Uma mãe denunciou ao jornalista Acélio Trindade que a última vez que conseguiu receber fraldas do governo de Zé Francisco foi em abril.
Maio, junho nada. Julho ja começou e o problema continua. Ela enviou o documento provando a denúncia:
“Acélio boa tarde. Gostaria de fazer uma denuncia de forma anônima.
Eu sou mãe de uma criança com deficiência, recebo, ou pelo menos deveria receber fraldas pela secretaria de saúde. Essas fraldas eram entregues na Cibrazém mas desde o mês 04 elas não estão sendo entregues.
É um direito meu e do meu filho receber esse benefício pelo SUS e está sendo negligênciado.
São muitas mães que estão sem receber os materiais, não só fraldas como medicamentos tbm.
A informação que me foi passada lá dentro da farmácia é que os pedidos estão sendo feitos mas os fornecedores não estão enviando por falta do repasse de pagamento.
Já procurei outras formas de reclamar e não fui ouvida.
Documento com as datas dos últimos recebimentos.
Esse ano só recebi uma vez e todos os meses indo pra lá ver se tem ou não e a resposta é sempre a mesma”, escreveu a mãe


Pressiona que ele resolve.
A epígrafe é sensacionalista e a narrativa politiqueira, pois caos não há e medicamento tem. Caos havia no tempo de Maugib, que fralda nunca tinha e faltava até mercurocromo no HGM.
No tocante às fraldas foi problema do fornecedor, que será trocado em nova licitação.
Em qualquer cidade do país, grande ou pequena, é factível ocorrer eventuais problemas com fornecedores por motivos vários. Além disso, as compras seguem trâmite burocrático como manda a lei, o que demanda tempo, ocorrendo atraso no fornecimento.
Hoje temos Unidades Básicas de Saúde em bairros e até na zona rural funcionando muito bem; hoje temos ruas pavimentadas até no morro da televisão; hoje temos vale catador beneficiando os catadores do lixão. E por falar em lixão, caro leitor, pode esperar que quando a eleição se aproximar a oposição vai mandar tocar fogo lá para postar fumaça em blog; como fizera na última eleição para deputado. Quem por Codó não fez nada, como a oposição liderada por Maugib, faz terror como política.