Morreu hoje,20/03/2023, aos 88 anos de idade, José Rodrigues dos Santos, mais conhecido como Seu Quixabeira, o dono do cachorro-quente mais famoso de Codó. Ele, que completaria 89 anos amanhã, vinha enfrentando um câncer na próstata há vários anos.
O velório acontece na rua São Raimundo, 1096, bairro São Francisco. Depois informaremos sobre horário e local de enterro.
VEJA ABAIXO UM BREVE RELATO DE QUEM FOI SEU QUIXABEIRA:
Conhecido como Quixabeira, nasceu em Codó no dia 21 de abril de 1934. Filho de Joaquim Rodrigues dos Santos e de Maria Rodrigues dos Santos, lavradores. Trabalhou na lavoura, dos 10 aos 20 anos de idade. Em seguida foi empregado de José Béliche, do empresário Antônio Edson de Araújo e com o farmacêutico Sálvio Nascimento, durante vários anos. Trabalhou ainda, no Curtume e na Loja Couraça, ambos do comerciante Domingos Gomes dos Santos.
Devido a sua condição humilde, não teve oportunidade de estudar, pois desde cedo, teve que trabalhar, a fim de manter o sustento dos pais e dos irmãos.
Casou-se com Raimunda Selvina dos Santos com que tem três filhos, todos portadores do antigo segundo grau, sendo duas professoras e um técnico em contabilidade.
Figura muito conhecida e conceituada na cidade, que se imortalizou, vendendo o disputado “cachorro-quente”, há quase meio século, pelas ruas e praças da cidade, inclusive, fazendo ponto fixo, à frente do antigo Cine-São Luís, criando uma figura popular e tradicional da história de Codó. Hoje, com o passar do tempo, Quixabeira, deslocou-se, empurrando seu carrinho para praça Naby Salem. Procura assim descobrir novos espaços para o seu celebre “cachorro-quente”.
Como surgiu-lhe o apelido “Quixabeira”. Contou-nos que servia como “menino de recados”, a fim de ganhar uns trocados dos jogadores do quino, que funcionava ao lado da rampa da Igreja Matriz. O saudoso Dr. Frota, um dos jogadores, pedindo-lhe que fosse comprar cigarros ou fazer outros mandados, assim se expressava: “vai e volta Quixabeira”, daí surgiu o apelido, que toda a cidade o chama.
Esta figura popular, benquista no seio da sociedade codoense, residiu na antiga Rua da Vala, desfrutando da amizade de toda a vizinhança Com o falecimento de sua dileta esposa passou a residir na Rua São Raimundo n. 1096, Bairro São Francisco.
Perfil escrito em Codó – MA, em 16 de setembro de 2013, pelo professor Carlos Gomes.
Transcrito do Livro Codoenses & Não Codoenses, aguardando publicação.
Sócio Fundador da Associação Cultural Codoense “Antônio Almeida Oliveira” e do Instituto Histórico e Geográfico de Codó


Feliz daqueles que comeram o cachorro quente dele. Eu até faço esse cachorro e batizo com seu nome.
Ele deixou uma receita que merece ser batizada com seu nome.
Segue meus pêsames à família enlutada.
Que Deus o tenha em bom lugar e conforte a família,meus pêsames
Uma grande figura. Lamentável.
Verdade, era duas figuras importantes no Codo que fornecias suas merendas as codoense, Zé Quixabeira, com o melhor cachorro quente, e o senhor Chico Dança, co. O mingau, churuminga, na Praça Ferreita Baima, em frete ao correio, provando, com Neném engraxate, João Elias, Lipio, Manducz irmão do Neném, isso era maior algazarra, se morria de rir, da patas adas des
Quem linda história de vida
do seu kichabeira
Vc quer todo ou um pedaço
Kkk de pão
Sempre comia o cachorro quente dele, era uma delícia, depois que mudamos de codó, sempre voltavamos de férias e íamos na praça em frente ao banco do Brasil exclusivamente para comer o cachorro quente dele, nis últimos 5 anos, não encontrarmos mais ele la. Meus sentimentos aos familiares e amugos
Seu Quixabeira fez parte de minha história de vida , relembro de minha infância vai deixar muita saudade. Que Deus tenha misericórdia de sua alma.
Sempre comia o cachorro quente dele, era uma delícia, depois que mudamos de codó, sempre voltavamos de férias e íamos na praça em frente ao banco do Brasil exclusivamente para comer o cachorro quente dele, nos últimos 5 anos, não encontrarmos mais ele la. Meus sentimentos aos familiares e amigos
Grande Quixabeira o homem das muitas histórias e vivências bonitas as suas viagens ao Ceará todos os anos na Romaria entre outras e seu maravilhoso cachorro quente não encontrei um igual vida afora desejo paz e conforto aos familiares e tenho a certeza que Deus lhe reservou um bom lugar Saudades
Nós ficávamos esperando ele passar para pedir um pedacinho de pão e passava na vasilha da carne e salada. Que Deus conforte toda a família