, o que poderão fazer e etc…

Observamos que a grande maioria dos que se propõem à administrar esse município já foram, são e/ou fazem e/ou mesmo  fizeram parte de grupo  que governa ou já governou Codó!

Pensemos nisto.

Na corrida pelo voto tanto para o Executivo quanto para o Legislativo as estratégias de muitos são praticamente as mesmas, quem encontra-se no poder costuma arregimentar principalmente servidores contratados dependentes da prática do apadrinhamento político para fazer volume nas atividades políticas e tentar impressionar o eleitorado e também assim como outros que estão fora do poder tentam mostrar a todo custo uma proximidade com o povo através da participação e patrocínio de eventos tanto na sede quanto na zona rural, abraçam, beijam, dançam e até comem junto com o povo depois muitas das vezes os abandonam à própria sorte!

No campo Legislativo mais especificamente a grande maioria dos pretensos candidatos ao invés de demonstrarem capacidade e preparo pra Legislar preferem o assistencialismo se aproveitando da carência e necessidades da população. Muitos estão em busca de um emprego e/ou renda a mais e buscam através da política uma forma de sobrevivência, ascensão, poder e status, exemplo disto é a mais nova e “extraordinária” idéia do  atual parlamento municipal em querer a todo custo ampliar o número de vagas na câmara já para próxima legislatura.

Que esse texto possa servir de reflexão diante de nossas escolhas!

Prof. Marcos

Presidente do SINTSERM-CODÓ.

Em 11/03/2020.

Por Jacinto Júnior – UMA SIMETRIA ESTAPAFÚRDIA

UMA SIMETRIA ESTAPAFÚRDIA

 Em Codó, o impossível acontece, e, de modo misterioso; mesmo que seja apenas para alimentar o ego de quem sonha ser importante e, grosso modo, aceitável politicamente. O ridículo prende-se ao papel de resgatador social e do aparente processo político transformador; quando, na realidade, expõe sua perfeita condição desajustada. Isso foi o que aconteceu com os dados compilados pela pesquisa eleitoral divulgada pelo grupo conservador liberal que controla circunstancialmente o poder político local.

Não há um equilíbrio justo neste governo seletivo e antipopular – essa percepção é nítida. Porque simplesmente se caracteriza pela síntese da exclusão social e pela simbólica opressão erguida como monumento ao atraso.

Professor Jacinto Júnior

Há uma evidência potencialmente equivocada por parte do grupo conservador liberal que pretende manter-se no controle do poder político mais quatro anos, ao tentar se empoderar com o resultado projetado pela pesquisa eleitoral. A comunidade codoense repudia essa pesquisa resolutamente. É até cômico a disposição dos números sopesados!

Ao mencionar a necessidade de o ‘garoto virtual’ alimentar o seu ego -traduzindo em miúdo: trás à baila o equivoco como forma salutar para tentar viabilizar sua candidatura de modo inusitado, forjando números e, com isso, sensibilizar a comunidade em reavaliar sua própria indignação – o fiz com a proposição de otimizar o debate num patamar enriquecedor e, não o contrário, pois, o cerne desse processo consiste uma vez mais, na perspectiva da comunidade codoense desprezar os elementos pertencentes à classe dominante e seus mesquinhos interesses pessoais numa possível continuidade no comando político local.

Neste sentido, a inata capacidade humana imprime sua evolução no decorrer do tempo. Ora, desenvolvendo-se com intrepidez, de modo coerente; ora, reduzindo-se ao marasmo e à confusão interna de um sujeito num determinado momento histórico. A segunda posição – marasmo, confusão – cabe com esplendor ao ilusionista “garoto virtual” que, misteriosamente, aparece numa projeção eleitoral – pesquisa ESCUTEC – com absoluta e surpreendente pontuação. Pasme cidadãos e cidadãs!

A tal pesquisa (MA 07. 597/2020), revela com isonomia e notória propriedade a nova conjectura política – isto é, o comportamento eleitoral no ano das eleições – rumo ao Palácio Municipal. Ela indica que o “garoto virtual” detém uma margem de aceitação simbólica nos cenários: espontâneo e no estimulado. No primeiro caso, o “garoto virtual” atinge o porcentual de 18%; e, no segundo, 28%; à frente do populista/carismático ex-prefeito – fato inédito, por sinal – Zito Rolim, este, amargando um insignificante 9% e, também, dando um banho surreal no médico Zé Francisco com inacreditáveis 7% (diferença de 11%). Convenhamos, o “garoto virtual” deveria usar um punhado de óleo de peroba para limpar seus astuciosos planos quanto da apresentação desses dados coletados.

Não faz sentido esse resultado, quando ouvimos a opinião de qualquer cidadão/cidadã em cada rua e esquina de rua em relação à imagem e ao governo do “garoto virtual”. O sentimento popular é unânime. A repulsa e a indignação são sinônimos prevalentes. Não há possibilidade deste “garoto virtual” reverberar sua condição negativa enquanto gestor descompromissado com a saúde pública de qualidade, uma educação com equidade social, infraestrutura moderna, geração de emprego e renda, enfim, não mostrou ainda porque veio! E, olha, que seu mandato está findando. Já se iniciou a contagem regressiva. Está chegando o momento crucial para o povo renovar o poder político indicando outro sujeito. O ano vindouro será outra gestão – e que o “garoto virtual” esteja bem distante do poder político! Deverá ser enxotado para a lata do lixo da história como o mais reacionário gestor de toda nossa emancipação política!

O mais engraçado é que no caso da pesquisa no evento estimulada o nome do ex-prefeito Zito Rolim não aparece. E o “garoto virtual” faz a festa com 28%, colocando oito p.p à frente de seu concorrente que alcança apenas 20%. Nessa pesquisa deveria constar o nome do pré-candidato Marcelo Coelho (PSB) e o nome do sindicalista e professor Marcos (Psol).

É difícil o eleitor codoense acreditar nessa pesquisa! Porque é fantasiosa!

O “garoto virtual” está tentado enganar a si mesmo, com esse fajuto resultado! Todo cidadão/cidadã codoense tem uma opinião formada no que se refere à gestão “Mais avanço, mais conquistas”. Tal slogan deveria ser assim definido: “Menos avanço, menos conquistas”; ou melhor, suprimindo direitos e reduzindo a cidadania como o faz o patético “bolsomito” em nível nacional.

