
Uma menina de apenas 5 anos de idade morreu após se afogar em uma das piscinas do parque aquático Valparaíso, localizado na região metropolitana de São Luís.
O caso aconteceu por volta das 11h30 e está sob investigação da Polícia Civil do Maranhão.
De acordo com testemunhas, a criança foi retirada desacordada da água por banhistas, que acionaram a equipe de salvamento do local. A vítima foi levada para a sala de primeiros socorros do estabelecimento, mas frequentadores relatam falhas graves na estrutura de atendimento de emergência.
”Liguei para o SAMU porque o socorro demorou demais. O ambulatório era só uma sala fechada, sem médico ou enfermeiro. Quem entrou para tentar fazer algum procedimento não tinha experiência”, relatou Júlio Soares, que presenciou a movimentação e deu entrevista ao repórter Marcelo Moreira (TV Mirante) que foi ao local.
ÓBITO CONFIRMADO NA UPA
Diante da gravidade da situação, a criança foi transportada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Maiobão, onde a equipe médica de plantão confirmou o óbito.
NOTA OFICIAL DO VALPARAISO
Em nota oficial, a administração do Valparaíso informou que a menina estava desacompanhada no momento do incidente e sustentou que os guarda-vidas prestaram os primeiros socorros assim que perceberam a situação.
O parque afirmou ainda que a criança foi transferida para a UPA com vida e declarou que opera em conformidade com as normas de segurança vigentes.
Apesar do ocorrido, o empreendimento manteve o funcionamento ao longo do dia, interrompendo apenas algumas atrações específicas.
REGISTRO NA DELEGACIA
Familiares da vítima compareceram à Delegacia do Maiobão para registrar o Boletim de Ocorrência.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-MA) confirmou que a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias e eventuais responsabilidades no caso.
Segundo óbito em menos de dois meses
A tragédia ocorre pouco tempo após outro caso fatal registrado no mesmo complexo de lazer. No fim de julho, o piscineiro Wendel Gabriel Oliveira de Jesus morreu cinco dias após sofrer uma descarga elétrica enquanto manuseava uma extensão na área seca do parque.
Sobre o caso do funcionário, a empresa declarou que segue prestando assistência à família e colaborando com as autoridades.

