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segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Professores de Timbiras decidem por paralisação

Professores de Timbiras decidem por paralisação

Como o ano letivo 2022 ja terminou decidiu-se hoje, 28, em assembleia geral, por uma paralisação no início do ano letivo 2023 se prefeito Antônio Borba não resolver, até lá, a questão do abono e do reajuste de 6,81% de 2018.

Havia a pretensão de sair às ruas hoje, mas isso acabou não ocorrendo.

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

3 comentários

  1. Que justiça fraca é essa, a prefeitura já perdeu na primeira e segunda instância, e o Juiz já determinou que ele pagasse o reajuste e até agora nada, esse prefeito está acima da lei?

  2. es um sujeito muito coisa ruim.. não paga o que é de direito dos professores, concretou-se ate os dentes na cidade(ou vila ou ainda, quintal do borba).. força educadores.. a luta é contra um coisa ruim

  3. Esses é o nível de esclarecimento dos professores?
    Já pensou que quem ensina não sabe sobre uma questão básica?
    Ei vocês tem advogado mesmo?
    A decisão judicial tem os meios jurídicos para se fazer cumprir.
    NÃO justifica greve por atraso de não cumprir decisão judicial.
    Os salários estão em dia, o salário é compatível com a subsistência, então não justifica greve para prejudicar os alunos.
    Prefeito arrocha essa turma e desconte cada dia de paralisação.
    Não tem motivo para greve. A decisão judicial deve ser combatida na justiça e não no meio da rua prejudicando o ensino.

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