Quando olhamos para esses indicadores nos surpreendemos pela singularidade da realidade social que se mantem inalterada do ponto de vista da ação do governo municipal. Ora, pesquisas anteriores demonstram a indignação da sociedade em relação a esse governo seletivo e conservador-liberal, onde o nível de rejeição beira a 80%. E, partindo desse fato, como é possível esse mesmo governo sem uma justificativa plausível tenha feito tal “milagre” e  reverter tal situação? Ai tem-se um problema de ordem creditícia. É impossível a inversão desse quadro numa conjuntura política negativa como a que a cidade vivencia perversamente. Esses dados compilados não reflete a indignação da comunidade em relação a esse “garoto virtual” e sua imoral gestão administrativa que se pautou pelo personalismo infantil e pelo reconhecido retrocesso!

Portanto, essa pesquisa ofende a opinião pública por sua tendência apriorística!

Há, sim, um fato concreto e inexpugnável: a revolução política acontecerá longe da ignorância dessa inútil classe burguesa que ostenta o orgulho e o pedantismo como estilo de vida, a opressão como troféu, e o desprezo pelos pobres – reproduzindo de modo sutil o apartheid classista.

Por Jacinto Júnior – O ESCRACHO DA MEDIOCRIDADE

Dias atrás – para ser mais exato, 15 de novembro -, via rede social, uma vez mais, o ‘ilustrado’ gestor codoense – “cabeça de bagre” -, disparou mais uma de suas famosas pérolas, desta feita, fazendo alusão à data de fundação do distrito de Cajazeiras e comete um duplo erro:

  • Primeiro desconhece um processo de emancipação territorial;
  • Segundo demonstra todo seu completo desconhecimento sobre a história de nosso esgarçado país – confundindo a ordem dos fatos e engendrando confusão – aliás, promovendo pilhéria.
Professor Jacinto Júnior

No primeiro erro, demonstra ser um completo analfabeto político na questão histórico-interna, pois, Cajazeiras continua sendo distrito da velha Codó; assim como o KM 17 e Trizidela. No segundo erro, ao fazer referência à “independência” de Cajazeiras, obviamente, que, ele tinha absoluta convicção de que a data de 15 de novembro de 1889 era, de fato, a independência do Brasil e, neste sentido, tentou estabelecer um elo inoportuno ao distrito de Cajazeiras como se o mesmo já detivesse tal autonomia! Obviamente que, ele incorre em grasso erro, pois, tal data trata-se da Proclamação da República – liderada por Marechal Deodoro da Fonseca. E a Independência do Brasil ocorrera 67 anos antes, em 1822, grito dado por D. Pedro I às margens do Rio Ipiranga – celebrado na letra de nosso hino. Tal fato (manifestação) decreta por si mesmo o quanto carece de uma boa assessoria que o prepare para se apresentar em todos os ambientes (reais e virtuais) para evitar o vexame e não tornar-se ridículo.

Notória sua tentativa de assemelhar um fato ao outro e, desse modo, incrementar o vazio com o nada. Simplesmente, foi um erro político tentar politizar uma ação de natureza político-social com fins pessoais.

Temo por nossa Codó virar uma “república do equívoco”, só para agradar os fidalgos. Pois, tenho plena convicção de que há bajuladores/asseclas que ainda tentarão justificar o ato ‘falho’ do gestor e darão crédito à sua balbúrdia irracional!

Ainda bem que Codó já tem sua Independência e não sua proclamação tardia há 123 anos, seria até um deboche que fossemos liderados pelo gestor ‘confuso’ e ‘cabeça de bagre’ na perspectiva de torna-la emancipada politicamente. Outros tempos, outros homens, outras urdiduras com objetividade e sentido. O que é incompreensível é alguém querer notabilizar-se com a história, sendo fático com o equívoco, aliás, o equívoco sempre o acompanhará!

Por fim, acho bastante cômico alguém querer ser notado cometendo deslizes sobre a história na própria história. Esse fato, certamente, marcará a posteridade como sendo fruto da obscura mente de quem já se notabilizou pelo escracho da mediocridade. Lamentável!

Por Jacinto Júnior CODÓ: O FUTURO QUE AINDA NÃO CHEGOU!

Professor Jacinto Júnior

Até quando o povo permanecerá na ignorância política sendo massa de manobra de grupos que têm interesses apenas pessoais? Se, de um lado, temos essa compreensão objetiva do que isso representa de prejuízo para a grande “massa desvalida”, de outro, temos que interpor o seguinte raciocínio: por que então essa mesma “massa desvalida” não intervém antagonicamente a essa realidade estrutural-histórica?

O que está faltando para que haja uma ampla mobilização popular para irromper com esse ciclo velho e dantesco? Na verdade, o que está faltando mesmo é a “massa desvalida” tomar consciência de si, e dizer que não vai mais reproduzir as mesmices de outrora – ou seja, de não se submeter à vontade da força do capital. É fundamental que converta suas inspirações sociais em demandas passíveis de serem materializadas apostando em candidatos que, de fato, assumam suas propostas e tenham um perfil ilibado.

O “garoto virtual” já deu provas incontestes de que não tem compromisso com a “massa desvalida” e, muito menos, para com o futuro de nossa provinciana municipalidade. Estamos sofrendo com a incompetência e a incapacidade de o “garoto virtual” restabelecer o aquecimento econômico da cidade – especialmente, na geração de emprego e renda. Ele está “apostando” e muito na chegado do Grupo Matheus para oxigenar a economia com subempregos e alocação de mão de obra barata! Entretanto, no computo geral, o nível de emprego permanente – com carteira assinada – será bastante reduzido; pois, com a mudança da legislação trabalhista – a terceirização – haverá, sim, subempregos em maior evidência – os chamados “sazonais”, com singular precariedade e redução salarial.

Nossa Codó não carece de um ‘salvador da pátria’ e, sim, de um homem honesto, sensível, com a intenção de proporcionar o desenvolvimento social factível com as demandas estruturais mais imediatas. E quais seriam essas demandas estruturais mais imediatas para reabilitar nossa cidade? Algumas prioridades são inegáveis e tangíveis: Valorizar o serviço público; Empreender uma política salarial isonômica para as categorias menos favorecidas; Gerar emprego e renda; Desenvolver uma política sistêmica no setor rural oferecendo material humano e insumos para ampliar e melhorar a cultura de subsistência e, também, sua posterior mecanização; Valorizar o profissional da educação e etc.

