Antes de tudo, ‘ele’ é um alucinado… demasiadamente, excêntrico.

O Brasil convive com um doente (no sentido lato da palavra). E esse doente causará terríveis transtornos à nossa ‘pátria amada’ e aos seus bravos filhos; em decorrência de suas insanas manifestações extemporâneas.

Professor Jacinto Júnior

O insano presidente de nosso ‘gigante adormecido’ – frase conclamada pelos teóricos da extrema direita e reforçada pela ‘pobre’ classe média, numa clara tentativa de demonstrar a inercia, a instabilidade e o imobilismo da sociedade civil diante da governança do PT objetivando contrapor-se ao projeto socialdemocrata desenvolvido durante 14 anos – carrega consigo o trauma de ser uma pálida ratazana pertencente às fileiras do Exército Brasileiro – aliás, fora considerado inepto para exercer a função de oficial devido sua ação contra o próprio exército quando tentou por em prática um plano ‘terrorista’ conforme publicação pela Revista Veja na década de 1980.

Agora, investido do mais alto e importante posto da república brasileira – presidente – entende que pode ruminar e vomitar como um animal quadrúpede quaisquer baboseiras e achar-se o dono da verdade absoluta e que nada poderá atingi-lo. Não, isso não pode ser a postura de um dirigente do porte de um país como o nosso. ‘Ele’ precisa compreender que já passou o processo eleitoral. Precisa pôr os pés no terreno da realidade e estabelecer as medidas radicais para equacionar a crise endêmica que insiste permanecer destruindo a esperança do povo brasileiro. Portanto, a guerra que ‘ele’ tem de travar não é contra o passado histórico e, sim, contra o desemprego, pela retomada do crescimento econômico e pela garantia dos direitos fundamentais da pessoa humana e, sobretudo, manter a soberania e a autodeterminação de nosso país, conforme dita a Carta Magna/88.

Mas, o centro da questão que me faz tecer esse texto tem como pano de fundo, a fala proferida por ‘ele’ sobre a figura do militante de esquerda Santa Cruz. Cidadão que enfrentou o entulho autoritário com bravura e coragem. Por se contrapor ao sistema injusto foi perseguido, morto e dado como desaparecido – e, pior, incinerado numa usina no Rio de Janeiro em 1974 – pelo regime facínora e monstruoso.

O insano presidente necessita moderar sua fala, afinal, não é um indivíduo comum, simples, indiferente à traumática experiência parlamentar de quase três décadas no mais singular obscurantismo que está falando – na verdade, é uma representação oficial de um país e, por isso mesmo, carece de maturidade, habilidade e respeito – como se fosse apenas para um público reservado e fechado. ‘Ele’ – o insano – deve cogitar a realidade e/ou os fatos históricos como, de fato, aconteceram – não pode oblitera-los, desfigura-los, e nem distorcê-los a bel-prazer!

Estamos na iminência de sofrermos um processo de inversão de valores históricos em que, todos os fatos que ocorreram durante o período mais obscuro de nossa história, não passaram de – ‘balelas’ conforme definiu o insano – meras fantasias elaboradas pelos membros da CNV – Comissão Nacional da Verdade – criteriosamente para acusar o regime de podridão, assassínio e tudo que não presta e, assim, estrategicamente, engendrar no coração e na mente do povo uma repulsa ao simples ouvir da palavra ‘exército’, ‘soldado’, ou, então, ‘regime militar’.

O insano presidente por natureza tem ojeriza a tudo que é saudável e benéfico ao homem simples. ‘Ele’ tem a sina da crueldade, da perversidade e da perversão dos fatos históricos. Tenta a todo custo impor sua vontade como verdade inquestionável. Mas, não existe verdade inquestionável sob o posto de vista exposto por ele. O psicopata age sem sentimento e é indiferente a tudo que pensa em relação ao outro, mesmo em situação equivocada, como no caso do militante de esquerda Santa Cruz. Seu extremado ódio – a quem pensa diferente dele – tem se expandido e, com um agravante, contaminando o ‘pobre’ membro da classe média – que, por equivoco, entende ser igual aos representantes da elite dominante nacional; aquela mesma elite definida magistralmente pelo teatrólogo Nelson Rodrigues como a elite que tem ‘complexo de vira-lata’.

