Para evitar aglomerações e garantir maior fluidez no dia do pleito, a Justiça Eleitoral promoveu uma reorganização nas seções que compõem a 7ª Zona Eleitoral.
A readequação exigiu o desmembramento de locais tradicionais de votação, transferindo parte das urnas para novos endereços na região.
Confira na lista as mudanças de locais
A mudança responde a dois fatores centrais: o conforto do cidadão e a atualização do teto de eleitores permitidos por seção.
Segundo o chefe de cartório da 7ª Zona Eleitoral, Ivo Pinheiro Bento, a estratégia foca no bem-estar do eleitorado e na prevenção de gargalos operacionais.
“Há situações em que parte das seções eleitorais foram para outro local e uma parte continua no local de votação original. Isso foi em decorrência de acomodar melhor os eleitores, para evitar que ocorram muitas filas e muitos tumultos no dia da eleição”, destaca Ivo Bento ao programa A CONVERSA É COM ACÉLIO TRINDADE
Redução de limite impulsionou desmembramento
Além do gerenciamento de fluxo, o ajuste foi motivado por uma alteração direta na margem de agregação de seções em relação aos pleitos anteriores:
Teto anterior: A norma permitia reunir até 450 eleitores em uma única seção.
Teto atual: O limite máximo foi reduzido para 380 eleitores.
A diminuição da capacidade máxima inviabilizou a manutenção de seções fundidas, exigindo a busca por novas estruturas para alocar as urnas excedentes.
“Nessas eleições, a gente só vai poder agregar até 380 eleitores. Com isso, em muitas seções não foi possível ocorrer a agregação, a junção. Tivemos que deslocar algumas seções eleitorais para outros locais de votação”, explica o chefe de cartório.
A orientação da Justiça Eleitoral é que os eleitores da 7ª Zona façam a verificação antecipada de seu local de votação por meio do aplicativo e-Título ou do portal do TSE para confirmar se a sua seção foi objeto de transferência.