Construir a cidade de nossos sonhos sob uma base democrática tem sido a pauta dos pré-candidatos para 2020. Entretanto, o que vemos na prática, é um discurso disseminado de forma incisivamente obscura, sem prumo e sem conteúdo, em síntese: sem uma proposta robusta para reabilitar Codó no centro do desenvolvimento.

Por tudo isso, é previsível à “massa dos desvalidos” se afastarem do discurso apregoado pelo “garoto virtual” de que Codó alcançaria os píncaros do desenvolvimento de forma antecipada, proporcionando a emancipação de seus filhos. E o que vemos concretamente é uma cidade abandonada e empobrecida. Por isso, cabe uma interrogação apropriada à “massa desvalida”: qual a perspectiva que se lhe apresenta como alternativa para irromper com um novo futuro e uma nova cidade?

Por Jacinto JÚNIOR – Arlindo Salazar: um parlamentar diferente?

Antes de adentrar no epicentro da questão que envolve a chegada à Casa Legislativa de Arlindo Salazar (PCdoB), é necessária uma recapitulação dos acontecimentos anteriores para, em seguida, fixar-me estritamente ao assunto principal.

O “garoto virtual” começa a jogar no tabuleiro político com o intuito de se fortalecer para o embate eleitoral em 2020. As últimas pesquisas eleitorais demonstram uma rejeição popular histórica de 80%, fato inédito, e diria mais, irreversível politicamente. Diante dessa realidade inquestionável ele tenta se soerguer. Vejamos alguns pontos cruciais dessa articulação política:

  1. Sua jogada tem início com a pretensão de fazer aprovar a todo custo o Projeto de Lei que pede autorização ao Legislativo para fazer empréstimos a instituições financeiras na ordem de até R$ 30.000.000 (trinta milhões de reais) para investir na infraestrutura e saneamento básico do município – sobre esta questão fiz um artigo mostrando as dificuldades que causariam à cidade caso tal projeto seja aprovado;

  1. Logo em seguida, tenta fortalecer-se politicamente buscando resgatar antigos e novos aliados. E nesse pacote estratégico, resgata a família do Sr. Gigi – pai do ex-vereador e ex-presidente da Casa do Povo Argemiro Filho e seu irmão Zé Adilson – que, por sua vez, já disputou duas vezes uma cadeira no Legislativo -, segundo informações que nos chegaram, inclusive houve até mesmo uma grande festa na propriedade dos irmãos para comemorar o reatamento político;

  1. Anuncia um conjunto de obras (chamado pacote) com a presença de ilustres personalidades políticas do cenário nacional e estadual – em que o PCdoB foi agraciado com um acordão – em que o atual vereador “Chaguinha da Câmara” será deslocado para a Secretaria de Esportes e Lazer; como o 1º Suplente da Coligação é o Arlindo Salazar (PCdoB), assumirá a cadeira pertence ao Partido.

Ainda há, certamente, outras manobras políticas a serem articuladas para desestabilizar o pré-candidato Zé Francisco – que aparece na preferencia do eleitorado nas pesquisas realizadas pelos principais caciques políticos.

Professor Jacinto Júnior

A via crucis política do “garoto virtual” para se livrar da rejeição popular e reabilitar-se lhe custará muito caro – no sentido literal do embate político forjado pelas circunstâncias históricas.

Agora, sobre a integração de Arlindo Salazar à Casa do Povo preciso fazer algumas considerações com o objetivo de esclarecer a sua (possível) atuação na Casa Legislativa.

Não tenho a intenção de agredir ninguém com essa reflexão, mas apenas tentar delinear a possível articulação que resultou com a integração de Arlindo Salazar (PCdoB) à Casa Legislativa. A ideia motriz é desenvolver um quadro crítico sobre a própria conduta do novo vereador. Conheço Arlindo Salazar há mais de uma década e meia. Ouso afirmar que tenho afinidade com sua militância política e sua concepção filosófica – que, em última análise, o coloca numa perspectiva do campo progressista, e assim, esperamos que se porte. Sua atuação deverá ser pautada pela ética e com independência, sobretudo, defendendo as demandas populares mais imediatas.

E é a partir dessa mobilização onde o novo cenário político construído na Casa do Povo poderá assumir novas proporções com a participação do novo parlamentar, pelo menos é o que a comunidade espera, dado à sua conduta histórica de militante coeso e de princípios. Sempre esteve defendendo a luta social e popular. Surge uma oportunidade ímpar para que desenvolva plenamente suas ideias e tente imprimir uma fase transformadora no que é fundamental: transparência e comprometimento com a causa popular.

Sempre tive uma reserva crítico-moral ao atual parlamento – devido sua subalternidade e cumplicidade para com o Executivo. A comunidade espera que o novo parlamentar não enverede pela mesma trajetória que a maioria absoluta dos edis hoje percorre de forma equivocada e desnecessariamente.

A luta para alçar lugar ao “sol” não é, nem de longe, uma facilidade, portanto, quando a oportunidade surgir deve ser aproveitada ao máximo, com produtividade e empenho, para que o reconhecimento popular seja imediatamente identificado estabelecendo assim a empatia política.

Quero acreditar que o novo parlamentar faça um trabalho que orgulhe a comunidade e que, a mesma, o veja diferentemente como veem os demais: sem credibilidade. Inverter essa lógica deve ser o principal motivo que o levou à Casa Legislativa.

Por fim, expresso meus sinceros parabéns ao novo parlamentar!

Procure ser imparcial, ético e independente. A comunidade local estará acompanhando suas atividades e seu posicionamento. Não descuide de seus princípios, pois, vale “mais um pássaro preso, do que dois voando”!

Por professor Marcos – A mão do Estado que não alcança nossa ciade

A MÃO DO ESTADO QUE NÃO ALCANÇA NOSSA CIDADE.

  • Na educação, mesmo após as manifestações realizadas pelos estudantes da rede estadual no 1° semestre, agora em pleno 2° semestre, é notório se observar nas ruas da cidade já por volta das 9:30h da manhã e também na parte da tarde umas 15:30h, a circulação de alunos nas ruas e praças liberados provavelmente por falta de professores nas escolas.
  • Na saúde e/ou falta dela, nossa UTI continua sendo Timbiras, Coroatá, Peritoró, Presidente Dutra e outros.

