
Mamãe me levou ao parque de Exposição Walter Zaidan na noite de domingo, 02 de agosto.
Ela quis andar e a primeira coisa que disse foi – onde estão os bois? Não tem boi este ano?
Ao ouvir que sim, foi direto às baias cheias de nelores gigantes, admirá-los como se na sua infância em São Benedito dos Trindade. (este local era uma ilha verde paradisíaca, situada há 44 km da sede de Codó onde ela viveu seus melhores momentos).
Fomos com o intuito de jantar, mas não encontramos restaurantes instalados na área, aproveitamos o tradicional espetinho codoense (para mim salgado pra caramba, para ela foi – cadê o sal, botaram sal não?)
Dona Marlene Trindade, no auge de seus 69 anos de idade, quis ver o parque de diversão, só ver mesmo.
Apesar da oferta, preferiu se divertir vendo quem costuma aventurar-se nos brinquedos nada convencionais para quem já passou dos 50, como, neste caso, mãe e filho.
É a melhor companhia do mundo, ela é divertida 24h, fala com todos que a conhecem e parece alguém muito famosa quando sai.
70% dos – E aí Acélio!? Desaparecem, viram – Dona Marlene, a senhora por aqui!?
Eu a acho incrível e que bom que ela é a minha mãe.
Tem noção disso, cara?
A pessoa mais incrível do mundo é alguém com quem eu posso sair por aí, ir à feira agropecuária de minha cidade.