O insano presidente é um psicopata inveterado! Todo seu pensamento se converte numa obcecada vontade em destruir quem discorda de seu peculiar modo de ver o mundo. Essa manifestação emporcalhada tem um ardil: atingir a moral de quem o combate com vigorosa determinação e independência. ‘Ele’ é a própria abominação histórica, uma deformação sem precedência em nossa contemporaneidade. Seu argumento em relação à Santa Cruz é comparável a de Stalin ao assumir o posto mais importante do Partido Bolchevique – o Secretariado – com a anuência de Lênin; quando iniciou uma ofensiva contra quem considerava ser seu maior inimigo internamente: Leon Trotsky. Stalin tentou apagar da história revolucionária russa (a Revolução de Outubro) a trajetória de Trotsky falsificando e fraudando os fatos, inclusive, tentou fazer desaparecer até as fotografias de Trotsky como um dos mais importantes lideres do processo político-revolucionário no comando do Exército Vermelho. E qual foi o objetivo do presidente insano, senão uma tentativa de inculcar na opinião pública a falsa ideia de que Santa Cruz foi um ‘terrorista’, e, assim, internalizar a antipatia do povo sobre o campo da esquerda, sobretudo, ao PT. Posteriormente, chega a questionar tudo que fora construído com muita dificuldade e sacrifício pela CNV inclusive, contestando os documentos oficiais.

O Brasil na era “bolsomito” – o insano – sofre uma tentativa escrachada de ‘falsificação’ sobre sua própria história. O insano presidente tenta apagar a história e, mais ainda, inverter a lógica dos fatos, como se o regime militar não tivesse feito nada de absurdo contra os opositores políticos. Essa postura irresponsável delata a personalidade ditatorial, intransigente e desrespeitosa para com o outro, ainda que este seja um cadáver e/ou seu oponente no campo ideológico. Para, além disso, ‘ele’ vive à sombra da história e, por isso, não consegue desprender-se de suas alucinações dos antigos ‘fantasmas’ que atormentam seu cérebro de toucinho. Sua permanente luta em querer ofuscar os fatos ocorridos no “período de chumbo” e transforma-los em atos heroicos concorre para a inacreditável aceitação dessa tese fraudulenta. O regime militar se constituiu num movimento de brutalidade inominável para com seus filhos. Os depoimentos de quem conseguiu sobreviver às torturas nos porões da violência, revelam/revelaram toda a atrocidade/crueldade do que representou esse período obscuro de toda nossa história.

O “bolsomito” não é fascista, na verdade, ‘ele’ é um nazista! O nazista adora desdenhar da inferioridade do outro – mesmo que o outro não seja inferior como ele tanto desejava que o fosse -, idolatra a autossuficiência, sendo que não a possui; ama a violência e a incita, aborrece a liberdade e, no entanto, exalta a imbecilidade; odeia quem pensa criticamente; enquanto elogia a subalternidade, menospreza o direito à opinião e expressão de quem sabe utiliza-lo; e compreende a alienação como valor essencial para sua ascensão social.

Por Jacinto Júnior

5 Responses

  1. Você so pode ser petists para fazer tais afirmacoes. Chamar o Presidente de doente e venerar um ladrao que se encontra preso em Curitiba mostra claramente que fomos atingidos por uma praga durante quase 20 anos de desgoverno do PT. O Bolsonaro esta mostrando aos brasileiros toda a podridao desta quadrilha que assaltou o pais. BABACAS O LULA ESTÁ NA CADEIA.

  2. Cara voces são doentes. A campanha politica ainda nao acabou. Voces perderam. Acabou-se a mamata. Nao podem mais roubar. Teu chefao esta na cadeia. Deixa de falar merda. Tu estas no Brasil nao é na Venezuela. Deixa de falar besteira e vai trabalhar.

  3. Jacinto já vi que tu é um babaca mesmo. Não entende nada de política e ainda por sinal, é mau caráter. Ficar defendendo preso, e se esconder por trás de palavras difíceis?! Tem muitos do seu tipo no socialismo. É só mais um militante trajado de intelectual. Chora mais, socialistazinho!

  4. Apesar de não ser “esquerda” e nem “direita”, sou mais ao “centro”, todo tipo de radicalismo é ruim, mas a “esquerda” parece que vive desconectada da realidade, vivem em um mundo paralelo que somente eles vêem. Não adianta explicar ou desenhar, o Lula é inocente, a terra é plana, o socialismo é a salvação da humanidade, o capitalismo é do capeta e etc. Dezesseis anos de PT, o país ficou praticamente destruído, quase viramos uma Venezuela, o engraçado é que todo “esquerdista” quando vão passear, fazer compras ou mesmo morar escolhem justamente os “países capitalistas”, de preferência os Estados Unidos, considerado por eles “o olho da besta”, quem diga Manuela D’avila, Jean Willys, Dilma, Gleise Hoffman, o poste Haddad, Caetano Veloso, Chico Buarque e etc. Vai entender! Que contradição.

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