  • Na segurança, o pequeno contingente de policiais, delegados e viaturas não atendem a demanda do município, aumentando assim a insegurança da população.
  • A MA-026 mais especificamente no trecho entre km-17 e Timbiras se encontra cada vez pior, apesar das inúmeras reclamações, denúncias e até manifestação, sendo que só depois disto começaram mais um paliativo, o que representa muito pouco diante do apoio e da tão propagada aliança política local do governador com prefeito e o deputado da cidade.

  • O parque ambiental construído e inaugurado às pressas em pleno ano eleitoral, encontra-se atualmente abandonado e largado à própria sorte.
  • O restaurante popular encontra-se desativado à cerca de três anos.

Prof. Marcos, presidente do SINTSERM-CODÓ.

Em: 15/08/2019.

Por Jacinto JUNIOR – DA SOMBRA PARA A LUMINOSIDADE

O caminho percorrido para atingir o conhecimento científico não foi conquistado pelo fato de ser um sujeito bom socialmente. Essa apropriação foi uma escalada e, de degrau a degrau, fui demolindo/esmiuçando o mundo sombrio da alienação e celebrando minha proximidade/intimidade com a dialética tendo como prumo a filosofia, a sociologia, a antropologia e, a partir desse estudo/leitura/pesquisa, tornei-me um ávido amante do saber/saberes que povoam a estrutura social que habito e a interpreto com habitual discernimento, serenidade e autonomia.

Professor Jacinto Júnior

O homem por natureza é um ser egoísta e infame – consegue ocultar essa miserável natureza através do fingimento e da mentira e, ainda, expressa toda sua pobreza intelectual alimentando a mediocridade e a inveja por sobre quem se sobressai. A historiografia universal está repleta de exemplos irretocáveis dessa realidade. Vejamos o mais clássico de todos!

O caso de Sócrates! Pensador que não convertia seu ideal – concepção teórica sobre a natureza da sociedade, seus instrumentos na relação e estrutura social com a finalidade em atingir a democracia e etc. – ao ideal da classe dominante e, por isso mesmo, fora perseguido, humilhado e acusado de ‘subverter’ a ordem social, particularmente, envolvendo a magnifica juventude. Sua condenação – a morte por cicuta – foi um ultraje, uma articulada inquisição política para poder silenciar uma voz que indagava tudo e a todos de maneira coerente e sem o usual método da falácia – utilizava o método investigativo da indagação.

E diante da atual realidade social – em que presenciamos o avanço da ciência tecnológica e seus extraordinários feitos e experimentos contemplando um futuro grandioso para a humanidade -, será que houve alguma mudança substantiva no comportamento humano quando a questão é a crítica – ou melhor, o modo como determinado sujeito percebe e sente a realidade histórico-social contemporânea – e quem dela faz uso com racionalidade, depurando os fatos numa determinada estrutura social? Creio que não houve profunda alteração no comportamento humano quando o cerne é a compreensão do real e sua consequente modificação e/ou sua destruidora potencialidade acrítica. Tem sido assim, ao longo da história e continua na atualidade; porém, há um pormenor em relação ao remoto passado histórico e o presente: outrora, a opressão/tirania era muito forte sobre quem ousava questionar o modelo social estamental e/ou monárquico; agora, tais mecanismos (opressão/tirania) foram reduzidos, mas, não desapareceram; portanto, a história contemporânea vivencia novos elementos e novas formas e novas experiências na estrutura social.

Qual o critério constitutivo que norteia o desejo de alguém estabelecer um juízo de valor sobre outrem, sem qualquer intimidade e/ou conhecimento de sua concepção em relação às coisas, objetos e o mundo social que nos circunda? Acima mencionei algumas dessas categorias – egoísmo, infâmia, fingimento e mentira – apontando os erros que tais sujeitos cometem por puro prazer pessoal, entendendo essa postura como digna de ser louvada e valorizada. Tal juízo de valor é totalmente incompreensível do ponto de vista da racionalidade. Há uma distinção equidistante entre o que se pensa de outrem com o que ele pensa objetiva e subjetivamente nas coisas, objetos e o mundo social em eterna ebulição, ou “vertigem”! O que evidencia um sujeito que critica outrem desvairadamente e sem qualquer tino e que, no fundo, deseja encarnar o sentimento de ser o “cara” – a figura central -, mesmo faltando-lhe os predicados apropriados para poder assumir essa condição na esteira da sociedade? Apenas a satisfação de ser ridículo mediante a opinião pública.

O nosso esforço no campo teórico-concreto para desvendar as mistificações da estrutura social conservadora reserva à dialética toda sua unidade e força para, assim, desprender e tirar dos olhos do cidadão comum suas vendas que os impedem de ver as amarras das velhas fantasias políticas contadas pelos membros da classe dominante colocando-se, sempre, como os verdadeiros cúmplices da “verdade”, da “mudança”, da “democracia”, da “liberdade”, da “justiça social” e, finalmente, do indispensável “equilíbrio” entre o assistencialismo e a subalternidade consentida.

Portanto, nossa humilde pretensão é escavar, levemente, com a par da história, a verdade política que transita no corpo da sociedade civil de maneira quase que natural; e é com esse espírito de rebeldia que ousamos sim, estabelecer as críticas e apresentar nossas opiniões e inquietações diante de tamanha barbaridade que assola nossa territorialidade brasileira.

Tenho como princípio elementar o respeito ao outrem. Não o menosprezo, entretanto, o critico com a devida proporção que o caso assim o exige. Não tenho a cultura do xingamento, nem mesmo a consagro como sendo imprescindível para garantir o mínimo de respaldo diante de meus leitores e “amigos”, pela ausência de argumento – apropriadamente denominado de dialética materialista da história.  Infelizmente, ele – meu oponente – não consegue frear esse estado lânguido de miséria intelectual quando se depara com a realidade social, visto que é próximo e/ou partidário de quem está na governança e não deseja critica-lo sob nenhuma hipótese. Assim, permanece alimentando a si mesmo, através da sonora hipocrisia e do fingimento – “tampar o sol com a peneira”.

