Alexandra Mendes Ferreira,  foi quem gravou o vídeo que circulou via WhatsApp onde é retirada da sala do médico Wellington Oliveira,  enquanto pede a ficha de atendimento da mãe dela, Raimunda Maria Mendes, de 71 anos,  do povoado Cajazeiras, levada ao Pronto-Socorro do  Hospital Geral Municipal com quadro de Labirintite dia 20 de julho, sexta-feira passada.

Está no vídeo – “Não me trisca, não me trisca eu vou sair, não me trisca, cadê a ficha da minha mãe, cadê a ficha (Wellington diz – eu to atendendo o paciente)… Não, você falou que não ia me dá a ficha –  responde a mulher”

Com a idosa em  observação há 3 dias, Alexandra disse que, já no domingo pela manhã (22/07),  cobrava  que a mãe fosse medicada, pois estava apenas tomando dipirona e queria a ficha médica para provar isso.

Alexandra Ferreira concedendo entrevista

Na sequência do vídeo, outro médico, Stênio Barbosa, aparece e sugere que seja feito um Boletim de Ocorrência.

Está no  vídeo – “Tem que fazer B.O Wellington, tem que fazer B.O (Alexandra – eu vou fazer mesmo, minha a minha mãe) vamos fazer o B.O (Alexandra – e eu também vou)…a sua mãe tá sendo medicada, tá sendo medicada (Alexandra – tá não, tá não, Dr. Eu cheguei foi sexta-feira, eu tenho prova, eu tenho prova, vamos la´onde ela, vamos lá – convida a mulher)”

Alexandra disse-nos, em entrevista ontem quando nos recebeu em sua casa no residencial São Pedro,  que se  sentiu mais constrangida ainda quando chamaram a Polícia Militar para retirá-la do hospital, mas o policiais acabaram não a levando.

 “Eu falei que eu era serva do senhor e que eu era reconhecida por andar na verdade, jamais faria aquele tipo de atitude de falar palavrões e xingamentos, eles me entenderam e me acalmaram…VOCÊ SE SENTIU CONSTRANGIDA NAQUELE MOMENTO? Demais, eu me senti humilhada, desamparada”, afirmou

O OUTRO LADO DA HISTÓRIA

 Nós fomos ao hospital na terça por volta das 10h da manhã ouvir a diretora, a atendente informou que ela estaria em Codó à tarde.

Em razão disso divulgamos aqui apenas o que Esther Moura, via whatsApp já havia afirmado ao blogdoacleio –  que a família queria uma transferência impossível para aquele momento porque não era caso de transferência da paciente,  que foi necessário chamar a polícia porque a filha da paciente estava agredindo aos profissionais de saúde que trabalhavam naquele instante e, por fim, afirmou que em nenhum momento a idosa de 71 anos ficou sem assistência médica.

Alexandra rebateu:

 “O que ela diz sobre mim, é negado, primeiramente porque ela não estava no local do acontecido e, segundo,  o direito dela é de estar lá como diretora para poder resolver isso”

O QUE DIZEM OS MÉDICOS

Ouvimos os dois médicos que aparecem no vídeo. Stênio Barbosa explicou porque sugeriu a abertura de um Boletim de Ocorrência na delegacia contra Alexandra.

 “Estava agredindo  verbalmente os técnicos de enfermagem, agredindo verbalmente os dois enfermeiros, o que estava na assistência e  o que estava na classificação de risco e, de repente, eu vi que ela adentrou o consultório do Dr. Wellington que estava de plantão com o celular filmando e agredindo verbalmente e foi nessa hora que eu falei, gente vamos atrás da polícia porque ela não pode agir dessa maneira”, justificou

Wellington Oliveira é para quem Alexandra pede a ficha de atendimento. O médico disse que só é possível fornecer o prontuário depois que a paciente recebe alta e mediante pedido formalizado ao hospital. Quanto à alegação e falta de medicação da paciente, defendeu-se.

