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quarta-feira, 29 de julho de 2026
Notícias

Mãe denuncia mau atendimento no CEC causado pelo fato de Zé Francisco nunca ter aumentado o salário das profissionais

Uma mãe procurou o jornalista Acélio Trindade para denunciar que os atendimentos no Centro de Especialidades  Clínicas (CEC), antigo PAM, estão prejudicados.

As profissionais que cuidam das crianças (fisioterapeutas, fonoaudiólogas, psicólogas e outras) estão indignadas com o prefeito Zé Francisco.

Algumas estão deixando de atender as crianças e outras diminuindo a quantidade de atendimentos.

É um protesto contra Zé Francisco que promteu, inclusive ao Ministério Público,  melhorar o salário delas que ainda continua na casa dw R$ 1.400.

Isso tem prejudicado as crianças atendidas no CEC, veja a lamentação da mãe.

“Bom dia.Não sei se já chegou em seus ouvidos o que está acontecendo lá no CEC?

As profissionais não estão atendendo nossas crianças por conta do prefeito não querer da aumento no salário delas , coisa tão simples de se resolver e que elas tbm precisam pq tem família e conta pra pagar

E já outras estão diminuindo a quantidade de crianças no atendimento

Isso não pode acontecer,as crianças precisam muito dessas terapias,elas precisam trabalhar e nós mães precisamos da ajuda delas

O meu tem 12 anos é autista,e sem essas terapia fica difícil lidar no dia a dia com ele

 O prefeito já foi chamado atenção sobre o problema e até agora nada

Então estamos buscando resolver o máximo possível atrás de vcs pra levar a público pra vê se ele faz o que tem que ser feito

 Já estamos querendo ir ao ministério público, estamos querendo nos unir e fazer uma manifestação ou na prefeitura,ou na casa dele

Nós temos um grupo chamado fila e as mães estão indignada com essa situação,e sem falar que falta mais profissionais tbm ,por exemplo meu filho não tem pisicologa pq tem 12 anos já aí complica”

Acélio Trindade

Acélio Trindade

Autor no Blog do Acélio.

Um comentário

  1. Há meios mais republicanos de pleitear aumento de salário — a imprensa inclusive.
    Mas, convenhamos, não é ético pressionar por aumento de salário usando contingenciamento de prestação dos serviços em detrimento da saúde de inocentes especiais, e que, portanto, não podem ser reféns de reinvindicações dos servidores.
    Não estou falando do mérito, mas do método.

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