Não me surpreende quando, toscamente, sou criticado por um sujeito hipócrita, infame e fingido. Minha intelectualidade não soçobrará ante esse medíocre crítico que não sabe o que é a história e seu objeto de análise. Entendo perfeitamente a sua importância no campo científico e é por isso que dedico horas a fio vasculhando os acontecimentos ulteriores que possam me dar luz e, assim, melhorar meus diagnósticos sobre a realidade social aviltante que nos corrói a esperança.

Por quanto tempo viver serei o mediador do tempo em relação aos fatos históricos e os submeterei sempre à análise sem perder nunca a capacidade cientifica em compreendê-los na sua mais verdadeira essência.

Não adianta me atacar. Estarei firme com a minha filosofia. Morrerei com a minha consciência perfeitamente tranquila e em paz, pois, cumpri com a devida responsabilidade e respeito minha tarefa de homem crítico e, invariavelmente, defensor da liberdade e da democracia popular. Não alimento o conceito político-populista como aliado para enganar meu semelhante e, ao mesmo tempo, produzindo e reproduzindo sua própria mazela social. Ao inverso: combato veementemente esse culto político esquálido e torpe.

Um homem de verdade, não omite seu papel na história; aliás, ele se interpõe nos fatos e faz sua opção política, sem renunciar a dignidade e a coragem. Sou a própria coragem. Sou a história manifesta em meus escritos. Não carrego como válvula de escape, a hipocrisia, a mentira e nem o egoísmo indecente; sou a natureza pura daquilo que expresso sem medo e sem ódio em prol dos oprimidos e maltrapilhos do mundo todo.

Quem vive à sombra da história nunca será lembrado como peça significativa de alguma alteração estrutural nas relações sociais de classe. Contudo, quem ousa levantar-se da sombra e dizer o que pensa e quer para os seus semelhantes, este terá lugar de destaque e será sempre recordado como um sujeito que contribuiu para a humanidade, pois, deixou o silêncio e a omissão para declarar sua morte e viver para a história como cidadão-do-mundo. Assim, a luminosidade encantará o mundo com sua força magistral!

Por Carlos Magno – A FÉ E A CIÊNCIA

Caros leitores. Hoje vou falar de um assunto muito interessante e importante na nossa vida, pois envolve a nossa crença naquilo que nos foi ensinado pelos nossos pais e na nossa vivência do dia a dia, pois está presente em nossas vidas.

São duas situações que temos que conviver, a nossa fé cristã e a ciência, que avança a passos largos no rumo de um futuro não muito longínquo. Antes, porém, quero esclarecer aos leitores que alguns fatos e relatos foram adquiridos de alguns livros que andei lendo, de especialistas e autores renomados no assunto que me deixou muito curioso e despertou a vontade de compartilhar com vocês, embora eu saiba que muitos dos leitores tem sua própria convicção. É claro que coloco aqui, também, algumas de minhas convicções e pensamentos.

Existe alguma relação entre ciência e fé cristã? Principalmente com Charles Darwin, parece que foi decretado o completo antagonismo entre fé e ciência. Reinou desde então a conhecida “noção de conflito”. Mas, seria a “noção de conflito” o melhor caminho a se tomar quando pensamos na relação fé e ciência?

A primeira questão que devemos pensar aqui são as evidências históricas, que apontam para momentos onde fé e ciência não eram antagônicas. Grandes cientistas eram homens piedosos: Isaac Newton (1643-1727), por exemplo, pai da mecânica moderna, escreveu muito mais linhas sobre interpretação bíblica do que sobre as leis que regem o mundo físico. Charles Darwin (1809-1882) estudou para ser ministro da Igreja da Inglaterra, e Gregor Mendel (1822-1884), pai da genética, plantava suas ervilhas em um mosteiro em Brno, atual República Tcheca, onde era sacerdote.

Por que se desenvolveu esse antagonismo entre fé e ciência? Parece que esse antagonismo se inicia com os estudos de Galileu Galilei (1564-1642), que levou adiante aquilo que Nicolau Copérnico (1473-1543) havia iniciado. Galileu entendeu que a Terra girava em torno do Sol (heliocentricidade), contrariando aquilo que fora defendido, até pela igreja, por longos anos. Tempos depois Galilei precisou se arrepender de suas constatações temendo a morte.

Estes fatos todos nós aprendemos na escola, nos livros de Ciência e História da Humanidade. Quão poucos não se lembram das aulas “chatas” do professor de ciência. Pelo menos na minha época que já lá se vão quase 50 anos.

Voltando ao assunto, porém, foi com Darwin que, segundo estudiosos, o último golpe seria desferido. Esse golpe veio com a publicação de sua grandiosa obra ”A Origem das Espécies” (24 de Novembro de 1859). Ele ensinava nessa obra que os seres humanos possuem uma descendência comum a todos os seres, e que todos os seres vivos passam por um processo longo de desenvolvimento biológico, o que ele chamou de evolução.

A teoria de Charles Darwin e, atualmente, as ideias do papa
do neo-ateísmo, Richard Dawkins, veio para cristalizar uma dicotomia entre fé e ciência que leva o homem a entender que não há a possibilidade de uma relação racional e aceitável entre o discurso da fé e o discurso da ciência.

Seria então impossível relacionar fé e ciência? A única possibilidade nesse diálogo seria a impossibilidade do mesmo? A seguir, vamos oferecer outras possibilidades de abordagem na relação fé e ciência. Os modos de relação que apresentarei aqui foram retirados de um excelente artigo do evangélico Tiago Garros. Este estudioso da religiosidade e ao mesmo tempo da ciência, utiliza o pensamento de lan Barbour (1923-2013), um pHd em física e estudioso das relações entre ciência e religião.

A primeira possibilidade de diálogo é conhecida como “posição de independência”. Essa posição afirma que fé e ciência pertencem a domínios diferentes, distantes, de tal forma que, pensar em um conflito seria absurdo. Seria absurdo, por exemplo, por que a ciência lida com questões impessoais enquanto a
religião com questões do “coração”, questões subjetivas

Por Jacinto Júnior – “BOLSOMITO” e seus eternos fantasmas de viés ideológicos

Antes de tudo, ‘ele’ é um alucinado… demasiadamente, excêntrico.

O Brasil convive com um doente (no sentido lato da palavra). E esse doente causará terríveis transtornos à nossa ‘pátria amada’ e aos seus bravos filhos; em decorrência de suas insanas manifestações extemporâneas.