“Foi resolvido os problemas como a pressão alta foi controlada, o vômito foi controlado, tava estável, a dor de cabeça também, mas persistiu a tontura e como ela já tinha histórico de AVC então não poderia, simplesmente, mandar pra casa, tinha que observar e já tinha passado dois dias, no terceiro dia a gente costuma internar, como eu já tinha feito a internação, foi solicitado os exames, foi solicitado a tomografia que era o que ia nos indicar se, realmente, era só tontura ou não, já ninguém dos familiares nos contou que ela tinha Labirintite”, afirmou

OUÇA A ENTREVISTA DOS MÉDICOS

23 Responses

  1. 2 excelentes médicos.
    E a filha da paciente esqueceu que ali havia outros pacientes, se haviabproblema e estava insatisfeita, por que não pediu ajuda do AMIGO que ela cita ter ajudado somente depois, levando a maepara timbiras.

    Será coincidência esse amigo ser o ex diretor da upa? onde trabalha até então com os 2 médicos, que continuaram na upa e o AMIGO não?
    Está com cheiro de perseguição política.
    A única falha nesse caso do hospital é a ausência longa da Diretora, que nem de Codó é. E na sua ausência deveria ter um substituto.
    Drs Welington e Stenio, como sempre muito educados e em nenhum momento faltaram com respeito.

    Ela pode provar tudo que disse? em ano eleitoral é um vale tudo…Muito cuidado ao julgar. uma acusação não vale nada sem provas,e pode sofrer ação por dano moral caso não prove as acusações.

  2. Cadê os milhões de reais que o deputado João Marcelo iria mandar pra melhorar o HGM? O próprio Nagib fez esse anúncio a poucos meses atrás.

  3. O servo de Deus deve ser: Humilde

    Qualidade marcante de quem possui uma vida rendida diante do Senhor Jesus. Para estes não há lugar para o orgulho ou a soberba.

    Só há lugar para um coração despojado, entregue, rasgado diante do altar de Deus.

    Homens e mulheres com um coração humilde expressam a vida de Jesus.

    O servo de Deus deve ser: Manso

    Jesus disse que devemos aprender com ele, que é manso e humilde de coração, pois só assim encontraremos descanso para nossas almas.

    A humildade e a mansidão nos fazem ser semelhantes a Jesus, e traz descanso a nossa alma.
    Essas qualidades ela não teve então não fale em nome do Senhor pq Deus não se agrada disso de confusão tudo tem que se resolver com diálogos e isso vc demonstrou que não queria só queria causar confusão isso prova que de Deus vc esta distante

    1. SIM O SERVO DE DEUS DEVE SER HUMILDE, CALMO…
      MAIS NÃO BESTA TÁ DONA RITA.
      O SERVO DE DEUS DEVE LUTAR PELOS SEUS DIRETOS, DEVE TER CONHECIMENTO DO QUE EXIGIR.
      SERVO NÃO É SINÔNIMO DE BESTA !!!!!

  4. Essa senhorita quis fazer foi confusão.
    Ela agora está preocupada porque se deu conta dos seus erros.
    Não se pode usar o nome de Deus em vão.
    Os médicos e o hospital estavam agindo conforme protocolos de atendimento médico.
    Que agiu totalmente fora do procedimento foi a filha da paciente

  5. DOIS MÉDICOS COMPETENTE, PORÉM MESMO DEFENDENDO A ADMINISTRAÇÃO DO HOSPITAL, ELES TEM CONHECIMENTO DE QUE FALTA TUDO …
    O PRONTO SOCORRO NO DOMINGO SÓ TINHA UM MÉDICO NA EMERGÊNCIA, FALO ISSO PQ PASSEI POR LÁ, COMO O MÉDICO DO PLANTÃO ESTAVA PARA O ALMOÇO O PACIENTE TEVE QUE AGUARDAR, O MÉDICO TERMINAR DE ALMOÇAR PARA FAZER UM ATENDIMENTO, ENQUANTO ISSO O PACIENTE ESTAVA SOFRENDO HORRORES NA SALA DE OBSERVAÇÃO !!!!
    ISSO É O CUMULO DO ABSURDO, O MÉDICO NÃO TEM CULPA, PQ ELE TEM QUE SE ALIMENTAR PORÉM EM UMA EMERGÊNCIA NÃO PODE FICAR SEM MÉDICO..
    EM MUITOS MOMENTOS SÃO SUBSTITUÍDOS VÁRIAS MEDICAÇÕES, DEVIDO O HOSPITAL NÃO TER A NECESSÁRIA.
    QUEM TRABALHA LÁ DENTRO SABE DO QUE EU ESTOU FALANDO…
    O QUE MAIS DAR RAIVA É A PESSOA AINDA TER A CARA DE PAU DE DEFENDER!!!!

