O BRASIL NÃO PODE SE TRANSFORMAR NUM PAÍS MILICIANO

Uma sombra parda paira por sobre o nosso país. É uma sombra profundamente macabra. Essa sombra agourenta e terrivelmente diabólica chama-se Flávio Bolsonaro.
O Brasil precisa ficar em permanente sentinela até o fim do processo eleitoral para preservar a nossa democracia, salvaguardar as instituições democráticas, as liberdades coletivas e individuais além, é claro, em garantir a nossa soberania.
Nitidamente, está em disputa dois projetos antagônicos. Os interesses ideopolíticos neles contidos representam a luta de classes – uma irreconciliável luta entre a burguesia e o proletariado – e, por conseguinte, é necessário que a classe explorada (os trabalhadores assalariados nos diversos setores e níveis do sistema de produção) tome em suas mãos o seu destino e enfrente o inimigo mortal identificado.
Não há meia história, não há meia verdade, o que há, de fato, é o locus do poder político – o caso é, ou, a classe trabalhadora luta e derrota essa burguesia parasitária ou, então, o nível de exploração, tensão, embrutecimento, miserabilidade social, perda de direitos serão ampliadas de forma descomunal com o assento no poder central representado pelo conservador fascista Flávio Bolsonaro.
Basta olharmos para a gestão do “presidiário mito” – um homem que carrega em si, uma áurea patética risível, debochada e negacionista, além de, declaradamente, um confesso amante da ditadura e de torturadores – quando permitiu que uma parcela da população retornasse ao Mapa da Fome (submetendo-a à condição de indigência, disputando nos frigoríficos a “fila do osso”) de acordo com Relatórios apresentados pela ONU e ter negligenciado a compra de vacinas que ocasionou a morte de 700.000 patriotas.
E, agora, o seu filhote de ditador (a sombra parda) quer aprofundar o negacionismo, ampliar a perseguição aos oprimidos e às minorias, projetar com mais força o ódio de classe, retomar o processo de privatização das últimas estatais lucrativas, precarizar ainda mais o trabalho; reformar novamente a Previdência Social ampliando o tempo de serviço e de contribuição; se, porventura, vencer as eleições no dia 25 de outubro.
Essa sombra parda nojenta e asquerosa, enlameada pela rachadinha, pela lavagem de dinheiro e por comandar milicias; por compras de 51 imóveis com dinheiro ‘vivo’, por premiar chefe da milicia na localidade Rios da Pedra, o matador Adriano da Nóbrega, além de sua ridícula vassalagem e submissão aos EUA, não pode alçar o poder central para iniciar um processo de destruição de nosso país.
A cidadania brasiliana – isto é, todo eleitor que se arvora defensor de valores supremos – deve se predispor a combater o “mal pela raiz” com toda energia e dedicado compromisso e o mal que ora se apresenta é o bolsonarismo transfigurado na figura psicopata de Flávio Bolsonaro.
O Brasil não pode retroceder. Não pode ser transformado num braço da milicia. O Jornal O Estadão, foi cirúrgico ao denunciar essa perspectiva tenebrosa para o país sob a governança de um miliciano predador. O povo brasileiro precisa tomar partido e promover a derrotar, em definitivo, do bolsonarismo nessa eleição!
Reeleger o estadista Lula é preservar a democracia, proteger as instituições, é salvaguardar nossa soberania; é dar um salto qualitativo para o desenvolvimento social e econômico!