Professor Jacinto Júnior

O insano presidente de nosso ‘gigante adormecido’ – frase conclamada pelos teóricos da extrema direita e reforçada pela ‘pobre’ classe média, numa clara tentativa de demonstrar a inercia, a instabilidade e o imobilismo da sociedade civil diante da governança do PT objetivando contrapor-se ao projeto socialdemocrata desenvolvido durante 14 anos – carrega consigo o trauma de ser uma pálida ratazana pertencente às fileiras do Exército Brasileiro – aliás, fora considerado inepto para exercer a função de oficial devido sua ação contra o próprio exército quando tentou por em prática um plano ‘terrorista’ conforme publicação pela Revista Veja na década de 1980.

Agora, investido do mais alto e importante posto da república brasileira – presidente – entende que pode ruminar e vomitar como um animal quadrúpede quaisquer baboseiras e achar-se o dono da verdade absoluta e que nada poderá atingi-lo. Não, isso não pode ser a postura de um dirigente do porte de um país como o nosso. ‘Ele’ precisa compreender que já passou o processo eleitoral. Precisa pôr os pés no terreno da realidade e estabelecer as medidas radicais para equacionar a crise endêmica que insiste permanecer destruindo a esperança do povo brasileiro. Portanto, a guerra que ‘ele’ tem de travar não é contra o passado histórico e, sim, contra o desemprego, pela retomada do crescimento econômico e pela garantia dos direitos fundamentais da pessoa humana e, sobretudo, manter a soberania e a autodeterminação de nosso país, conforme dita a Carta Magna/88.

Mas, o centro da questão que me faz tecer esse texto tem como pano de fundo, a fala proferida por ‘ele’ sobre a figura do militante de esquerda Santa Cruz. Cidadão que enfrentou o entulho autoritário com bravura e coragem. Por se contrapor ao sistema injusto foi perseguido, morto e dado como desaparecido – e, pior, incinerado numa usina no Rio de Janeiro em 1974 – pelo regime facínora e monstruoso.

O insano presidente necessita moderar sua fala, afinal, não é um indivíduo comum, simples, indiferente à traumática experiência parlamentar de quase três décadas no mais singular obscurantismo que está falando – na verdade, é uma representação oficial de um país e, por isso mesmo, carece de maturidade, habilidade e respeito – como se fosse apenas para um público reservado e fechado. ‘Ele’ – o insano – deve cogitar a realidade e/ou os fatos históricos como, de fato, aconteceram – não pode oblitera-los, desfigura-los, e nem distorcê-los a bel-prazer!

Estamos na iminência de sofrermos um processo de inversão de valores históricos em que, todos os fatos que ocorreram durante o período mais obscuro de nossa história, não passaram de – ‘balelas’ conforme definiu o insano – meras fantasias elaboradas pelos membros da CNV – Comissão Nacional da Verdade – criteriosamente para acusar o regime de podridão, assassínio e tudo que não presta e, assim, estrategicamente, engendrar no coração e na mente do povo uma repulsa ao simples ouvir da palavra ‘exército’, ‘soldado’, ou, então, ‘regime militar’.

O insano presidente por natureza tem ojeriza a tudo que é saudável e benéfico ao homem simples. ‘Ele’ tem a sina da crueldade, da perversidade e da perversão dos fatos históricos. Tenta a todo custo impor sua vontade como verdade inquestionável. Mas, não existe verdade inquestionável sob o posto de vista exposto por ele. O psicopata age sem sentimento e é indiferente a tudo que pensa em relação ao outro, mesmo em situação equivocada, como no caso do militante de esquerda Santa Cruz. Seu extremado ódio – a quem pensa diferente dele – tem se expandido e, com um agravante, contaminando o ‘pobre’ membro da classe média – que, por equivoco, entende ser igual aos representantes da elite dominante nacional; aquela mesma elite definida magistralmente pelo teatrólogo Nelson Rodrigues como a elite que tem ‘complexo de vira-lata’.

O insano presidente é um psicopata inveterado! Todo seu pensamento se converte numa obcecada vontade em destruir quem discorda de seu peculiar modo de ver o mundo. Essa manifestação emporcalhada tem um ardil: atingir a moral de quem o combate com vigorosa determinação e independência. ‘Ele’ é a própria abominação histórica, uma deformação sem precedência em nossa contemporaneidade. Seu argumento em relação à Santa Cruz é comparável a de Stalin ao assumir o posto mais importante do Partido Bolchevique – o Secretariado – com a anuência de Lênin; quando iniciou uma ofensiva contra quem considerava ser seu maior inimigo internamente: Leon Trotsky. Stalin tentou apagar da história revolucionária russa (a Revolução de Outubro) a trajetória de Trotsky falsificando e fraudando os fatos, inclusive, tentou fazer desaparecer até as fotografias de Trotsky como um dos mais importantes lideres do processo político-revolucionário no comando do Exército Vermelho. E qual foi o objetivo do presidente insano, senão uma tentativa de inculcar na opinião pública a falsa ideia de que Santa Cruz foi um ‘terrorista’, e, assim, internalizar a antipatia do povo sobre o campo da esquerda, sobretudo, ao PT. Posteriormente, chega a questionar tudo que fora construído com muita dificuldade e sacrifício pela CNV inclusive, contestando os documentos oficiais.

O Brasil na era “bolsomito” – o insano – sofre uma tentativa escrachada de ‘falsificação’ sobre sua própria história. O insano presidente tenta apagar a história e, mais ainda, inverter a lógica dos fatos, como se o regime militar não tivesse feito nada de absurdo contra os opositores políticos. Essa postura irresponsável delata a personalidade ditatorial, intransigente e desrespeitosa para com o outro, ainda que este seja um cadáver e/ou seu oponente no campo ideológico. Para, além disso, ‘ele’ vive à sombra da história e, por isso, não consegue desprender-se de suas alucinações dos antigos ‘fantasmas’ que atormentam seu cérebro de toucinho. Sua permanente luta em querer ofuscar os fatos ocorridos no “período de chumbo” e transforma-los em atos heroicos concorre para a inacreditável aceitação dessa tese fraudulenta. O regime militar se constituiu num movimento de brutalidade inominável para com seus filhos. Os depoimentos de quem conseguiu sobreviver às torturas nos porões da violência, revelam/revelaram toda a atrocidade/crueldade do que representou esse período obscuro de toda nossa história.