  6. “Não me trisca” essa é boa, fazia muito tempo que não ouvia essa frase!

    Não precisava essa moça armar esse barraco, primeiro por que diz que é crente e segundo s dois médicos são excelentes profissionais.

    Menos não me trisca, menos por favor!

    1. Muito fácil criticar, não é era tua mãe que estava doente e nenhum parente seu, a verdade que a situação da saúde em Codó esta um caos, ainda tem nego que defende.

  7. Eu fico me perguntando se fosse com a mãe de vocês será que agiria de forma diferente?Será que não iriam pedir ajuda a outras pessoas?
    A Bíblia diz que não devemos ser demasiadamente justo e nem demasiadamente tolo, temos que está no equilíbrio, por isso apoio o que a filha fez em momento de socorro “ela agiu”, não esperou a direção do hospital tomar providências haja vista que a diretora só passa dois dias em Codó, a mesma mora em São Luis.
    Em relação ao ex diretor da upa que a filha menciona, não achei errado ela pedir socorro ate mesmo ele ajuda aquém o procura. Conheço o ex diretor e falei com ele o mesmo só tomou conhecimento do caso quando a filha ligou para pedir ajuda e prontamente ajudou, não achei isso errado, em uma hora dessa toda ajuda é válida.
    Sr Joaquim espero que sua mãe nunca passe pelo problema que essa senhora passou e pelo visto o senhor está bem desinformado, o ex diretor se dar bem com os dois médicos, perguntei isso a ele também lendo suas alegações torpes. O mesmo disse também que não é perseguidor e não tem porque fazer isso, quem o conhece sabe disso inclusive os dois médicos citados. Estou fazendo essas alegações em prol dele porque acho injusto o que fazem.

  8. Jamais a filha da paciente está errada pelo que conheço da família não faz este perfil de mentir igual a este governo hipócrita. A saúde pública é uma negação no município de Codó e erros constantes acontecem eu mesma já fui vítima durante minha gestação de um erro de um médico que as pessoas aqui julgam excelente. Ver se enxergam mas bando de babão aqui em Codó está longe se termos uma saúde de qualidade se até timbiras ganha de Codó.

  9. se tratando de mae…meu amigo vamos longe se fosse a mae dos polticos primeiro nem la passavam iam direto para teresina…certissima amiga faça valer seus direitos nao pediu nem um favor nao pagamos caro por essa saude podre e de pessima qualidade

  10. deus diz faça por te que te audarei ele nao mandas vc baixar acabeça e aceotar p erraddo nao ele manda lutarmos por direotos justos ela nao ta pedidno nada de mais so fazendo valer seus direitos ate por que dona rita pagamos caro por essa pessima saude publica ooo a senhora pensaque e de graça? so se for esse seu pensamento …

  11. Pesquisa realizada pelo IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar), produzido pela UFMG (Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais) mostra que a cada três minutos, mais de dois brasileiros (2,47) morrem morrem em um hospital do público ou privado em decorrência de um “erro” ou de “evento adverso”. Segundo o estudo, divulgado nesta quarta-feira (26), há casos, por exemplo, erros de dosagem de medicamento, ou de aplicação, uso incorreto de equipamentos e infecção hospitalar, entre outros. De acordo com o instituto, a conclusão “não significa, necessariamente, que houve um erro, negligência ou baixa qualidade, mas, trata-se de incidente que poderia ter sido evitado, na maior parte das vezes”. Além da morte, os eventos adversos também podem gerar sequelas com comprometimento do exercício das atividades da vida do paciente.

  12. Como tratar pacientes graves sem gaze, soro fisiológico, seringa, luvas, analgésicos ou antibióticos? Esse tem sido o dilema enfrentado com frequência por profissionais de saúde na rotina de hospitais públicos da rede publica , como Hospital dispõem a comprar materiais ou bancar exames em clínicas particulares.

  13. nao mais o pai do prefeito em seu discurso disse que em codo ta todo muito feliz …………estamos vivendo um conto de fadas tudo muito bonito façla serio seu chiquinho codo nao anda vodo parou

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