Vários representantes de entidades da Sociedade Civil Organizada sentaram ontem à tarde numa das salas da escola Remy Archer para uma  roda de conversa com defensores e com a ouvidora-geral da Defensoria Pública do Maranhão, Rosicléia Costa.

Francisca Silva, que preside o Conselho Municipal de Políticas Sobre Drogas,    ao ser ouvida, deu destaque ao que considera uma necessidade urgente.

“A necessidade que nós temos de trabalhar mais as políticas públicas sobre drogas voltadas pra criança e pro adolescente…É URGENTE? Urgente, porque hoje a nossa realidade em Codó tá só crescendo crianças, adolescentes, adultos se envolvendo e acabando ficando dependente”, disse

AS DEMANDAS

E, de maneira aberta , todos  tiveram a oportunidade de expor suas inquietudes coletivas em cada bairro ou comunidade rural, até quilombola, dentro de Codó, algo elogiado pelo sempre atuante e disposto à este tipo de demanda defensor público Keoma Dourado.

 “Nós já ouvimos demandas sobre educação, nós já ouvimos demandas sobre as drogas, sobre o olhar pra população quilombola, nós ouvimos demandas aqui sobre a saúde municipal, sobre como se dá o tratamento ao meio ambiente aqui em Codó, então esse tipo de iniciativa ele torna a Defensoria o ouvido, o olho atento nessa política social, vamos dizer, nessa entrega de direitos sociais”

A ouvidora-geral disse que a partir do que surgiu na roda de conversa será elaborada uma agenda    para que a Defensoria Pública possa atuar ajudando de maneira mais coletiva.

 “Já existe uma aproximação, mas o que a gente quer? Fortalecer, o que a gente quer? Ampliar e daqui sair uma agenda de trabalho em conjunto, então a gente faz um sistema de roda de diálogo onde cada um se apresenta e diz o que tem na sua comunidade, em que a Defensoria Pública pode tá fazendo essa intervenção”, explicou à TV Mirante

José Filho, que veio representando uma associação recreativa de jovens do Codó Novo, elogiou a iniciativa. Queria mesmo conhecer o trabalho da Defensoria e saber como ela poderia ajudar em algumas dificuldades do bairro.

“Pra mim foi muito importante porque aqui a gente veio debater junto às demais associações, trazer as necessidades da nossa associação pra gente dialogarmos e criarmos uma melhoria”, justificou

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