O “bolsomito” não é fascista, na verdade, ‘ele’ é um nazista! O nazista adora desdenhar da inferioridade do outro – mesmo que o outro não seja inferior como ele tanto desejava que o fosse -, idolatra a autossuficiência, sendo que não a possui; ama a violência e a incita, aborrece a liberdade e, no entanto, exalta a imbecilidade; odeia quem pensa criticamente; enquanto elogia a subalternidade, menospreza o direito à opinião e expressão de quem sabe utiliza-lo; e compreende a alienação como valor essencial para sua ascensão social.

Por Jacinto Júnior

Por Carlos Magno – Evolução da Tecnologia

Estamos assistindo a evolução da tecnologia com uma rapidez tão impressionante, que passa aos nossos olhos, que quando piscamos já nos deparamos com um novo software muito mais avançado, e aí vai mudando tudo. Quando nos apercebemos já estamos rodeados de um novo sistema operacional, um novo utilitário, um novo programa de aplicação para diversos ramos da economia, educação, saúde, esportes, etc, uma infinidade de recursos ao nosso alcance.

Uma certeza que parece razoável no ritmo frenético de mudanças que vivemos é a de que as transformações serão seguidas de outras, e mais outras, e mais outras. Assim tem sido desde a primeira tecnologia disruptiva, provavelmente a do domínio do fogo, que abriu para o homem a possibilidade, até então inédita, de superar as demais espécies e tomar conta do planeta. E isso passou a ser feito por meio da invenção incansável de novidades. No mundo dos negócios, a mudança suscita oportunidades quando se percebe para onde as coisas estão indo – mas também pode significar ficar pelo caminho quando não recebe a devida atenção a tempo. Disrupção, compartilhamento, redes, plataformas, diversidade, singularidade são alguns dos conceitos que estão remodelando o mundo.

Deve-se levar em conta, que essa transformação se dá com a contribuição dos jovens que são peças importantes nessa disrupção, com a inteligência emocional que lhe é peculiar, daí saem e se destacam os verdadeiros idealizadores dessa parafernália toda, com grande contribuição, como disse, com as suas invenções, para a humanidade.

Temos muitos exemplos de jovens criadores de softwares e plataformas que revolucionaram e mudou o comportamento da humanidade, nestes últimos 20, 30 anos, como Bill Gates que ainda jovem criou a plataforma Windows; Mark Zuckerberg que criou o FaceBook; Larry Page e Sergey Brin, que criaram o Google; Jan Koum e Brian Acton, que criaram o Whatsapp; Steve Jobs e sua grande obra, o iPhone e tantos outros, de uma lista considerável, só para  citar alguns.

No fim das contas, a vida não tem muito a oferecer além da juventude.” A frase, uma das mais famosas do escritor americano F. Scott Fitzgerald, de o Grande Gatsby, de 1925, é uma epítome da primeira geração que idealizou os jovens como modelo de vida – e como público-alvo das grandes empresas. De lá para cá, mesmo com o aumento da expectativa de vida, a atração pelos jovens só cresceu.

Para que essa tecnologia se renove sempre nessa velocidade, devemos a criação de startups, que estão sendo financiadas por grandes empresas como o Google que não mede esforços para melhorar os produtos que já estão no mercado, mas ainda não ganharam escala.

Um exemplo disso é que em 1998, os fundadores do Google, os jovens Larry Page e Sergey Brin, ainda estudantes da Universidade de Stanford, receberam o cheque de 100 000 dólares de um investidor e montaram oficialmente a empresa numa garagem da cidade de Menlo Park, na Califórnia. Daí em diante a empresa não parou de crescer, tornando-se uma das maiores empresas de informática do mundo.

Lê-se diariamente na grande mídia, que é consenso que a inovação disruptiva do futuro virá de startups que podem nem ter nascido ainda. E as grandes de hoje já foram iniciantes um dia. É do conhecimento público que o Vale do Silício, na Califórnia – EUA, é o grande celeiro de startups de tecnologia da informática.

Pelo que se vê e se constata, os jovens são os grandes desenvolvedores de plataformas e programas aceleradoras de TI, criando os mais variados programas utilitários para o nosso cotidiano. Preparando o futuro das novas gerações. O “efeito Kodak”, que se fala há algum tempo e sempre que se fala em empreendedorismo, é um dos principais motivos para as grandes empresas se aproximarem das startups. Ninguém quer ser surpreendido por uma tecnologia que acabe com seu negócio da noite para o dia como foi o caso da fabricante de produtos fotográficos analógicos que não conseguiu antever a rápida ascensão da fotografia digital.

Apesar do que foi relatado acima, há uma questão a ser resolvida. Os jovens são mais profundamente afetados pelas transformações sociais. Cabe, portanto, indagar quais perspectivas há para sua formação e inserção em uma vida profissional na contemporaneidade, particularmente para os que estão em situação de pobreza.

Ai caímos no fator educação. Que é um assunto extremamente complexo, tendo em vista que a situação da educação brasileira atualmente, seus acertos, equívocos, saltos e retrocessos, pois com uma das mais invejáveis teorias, embeleza e maquia todas as suas etapas, considerando, estatisticamente, dados numéricos, esquecendo-se, no entanto, da efetivação da praticidade para a obtenção dos resultados qualitativos, previstos e garantidos nas leis do próprio sistema. É admissível que a sua acessibilidade tenha sido ampliada nos últimos anos, porém a sua qualidade deixa à desejar, necessitando de cuidados melindrosos para que possam, de fato, efetivar a verdadeira formação do indivíduo.

O futuro indica que a tecnologia terá um poder cada vez maior. Como vamos lidar com ela? O fato é que presenciamos, como disse no inicio do artigo, num piscar de olhos, já nos deparamos com novos dispositivos tecnológicos impensáveis no passado.

Carlos Magno da Veiga Gonçalves – notário

Por Jacinto Júnior – NÃO…AO ENDIVIDAMENTO DE CODÓ

Desta vez, o “garoto virtual” superou a si mesmo quando encaminhou ao Legislativo o Projeto de Lei nº 11/2019, solicitando autorização para contrair empréstimos junto à instituição financeira no valor de até R$ 30.000.000,00 (Trinta milhões de reais).

