GRITOS “VEREADOR, RESPEITE O PROFESSOR. PROFESSOR NA RUA, PREFEITO A CULPA É SUA”.
Os professores voltaram a protestar dentro da Câmara Municipal na noite de ontem terça-feira, 19.
Há mais de 1 mês o projeto que visa barrar o uso dos R$ 4.2 milhões dos precatórios do Fundef conforme planejamento de Zé Francisco está na Comissão de Constituição e Justiça, presidida por Domingos Reis, com Araújo Neto como vice e Gracinaldo Ferreira como membro.
Projeto este ainda carente de parecer para ser votado em plenário.
Na manhã de ontem, na reunião da CCJ, houve bate-boca e professor Antônio Celso acabou sendo retirado por segurança da Casa a pedido do presidente da Comissão, vereador Domingos Reis que se sentiu desrespeitado segundo explicou à noite ao usar o microfone.
Na sessão ordinária os professores voltaram em número maior e a pressão foi mantida.
No entanto, o round continua sendo de vitória para o empurra-empurra com a barriga da Câmara que agora alega estar ouvindo a outra parte (a do governo de Zé Francisco) para, só depois, emitir parecer.
Nenhum vereador estipulou prazo para o fim de tudo isso.


Os vereadores do prefeito, uma decepção.
O professor Antonio Celso estava na condição de representante de uma categoria cujo interesse está estacionado na comissão que o vereador Domingos preside a passo de jabuti. Portanto, apenas por pedir celeridade, o professor não poderia ser expulso da casa do povo com essa truculência toda, muito menos por ordem de um membro da casa.
Faltou diplomacia e sobrou truculência.
O professor deveria ser convidado para sentar e discutir sobre a deliberação da matéria em análise, e não ser enxotado da Câmara como foi.
Com toda a vênia, vereador, o senhor perdeu o decoro.
Na verdade seu Antônio Luz , esse parlamento só funciona com propinas e infelizmente os professores, não as tem para lhes dar . Essa e que e a verdade .
Mas ano que vem tem eleição e estamos esperando vossa senhoria , junto com essa corja de vereadores inúteis.
Nós também iremos repudia suas atitudes nas urnas, podem esperar.