Ao tomar conhecimento dessa espetacular proposta fiquei deveras preocupado e com uma interrogação que não quer silenciar: qual o objetivo em contrair uma dívida financeira a um município que não disponibiliza de autossuficiência econômica e que depende exclusivamente dos impostos oriundos da União? Codó sofre com essa endêmica incapacidade arrecadatória.

E pensando nessa possibilidade de tal projeto ser aprovado, busquei, então, coletar alguns dados financeiros sobre o nosso paupérrimo município.

Para não tornar extensa nossa análise, apresentarei os recursos repassados pela União ao Município nos últimos dois últimos anos – trata-se dos recursos financeiros do FPM – Fundo de Participação do Município.  Que, segundo a lógica legal dada pelo projeto o débito contraído será coberto com essa fonte. Veja abaixo, os respectivos valores do FPM 2017/2018:

Meses/Ano Valores do FPM Meses/Ano Valores do FMP
01/2017 2.408.566,87 01/2018 2.454.810,99
02/2017 3.125.495,38 02/2018 3.279.208,27
03/2017 1.849.637,68 03/2018 1.464.183,58
04/2017 2.325.290,07 04/2018 2.197.746,73
05/2017 2.665.591,16 05/2018 2.760.957,20
06/2017 2.436.666,16 06/2018 2.567.351,29
07/2017 3.523.943,90 07/2018 3.341.195,89
08/2017 2.116.554,94 08/2018 2.158.968,62
09/2017 1.754.696,57 09/2018 0.000.000,00
10/2017 491.553,47 10/2018 167.898,33
11/2017 1.766.094,90 11/2018 656.829,69
12/2017 4.431.051,98 12/2018 4.664.285,76
TOTAL 28.885.140,08 TOTAL 25.713.436,35

Fonte: www.tesouro.fazenda.gov.br

Como se pode ver a única fonte capaz de instrumentalizar as ações de um governo – especialmente, local – é com os recursos financeiros do FPM.

Aqui, é necessário um esclarecimento sobre o que vai representar para o município esse endividamento. Conforme demonstração acima houve uma significativa queda na receita do FPM em torno de 10,98% em relação ao ano anterior; isto expressa de modo nodal que, a partir do endividamento (ou seja, quando esse projeto de lei for aprovado, se, de fato, o for) nosso município perderá sua capacidade de investimento – que, na prática, é quase nula devido à falta de planejamento estratégico, sobretudo, quando se envolve a questão que tem sido a grande vedete deste governo maledicente a famosa tese da contenção de despesas.

O projeto de lei em si não possui nenhuma ilegalidade, no entanto, torna-se imoral, perverso e extremamente predatório pelo fato de nossa cidade não precisar contrair essa vultosa quantia como sendo indispensável para restabelecer sua grandeza social. Neste projeto falta o fundamental: o detalhamento das despesas para justificar o milionário empréstimo nas áreas que deverão ser objetos de investimentos.

Podemos pressupor algumas hipóteses: a) no saneamento básico: tipologia: água potável, e sua canalização, limpeza de ruas, calcadas, e praças, bem como a coleta de lixo que pode ser ou não reciclado, esgoto (quantos km² serão construídos?) meio fio, sarjeta e etc. Quanto custará esse serviço? Não há no projeto pronuncia sobre isso e aí é que reside a sua contradição; b) infraestrutura: tipologia: asfalto, quantos km³ serão construídos nas ruas de nossa cidade?) enfim, o projeto não justifica absolutamente nada sobre essas questões centrais.

Se, de fato, tal projeto for aprovado, certamente, ocorrerão alguns atropelos para o município. O povo será sacrificado sem piedade por esse governo pautado pela agenda liberal absurda.

QUAL A FINALIDADE DESSE PROJETO PARA O MUNICÍPIO?

Sem medo/receio de me equivocar sobre a natureza desse milionário empréstimo está se operando o estratagema para consolidar o SAAE e, em seguida, sua provável concessão/privatização e, dou um doce para quem acertar qual o grupo empresarial que estar superinteressado nessa aquisição potencial!

Não há outra explicação plausível para essa atitude emblemática desse “garoto virtual”. Codó não pode permitir que o fornecimento de água saia do setor público para o privado. Será uma catástrofe para a comunidade codoense. Temos como exemplo, a CEMAR, que cobra sistematicamente e, até com corte, se o consumidor atrasar um mês. Imaginem o tratamento que será dispensado se o grupo empresarial superinteressado se apropriar dessa “galinha dos ovos de ouro”? Codó está sofrendo e continuará a sofrer caso esse plano diabólico efetivamente seja operacionalizado como está sendo projetado.

O que temos, na verdade, é a seguinte situação: de um lado, os malditos (demônios capitalistas) morcegos do mercado financeiro desejosos de lucros e mais lucros auferidos com a colaboração amistosa do setor público. Ou seja, o setor público promove o investimento em toda infraestrutura e o setor privado vem abocanha tal obra. E é isso que está para acontecer em nossa cidade com relação ao nosso mais rico patrimônio: o SAAE. O SAAE é uma empresa de economia mista sólida, com superávit. Sua crise decorre – quando há – da forma como no passado, sendo uma empresa notadamente para servir de cabide de emprego de políticos e apaniguados; deixando, por sua vez, de exercer sua função social: fornecer água potável com qualidade para os consumidores e com capacidade de investimento próprio. Atualmente, o SAAE/Codó demonstra essa capacidade financeira e investidora com uma folha de pagamento enxuta e compatível com o número de servidores para atender às demandas residenciais.

Essa proposta é, na realidade, uma bofetada na face da sociedade codoense. Aliás, é uma afronta inominável. Somente um indivíduo pernóstico é capaz de se apropriar sub-repticiamente de algo comum (público) para transformá-lo em algo individual (privado).

Conclamamos a sociedade civil codoense para se antecipar a esse golpe que estar prestes a acontecer com o nosso maior tesouro patrimonial. Vamos nos mobilizar e impedir que esse estratagema seja posto em prática e o setor privado se apodere do que é nosso! O SAAE é DOS CODOENSES! Não aceitaremos sua transferência para quem quer que seja! O bem-comum é para todos e todos se servem dele!

Convocamos a sociedade civil organizada para participar das sessões da Casa do Povo e pressionar os vereadores da base governista a não votar nesse projeto golpista!

Por Jacinto Júnior